terça-feira, 12 de julho de 2022
Datas da realização das próximas reuniões de câmara alteradas
A segunda e última
reunião de câmara ordinária deste mês foi adiada: do dia 20 passou para o dia 27, mantendo a hora, 10H30.
Nesta
sessão, os munícipes podem intervir, mediante inscrição prévia.
Para agosto
está agendada uma única
reunião: terá lugar no dia 31, pelas 10H30.
As reuniões de câmara da
Figueira da Foz são transmitidas, em directo, através
da página do município na
internet.
O "incendiário" Ventura
Via Jornal Público
«Para além de afirmar que incendiários deveriam ser considerados terroristas, André Ventura propôs que estes estejam “atrás das grades para o resto da vida”, sugerindo a prisão perpétua, que não existe no ordenamento jurídico português.
Segundo André Ventura, apesar de admitir que também falta prevenção e limpeza de terrenos, o problema dos incêndios tem “muito a ver” com não haver “uma mão muito pesada” do Estado para com quem provoca incêndios voluntariamente.
De acordo com o 6.º relatório de incêndios rurais de 2021 do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), naquele ano, apenas 23% dos fogos foram causados por incendiarismo, muito longe dos 48% associados ao uso negligente do fogo (queimas e fogueiras).
A própria Comissão Técnica Independente que analisou os incêndios na região Centro salientou, no seu relatório publicado em Outubro de 2017, que a ideia de que a maior parte dos fogos florestais têm origem criminosa é “um mito profusamente difundido pela comunicação social” e “inadvertidamente” aproveitado por alguns políticos, o que contribui para uma “desresponsabilização da sociedade”.
Durante a sua intervenção, André Ventura afirmou que à hora a que falava (por volta das 16h30), “uma boa parte do país arde com incêndios descontrolados” e “milhares de homens combatem as chamas”.
Às 16h30, no site da Protecção Civil não se registava qualquer incêndio considerado importante (com duração superior a três horas e com mais de 15 meios de protecção e socorro envolvidos), contabilizando-se apenas 239 operacionais a combater quatro fogos em curso.»
A pergunta incontornável: RFM SOMNII deverá regressar no próximo ano com o apoio da Câmara?
A resposta de Santana Lopes, via Diário as Beiras
“Não posso dizer isso ainda. Vivemos num mundo de tantas incertezas... Mas tudo o que vi contribui para que sim, mas temos de decidir na devida altura. O meu estado de espírito é francamente positivo. Gostei. É um evento que, naturalmente, é bom para a Figueira tê-lo. Espero que seja possível”.
Nota de rodapé.
Sobre a polémica em torno da questão dos horários dos bares e restaurantes, recordo uma postagem de 3 de junho de 2016.
segunda-feira, 11 de julho de 2022
TERÇAS COM POESIA com Diogo Vaz Pinto
Via Biblioteca Municipal Figueira da Foz
12 JUL | 21h30
Quinta das Olaias
Entrada Livre mediante a lotação da sala;
Apoio: Sol Engarrafado.
Público em geral
O poeta e jornalista Diogo Vaz Pinto é o convidado da próxima sessão de «Terças com poesia».
Nascido em 1985, estudou direito e tem já publicados sete livros (Nervo, Bastardo, Anonimato, Havia um Sino no Meio da Estrada, Ultimato, Aurora Para os Cegos da Noite e O Cerco dos Animais que Juram)- Escreve para o semanário Sol e para o Diário i na área de cultura. É co-fundador das Edições Língua Morta.
46.ª edição do FestiMaiorca
Texto: via Diário as Beiras
Imagem: FestiMaiorca
"Dois anos depois
da última edição, o festival
internacional de folclore
de Maiorca FestiMaiorca
está de volta, de 16 a 21
de julho. A paragem de
dois anos foi forçada pela
pandemia.
O espectáculo
de abertura realiza-se no
primeiro dia, pelas 22H00,
no Terreiro do Paço, em
Maiorca.
No mesmo dia, pelas
17H00, no salão nobre da
Câmara Municipal da Figueira da Foz, terá lugar
a sessão solene. Segue-se,
uma hora depois, o desfile
dos grupos participantes,
entre a Esplanada Silva
Guimarães e o Jardim Municipal.
