sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Não há nada como começar um dia com boa disposição...

Proprietários indignados com corte de árvores em terrenos florestais pela câmara da Figueira da Foz

Via Diário as Beiras


"Vários proprietários de terrenos florestais do Bom Sucesso estão indignados com a operação de corte de árvores, pela autarquia, através de um madeireiro e no âmbito da gestão de faixas de combustível, tendo em conta incêndios e tempestades. Os produtores acusam a câmara de apenas ter afixado avisos nas árvores, nas zonas onde decorreu a empreitada, e de não terem sido previamente informados.
Alguns proprietários afirmaram a esta reportagem que já haviam procedido à limpeza dos terrenos, mas não cortaram árvores “por falta de informação”. Por outro lado, acusaram a autarquia de ter permitido que o madeireiro levasse os troncos dos eucaliptos e dos pinheiros cortados e ter deixado os ramos e outro material sobrante. Isto numa fase crítica de incêndios.
Até ontem, o corte das árvores limitava-se à rua dos Almocreves. A empreitada foi suspensa ao terceiro dia, na passada quinta-feira, devido ao aviso vermelho, que impede operações de silvicultura no concelho. Os editais afixados nas árvores datam de maio e junho. “As pessoas sentem-se apunhaladas pelas costas, uma vez que no aviso estava apenas a limpeza dos terrenos e não o corte das árvores”, afirmou José Beato, um dos proprietários.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Carlos Tenreiro, um cidadão pouco assertivo no que ao ruído diz respeito...

Mais ruído sobre o manifesto contra o ruído em redor do ruído

"Não há maneira de Carlos Tenreiro, cidadão por quem nutro apreciável estima, acertar com a resolução da difícil equação do ruído figueirense. Se em relação aos bares no centro da cidade considera que os decibéis em excesso fazem parte da própria vivência da cidade, são sinal de vivacidade e podem ser atenuados com a instalação de vidros duplos, vem agora o vereador do PSD mostrar o seu descontentamento com o excessivo ruído provocado pelas manifestações anti-touradas, que se desenrolam em simultâneo – espante-se! – , com as corridas de touros. Propõe Carlos Tenreiro que a autarquia intervenha nesta chatice, porque o som amplificado proveniente das manifestações “perturba o normal desenrolar da tourada”.
Ora, se não me falha o raciocínio, e salvo raras excepções, as manifestações têm precisamente essa particularidade de mostrar descontentamento através de uma assinalável adição de som e voz. Ou não vá dar-se o caso de passar despercebida.
Mantendo o raciocínio intacto, e não sendo um especialista na matéria, arrisco dizer que não haverá município legalmente habilitado a travar ou a fazer deslocar no tempo esta ou aquela manifestação. De qualquer forma, seria interessante concretizar a sugestão de Carlos Tenreiro (A CMFF não pode consentir nem autorizar a realização simultânea de dois eventos que se perturbam mutuamente)  e impedir a realização de ambos os eventos.

Mais acrescento a todo este barulho que a própria organização das touradas tem contribuído para – perdoem-me o pleonasmo – o avolumar de volume, ao tentar abafar a manifestação com… mais barulho amplificado, ao ponto da vereadora Ana Carvalho salientar que “perturba o bem-estar… animal”, ao que o presidente acrescentou “… e pessoal”.
E para compor toda esta tourada, há um Carlos Monteiro “solidário” com a questão do som amplificado, pois tem instalado à sua porta um megafone com um homem agarrado (ou será ao contrário?) a moer-lhe o juízo quase diariamente, pedindo por favor que se demita.

Contas feitas na equação, Carlos Tenreiro está nitidamente a pedir que lhe enviemos um orçamento para a instalação de vidros duplos no Coliseu Figueirense. Mas penso não ser muito sensato acrescentar mais ruído a toda esta inóspita barulheira. Há com certeza 1001 coisas mais pertinentes a apoquentar os figueirenses."

