️𝗩𝗶𝘀𝗶𝘁𝗮𝘀 𝗚𝘂𝗶𝗮𝗱𝗮:
𝟭𝟵 𝗮𝗴𝗼𝘀𝘁𝗼 | 𝟭𝟵𝗵𝟬𝟬
«“Portugal perde em apenas dois anos quase todo o alívio de juros do pós-troika”, informa Luís Ribeiro no DN.
O que BCE dá, o BCE tira: é tão simples que a mente pode bloquear e deixar-se enredar em fraudes austeritárias, da “credibilidade” à “confiança dos mercados”.
De resto, estar dependente de um banco central supranacional, controlado pelo capital financeiro do centro, é o problema da nossa democracia.»
"Disse Marques Mendes na avença semanal que tem na televisão do militante n.º 1, sem contraditório, que o preço das casas em Lisboa e no Porto mata o elevador social e que, pasme-se, até conhece quem tenha ido morar para Setúbal por causa disso. Há em Setúbal quem tenha ido morar para o Pinhal Novo por causa do preço das casas, gente que Marques Mendes não conhece, e não são tão poucos quanto isso. Assim como Almada e toda a margem sul explodiu com a fuga de Lisboa pelos mesmos motivos, depois de já ser insuportável pagar um andar desde Benfica a Santo António dos Cavaleiros, era Marques Mendes pequenino e, como é por todos sabido, "em pequenino não conta". Podemos argumentar com o preço elevado da habitação em todo o lado, à sua proporção, agora meter o "elevador social" à mistura, tadinhos dos alfacinhas e dos tripeiros..."
Imagem sacada daqui
Uma notícia de 1 de Setembro de 2017.
«A taxa média de ocupação hoteleira na Figueira da Foz durante o mês de agosto rondou os 90 por cento, segundo o que Jorge Simões, director da Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF), adiantou ao Diário As Beiras.
“A Figueira da Foz teve um mês de agosto dentro da normalidade, com uma taxa de ocupação média acima dos 90 por cento. Os resultados ficaram um pouco abaixo das nossas expetativas, pois o tempo não colaborou”, frisou aquele responsável.»
Via Diário as Beiras, edição de 14 de Agosto de 2023:
«Durante este mês, a taxa de ocupação hoteleira local deverá atingir os 90 por cento, avançou ao DIÁRIO AS BEIRAS o vice-presidente da Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz para o setor do turismo, Jorge Simões».

"Uma semana após a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), fecham-se as primeiras contas e começa-se a perceber como e quanto custou o maior evento religioso feito em Portugal.
Dos 75 milhões de euros previstos em investimento público, o portal Base mostra como foram gastos 41,2 milhões.
A maioria por ajuste direto."
Citando Galeano:
"... a televisão mostra o que ela quer que aconteça; e nada acontece se a televisão não mostrar.
A televisão, essa última luz que te salva da solidão e da noite, é a realidade. Porque a vida é um espetáculo: para os que se comportam bem, o sistema promete uma boa poltrona."
"Não há nadadores-salvadores suficientes. A frase é antiga e repete-se todos os verões. Este ano, a solução foi recrutar profissionais do Brasil.
Os anos passam e o país quase se habitua às notícias de mortes em meio aquático - só no ano passado foram 88. Ouvimos lamentos, promessas, propostas, mas, na verdade, governantes e partidos políticos nunca encararam a segurança balnear como uma prioridade.
Não é preciso ser um especialista na matéria. A formação dos nadadores-salvadores em Portugal é quase uma brincadeira, a atividade é pouco mais de que uma forma dos mais novos ganharem algum dinheiro extra, alguns materiais são obsoletos, outros comprados pelos próprios.
O país tem mais turistas, tem mais praias, tem mais tecnologia, tem, fruto das alterações climáticas, uma época balnear mais longa do que o que foi estipulado no papel. Mas não tem menos mortes."
Via Diário as Beiras