No Jardim Municipal da
Figueira da Foz, realizam-se espetáculos diários, a
partir das 22H00, de 17
a 21. A organização leva,
ainda, o folclore do mundo
às freguesias de Alhadas,
Quiaios, Buarcos e São Julião e, claro, Maiorca.
Esta é a 46.ª edição do FestiMaiorca. O festival, um
dos mais antigos e reputados da Europa, é organizado pela Casa do Povo de
Maiorca. Este ano, conta
com a participação de grupos de folclore de Portugal,
Guiné Bissau, Colômbia,
Chile, México, Porto Rico e
Eslováquia.
A Câmara da Figueira da
Foz contribui com apoio
logístico, no valor de
10.800 euros, e um apoio
financeiro de 20 mil euros.
Por outro lado, isenta o festival de taxas municipais,
num total de 224 euros."
domingo, 10 de julho de 2022
Resistir
Holocaust survivor Margot Friedlaender arrives to the Walther-Rathenau-Prize ceremony to receive an award for her efforts as a witness to the crimes of National Socialism and her commitment to tolerance and understanding, in Berlin, Germany, Monday, July 4, 2022.
sábado, 9 de julho de 2022
Está eleita a nova concelhia do PSD/FIGUEIRA
Resultado das eleições para a concelhia do Psd Figueira Da Foz:
Mesa da Assembleia
Lista A- Presidente Paulo Pinto
114 votos
4 brancos
3 nulos.
São 22 os nomes que integram os novos órgãos do PPD/PSD do concelho da Figueira da Foz, eleitos este sábado.
Para ficar a saber clicar aqui.
Sala cheia na apresentação de Amor de Pechisbeque
Foi hoje, sábado, pelas 16 horas, com a sala bem composta de público, que Pedro Rodrigues apresentou o seu novo livro Amor de Pechisbeque, no Quartel da Imagem (antigo quartel dos bombeiros municipais, junto à Igreja Matriz).
Na mesa, a acompanhar o autor na apresentação do Amor de Pechisbeque estiveram Miguel Cardoso da Editora Cultura e António Agostinho.
Na mesa, a acompanhar o autor na apresentação do Amor de Pechisbeque estiveram Miguel Cardoso da Editora Cultura e António Agostinho.
Amor de Pechisbeque, «é um livro em que a realidade e a ficção se entrelaçam. Uma história sobre o amor e o desamor, sobre o infortúnio, a ansiedade e a esperança. Sobre a dualidade que existe em todos nós: o lado A; o lado B.
É um livro carne. Um livro sangue. Como é que alguém se apaixona? Abrindo os olhos.
Quando alguém termina um relacionamento amoroso, a vida parece um verdadeiro fim do mundo. O desnorte nos sentimentos baralha-nos em tudo o resto, desde a simples ocupação dos tempos livres com os amigos à própria estabilidade pessoal e familiar. Amor de Pechisbeque é um romance escrito à flor da pele, que nos faz descobrir vírgulas onde só vemos pontos finais.»
Depois da apresentação do livro, decorreu um período aberto a perguntas do público presente na sessão. Foi uma troca de pontos de vista interessante e animada, que decorreu em tom coloquial, entre alguns leitores e leitoras e a mesa, que se prolongou por largos minutos.
No final, o autor autografou alguns exemplares do Amor de Pechisbeque.
Fica o texto que tinha preparado para o evento, e em que se baseou o improviso que proferi.
Em primeiro lugar, saúdo todos os presentes.
Em segundo lugar, dirijo o meu humilde e reconhecido agradecimento ao Pedro Rodrigues, manifestando a minha sincera alegria por ter sido convidado para falar nesta sessão de lançamento do seu novo livro.
Entendendo que o momento não é meu, mas sim do autor, procurarei ser breve:
Nesta circunstância quase embaraçosa porque inesperada, deveria proferir apenas algumas palavras de improviso, sem ter como base um texto previamente escrito.