Ou Vai Ou Racha...

Mensagem de José Elísio Ferreira de Oliveira quanto às celebrações da freguesia de Lavos e dos 500 anos do foral.

"CONSTATAÇÕES
Nunca fui homem, nem jamais serei, de atirar a pedra e esconder a mão. Sempre aceitei a crítica quando séria e frontal, e nunca a deixei de fazer sempre que me parece ser meu dever fazê-la. Às claras!
Assinando sempre por baixo.
Tivemos recentemente em Lavos um acontecimento que se reputava de grande momento cívico, cultural e histórico – o assinalar da passagem dos 500 anos de Foral Novo concedido, em Évora, por El-rei D.
Manuel I.
Era o momento ideal, um momento único, para que a nossa Autarquia fizesse um esforço supremo para unir os Lavoenses e os diversos lugares da Freguesia. Infelizmente a Autarquia enveredou por outros caminhos. Manteve-se na senda do divisionismo, do confronto partidário e da afronta menor e desnecessária
e, o resultado desta forma de actuar foi que aquilo que poderia ter sido um êxito foi um fiasco, na minha opinião. Ora então vejamos.
A Junta de Freguesia e a Comissão Organizadora, ao não escolherem o Largo dos Armazéns ou o Largo da Igreja para a realização da celebração dos 500 anos de Foral, logo admitiram temer o fracasso enfiando o evento naquele espaço exíguo e ainda parcialmente ocupado pelas barracas e cenários. Aí pouco mais de uma centena de pessoas já lhe emprestava um ar digno. Foi o primeiro fiasco!...
O Desfile Quinhentista, que era sem dúvida um dos momentos altos do Programa, teve umas duas dezenas de figurantes a desfilar por algumas ruas de Santa Luzia que, aliás, estavam praticamente desertas à sua passagem. E nas janelas apenas uma mão cheia de colchas…. Foi um fiasco!...
A Ceia Manuelina, que deveria ser outro momento alto, não registou a presença de pessoas com inscrições e a mesa acabou ocupada pelos elementos do grupo que foi contratado e pago para animar o acto.
Outro fiasco!…
Na Missa Campal, que deveria ter sido outro momento alto, estiveram tantos ou menos fieis do que habitualmente na missa dominical que se celebra na Igreja Matriz. Mais um fiasco!...
A única coisa que esteve razoável, pelo menos do ponto de vista de campanha eleitoral, foram os jantares nas tasquinhas; um número razoável de pessoas ali foi, comeu e foi embora. É claro que as colectividades (apenas 4 das 9 que há na Freguesia) é que “safaram” a situação e, destas quatro, algumas até lá estiveram por serem masoquistas, pois quanto mais “porrada” levam da Junta de Freguesia, mais disponíveis estão para “alinhar”. Aqui tenho que tirar o chapéu à Senhora Presidenta da Junta. Segue a política que, um dia, um Senhor Presidente da Câmara da Figueira da Foz me recomendou. Dizia-me ele: - “Você não pode dar tudo o que lhe pedem. O povo quer um pão numa mão e um chicote na outra.” Nunca alinhei nesta
filosofia mas, se calhar, o homem até tinha razão.
Até à próxima!.."

José Elísio Ferreira de Oliveira

Ainda o tarifário da água no concelho da Figueira da Foz...

Um documento datado de 21 de Novembro de 2018 que é importante ler com atenção...

Trata-se de um assunto sério: os cuidados de saúde prestados aos moradores do sul do concelho


Posto Médico do Paião está em obras ...
As pessoas são encaminhadas para a Marinha das Ondas.

Posto Médico da Marinha das Ondas não tem pessoal administrativo...
As pessoas são encaminhadas para Lavos.

Centro Saúde de Lavos, perante esta procura, tem dificuldades em dar resposta... 

Resultado: os utentes do Serviço Nacional de Saúde do Paião, Marinha das Ondas e Lavos, têm de ter paciência e aguentar.

