No entanto, o empresário e dirigente alertou para os impactos na pesca advindos da produção de eletricidade em alto-mar.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
Sessão realiza-se no próximo dia 29 na Incubadora Mar&Indústria da Figueira da Foz
No entanto, o empresário e dirigente alertou para os impactos na pesca advindos da produção de eletricidade em alto-mar.
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
sábado, 17 de janeiro de 2026
O voto
Em 50 anos de democracia, o voto dos portugueses já contribuiu para eleger gente que fez muita merda.
8 dias de Carnaval
O programa do Carnaval de Buarcos/Figueira da Foz foi apresentado ontem.
Ao todo, são oito os eventos que se realizarão, entre o dia 24 deste mês e 17 e fevereiro. Este ano, pela primeira fez, a organização está a cargo da Junta de Buarcos.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
Associação ZERO quer investigação a obra no porto comercial
Via Diário as Beras: «A associação ambientalista ZERO exigiu ontem a intervenção do Ministério Público e da IGAMAOT, órgão de polícia criminal que investiga crimes ambientais, na obra portuária no Rio Mondego, por alegada violação de normas de impacte ambiental, avançou ontem a agência Lusa.
“Achamos inaceitável que uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) não esteja a ser cumprida nesta situação. Deve haver aqui uma intervenção por parte do Ministério Público e da IGAMAOT”, disse à Lusa Sara Correia, responsável pela área de recursos hídricos da ZERO.
“Não se compreende a urgência na execução destas obras. Se estava descrito e previsto na DIA que as obras não deveriam ocorrer entre dezembro e abril, precisamente como forma de proteção a estas espécies migratórias, a lampreia, o sável, a savelha, não há qualquer justificação, não encontramos aqui um motivo de urgência que justifique que as obras estejam a ser realizadas nesta altura”, afirmou ainda ainda Sara Correia.»
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
Ribau Esteves, a liderança da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro – CCDR e a mudança do Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz
Comunicado do CDS/PP via Figueira na Hora
«A votação ocorrida na Assembleia Municipal extraordinária da Figueira da Foz, tendo como ponto único a eleição de Ribau Esteves para a presidência da CCDR Centro, levanta questões políticas sérias que não podem ser ignoradas. O CDS da Figueira da Foz não pode deixar de manifestar a sua estupefação perante a mudança de posição do presidente da Câmara Municipal, Pedro Santana Lopes, ocorrida num curto espaço de tempo.
terça-feira, 13 de janeiro de 2026
Segundo o DIÁRIO AS BEIRAS, "os trabalhos de aprofundamento do calado do canal de navegação, da bacia de manobras e da barra estão suspensos"
«O presidente da Câmara da Figueira da Foz recebeu ontem a nova administração portuária, que gere os portos de Aveiro e da Figueira da Foz.
“A visita teve como objetivo a apresentação formal de cumprimentos, bem como a realização de uma breve reunião para abordar alguns dossiers e assuntos de relevante interesse, nas quais as duas entidades estão envolvidas”.
No final da sessão, aos jornalistas, o autarca figueirense frisou que “há uma gestão muito complexa que exige uma administração só para a Figueira da Foz”.
Os trabalhos de aprofundamento do calado do canal de navegação, da bacia de manobras e da barra implicam explosões subaquáticas. Os pescadores do rio queixam-se de que os rebentamentos afetam a captura de lampreia, cuja época se iniciou na semana passada, exigindo a suspensão da empreitada até à primavera. Ao que o DIÁRIO AS BEIRAS apurou, a empreitada foi suspensa.»
CCDR foram ontem a votos
segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
Clarificação natural...
"Mas alguém ainda tinha dúvidas sobre o que estes tipos querem para o país?
“Acordo verbal”, que deu a presidência da mesa da Assembleia de Freguesia ao PS, permite que o Chega governe Maiorca...
