Via Diário as Beiras
sexta-feira, 31 de outubro de 2025
quinta-feira, 30 de outubro de 2025
Mondego
Foto: António Agostinho
O meu rio, claro, é o Mondego, rio que marcha para a foz, trazendo a memória e histórias de boas gentes e paisagens únicas.
Mandato 2025/2029: primeira reunião de câmara é hoje
Entre os pontos da agenda tem a proposta de delegação de competências no presidente da autarquia e a fixação do número de vereadores a tempo inteiro. Na sessão, será ainda dado conhecimento do despacho do presidente da câmara de designação da chefia do Gabinete de Apoio à Presidência.
O actual mandato teve início no passado dia 26, com a tomada de posse da Assembleia Municipal e do executivo camarário. A coligação Figueira a Primeira, constituída pelo PPD/PSD e pelo CDS/ PP, governa com maioria absoluta em ambos os órgãos autárquicos e detém a presidência de 10 das 17 juntas de freguesia. Elegeu seis vereadores, o PS dois e o Chega um.
quarta-feira, 29 de outubro de 2025
Festa do arroz doce este domino na freguesia de Maiorca
Via Diário as Beiras
"Evento é promovido pela Casa do Lavrador e assinala 20 anos de confecção e venda da iguaria".
PS reage ao discurso de Santana: “o respeito é inegociável”,
A Concelhia da Figueira da Foz do PS reagiu ao discurso do Presidente da Câmara da Figueira da Foz, Dr. Pedro Santana Lopes. Fica a Nota de Imprensa do PS Figueira da Foz:
"O Partido Socialista da Figueira da Foz saúda o Dr. Pedro Santana Lopes pela sua eleição como Presidente da Câmara Municipal e felicita todos os eleitos para os diferentes órgãos autárquicos, independentemente da força política pela qual concorreram.
O PS respeita o resultado das urnas e reafirma o seu compromisso com a democracia local, com a Figueira e com os figueirenses.
Estamos prontos para exercer o nosso papel com firmeza e sentido de responsabilidade — apoiando as propostas que sirvam verdadeiramente os interesses da população, mas enfrentando, sem hesitações, tudo o que se afaste desse caminho. Lamentamos, contudo, o tom intimidatório e arrogante do discurso do senhor Presidente da Câmara. As palavras proferidas revelaram mais amargura e ressentimento do que espírito democrático, deixando transparecer a dificuldade em aceitar que a Figueira da Foz é uma terra plural, com várias vozes e sensibilidades, onde ninguém detém o monopólio da vontade popular.
Recusamos qualquer tentativa de deslegitimar os eleitos do Partido Socialista ou de repetir comportamentos do passado, em que presidentes de junta e autarcas socialistas foram alvo de desrespeito ou humilhação em plena Assembleia Municipal.
O respeito democrático é inegociável, e nenhum cargo, por mais alto que seja, isenta quem o exerce das suas responsabilidades, da urbanidade que o cargo exige, nem lhe confere o direito de ofender ou intimidar quem pensa diferente.
A campanha eleitoral decorreu com normalidade, serenidade e espírito democrático — e é assim que deve continuar o debate político. Não aceitaremos prepotências nem manobras de confronto institucional.
O Partido Socialista espera que as promessas eleitorais agora feitas sejam cumpridas, em especial aquelas que respeitem a identidade, o equilíbrio e o futuro da Figueira da Foz.
Contudo, não poderemos deixar de sublinhar, com clareza, que boa parte das medidas apresentadas no programa eleitoral do senhor Presidente não são da responsabilidade da Câmara Municipal, nem dependem da sua vontade ou ação direta.
Mais grave do que isso, é eticamente reprovável tentar fazer crer aos figueirenses que essas medidas ou investimentos existem graças a esta governação. O respeito pela verdade e pela transparência perante os figueirenses deve ser a base de qualquer projeto político sério e credível.
O Partido Socialista estará, como sempre, ao serviço da Figueira da Foz: para fiscalizar, propor e defender o interesse público. Seremos uma oposição responsável, combativa e vigilante."
terça-feira, 28 de outubro de 2025
José Duarte, o Presidente da Assembleia Municipal que a política na Figueira neste momento precisa: experiente, humano e sereno
Calculo que não será fácil exercer o cargo de Presidente da Assembleia Municipal da Figueira da Foz. Será, porventura, ainda mais difícil ser Presidente com três Presidentes de Câmara diferentes.
José Duarte, aos 83 anos de idade, presidente reeleito da Assembleia Municipal da Figueira da Foz, tomou posse para o quarto mandato consecutivo: três pelo PS e este pela coligação Figueira a Primeira.
Como escrevi há muitos anos, José Duarte não é o melhor, nem o mais competente, presidente de uma Assembleia Municipal, mas exerce o cargo com modéstia, respeito por todos, cordialidade democrática, tem estados de espírito, emociona-se (como aconteceu na tomada de posse no passado domingo) e é exigente q.b..
Bastava-me que os políticos fossem assim. A descredibilização que atinge a política, não é pontual nem subjetiva. É um processo evolutivo que ultrapassa as circunstâncias, os partidos e as personalidades. Não só na Figueira, radica-se na constatação quotidiana que os políticos, seja qual for a sua ideologia, não são capazes de resolver os principais problemas. Isto afecta profundamente a democracia, quer na forma como as pessoas a avaliam, quer a forma como as pessoas participam nela.
A democracia não fica reduzida ao voto nas eleições. Esta fragilização da participação popular, através do voto, a concretizar-se, é um inevitável empobrecimento da democracia. É neste contexto, penoso e difícil, que José Duarte Pereira tem desempenhado o melhor que sabe e pode o difícil cargo de Presidente da Assembleia Municipal da Figueira da Foz.