Enigma: onde está e o que está a fazer, o pessoal administrativo do Paião, se o Posto Médico está encerrado e a Marinha das Ondas não tem pessoal administrativo e, por isso, não pode funcionar?

Esperança: vou continuar a acreditar, que o bom povo um dia será mais inteligente e elegerá pessoas capazes.

"O pai desempenhava as funções há 16"!.. Isto é algum padrão? O que regula o funcionamento das autarquias não é a lei? É isso que está em causa...

Presidente da Junta afirma que contratação do pai “não prejudicava ninguém”

"A presidente da Junta de Freguesia de Quiaios afirmou ontem, em tribunal, que não lhe «pareceu mal» contratar o pai para realizar os trabalhos de manutenção da Piscina de Quiaios. «Não estava a beneficiar ninguém, nem a prejudicar. Não tirei de lá ninguém para pôr o meu pai», salientou Maria Fernanda Lorigo, no início do julgamento em que é arguida, juntamente com Carlos Alberto Patrão (secretário) e Ana Raquel Guerreiro (tesoureira, à época dos factos).

Acusada em co-autoria com os outros dois arguidos de um crime de prevaricação de titular de cargo público, um crime de participação económica em negócio e um crime de abuso de poder, a autarca eleita pelo PS recordou que o pai desempenhava as funções de manutenção da piscina «há 16 anos». «É uma referência em Quiaios» nesta matéria, reforçou."

A felicidade é uma obra muito grande...

"Eu não gosto de falar de felicidade, mas sim de harmonia: viver em harmonia com a nossa própria consciência, com o nosso meio envolvente, com a pessoa de quem se gosta, com os amigos. A harmonia é compatível com a indignação e a luta; a felicidade não, a felicidade é egoísta."
José Saramago

João Pedro Mésseder, Ana Biscaia e Joana Monteiro distinguidos em Moscovo

Via AbrilAbril

"O livro Clube Med de João Pedro Mésseder, Ana Biscaia e Joana Monteiro foi galardoado no concurso internacional de ilustração e design de livros, na Feira Internacional do Livro de Moscovo.
Créditos/ Edições Xerefé

João Pedro Mésseder escreveu, Ana Biscaia ilustrou, Joana Monteiro desenhou o livro que «queima». Um comunicado das edições Xerefé enviado ao AbrilAbril refere que a obra «fala sobre o tempo presente, sobre o mundo trágico que habitamos. O Mar Mediterrâneo cemitério de pessoas refugiadas. E a Europa a devorar-se a si mesma»
Co-editado pela Editora dos Tipos, Club Med foi galardoado com um diploma na 12.ª edição do Concurso Internacional de Ilustração e Design de Livros Image of the book, na categoria livro de autor. 
Participaram com os seus trabalhos mais de 600 artistas oriundos de Moscovo, São Petersburgo, Arkhangelsk, Volgogrado, Yekaterimburgo, Irkutsk, Krasnoyarsk, Yakutsk, e de outras cidades da Rússia, e também da Bielorrússia, Ucrânia, Bulgária, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Itália, Portugal e Grã-Bretanha.
A concurso estiveram ainda livros ilustrados provenientes de países como a Lituânia, Polónia, República Checa, Suíça, Austrália, Irão, Líbano, Canadá, EUA, Brasil, Colômbia, Argentina e África do Sul."

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Viatura do Bombeiros Voluntários capotou na rotunda da Gala, quando ia combater um fogo na Marinha das Ondas...

Saúde na Marinha das Ondas...

Consequências do turismo chunga


Querem enganar quem?
Em que cidade, que tenha oferta turística de qualidade, as reservas são feitas no mês de Agosto?
A verdade é que o turismo na Figueira é de qualidade muito inferior ao que já foi. No concelho, em particular, na cidade, temos um turismo rasca, senão mesmo chunga.

