segunda-feira, 8 de abril de 2019

Hoje, é daqueles dias em que dá para perceber o que é, realmente, o cansaço. De nada, em especial: cansaço. Simplesmente cansaço...


«Forte de Santa Catarina: Imagem de um Território» é a primeira publicação sobre o Forte de Santa Catarina, após as intervenções de requalificação e valorização do monumento, realizadas em 2016 e irá ser apresentada no Forte de Santa Catarina, pela vereadora da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Ana Carvalho, pelo Arquitecto Ricardo Vieira de Melo e pelo Professor Doutor Vasco Mantas ( Universidade Coimbra).

A obra inclui artigos de diversos autores, que lhe confere um valor acrescentado da interdisciplinaridade, arqueologia, antropologia, história da arte e arquitectura, que se uniram para valorizar um monumento que é imagem incontornável da Figueira da Foz.
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Uma entrevista de Luís Leal ao Diário de Coimbra


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Na Figueira ninguém percebe de portos?..

Imagem via Diário de Coimbra

O que está em causa são os passadiços ou todos os acessos ao Cabedelo, incluindo o estacionamento?

Via Diário as Beiras
Os vereadores da oposição Carlos Tenreiro e Miguel Babo, bem como o SOS Cabedelo, sustentam que existem ilegalidades na requalificação do Cabedelo, em curso. Os autarcas e o movimento cívico defendem ainda a suspensão da empreitada, enquanto decorrer a discussão pública da alteração ao Plano de Praia (PP).
Um dos dirigentes do SOS Cabedelo, Eurico Gonçalves tem uma escola de surf na zona de intervenção. “Um dos motivos pelo qual o PP está a ser alterado é para colocar as escolas de surf na nova praça. Caso contrário, não podiam lá continuar, porque o POC não previa novas edificações naquela zona”, disse ao Diário as Beiras a vereadora Ana Carvalho.
Por isso, acrescenta a vereadora ao mesmo jornal: “Não conseguimos perceber esta dualidade critérios de Eurico Gonçalves, pois quer estar lá e é contra à alteração ao PP. Há aqui uma bipolaridade que não se entende bem”.
Contactado pelo Diário as Beiras, Eurico Gonçalves respondeu que lamenta que “a autarca opte pelo ataque pessoal”. O empresário e activista acrescentou que “desconhecia que a vereadora tinha conhecimentos em psiquiatria”. E concluiu: “A ser verdade, será bom que reveja o seu conceito de bipolaridade. Por uma questão de educação, não me merece outro qualquer comentário”.

Polémica à parte, gostava era de ser devidamente esclarecido: o que está em causa são os passadiços, ou todos os acessos ao Cabedelo?
“A rodovia existente, inscrita no Plano de Praia (PP) 28, não vai ser substituída por uma nova rodovia não prevista?”.
É que, se bem me lembro, Tenreiro e Babo,  apontaram também o estacionamento. Passo a citar: “o projecto apenas contempla uma parte da área prevista no PP 28 (estacionamento a criar), propondo uma nova zona onde este uso não está previsto”. Por outro lado, continuando a citar Tenreiro e Babo, os “acessos para a circulação ligeira - o projecto não respeita o traçado inscrito no PP28, substituindo-os por outro, sem que se perceba a articulação com os apoios de praia previstos”. A propósito de concessionários, Carlos Tenreiro e Miguel Babo um pedido de apreciação legal das obras do Cabedelo.  concluem que “o projecto omite os apoios de praia previstos no PP 28, comprometendo a sua viabilidade, ora porque os novos acessos colidem com a implantação dos apoios de praia previstos, ora porque não garantem a acessibilidade”. 
Sobre isto, na troca de galhardetes mediática entre a vereadora Ana Carvalho e o membro do SOS Cabedelo nada ficou esclarecido. 
Deixo uma pergunta do SOS CABEDELO: "Se esta alteração serve para CONTORNAR O INCUMPRIMENTO do projecto face à lei, perante o facto consumado da obra que já está em curso, para que serve esta consulta pública?

Será que os ministros vão passar pelo quinto molhe?

