quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
quarta-feira, 13 de dezembro de 2017
E quando os comerciantes da Rua da República acreditaram que havia Pai Natal!.. Será que já deixaram de acreditar?..
No passado sábado, a Rua da República, ao fim da tarde, estava assim:
Esta manhã, a pouco mais de uma semana antes do Natal, como a foto documenta, estão a instalar iluminação na Rua da República!..
Para quando Ataide, presidente da câmara, e Moita, presidente da ACIFF, ligam a luz?
A 24?
Esta manhã, a pouco mais de uma semana antes do Natal, como a foto documenta, estão a instalar iluminação na Rua da República!..
Para quando Ataide, presidente da câmara, e Moita, presidente da ACIFF, ligam a luz?
A 24?
Ataíde garante o que pode cumprir...
Nota de rodapé.
Senhor presidente: se está escrito é para cumprir…
Pois só assim,
... esta terra ainda vai cumprir seu ideal,
... esta terra ainda vai cumprir seu ideal,
ainda vai tornar-se um imenso figueiral!..
Zara vai vender 16 lojas. Duas delas em Portugal... Lembram-se quando a propaganda do regime anunciava uma loja na Figueira?
Lembram-se?..
A máquina de propaganda do regime, no passado mês de junho, em plena rampa de lançamento para as autárquicas de de 1 de outubro, lançou para o ar que a Zara, marca multinacional de vestuário, podia instalar-se na Rua da República!..
Num período que estão encerrar lojas, a espanhola Inditex, dona da Zara, quer vender 16 lojas na Península Ibérica – duas delas em Portugal – para angariar cerca de 400 milhões de euros, numa altura em que as vendas online aceleram em Espanha...
Compreendem porque para o presidente Ataíde, "o chefe de gabinete é uma questão muito pessoal"?
Isto anda tudo ligado.
O presidente, como não gosta das notícias dos jornalistas independentes, escolheu um Chefe Gabinete jornalista.
Assim, pode passar as notícias da propaganda governativa à sua moda...
Na Figueira, sinto no ar que perpassa um ressentimento contra alguma imprensa, pois que não retrata a excelência da governação ataidista...
Isto, para não referir certos bloguistas, que confeccionam blogues malditos...
A máquina de propaganda do regime, no passado mês de junho, em plena rampa de lançamento para as autárquicas de de 1 de outubro, lançou para o ar que a Zara, marca multinacional de vestuário, podia instalar-se na Rua da República!..
Num período que estão encerrar lojas, a espanhola Inditex, dona da Zara, quer vender 16 lojas na Península Ibérica – duas delas em Portugal – para angariar cerca de 400 milhões de euros, numa altura em que as vendas online aceleram em Espanha...
Compreendem porque para o presidente Ataíde, "o chefe de gabinete é uma questão muito pessoal"?
Isto anda tudo ligado.
O presidente, como não gosta das notícias dos jornalistas independentes, escolheu um Chefe Gabinete jornalista.
Assim, pode passar as notícias da propaganda governativa à sua moda...
Na Figueira, sinto no ar que perpassa um ressentimento contra alguma imprensa, pois que não retrata a excelência da governação ataidista...
Isto, para não referir certos bloguistas, que confeccionam blogues malditos...
Raríssimas?..
Frequentíssimas...
Já começou o trabalho de contenção de danos ideológicos que a excelente reportagem da TVI sobre a instituição Raríssimas...
A contenção de danos do que não é tantas vezes mais do que parasitagem institucionalizada passa agora por valorizar os “empreendedores sociais”, a “inovação social” e o respectivo financiamento, adivinhem, social, também à boleia de fundos de uma UE apostada em expandir este programa ideológico de esvaziamento dos Estados agora com novas roupagens. Mais uma vez a esquerda dita moderna, o PS, anda nisto, tal como andou, a par das direitas, a insuflar as IPSS pelo menos desde os anos noventa. O resultado estará à vista em breve.
Já começou o trabalho de contenção de danos ideológicos que a excelente reportagem da TVI sobre a instituição Raríssimas...
A contenção de danos do que não é tantas vezes mais do que parasitagem institucionalizada passa agora por valorizar os “empreendedores sociais”, a “inovação social” e o respectivo financiamento, adivinhem, social, também à boleia de fundos de uma UE apostada em expandir este programa ideológico de esvaziamento dos Estados agora com novas roupagens. Mais uma vez a esquerda dita moderna, o PS, anda nisto, tal como andou, a par das direitas, a insuflar as IPSS pelo menos desde os anos noventa. O resultado estará à vista em breve.