No turismo, como em qualquer negócio custa muito criar uma marca. E a Figueira da Foz, que já foi uma marca no turismo nacional – e muito importante –, hoje é um destino banal. Sem essa imagem de marca de qualidade, não é capaz de atrair alguns segmentos de clientes mais exigentes e com maiores recursos financeiros.
A verdade, é que é nos consumos dos que nos visitam, que vemos o poder de compra dos turistas que escolhem a Figueira da Foz. A verdade salta facilmente à vista: basta uma visita a um qualquer supermercado do concelho para se perceber o padrão de educação e de consumo.

É natural que alguns empresários do fast-food de ocasião estejam radiantes com esta evolução...

Dar com uma e receber com a outra...

A caridadezinha, a generosidade em geral, são recompensadores.
O que é uma contradição. 
Do verdadeiro altruísmo nenhuma recompensa se deveria esperar.
Porém, são esses mesmos, os chamados altruístas, se não forem reconhecidos e retribuídos, que se apressam a falar de ingratidão.

Nação valente e imortal

"(...) E vocês a queixarem-se sem vergonha, e vocês cartazes, cortejos, berros. Proíbam-se os lamentos injustos. Não se vendem livros? Mentira. O senhor Rodrigo dos Santos vende e, enquanto vender, o nível da nossa cultura ultrapassa, sem dificuldade, a Academia Francesa. Que queremos? Temos peitos, lábios, literatura e os ministros e os ex-ministros a tomarem conta disto. Sinceramente, sejamos justos, a que mais se pode aspirar? O resto são coisas insignificantes: desemprego, preços a dispararem, não haver como que pagar ao médico e à farmácia, ninharias. Como é que ainda sobram criaturas com a desfaçatez de protestarem? Da mesma forma que os processos importantes em tribunal a indignação há-de, fatalmente, de prescrever. E, magrinhos, magrinhos mas com peitos de litro e beijando-nos uns aos outros com os bifes das bocas seremos, como é nossa obrigação, felizes."

António Lobo Antunes

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Ainda se lembram da passagem de Santana Lopes pela Figueira?

No tempo em que a imprudência podia facilmente confundir-se com coragem: "Santana Lopes gastou sempre o dinheiro que não tinha"...


Figueira da Foz – Tribunal decide sobre o pagamento da ponte do Rio Pranto


"Os presidentes das câmara da Figueira da Foz e Soure decidiram recorrer ao tribunal para resolverem a dívida de 260 mil euros reclamada pelos figueirenses, relativa à construção da ponte sobre o Rio Pranto que liga os dois concelhos através da Borda do Campo e Vinha da Rainha. Os custos foram partilhados, por partes iguais, pelas duas autarquias.

A decisão de recorrer à justiça foi tomada de comum acordo, como fazem questão de frisar ao DIÁRIO AS BEIRAS os presidentes da Figueira da Foz, Carlos Monteiro, e Soure, Mário Jorge Nunes, já que a autarquia sourense não tem documentos que sustentem o pagamento do montante reclamado. A ponte foi inaugurada, em 2003, pelos antecessores Duarte Silva (a empreitada fora lançada por Pedro Santana Lopes) e João Gouveia.

Carlos Monteiro e Mário Jorge Nunes necessitaram, portanto, da ajuda arbitrária judicial para resolverem o assunto. Soure nunca se recusou a pagar, mas não pode fazê-lo enquanto não tiver suporte legal, uma vez que a Figueira da Foz não lhe enviou a documentação que possa justificar o pagamento."

O dogma do pluralismo na comunicação social

Reflectindo sobre a liberdade da comunicação social nos dias de hoje, será demasiado falar actualmente numa censura à liberdade de imprensa. 
No entanto, os jornalistas, hoje, também não são completamente livres para informar, sobretudo de forma isenta. Pode estar aqui, eventualmente, um dos motivos que explica a actual crise no sector e que leva cada vez mais pessoas a abandonar precocemente a profissão.

