Acabo de ler que "snob" significa sine nobilitate, ou seja, "desprovido de nobreza"...
domingo, 13 de junho de 2021
sábado, 12 de junho de 2021
Como há quem não perceba eu explico...
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| Imagem sacada daqui |
Nem de inibição.
Nem um dever.
Nem um sacrifício.
Nem uma obrigação.
É um gosto.
É uma satisfação.
É uma liberdade: de silêncio. E de escrita.
Hoje de manhã, tem chovido.
As núvens retiveram-me em casa, pois o dia não está propriamente indicado para ir andar de bicicleta.
Vem aí o verão.
Amanhã o futuro - pelo menos o meu, apenas o meu - será diferente.
Hoje, ainda acredito...
Se assim o quisermos, estamos a um palmo de distância para podermos viver outra vida.
Porém, nada vai acontecer. As pessoas votam com o mesmo critério de exigência com que assistem a um desafio de futebol.
Ou com que fazem um seguro... E as companhais de seguro não se chamam Futuro ou Qualidade de Vida.
Para os de esquerda poderiam chamar-se Risco, Aventura, Reforma, Fidelidade, Confiança ou Verdadeira Mudança.
Para os que dizem que não são nem de direita, nem de esquerda, seriam Bonança ou Tranquilidade.
Para os de direita, poderia ser a Império, que poderia também servir como a seguradora da direita mais saudosista...
Chega?
É que não me ocorre outra maneira de explicar a quem teima em não perceber que a liberdade de escrita ou de silêncio é um assunto meu - apenas meu.
Vida social figueirense: S. Pedro em grande...
Imagem via Diário as Beiras
As atitudes que tomamos e os sinais que mandamos, são sempre mais importantes do que pensamos. É irrelevante, pelo menos para mim, que o actual detentor do cargo de presidente da junta de freguesia de S. Pedro, apesar dos esforços feitos pelo Doutor Carlos Monteiro, tenha morrido politicamente há muito. Na melhor das hipóteses, tal como todos nós, transformar-se-á numa memória. Que o mesmo é dizer: em coisa nenhuma.
Seria assim sempre, mais cedo ou mais tarde. E nada nunca ocorre cedo de mais, como nada ocorre tarde de mais. Ocorre apenas. E é tudo.
Seria assim sempre, mais cedo ou mais tarde. E nada nunca ocorre cedo de mais, como nada ocorre tarde de mais. Ocorre apenas. E é tudo.
O próxima presidente, já está à espreita. Mas, ainda não mora lá.
Vai ser em Outubro próximo...
Uma raridade figueirense: "um municípe interventivo e atento à gestão autárquica"...
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| Foto via Diário as Beiras |
As suas intervenções nas
reuniões de câmara, esclareceu Miguel Amaral, dão
sequência ao “dia a dia de
uma pessoa atenta ao que
se passa na Figueira da
Foz” e “preocupada com
o seu desenvolvimento”.
Nas últimas eleições autárquicas, em 2017, exemplificou, “a abstenção na
cidade rondou os 70 por
cento, o que denota o
pouco interesse que os
figueirenses manifestam
pela sua cidade. Há exceções, mas, infelizmente,
são poucas”.
A participação política em democracia engloba a possibilidade de cada cidadão poder responsabilizar politicamente aqueles que elegeu. Cada cidadão pode pedir contas a determinado político por determinada actuação, omissão ou ausência. E pode penalizá-lo com o seu voto.
Por outro lado, o bom funcionamento da justiça é essencial numa democracia por várias ordens de razões. Entre outras, a saber: é preciso que as pessoas possam fazer valer os seus direitos e sintam que há penalização de quem viola a lei; é preciso recuperar um sentido de responsabilidade, individual e social; é preciso que os próprios políticos - que fazem as leis - não sejam "mais iguais que outros" perante a lei; é preciso que haja orgãos de comunicação social atentos e contribuintes para o esclarecimento da opinião pública.
Não haverá na Figueira, uma vida política moderna, boa e saudável enquanto reinar um sentimento de impunidade da partr da classe política. Se a legislação e a lei não for aplicada ou se não for cumprida por todos, de nada serve.
Em democracia o voto assume importância fundamental. Mas, para isso, exigem-se cidadãos atentos, interessados e intervenientes pelo que se passa à sua volta.
A realidade, porém, demonstra que na Figueira a cidadania é uma lenda e que a justiça (célere e eficaz) não existe.
A prova disso é que o simples facto de haver na Figueira "um municípe interventivo e atento à gestão autárquica" é notícia de jornal.
sexta-feira, 11 de junho de 2021
Autárquicas de 2021: o candidato do PSD e o mandatário...
Via Pedro Machado - Figueira do Futuro
ERNESTO MORGADO É O MANDATÁRIO CONCELHIO DA CANDIDATURA DE PEDRO MACHADO
Está desvendado o tabu do arroz branco: o mandatário de Pedro Machado é...