Antes de falar sobre o autor, gostaria, ainda que de forma rápida, recordar um Homem que existiu na família, o querido avô do Pedro Rodrigues - primo direito de meu pai - Victor Sacramento, a quem eu carinhosamente chamava "primaço", e que, talvez sem nunca se aperceber, mostrou-me a importância de ter sempre pronto um sorriso nos lábios. Era uma figura conhecida na nossa Aldeia e de facto um homem marcante: “alto; cabelo literalmente branco, como a neve; forte como um touro - um homem do mar à moda antiga. Daqueles que já não se fazem.” !..
Vivemos actualmente tempos difíceis. Covid, guerra na Ucrânia e, na nossa terra, o mar a misturar-se com o pinhal e a praia que o Pedro frequenta desde miúdo a teimar em desaparecer.
Mas, volto agora ao tema que nos trouxe hoje aqui – o Pedro Rodrigues e o seu novo livro.
(…)
Quarta-feira, dia 11 de maio de 2011, foi o dia em que tomei contacto com a prosa do Pedro no blogue Os Filhos do Mondego. Desde logo gostei do que li. Como exemplo: "Somos filhos daqueles que se apaixonaram nas margens deste rio. Que são filhos daqueles que sobreviveram às custas deste rio. Somos filhos do sangue, suor e lágrimas que as águas deste rio lavam."
Os Filhos do Mondego, um blogue que creio criado com o intuito de expor textos da sua autoria, foi importante para o Pedro e também para mim. Para mim, por ter descoberto o escritor Pedro Rodrigues nesse "espaço de exposição de opiniões próprias e desvarios." Fiquei cliente. Desde logo fiquei fascinado pela sua escrita. Aliás, o Pedro é o único escritor de quem tenho - e li - toda a obra publicada.
O Pedro, desde muito novo, viveu na fronteira que separa as ciências das letras e espero que consiga que sejam as letras a pagar-lhe as contas, pois o seu sonho é escrever e viver apenas da escrita.
"Eu hei-de amar uma puta" foi, digamos, o seu primeiro escrito publicado e, porque não há inverno que dure para sempre, "DEVE SER PRIMAVERA ALGURES", foi o seu primeiro Romance.
O Pedro pertence a uma época privilegiada porque nasceu e cresceu num País livre. Ao contrário , eu não esqueço os meus 20 anos e o mundo que então se abriu e as marcas que ficaram para sempre agarradas à minha pele, gravadas a fogo na minha memória, pelo 25 de Abril de 1974, nem as pessoas excepcionais com as quais vivi esse sonho singular que foi a reconquista da Liberdade no meu País. A Liberdade tem de ser cuidada, para que nunca se cumpra o receio que Jorge de Sena, um dia, expressou nos seus versos: "Liberdade, liberdade, tem cuidado que te matam."
Quando se chega aos 60 e uns tantos, recordamos aqueles que fomos perdendo pelo caminho e, ao lembrar o percurso que fui trilhando, dou conta que ainda me sobra um pavio de energia, disponível para defender os valores da verdade, da liberdade conquistada e da democracia.
Então, acredito que uma geração mais jovem será capaz de erguer uma nova esperança para a minha Terra. Sei que essa geração existe, dispensa paternalismos serôdios e espera somente que a deixem percorrer o seu caminho.
O melhor que lhe podemos deixar como herança são bons exemplos, tais como: a persistente defesa dos valores da dignidade e dos verdadeiros valores da Cova e Gala, da valorização do trabalho honesto e competente, da demonstração prática de que é possível singrar pelo mérito, da coragem de pensar o futuro sem esconder nem renegar o nosso passado.
Espero que mais jovens “covagalenses” como o Pedro Rodrigues aproveitem para fazer e dar o seu melhor. Tudo depende deles, do seu inconformismo e da sua capacidade e competência para concretizar as coisas e, em nome do futuro, espero que não se acomodem nem se resignem!
Caro Pedro, “este bichinho da escrita e da poesia não te é recente. Desde menino que te sentes preso a este mundo e não tens vontade de lhe escapar."
Em nome do futuro - teu e de quem gosta de te ler - não te acomodes. Escreve.