Imagem sacada daqui
"Os ministros do Mar e do Ambiente, Ana Paula Vitorino e João Pedro Matos Fernandes, respetivamente, presidem hoje, no salão nobre da Câmara da Figueira da Foz, à assinatura do protocolo para a dragagem de três milhões de metros cúbicos de areia. 
Os inertes serão extraídos a norte da barra e destinam-se à recarga das praias do sul. As dragagens, antecedidas por um projecto e um estudo de impacte ambiental, deverão começar em 2020 e custarão 19 milhões de euros. 
As verbas são financiadas em 75 por cento por fundos europeus, 20 por cento serão repartidos (em partes iguais) pela Agência Portuguesa do Ambiente e administração portuária e os restantes cinco por cento serão assumidos pela autarquia."

Texto via Diário as Beiras

sábado, 6 de abril de 2019

Pela boca morreu Cavaco

"... Cavaco dá um passo maior do que a perna – e está quase sempre relacionado com o puxar dos galões do passado, e com aquela mania absurda de alimentar a soberba do homem impoluto, em relação ao qual é preciso nascer duas vezes para alcançar tamanha honestidade. Isso já lhe correu mal várias vezes, mas Cavaco insiste, e por isso disse, a propósito do Familygate: “Fui verificar a composição dos meus três governos durante os dez anos em que fui primeiro-ministro e não detectei lá – espero não me ter enganado – nenhuma ligação familiar.”
Que ele se enganou já toda a gente sabia, mas a dimensão do engano foi crescendo à medida que os jornais foram investigando o passado dos governos de Cavaco…"

João Miguel Tavares

A FIGUEIRA TEM O QUE MERECE!..

O que tinha a escrever sobre isto, já o escrevi ao longo de muitos anos.
Como estou com pressa, só acrescento: é o concelho que temos, é o que merecemos.

Em directo da Rua de Buarcos...

"Ruptura n 3.456.987.432.145 em 20 anos de Águas da Figueira!"
Via Casimiro Terêncio

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O cemitério de Lavos está à venda?!...

Rádio Beira Litoral - 16ª e 17ª. crónicas

sexta-feira, 5 de abril de 2019

O nosso "galo"...

... a minha crónica desta semana no DIÁRIO AS BEIRAS

Uma foto que é, apenas, uma visão das coisas. Todavia, esta fotografia, ao mesmo tempo objectiva e parcial, tem o poder de nos dar, pelo pormenor, a visão do todo...

"Monumento ao entulho desconhecido com o pescador armado em fiscal de obras e cimento"...
Via Isabel Maria Coimbra

Evolução na continuidade...

Acabaram os "jobs for the boys".

Agora o que está a dar são os "jobs for the family".

"Familygate", a tradição já vem de longe... (II)

O assunto não é de hoje, nem de ontem: Governo de Cavaco Silva, onde é que isso já vai, nomeou 11 mulheres de ministros e secretários de Estado e mais 4 familiares directos.
Costa, ontem, disse que Parlamento deve definir critérios nas nomeações familiares no Governo.
Não posso estar mais de acordo. 
Não é justo que me peçam a mim, que nunca tive uma profissão de sonho, que abdique, por exemplo, de um Serviço Nacional de Saúde eficaz e competente, para que as famílias políticas possam ter uma profissão de sonho, que não satisfaz nenhuma outra necessidade, para além da vossa própria realização pessoal.
Po outro lado, descontando casos patológicos, creio ser impossível alguém sentir-se realizado por exercer uma actividade que "não satisfaz nenhuma outra necessidade". 
Parece-me, no entanto, que o ponto de discussão não é se os crontribuintes devem pagar "profissões de sonho", mas qual o nível de oferta dessas profissões, pago pelo contribuinte, que é razoável ou sustentável. 
Se eu, contribuinte, pagasse o trabalho dos melhores cientistas, filósofos, professores, médicos, economistas, não daria por mal utilizado o meu dinheiro.
Quanto vale viver numa cidade onde são todos primos, mas nenhum é beneficiado?.. Não tenho notícias de nenhum favorecimento de nenhum familiar do presidente da câmara, do presidente da assembleia muncipal, ou, sequer, de algum vereador ou presidente de junta ou assembleia de freguesia!..
Que eu saiba, na Figueira nem os amigos têm sorte nenhuma...