Para o presidente Ataíde, "o chefe de gabinete é uma questão muito pessoal"...
Diria antes, pelo passado recente, que mais parece um jogo do gato e do rato.
Se é "uma questão pessoal..."
Não gosto de ratos.
Normalmente, o rato consegue escapar-se...
Contudo, mais dia menos dia acaba por ser comido...
Já começou a contagem decrescente?
Se é "uma questão pessoal..."
Não gosto de ratos.
Normalmente, o rato consegue escapar-se...
Contudo, mais dia menos dia acaba por ser comido...
Já começou a contagem decrescente?
Foi ontem inaugurado o Continente Buarcos...
O Continente inaugurou ontem uma nova loja em Buarcos, com 1460m2.
Foram investidos 6 milhões de euros e criaram-se de 40 postos de trabalho.
Nota de rodapé.
1. Desta vez o executivo não se fez representar na inauguração de mais uma "mercearia"?..
2. Só 40 postos?
3. Muito aquém dos 2000 empregos!..
4. E as lojas âncoras, onde ficaram?
5. Os figueirenses nem uma Worten podem ter?
6. Será porque iria fazer concorrência ao ramo dos electrodomésticos?
Foram investidos 6 milhões de euros e criaram-se de 40 postos de trabalho.
Nota de rodapé.
1. Desta vez o executivo não se fez representar na inauguração de mais uma "mercearia"?..
2. Só 40 postos?
3. Muito aquém dos 2000 empregos!..
4. E as lojas âncoras, onde ficaram?
5. Os figueirenses nem uma Worten podem ter?
6. Será porque iria fazer concorrência ao ramo dos electrodomésticos?
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
Já ontem era (mais que...) tarde...
Paula Brito e Cunha, presidente da associação Rarísimas,
confirma que decidiu sair da instituição, na sequência da polémica criada pela
reportagem da TVI.
Ao Expresso, Paula Brito e Cunha explicou que tinha tentado,
junto do ministro do Trabalho, Vieira da Silva, um afastamento temporário.
"Pedi-lhe (ao ministro) a suspensão temporária de funções enquanto
estivessem a decorrer as investigações, porque temos 300 meninos por dia na
Raríssimas de quem é preciso cuidar. Esta opção foi estudada pelo gabinete, mas
não existe a figura da suspensão temporária no quadro das IPSS e, portanto,
saio", explicou ao semanário.
O hotel de charme...
A pastelaria Pérola, por sua vez, desapareceu há um ano
porque idem aspas, no local iria ser construído um hotel de charme;
Uma das árvores de razoável porte que se situava neste largo
sensivelmente em frente à Pérola caiu, desapareceu ontem à noite… atenção, não
foi devido à construção de um hotel de charme, foi devido aos ventos da
tempestade Ana…
Mas também o que desapareceu foram as alusões que se ia
construir no local um hotel de charme!
No meio desta confusão do quiosque, da pastelaria, do hotel,
da palavra charme que por aqui ecoa, da árvore que caiu, do
‘rais-que-os-parta’, pergunto: Será que sempre se vai ali construir algo
charmoso, ou será mais um prédio a juntar-se às dezenas de mamarrachos
existentes na cidade!?”
Irene N. Santos, via O Palhetas
Nota de rodapé.
O hotel de charme deve estar a aguardar algum pormenor: por exemplo, o estacionamento
coberto ... Quando a câmara municipal fizer a obra no estacionamento da
antiga polícia e no edifício da segurança social (antiga cooperativa do pessoal
da CP).
“Orçamento da câmara da Figueira com 21 milhões para investimentos”…
…“é um orçamento plenamente sustentável, ambicioso”.
A despesa com o pessoal, tendo em conta os aumentos e a
progressão das carreiras, representa mais de 600 mil euros do que no ano
passado - João AtaídeO chantre do avental
Todos os ciclos políticos têm os seus defensores rebarbativos, o seu “intelectual orgânico”, o seu porta-voz oficioso - alguém que, de entre a “maioria”, na esgrima dos argumentos, se destaca pela qualidade do “desempenho”, pela prolixa ferocidade na defesa da ordem estabelecida e pela contundência na investida sobre adversários.
Na Figueira da Foz não podia ser de outra maneira.
O ataídismo também tem o seu. O chefe do coro dos convencidos e dos convertidos da lojinha de aventais do Presidente Ataíde é José Fernando Correia.