“O Governo, pela voz do primeiro-ministro, entendeu dar mais um passo na normalização da extrema-direita”, lamentou na altura o presidente do Grupo Parlamentar do PS em declarações à comunicação social, numa reação à entrevista de Luís Montenegro ao programa ‘Política com Assinatura’ da Antena 1.
O primeiro-ministro escolheu criar “um bloco radical de direita”, sustentou Eurico Brilhante Dias, comentando que “tem sido patente que, a cada proposta da extrema-direita, o Governo aceita”. “São más propostas que não resolvem os problemas, dividem os portugueses e deslaçam a sociedade”, criticou.
Entretanto, realizaram-se as eleições autárquicas de Setembro passado e os esforços para a normalização do Chega têm-se acentuado.
E o Chega não mudou nada. Antes pelo contrário: cada vez está mais radicalizado.
Por onde anda o “Partido Socialista disponível para um diálogo democrático e não para participar na implementação e numa normalização de uma agenda que é nociva aos portugueses”?
Imagem via Diário as Beiras
domingo, 11 de janeiro de 2026
Quem vota em candidatos propostos pelo partido da treta está a contribuir para transformar em "bandalheira" a democracia em Portugal...
«A vereadora da Câmara Municipal de Coimbra Maria Lencastre Portugal anunciou hoje a desfiliação do partido Chega, com efeitos imediatos, invocando razões relacionadas com o enquadramento do exercício do mandato, para o qual foi eleita em outubro.
Em comunicado enviado à agência Lusa, a autarca explicou que a decisão resulta de uma “incompatibilidade objetiva” entre orientações internas recentemente aprovadas pelo Chega e a forma como entende que deve ser exercido o mandato local, “assente na autonomia dos eleitos e na representação direta dos cidadãos”.
“As orientações para o exercício do Estatuto do Direito de Oposição 2026”, aprovadas pela Comissão Autárquica Nacional do Chega, introduzem procedimentos de articulação política interna que não são conciliáveis com o modelo de mandato livre consagrado na Constituição e no Estatuto dos Eleitos Locais».
sábado, 10 de janeiro de 2026
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
Policia Municipal: proposta - "16 elementos o que dá em permanência 2 ou 3 quase 24 horas por dia"
“Nesta primeira fase, estamos a propor 16 elementos, podendo depois variar conforme as necessidades, que vai permitir ter em permanência dois ou três elementos quase 24 horas por dia”, explicou aos jornalistas o vereador Manuel Domingues.
O autarca, que falava no final da sessão de Câmara de ontem de manhã, disse que os custos anuais para um efetivo de 16 polícias municipais é de cerca de meio milhão de euros.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
Viver na Figueira é uma benção...
É pena que na melhor, mais enérgica e mais criativa fase da vida se opte por fazer da realidade um mero parque de diversões.
Que saudades de Grândola, terra da fraternidade...
"Imóveis estão na área de abrangência da requalificação da entrada da cidade, uma das prioridades do mandato"
“Vamos ter de pressionar [a Comboios de Portugal e a Infraestruturas de Portugal] sobre o estado dos imóveis na zona da estação”, disse o autarca figueirense, falando numa reunião de câmara.
O ministro das Infraestruturas e Habitação sabe que os imóveis em causa estão degradados e devolutos. No dia 1 de agosto de 2024, aproveitando a presença no governante na cidade, Santana Lopes levou Miguel Pinto Luz àquela zona da cidade, para ver o estado em que aquele património do Estado se encontra.
“Este é um passivo toxico da cidade e, portanto, tem de sair. O senhor ministro diz que o caminho mais adequado é passar para a câmara e a câmara fazer o que entender. Eu pus duas hipóteses: vir abaixo ou passar para a câmara”, disse, naquele dia, ao DIÁRIO AS BEIRAS Santana Lopes, no final da visita.
terça-feira, 6 de janeiro de 2026
Valha-nos a nossa pobre cabecinha ...
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
Ministra avisa na Figueira da Foz que nomeações nas ULS cabem ao Governo e não a autarcas
A ministra foi questionada pelos jornalistas, na Figueira da Foz, sobre a posição assumida por autarcas e comunidades intermunicipais (CIM) em defesa da manutenção em funções de alguns conselhos de administração de ULS.