E não te esqueças da poesia porque um poema nunca é inútil... Como disse alguém: inútil, é o sabor a laranja num supositório!
Como bem sabes, escrever é um enorme desafio e "ser artista é muito difícil."
Tu estás onde estás, a fazer o que gostas. Basta que acredites e vais chegar onde queres.
Não caias na inércia mesmo sendo difícil o caminho. Tu és suficientemente bom naquilo que fazes, para que possas seguir a direcção que pretendes há muitos anos.
Citando alguém que tu conheces muito bem: "É verdade, não é fácil. Viver, escrever, amar, crescer, navegar, construir. Tudo o que nos constrói requer esforço. Porque o mundo, como existe, é uma máquina de destruir. Daí ser tão fácil agredir, destruir, desacreditarmo-nos uns aos outros, mas tão trabalhoso construir. O mar bate constantemente na pedra, mudando-lhe a forma, o vento arredonda-lhe as esquinas, ambos a vão transformando em areia, ao longo do tempo. Mas por mais que o tempo passe, o mar e os ventos não transformarão a areia novamente em pedra. Acho que somos todos um pouco como pedra, exposta aos elementos. Sabemos que no fim areia, porque a realidade é perita em destruir-nos, mas, enquanto vivermos, vamos resistindo, fiéis à nossa génese, e ao nosso propósito mundano..."
Pedro: escreve. Continua a escrever. É isso que te faz feliz e aos teus leitores.
Aconselho a compra e a leitura do teu novo livro que, resumidamente, conta a história de alguém que viveu um ( ) relacionamento que terminou mal.
Pois ainda bem que não tenho o talento literário do Pedro Rodrigues, porque, cada vez que uma relação amorosa me corresse mal e eu escrevesse um livro, já teria uma vastíssima obra literária…. (…)
Redes sociais
"Lançar um linchamento nas redes sociais, hoje em dia, é mais fácil do que gerar um burburinho positivo. Vivemos numa época de brutalidade; e isso assusta-me".
Um citação do novo livro de Pedro Rodrigues, Amor de Pechisbeque, que vai ser lançado, hoje, sábado, no Quartel da Imagem (antigo quartel dos bombeiros municipais; junto à Igreja Matriz), pelas 16 horas.
E nem é preciso ser o Milhazes da Figueira: a esmagadora maioria do povo português já viu...
Opiniões, são opiniões: já que tanto insistem, também tenho a minha...
As palavras que deixam uma imagem, não são minhas. São da jornalista Rosa Pedroso Lima, que acompanha há anos a vida do PCP. Esta jornalista do Expresso, "vê o partido comunista a transformar-se no que parece ser uma seita, falando apenas para os que querem ouvir aquilo em que já acreditam. Se o partido comunista aceita tornar-se uma seita, é preciso repetir à exaustão que quem paga a fava são os trabalhadores portugueses, que veem desacreditado o partido que faz bandeira dos seus direitos.
A santa inquisição comunista tem ultrapassado os limites, sendo mal educada nas redes sociais, e anda a tentar imolar algumas bruxas anti-comunistas, mas as bruxas não se deixam morrer. No templo, ensaiam-se cânticos contra as grupetas raivosas, destila-se misoginia e cultiva-se todo o tipo de generalizações, para que no fim todos possam caber na categoria de fascistas. Deixaram de lutar pelo que acreditam, veem inimigos em todo o lado, e quando retomam a sua genuína vocação, o povo trabalhador que não adere a seitas já nem ouve o Partido Comunista Português a defender os seus direitos."As últimas eleições, que confirmaram uma tendência que se vinha acentuando, deveriam ter sido um aviso sério. Pelo andar da carruagem, presumo que não: a culpa continua a ser sempre dos outros.
sexta-feira, 8 de julho de 2022
Brenha quer ser de novo freguesia
Luís Pedro Medina e Silva, coordenador da comissão, na última Assembleia Municipal da Figueira da Foz: “Brenha tem todas as condições para voltar a ser freguesia e a população quer de novo ter a sua independência autárquica”.
Via Diário as Beiras
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