...o Professor Ernesto Morgado
Neste momento, numa unidade hoteleira da Figueira da Foz, o PSD está a apresentar o Professor Ernesto Morgado como madatário de Pedro Machado à Câmara Municipal da Figueira da Foz
O segredo foi mantido com mão férrea. Mas, OUTRA MARGEM conseguiu lá chegar. Por intuição política e pelo que foi observando na pré-campanha de Pedro Machado. Como se trata do PSD, nada mais natural que o mandatário seja um empresário local, com poucas ligações à política figueirense.
Os livros e os blogues
Ao longo dos séculos, os livros têm sido das coisas mais úteis ao homem.
Um livro é uma extensão da memória e da imaginação.
Um livro é uma extensão da memória e da imaginação.
Tal como nos últimos cerca de 20 anos os blogues...
Eu sei que, agora, as palavras são inúteis, mas a memória não.
Portanto, NÃO APAGUEM A MEMÓRIA!![]() |
| "Quando se sabia publicitar a Figueira da Foz...Nos anos 60" |
Cabedelo, um deserto perto de si...
Recorde-se uma postagem do SOS CABEDELO de 21 de Julho de 2017
"Projeto não cumpre o programa da ARU do Cabedelo.
A proposta apresentada parece ser pior do que a encomenda.
O programa da ARU do Cabedelo - ver imagem - previa a deslocação do Parque de Campismo (área T2 conforme planta) destinando "a actual área ocupada a espaço público (L), admitindo estruturas leves de apoio à praia e ao usufruto da frente de Rio, compatibilizada com alguma renaturalização do cordão dunar, especialmente no local de articulação com a duna existente".
O desenvolvimento em projeto não prevê qualquer alternativa de localização ao Parque de Campismo. Parece promover mais construção associada ao edifício existente (deslocação do programa previsto nas àreas T1 e T3 - Unidade Hoteleira) e menos recuperação paisagística na área a desafetar (L)."
O desenvolvimento em projeto não prevê qualquer alternativa de localização ao Parque de Campismo. Parece promover mais construção associada ao edifício existente (deslocação do programa previsto nas àreas T1 e T3 - Unidade Hoteleira) e menos recuperação paisagística na área a desafetar (L)."
"Projeto não cumpre o programa da ARU do Cabedelo.
A proposta apresentada parece ser pior do que a encomenda.
O programa da ARU do Cabedelo - ver imagem - previa a deslocação do Parque de Campismo (área T2 conforme planta) destinando "a actual área ocupada a espaço público (L), admitindo estruturas leves de apoio à praia e ao usufruto da frente de Rio, compatibilizada com alguma renaturalização do cordão dunar, especialmente no local de articulação com a duna existente".
O desenvolvimento em projeto não prevê qualquer alternativa de localização ao Parque de Campismo. Parece promover mais construção associada ao edifício existente (deslocação do programa previsto nas àreas T1 e T3 - Unidade Hoteleira) e menos recuperação paisagística na área a desafetar (L)."
O desenvolvimento em projeto não prevê qualquer alternativa de localização ao Parque de Campismo. Parece promover mais construção associada ao edifício existente (deslocação do programa previsto nas àreas T1 e T3 - Unidade Hoteleira) e menos recuperação paisagística na área a desafetar (L)."
O Cabedelo está a ser transformado num deserto.
Sabem o que faz um viajante depois de percorrer um deserto?
Presumo que comece por sacudir a areia, que é o que faço depois de percorrer o espaço entre a nova rotunda e o Surf.
Basta estar o vento habitual da Figueira....
A “Rota da Liberdade”, um percurso cultural
A Pó de Saber-Cultura e
Património apresenta um novo
percurso cultural na Figueira da
Foz intitulado “Na Rota da Liberdade – A Figueira e os refugiados da II Guerra Mundial”.
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| Fotos Manuel Santos. Imagens da Coleção do Arquivo Municipal da Figueira da Foz |
Neste percurso, de cerca de dois
quilómetros e com duração de
duas horas, os visitantes poderão
reconstituir a chegada dos comboios de refugiados à Figueira da
Foz, revisitar algumas das casas
onde foram acolhidos e os lugares onde encontraram repouso e
amizade solidária.
Para “milhares de
refugiados a quem, sobretudo a
partir de junho de 1940, foi destinada a Figueira da Foz como
zona de residência fixa, a espera
por vistos de passagem para o
continente americano, por notícias dos que ficaram para trás
e dos que já haviam partido foi
marcada pela angústia e pela
tragédia da deslocação forçada”.
“No entanto, como tantos ainda hoje recordam em memórias
pessoais e institucionais que ligam de forma perene a Figueira
da Foz ao Mundo, a ansiedade
do desconhecido foi amenizada
pelo carinho e boa-vontade das
autoridades e cidadãos figueirenses, que se desdobraram em
iniciativas para prover pelo seu
conforto e bom acolhimento”, destaca a Pó de Saber-Cultura e Património.
Este programa foi desenvolvido
em parceria com algumas das lojas do “Comércio com História”
da Figueira da Foz e desvenda
micro-histórias do quotidiano
solarengo dos “turistas acidentais” na sua rota do horror para
a liberdade.