Na ULS de Coimbra, por exemplo, a substituição do presidente do conselho de administração, Alexandre Lourenço, foi contestada pelas CIM de Coimbra e de Leiria.
“Os autarcas não fazem parte do processo, não é? Os autarcas têm outros processos e, nomeadamente, decidem sobre a sua autarquia”, alegou Ana Paula Martins.
A governante notou, no entanto, que os presidentes dos municípios “têm uma coisa muito importante”, ao nível das comunidades intermunicipais, “que é decidirem quem são os membros, ou o membro, que indicam para os conselhos de administração”.
“Isso é aquilo que compete aos autarcas. E nós temos um grande gosto de receber nos conselhos de administração esse contributo, que é fundamental, da parte dos autarcas”, disse a governante.
Ana Paula Martins reiterou no entanto que “os autarcas não são quem nomeia os conselhos de administração das ULS”.
“Nessa matéria, naturalmente que respeitamos a posição, e compreendemos, mas cada um tem de cumprir a sua função e o Governo tem de cumprir a sua e a Direção Executiva [do Serviço Nacional de Saúde (SNS)] também”, argumentou a ministra.
Sobre se considera irrevogável a substituição da administração da ULS de Coimbra, Ana Paula Martins revelou que essa substituição já foi comunicada pelo diretor executivo do SNS e o Governo irá avançar com a mudança dos administradores “nos próximos dias”.
Questionada pela agência Lusa sobre se o médico José Manuel Silva, anterior presidente da Câmara Municipal e antigo bastonário da Ordem dos Médicos será o novo presidente do conselho de administração da ULS Coimbra, a ministra recusou responder: “Não vou falar sobre esse assunto, têm de esperar pela resolução do Conselho de Ministros”.
O tema da substituição ou eventual recondução de conselhos de administração de ULS nacionais foi um dos abordados por Ana Paula Martins, em declarações aos jornalistas, na Figueira da Foz, à margem de uma visita ao hospital local, sede da ULS do Baixo Mondego, com a ministra, sem especificar, a dizer que em alguns casos das 10 administrações que cessaram funções a 31 de dezembro de 2025 já há decisões tomadas e outros ainda estão em avaliação.
Lembrou que, segundo a lei, as comissões de serviço são de três anos e podem ser até três comissões (uma indigitação e duas renovações de mandato)
“E só há duas possibilidades, ou são reconduzidas ou são substituídas. Quando há uma mudança de equipa, a que substitui tem de ir à CRESAP [Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública] e essa avaliação demora tempo, só depois dos relatórios feitos é que o Governo pode tomar uma decisão final”, frisou Ana Paula Martins.
As 10 administrações de ULS que cessaram funções a 31 de dezembro de 2025 foram as do Nordeste (Bragança), Trás-os-Montes e Alto Douro (Vila Real), S. João e Sto António (Porto), Matosinhos, Coimbra, Médio Tejo (Abrantes), S. José (Lisboa), Litoral Alentejano (Santiago do Cacém) e Baixo Alentejo (Beja).
A Câmara da Figueira da Foz garante alojamento para estudantes do campus da UC
domingo, 4 de janeiro de 2026
O Império apresenta-se
Se o Direito Internacional precisava de um funeral, ele aí está. Donald Trump decidiu raptar Nicolas Maduro, chefe de estado de um país soberano. Curiosamente, são os autocratas (e alguns líderes sul-americanos) quem mais condena abertamente a operação norte-americana; os líderes das democracias, com destaque para a Europa, fazem o equilíbrio impossível: defender o Direito Internacional sem condenar expressamente a intervenção dos Estados Unidos.
A reacção tímida do governo português não surpreende. Porque é sempre tímida e porque há uma considerável comunidade portuguesa no país que obriga a manter opções em aberto. Se este dado nos permite alguma compreensão e se a dimensão portuguesa obriga a medir todas as palavras, a posição do governo português face ao ataque dos Estados Unidos a um país soberano, tornou evidente o receio de condenar frontalmente a violação da soberania de um Estado membro das Nações Unidas.
