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| Consolidação de arribas, como na Zambujeira do Mar, e tirar sedimentos das barras, como acontece em Esmoriz, são parte do projecto
O litoral, onde se concentra 75% da população do país, no território do continente, já tem um plano de acção, com as intervenções costeiras necessárias identificadas, os respectivos montantes e um esquema temporal.
É o Plano de Acção Litoral XXI e o objectivo é combater a erosão costeira, prevenir o impacto negativo das alterações climáticas, com a sua ameaça de perda de terreno para o mar, e proteger cidadãos e bens em risco.
Só no próximo ano está previsto um investimento de 60 milhões de euros em várias intervenções, mas o plano tem um horizonte temporal alargado, até 2030, que contempla um total de 954 intervenções já identificadas, num montante global de 784 milhões de euros.
Na prática, o Plano de Acção Litoral XXI já se iniciou no terreno, com acções a decorrer em vários pontos, como é o caso de Esmoriz, onde trabalhos para a redução da erosão costeira e para o desassoreamento da Barrinha de Esmoriz já estão em execução, ou ainda a estabilização das arribas da Praia da Zambujeira do Mar e do Portinho de Porto Covo, estas duas já concluídas.
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terça-feira, 28 de novembro de 2017
E nós Dr. Ataíde?.. E nós senhor presidente da junta da "vila" de S. Pedro?.. Os problemas estão a agravar-se a sul do quinto molhe...
quinta-feira, 4 de junho de 2015
"A melhor solução para a defesa da orla costeira é repor a praia"
"As conclusões do
relatório do Grupo de
Trabalho para o Litoral
são claras e vale a pena
repeti-las: a melhor defesa
da costa é a praia. Para que
seja atingido esse objectivo no
nosso concelho, o relatório
aponta para a transferência
de areia da margem norte
para as praias da margem sul
do Mondego. Se este objectivo
for atingido, a extensão
do areal da Praia da Claridade
será consideravelmente
reduzido e haverá pouca
margem para despejar betão
em obras sobre o areal.
Por muito que isto custe
ao executivo, os projectos
previstos para a praia estão
fortemente comprometidos.
Por isso, percebe-se pouco
a teimosia e a insistência
em soluções sem futuro. É
lamentável o pingue-pongue
público entre quem esteja
mortinho por mais construção
na praia e quem tem
horror à vegetação espontânea. De maneiras diferentes,
ambas as partes demonstram
um desprezo pelo
estado natural das praias.
No seu estado natural, sem
os efeitos negativos dos molhes
e da poluição, as nossas
praias estão entre as mais
bonitas e confortáveis do
mundo. Muitas das fotogénicas praias mediterrânicas
são artificiais, cuja areia mal
polida e cheia de pó está
longe de oferecer o conforto
da areia das praias que
conhecemos. Por exemplo, a
famosa Waikiki, em Honolulu,
é resultado de despejo de
areia sobre uma costa pantanosa.
É um engano frequente
que encontramos no Havai,
tal como em muitas outras
partes do mundo."
Em tempo.
A crónica de hoje de Rui Curado da Silva, recorda-me duas perguntas:
Isto é gestão integrada e sustentável da zona costeira entre as diversas entidades públicas?
Por outro lado, que ideia peregrina é essa da municipalização do areal da praia que está na mente dos responsáveis pela autarquia figueirense?
Depois de muitos alertas, a duna está a ser reposta com areia retirada da praia em frente...
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| foto António Agostinho |
Em tempo.
A crónica de hoje de Rui Curado da Silva, recorda-me duas perguntas:
Isto é gestão integrada e sustentável da zona costeira entre as diversas entidades públicas?
Por outro lado, que ideia peregrina é essa da municipalização do areal da praia que está na mente dos responsáveis pela autarquia figueirense?
Tal como andávamos a alertar neste espaço, desde 11 de dezembro de 2006, o processo de erosão da orla costeira da nossa freguesia, a sul do quinto molhe, a nosso ver, deveria ser uma uma prioridade para quem de direito.
Entretanto, passaram 9 anos e nada se fez.
No final do ano passado, como as fotos, que podem ser vistas clicando aqui, documentam, o mar invadiu a freguesia de S. Pedro.
O povo baptizou o local por onde o mar entrava com facilidade como a “barrinha do sul”...Depois de muitos alertas, a duna está a ser reposta com areia retirada da praia em frente...
domingo, 1 de março de 2015
Covagalenses: conheçam a vossa Aldeia - na baixa-mar, vão passear pela praia até ao sul do quinto molhe...
| foto António Agostinho |
Ontem, para esticar as pernas, fui dar
um passeio à nova atracção de S. Pedro - a “barrinha do sul” .
Aproveitei o passeio e fiz a foto que está nesta postagem (aconselho a que cliquem em
cima da foto para ampliarem e obterem uma melhor e mais ampla visão).
Depois de vir de lá, comecei a matutar fazer
algo que, como não sou egoísta, partilho com os covagalenses: iniciei consultas a
companhias de seguro para fazer um upgrade dos seus seguros,
acrescentando agora a cobertura contra inundações.
A partir de amanhã vou calafetar bem
a garagem, embalar as coisas mais valiosas em celofane e tentar
colocá-las no local mais alto que puder…
Quanto às bicicletas e ao carro espero
pela autorização para que seja permitido o estacionamento nocturno
na variante da Gala - a parte mais alta da Aldeia…
Já agora, espero que as companhias de
seguros incluam também o risco de incêndio, raio ou explosão...
A malta nunca sabe o que poderá vir por aí no que concerne a efeitos especiais...
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
A “barrinha do sul”... (II)
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
A “barrinha do sul”...
Tal como alertámos em 11 de dezembro de 2006, o processo de erosão costeira da orla
costeira da nossa freguesia, a sul do quinto molhe, a nosso ver, era
já então uma prioridade.
Continua a ser... Até porque,
entretanto, e já passaram quase 9 anos, nada se fez.
As dunas continuam a ser devastadas e
quem de direito nada faz...
Hoje, cerca das 16 horas, como as fotos documentam, o mar continuava a invadir a freguesia de S. Pedro.
O povo já baptizou o local por onde o
mar entra com facilidade como a “barrinha do sul”...| fotos de António Agostinho. Mais fotos aqui. |
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