quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

Portinho da Gala: problemas que se arrastam há anos continuam por resolver

 Via Diário de Coimbra

A reunião camarária realizada ontem em versão resumida

Montagem feita a partir da edição de hoje do Diário as Beiras

Gosta do “novo” Jardim Municipal? (2)

 Via Diário as Beiras

Nuno Melo apresenta candidatura à liderança do CDS no próximo sábado, mas pode ter concorrência...

Miguel Mattos Chaves, que concorreu a presidente de câmara da Figueira da Foz, pelo CDS, nas autárquicas de 2017 e 2017, quer entrar na corrida a presidente do CDS.
O congresso está marcado para os dias 2 e 3 de Abril. De acordo com os regulamentos aprovados em conselho nacional na passada sexta-feira, as moções de estratégia global (obrigatórias para os militantes que queiram protagonizar uma candidatura) podem ser apresentadas até 15 de Março. O local da reunião magna dos centristas, que vai eleger o novo líder, ainda não foi escolhido.

Um país a arder

 

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Empreitada de reabilitação e reforço da ponte Edgar Cardoso: de manhã, Santana queixou-se de falta de informações. De tarde, a Infraestruturas de Portugal (IP) esclareceu que tem mantido informado o município da Figueira da Foz sobre a reabilitação da Ponte...

O presidente do município da Figueira da Foz revelou estar em contacto com a tutela para resolver o assunto, depois do contrato de comodato, assinado em fevereiro de 2020 entre as duas entidades, ter expirado por falta de cumprimento do IEFP

"Figueira da Foz procura solução para acolher centro de formação do IEFP"

As obras têm um prazo de execução de 630 dias

"A Câmara Municipal", segundo acabei de escutar em directo pela boca do Dr. Santana Lopes, "soube das novidades pelos jornais"...
Estou velho, cansado, pobre e gordo. Passei uma vida a reivindicar, a contestar, a ir a manifestações de rua, a reclamar e a estrebuchar. Indignei-me e exaltei-me. Passei por situações difíceis e quase de  desespero. Cheguei a estar desempregado, sem dinheiro, endividado, tive momentos em que me senti quase sufocado pelo Estado. Esperei pela mudança. Em vão... 
Espero que o Dr. Santana Lopes tenho melhor sorte com a Refer, pois a Figueira e os figueirenses merecem...

Nacional 109 tem trânsito condicionado no troço que atravessa a zona norte do concelho

 Via Diário as Beiras

Em 195 701 votos recebidos, 157 205 foram para o lixo!

"Mais de 80% dos votos do círculo da Europa foram anulados. 

A quem atribuir o prémio "Supremo Irresponsável da Nação"?

Chanceler alemão reconhece que a retirada das tropas da fronteira com a Ucrânia é um passo importante e mostra-se aberto a negociações com o homólogo russo

«A Rússia anunciou o fim das manobras militares e a partida de algumas das suas forças da península da Crimeia anexada da Ucrânia, onde a presença de tropas alimentou os receios de uma invasão. 

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Videovigilância

 Via Diário as Beiras

Sou um privilegiado sim senhor

Apetece-me. E como me apetece lá vai.
Fica a recordação de um grande jornalista, quando o jornalismo se aprendia e praticava nas redacções dos jornais.

O . Purista do verbo e do enredo no dissertar da pena, concebia o jornalismo como uma arte e uma missão nobre.
“Também a lança pode ser uma pena/também a pena pode ser chicote!”
Andarilho e contador de histórias, sempre atento, oportuno, contundente, irreverente e mordaz, com o seu jeito, peculiar e exagerado - único, para contar estórias oralmente, adornando-as e enriquecendo-as com os seus excessos de pormenores deliciosos!.. 
Foi um grande jornalista. Escrevia muito bem o Zé. Contudo, ouvi-lo era um privilégio a que só alguns tiveram acesso.
Na altura, com 20 e poucos anos, não sabia do que gostava mais: se de ouvir o que pensava (não parava de pensar);  se de ouvir contar tanta vida que viveu (não sabia estar parado sem viver); se de o ver brincar com as coisas sérias da vida (a vida para ele tinha de ser uma festa). 
Ter-me cruzado com ele no Barca Nova, onde aprendi tudo o que havia a aprender sobre jornalismo (notícias, necrologia, reportagem, crónica, fazer títulos, rever provas com aquele cheiro a chumbo que ainda hoje me inebria, vindas da máquina linotipo, paginar, legendar, dobrar jornais e colocar os endereços, levar os jornais à estação dos correios para chegarem à casa dos assinantes, etc.) foi das melhores coisas que me poderiam ter acontecido na vida.
Era um gosto (prazer é outra coisa...) vê-lo pensar, reflectir, mexer-se, brincar, imaginar e escrever com caneta e papel. Era surreal vê-lo representar enquanto conversava sobre o que via nos outros. Falava e dava espaço aos mais jovens: "não dizes nada"? "que achas?"  "que dizes?" "que sugeres"?
Inventava. Inventava-se e inventou muito e bom jornalismo. Fez da sua vida uma alegria constante. Teve problemas. Mas aliviou sempre o seu peso. 
Nunca parava. Sempre em movimento, era sedutor e vivia o êxtase da sedução. 

O Zé transmitiu-me que o mais importante é a Liberdade. A dele, a minha,  a tua e a nossa. 
Há melhor escola de jornalismo? Há melhor jornalista? Há mais pessoa? Há melhor amigo? Há melhor escola de vida?