A Correia talvez não lhe ocorra que tudo tem fim, até os ciclos políticos.
O aguiarismo teve o seu, bem triste, e um legado embaraçoso que Ataíde, talvez não estranhamente, logo assumiu (a iniciativa do monumento a Aguiar de Carvalho, à porta da câmara municipal, logo do início do seu primeiro mandato, foi a assunção disso mesmo, uma verdadeira declaração de princípios e um indício do que se seguiria).
O Ataidismo também terá o seu fim, até com data marcada, pelo limite de mandatos fixado por lei.
O legado de Ataíde parece-me tão triste e embaraçoso como o de Aguiar; e contudo algo mais ainda os une, o imobiliário - se um entregou a cidade à volúpia cúpida dos pratos-bravos da construção civil, o outro está fazendo o mesmo, ainda mais alegremente e a mata-cavalos, aos patos-bravos da distribuição.
Todavia, conhecendo o eleitorado figueirense e a sua tendência mórbida para o esquecimento, penso que se já ninguém gosta de se recordar do legado de Aguiar, daqui a uns tempos também já ninguém se vai querer lembrar do de Ataíde; muito menos do nome do seu chantre.
Por isso lhe fiz o retrato - mais um cromo para o meu Álbum Figueirense.
Talvez isso lhe dê a posteridade.
Fernando Campos, via o sítio dos desenhos
O ataídismo também tem o seu. O chefe do coro dos convencidos e dos convertidos da lojinha de aventais do Presidente Ataíde é José Fernando Correia.
A Correia talvez não lhe ocorra que tudo tem fim, até os ciclos políticos.
O aguiarismo teve o seu, bem triste, e um legado embaraçoso que Ataíde, talvez não estranhamente, logo assumiu (a iniciativa do monumento a Aguiar de Carvalho, à porta da câmara municipal, logo do início do seu primeiro mandato, foi a assunção disso mesmo, uma verdadeira declaração de princípios e um indício do que se seguiria).
O Ataidismo também terá o seu fim, até com data marcada, pelo limite de mandatos fixado por lei.
O legado de Ataíde parece-me tão triste e embaraçoso como o de Aguiar; e contudo algo mais ainda os une, o imobiliário - se um entregou a cidade à volúpia cúpida dos pratos-bravos da construção civil, o outro está fazendo o mesmo, ainda mais alegremente e a mata-cavalos, aos patos-bravos da distribuição.
Todavia, conhecendo o eleitorado figueirense e a sua tendência mórbida para o esquecimento, penso que se já ninguém gosta de se recordar do legado de Aguiar, daqui a uns tempos também já ninguém se vai querer lembrar do de Ataíde; muito menos do nome do seu chantre.
Por isso lhe fiz o retrato - mais um cromo para o meu Álbum Figueirense.
Talvez isso lhe dê a posteridade.
Fernando Campos, via o sítio dos desenhos
segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
Ao reclamar da vida, lembre-se do sofrimento de certas pessoas...
(est post é dedicado aos que nos últimos dias me têm enviado "mensagens de amor" anónimas, para a caixa de comentários do OUTRA MARGEM, que por razões óbvias não foram publicadas: as necessidades fisiológicas fazem-se no quarto de banho da casa de cada um...)
A dor de corno é lixada...
A um presidente de Câmara, exige-se que tenha os olhos abertos e mostre solidariedade com os mais fracos: ser solidário, mais do que um dever, é uma obrigação...
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| Para ler melhor, clicar na imagem |
A ordem de trabalhos pode ser conferida, clicando aqui.
Espero que quem dirige a Figueira, no decorrer da reunião, hoje seja
mais cuidadoso na forma como se exprime, e não caia na tentação, porventura por pensar que é dono disto
tudo, de mostrar com a crueza e clareza, que a reportagem feita pelo semanário A VOZ DA
FIGUEIRA, na sua edição de 22 de Novembro p. p. mostra, a sua preferência por
uma sociedade figueirense elitista, injusta e medíocre em que teimam em nos fazer permanecer...
Para um político, que é aquilo que um presidente de câmara é, tratar todos os cidadão por igual e mostrar sensibilidade é uma obrigação e ser solidário, com todos, um
dever.
Um presidente de câmara não pode ser alguém que se julga acima dessas formas de sentir e remete tudo
para a competitividade salutar, como se a igualdade à partida não fosse uma
falácia, quando não uma caricatura dramática!
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