A cor partidária, nem sempre retira o colorido a quem encara a vida e a politica com sentido de responsabilidade democrática e cultura humanística. É assim que se promove uma maior aproximação entre eleitos e eleitores e entre estes e as instituições, porque o órgão autárquico a que José Duarte continua a presidir, a Assembleia Municipal da Figueira da Foz, terá de ser sempre a casa da Democracia do Concelho da Figueira da Foz.
segunda-feira, 27 de outubro de 2025
No discurso da tomada de posse Santana Lopes "ajustou contas com o passado político recente"...
Santana Lopes tomou posse, para este terceiro mandato como Presidente da Câmara da Figueira da Foz (2 seguidos e um interpolado) ontem, domingo, 26 de outubro. No seu discurso de tomada de posse, o presidente sublinhou que a crise económica global, agravada pela pandemia, pela guerra na Ucrânia e pelos elevados custos com o tratamento de resíduos, tem tido um impacto significativo nas finanças municipais. Com um défice tarifário já superior a 1 milhão de euros, Santana Lopes destacou a necessidade de recuperar o equilíbrio financeiro da cidade.
“O objetivo deste mandato é alcançar o equilíbrio financeiro e orçamental”, afirmou, apontando a racionalização de custos e o reforço de parcerias com o Governo como as principais soluções para superar a crise. O autarca destacou também o avanço das competências da saúde e da segurança social, que agora são geridas pelo município, enfatizando a importância da descentralização e destacando os investimentos realizados na construção e reabilitação de infraestruturas como centros de saúde e escolas. O edil alertou, no entanto, que a “falta de recursos financeiros tem dificultado a execução de políticas públicas de impacto”.
Santana Lopes aproveitou a ocasião para destacar as grandes transformações em curso na cidade, nomeadamente as obras de modernização no fundo da Barra, “algo porque a Figueira ansiava há décadas”. Estas obras incluem a construção de um terminal de cruzeiros e de uma nova marina, projetadas para permitir a entrada de navios de carga com maior calado.
Além disso, o presidente anunciou a criação da Polícia Municipal, uma medida que visa reforçar a segurança na cidade.
Apesar dos desafios financeiros, Santana Lopes expressou optimismo quanto ao futuro da cidade. O seu compromisso é claro: continuar a trabalhar para melhorar as condições de vida da população, sempre com transparência e foco no interesse público.
Os resultados garantem à coligação vencedora a maioria absoluta de seis mandatos, no total de nove do executivo camarário, com o PS a obter dois e o Chega, um.
domingo, 26 de outubro de 2025
Estado arrecada mais de cem milhões pelo lixo
Há municípios onde 90% dos resíduos vão parar ao aterro
A receita deste imposto é depois alocada a um Fundo Ambiental, gerido pelo ministro do sector, não se sabe muito bem com que critérios.
Obviamente que o Terreiro do Paço agradece este esforço da província.
Cerimónia de tomada de posse e instalação da Assembleia e Câmara municipais da Figueira da Foz
Daqui a pouco, pelas 15h30, no Centro de Artes e Espetáculos, realiza-se a cerimónia de tomada de posse e instalação da Assembleia e Câmara municipais da Figueira da Foz.
Ventura, o candidato à Presidência da República...
O ditador estabeleceu a censura, a bufaria, as perseguições, a prisão, a tortura, o degredo e o assassinato para os adversários; o 4.º Pastorinho ainda não.
O verdadeiro lançou Portugal na guerra colonial e fez morrer jovens durante uma dúzia de anos numa causa perdida, injusta e criminosa, e ficou impune. Hoje as tropas não se arriscam sequer a reconquistar Olivença e quem as mandar morrer não fica impune.
Salazar falava pouco para não se contradizer; este contradiz-se para falar ainda mais.
O sinistro estadista não se confessava, porque alegava que os segredos de Estado não se podiam revelar, não se ajoelhava perante o clero e era este que se ajoelhava perante ele.
Salazar prescindiu do diretor espiritual do seminário e não o substituiu. E, porque eram outros os tempos ou porque era mais casto, não foi publicamente suspeito de pedofilia.
Salazar morreu na cama convencido de que era ainda o primeiro-ministro, e o André só sabe como morreu Mussolini, o católico que prestou maiores serviços à Igreja católica e de quem o Deus do André se esqueceu.
Salazar era sóbrio, não era palhaço, mas também era um homem a quem os portugueses insultavam a mãe. Em privado, naturalmente. Com Ventura ainda é às escâncaras."
sábado, 25 de outubro de 2025
O ódio alimenta o ódio, a raiva alimenta a raiva, o medo alimenta o medo
Artigo 41.º da Constituição da República Portuguesa, "Liberdade de consciência, de religião e de culto".
"Não podem rezar na via pública.
sexta-feira, 24 de outubro de 2025
A fasquia está alta: Alqueidão celebra a sua identidade
Via Diário as Beiras
"Do Lado de Cá, projeto promovido pela junta de freguesia, entre outras atividades, inclui teatro e gastronomia."
Para ler melhor clicar na imagem.
A região Centro perde, em média, dois a três metros de costa por ano e é das regiões portuguesas mais vulneráveis à erosão costeira.
Há muito que existem os alertas: "Praias têm cada vez menos areia e a culpa é das barragens". Norte e Centro são as regiões cujas praias estão em maior risco de desaparecer. A este problema juntam-se as falhas no ordenamento do território, que permitem a construção desenfreada junto ao mar. Na Figueira, temos a juntar a tudo isto, aqueles 400 metros acrescentados ao molhe norte...
