As palavras de Paulo Rangel, ministro dos negócios estrangeiros, significam que Portugal sanciona a política do facto consumado. Apesar de dizer que Portugal defende o Direito Internacional e a Carta das Nações Unidas (documentos que impedem o que os Estados Unidos fizeram na Venezuela), diz simultaneamente que Portugal vai trabalhar com parceiros internacionais para construir uma solução democrática e estável, para o futuro da Venezuela, que vá ao encontro da vontade demonstrada nas eleições de Julho de 2024 e que não foi respeitada pelo ditador Nicolas Maduro. Paulo Rangel nunca respondeu directamente, mesmo questionado várias vezes, se Portugal condena ou não a operação dos Estados Unidos para raptar Nicolas Maduro.
Na foto (publicada pela Casa Branca na rede X), o secretário da defesa, Pete Hegseth, de dedo em riste e Donald Trump, seguem o desenrolar da operação de rapto de Nicolas Maduro.
"Os imperadores romanos – pelas imagens chegam aos nossos dias – tinham pose. Trump nem isso. Não consegue ir além da pose do xerife, o cowboy com os coldres a meia perna que desafia quem se lhe atravessa no caminho, dispara e sopra o cano fumegante do revólver, antes de a devolver ao coldre depois de rodar a arma no indicador que puxou o gatilho. No entanto, a verdade, é que tem o poder de um Imperador.
A Conferência de Imprensa em Mar-a-Lago, na Florida, foi uma exibição de poder imperial. Donald Trump, Marco Rubio (com sangue cubano nas veias), Pete Hegseth e o General Dan Caine (responsável militar pela operação que raptou Nicolas Maduro), encheram o peito, celebraram o poder da força militar, o unilateralismo e o desprezo pelo Direito Internacional e pela Carta das Nações Unidas. Sopraram o fumo que saía dos revólveres e banalizaram o mal. Tudo de uma assentada: eis o que se espera de uma grande democracia e de um presidente que acabou de amnistiar os apoiantes que invadiram e vandalizaram o Capitólio, em Janeiro de 2021, quando estava a ser certificada a vitória de Joe Biden. Na longa conferência de imprensa em Mar-a-Lago só faltou J. D. Vance, para que o séquito imperial estivesse completo, talvez porque Vance é um MAGA (Make America Great Again) que não alinha muito como este tipo de políticas expansionistas.
Petróleo
Se houvesse dúvidas quanto ao objectivo do presidente norte-americano, todas ficaram esclarecidas tal a insistência do próprio na palavra mágica: petróleo! Os Estados Unidos querem ser ressarcidos do que dizem ter sido o roubo dos investimentos norte-americanos na indústria petrolífera do país. Trump anunciou o regresso à Venezuela das empresas petrolíferas norte-americanas, anunciou forte investimento na reparação das infraestruturas petrolíferas e, cereja no topo do bolo, o investimento será feito com os lucros gerados pelo petróleo venezuelano, que servirão ainda para ressarcir o tal roubo de que os Estados Unidos dizem ter sido vítimas. Convém referir que esse “roubo” refere-se principalmente à primeira década do século, quando Hugo Chávez ordenou às petrolíferas estrangeiras que operavam na Faixa do Orinoco que convertessem os seus projetos em joint ventures maioritariamente detidas pelo Estado, com a PDVSA (petrolífera do Estado venezuelano) a deter pelo menos 60%. As empresas que aceitaram permaneceram, as que recusaram foram expulsas. A ExxonMobil foi uma das que recusou e saiu da Venezuela. A Chevron continuou até hoje.
Independentemente da ferocidade das ditaduras que lideram, desde que aceitem as condições das empresas e dos governos ocidentais, presidentes e primeiros-ministros dos países produtores de petróleo podem continuar eternamente no poder porque têm a bênção dos poderosos.