A democracia portuguesa, nestes 45 anos, construiu alguns dogmas.
Um deles, é o mito  da pluralidade dos órgãos de comunicação social.
Tal, não passa de uma farsa que apenas serve para enganar os cidadãos. 
Compreendo que existam jornais que apoiem autarcas. Compreendo que haja jornais que tenham tendência política e que defendam aqueles que apoiam por uma questão de afinidades políticas, familiares ou económicas.
Contudo, não tenho ilusões. Esta farsa  do pluralismo na comunicação social tem servido apenas para iludir a realidade e para que os jornais possam fazer o seu jogo de manipulação da opinião pública, algo que é mais fácil de conseguir sob o disfarce do pluralismo. Não admira que alguns jornais, quando sentem que estão a perder audiência e credibilidade tenham repentinas crises de pluralismo. Que, porém, costumam durar pouco... Não mais de uns mesitos!

Sublinhe-se que nada na lei obriga os patrões da comunicação social a serem exemplos de convicções democráticas. Aliás, não é um ingénuo  qualquer que tem categoria para dirigir um jornal. 
Infelizmente, no Portugal de Abril, nem toda a gente está à altura ou tem a classe do dono da Impresa e de alguns patrões da comunicação social que Portugal teve durante a ditadura. Sim, estou a referir-me, por exemplo, a Balsemão e a António Ruella Ramos, empresários que fizeram da imprensa o seu modo de vida e a sua paixão. 

Apesar do poder da comunicação social, nada na lei portuguesa impede que os patrões da comunicação social sejam donos de empresas que vivem de negócios com o Estado ou com autarquias.  É neste quadro de conflitos de interesses que devemos escrutinar a orientação redactorial de muitos órgãos de comunicação social.
Quem assistiu ontem à reunião de câmara e passa hoje os olhos pela imprensa, verifica que a oposição tem dificuldade em passar as suas posições para além das paredes do município. Porém, a oposição hoje tem algo que poderia aproveitar e, pelo menos na Figueira, aproveita pouco: as redes sociais.
Hoje, a oposição, se quisesse ser activa nesse campo, escusava de andar a queixar-se e a pedinchar junto da comunicação social.

A melhor resposta a dar à comunicação social do regime é o boicote: não ler, não assinar e não comprar a quem lhes paga publicidade. 
Para o poder, uma boa e amiga comunicação social é a que está falida, ou em grandes dificuldades económicas. 
Se acabasse, não provocaria, por isso, mais prejuízos ao concelho e à democracia.

EN 109: e até agora nada....

Via Diário as Beiras


Nota OUTRA MARGEM.
1. quinta-feira, 31 de março de 2016: "Início das obras de requalificação da EN 109 agendado para 2017".
2. sexta-feira, 22 de junho de 2018: 109 vai ter obras de beneficiação...

3. terça-feira, 24 de julho de 2018: 109 vai ter obras de beneficiação... (II) 

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Não acham isto estranho?

Via Público

"António Costa, primeiro-ministro e secretário-geral do PS, aproveitou um comício em Vila Real, no passado sábado, para defender a criação de um Erasmus interno, para atrair jovens estudantes para territórios do interior. Um dia depois, o líder do PSD, Rui Rio, veio sugerir que a ideia foi copiada de uma proposta social-democrata apresentada “há meses largos” e agora vertida no programa eleitoral. Essa proposta foi mesmo apresentada na Assembleia da Republica e chumbada por PS, BE, PCP e PEV, com a abstenção do PAN.

O projecto de lei do PSD que propunha um Erasmus Interior fazia parte de um pacote legislativo apresentado na Assembleia da República, em Março deste ano, pelos sociais-democratas para o Ensino Superior. A iniciativa foi chumbada pelos socialistas (só PSD e CDS votaram a favor) com o argumento de que a proposta “não acrescentava nada à estratégia” colocada em marcha pelo Governo de incentivar jovens a estudarem em instituições do interior."