Os percursos realizam-se de
junho a setembro, à terça-feira,
pelas 10H00, e aos sábados, pelas 16H00, e têm o custo de 10
euros por pessoa (gratuito para
crianças até 12 anos). O percurso realiza-se no exterior, com
breves passagens por espaços
comerciais, sendo solicitado aos
inscritos para que cumpram todas as regras de segurança impostas pela DGS com relação à
covid-19.
A Pó de Saber vai retomar os proramas culturais “Coração do
Bairro-Percurso cultural e gastronómico” e a visita guiada às
igrejas de Santo António e São
Francisco (sábados e domingos
às 15H00). Todas as informações podem ser obtidos através
dos seguintes CONTACTOS
| podesaber.patrimonio@gmail.com
| t. 964 460 709
| facebook @podesaberpatrimonio
| instagram podesaber.patrimonio
| twitter @po_saber.
Entre o patético e o grotesco
Via O "Discurso sobre a Figueira", um panfleto que é mais uma caricatura/retrato de uma cidade que nem a areia sabe distribuir...
Autárquicas 2021 na Figueira: o momento do mandatário...
A pré-campanha eleitoral, ou melhor dito, a não pré-campanha, pois a falha de ideias das candidaturas já anunciadas tem sido a marca dominante - a manter-se durante mais 3 meses, vai acabar por traduzir-se na abstenção.
Da CDU ainda nada se sabe. DO BE idem.
Do CDS, do PS e do PSD já se sabe alguma coisa.
Do CDS já se sabe quem é o mandatário. Do PS também.
Mais logo, pelas 17 horas, numa unidade hoteleira da Figueira da Foz, o PSD vai apresentar o seu. Não deve trazer algo de substancionalmente novo ou diferente. O segredo tem sido mantido com mão férrea. Como se trata do PSD, aposto num empresário, com poucas ligações à política figueirense.
Como têm reagido, pelo que tem vindo a público, os militantes partidários e os simpatizantes mais acérrimos aos "desvios" e às medidas do PS e do PSD, quando com elas estão em desacordo?
Uma boa parte, diria mesmo a maior parte, pura e simplesmente cala-se.
Quem cala consente. São os fieis surdos, cegos e mudos. O mutismo aparentemente resolve o que no debate político levanta receios e inseguranças.
Outra parte, faz o chamado trapezismo retórico via contorcionismo argumentativo. São os bem-falantes pletóricos, que se esforçam, sob os projectores mediáticos, tentando justificar o injustificável e explicar o inexplicável. Esgotam a paciência de qualquer um, cobrem-se de ridículo, mas contam com o reconhecimento interno, com a cumplicidade tribal, visando assegurar um lugar nas listas dos respectivos partidos. Ganham a confiança de uns, perdem a de outros, mas oferecem uma espécie de fidelidade incondicional que satisfaz os líderes. Neste momento, basta estar minimamente atento, isso é público e visível no PS e no PSD.
Depois temos os chamados "intermitentes": aqueles que estão com uma liderança, mas não estariam com outra. Gostam de exibir a discordância publica, mas não se demitem do partido. No PSD, a putativa candidatura de Santana Lopes expôs isso descaradamente nas autárquicas de 2021.
Este comportamento, que não é novo, coloca uma questão antiga: a de definir qual o limiar que explica a decisão de continuar a militar num partido quando as expectativas de carreiras pessoais ficam goradas, os desacordos se acumulam, as dissidências se amontoam e as matérias de princípio são afectadas ou atraiçoadas.
Os "intermitentes" só se distiguem dos "silenciosos" e dos "trapezistas" num aspecto: falam alto e em público. De resto, a caravana passa, com os arranjinhos pontuais do costume...
Duvidam? Estejam atentos ao que se vai passar com a elaboração das listas para a vereação camarária e para a Assembleia Municipal, em todos os partidos, mas em especial no PS e no PSD.
E perguntam vocês: então e a candidatura de Santana Lopes?
Neste momento, ela existe para além do ruído?
E perguntam vocês: então e a candidatura de Santana Lopes?
Neste momento, ela existe para além do ruído?
quinta-feira, 10 de junho de 2021
Um momento de boa disposição
Não costumo concordar muito com o vereador Carlos Tenreiro.
Porém, porque gosto e aprecio o que e quem me diverte, o que é o caso da sua página política Mudar Porque a Figueira Merece, é natural achar-lhe graça. Muita graça mesmo...
Porém, porque gosto e aprecio o que e quem me diverte, o que é o caso da sua página política Mudar Porque a Figueira Merece, é natural achar-lhe graça. Muita graça mesmo...
"Que foto incrível"!..
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| Pedro Agostinho Cruz |
Tu sonhaste muito. Eu sei, pois estive lá no início do teu sonho. Uma parte do teu sonho realizou-se e colou-se à tua vida. Mas, tu mereces. Continua a sonhar. E a fotografar. As tuas fotografia, enquanto evidência de vida, de presença humana, têm um único filtro, que é o do significado. A fotografia, na sua mecânica do captar, é o tempo natural e irredutível da sua essência: memória.
E a Figueira precisa de memória. Na Figueira existe muita porta fechada, muita mediocridade, muita mente pequenina. Mas, isto assim tem muito mais piada e dá outro gozo.
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