A Democracia na Venezuela é a última das preocupações norte-americanas. A prova disso é que Washington tem relações amistosas com muitas ditaduras e autocratas piores do que o regime de Chavez/Maduro. Se a preocupação fosse a democracia e os Direitos Humanos, muitos outros regimes já teriam enfrentado acções com a que se abateu agora sobre a Venezuela, apesar da ameaça feita por Trump: “o que aconteceu a Maduro pode acontecer a outros que não sejam justos com os seus povos”. Talvez Cuba esteja no topo da lista. Certamente que Marco Rubio fará força nesse sentido. E é bom que tomemos nota: Donald Trump referiu o Hemisfério Ocidental como sendo da esfera de responsabilidade dos Estados Unidos e aí estão incluídos Canadá e Gronelândia.
Donald Trump prometeu que os Estados Unidos vão gerir a Venezuela. Não disse como, mas avisou que pode haver uma segunda vaga mais violenta se houver uma tentativa de manter o regime: “vamos gerir a Venezuela até que haja uma transição justa. Não podemos permitir que venha alguém para continuar o que Maduro estava a fazer”. Quem será então? Não se sabe? Tal como não se sabe como vão os venezuelanos responder a este ataque norte-americano. A Venezuela é um país imenso que não pode ser controlado facilmente se os militares venezuelanos recusarem a tutela norte-americana. A grande incógnita é saber que vontade e capacidade tem o regime – que ficou sem o líder – de responder e enfrentar a vontade norte-americana.
Logo a seguir à conferência de imprensa de Trump em que foi anunciado que Marco Rubio falara com a vice-presidente venezuelana, Delcy Rodriguez, tendo Trump dado a entender que tinha havido algum tipo de entendimento, foi a própria a responder que Nicolas Maduro é o presidente legítimo da Venezuela, estendendo igual legitimidade ao governo que detém o poder em Caracas.
Não estando em causa a bondade do regime de Maduro, as relações internacionais não podem ter como bússola a força militar das grandes potências. Não é esse o caminho para a paz."
sábado, 3 de janeiro de 2026
Equipa liderado por Teresa Cardoso, que inclui o figueirense Valter Rainho, tomou ontem posse
Via Diário as Beiras: "A nova administração dos portos da Figueira da Foz e de Aveiro tomou ontem posse. A equipa é liderada por Teresa Cardoso (ex-presidente da Câmara de Anadia) e inclui o figueirense Valter Rainho (quadro superior do Município da Figueira da Foz) e o ilhavense Rogério Carlos (ex-vice-presidente da Câmara de Aveiro). A anterior administração portuária foi nomeada pelo Governo do PS. No entanto, Santana Lopes recomendou o socialista Carlos Monteiro, era Pedro Nuno Santos ministro das Infraestruturas. O autarca figueirense tem reiterado publicamente que, por sua vontade, pelo menos Carlos Monteiro seria reconduzido no cargo que ocupava".
sexta-feira, 2 de janeiro de 2026
João César Monteiro da terra e do céu — retrospectiva integral
Os filmes do realizador João César Monteiro vão voltar a ser exibidos nas salas de cinema, a partir de 08 de janeiro, em cópias restauradas e digitalizadas pela Cinemateca Portuguesa, revelou a distribuidora Medeia Filmes.
O programa encerrou com a exibição de “As Bodas de Deus”, longa-metragem de 1999, ano anterior àquele em que César Monteiro protagonizou uma das maiores polémicas do cinema português ao estrear “Branca de Neve”, um filme inspirado na obra de Robert Walser, em que aos diálogos se sobrepunha um longo plano em “vários tens de cinzento”, como afirmava, entrecortado por curtas sequências de luz e de céu azul, com nuvens."
Imagem via Diário as Beiras
quinta-feira, 1 de janeiro de 2026
Tenham atenção a esta senhora: "estamos muito longe da solução final"
E não só aos leitores deste espaço, mas a todos.
Via jornal Público















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