sábado, 31 de janeiro de 2026

Marcelo Rebelo de Sousa diz que Forças Armadas vão reforçar meios no terreno

Via Diário as Beiras

“[A intervenção das Forças Armadas] ampliou-se, está a ampliar-se e agora a prioridade passa a ser as inundações. É fundamental essa intervenção logística nas inundações”, disse Marcelo Rebelo de Sousa, na Figueira da Foz, durante a visita a diversos locais afetados pela depressão Kristin.

Lembrando que sempre foi defensor da intervenção das Forças Armadas enquanto agente de Proteção Civil, “até pela sua capacidade de mobilização”, o chefe de Estado precisou que após a deslocação para o terreno de meios militares, na sequência da depressão Kristin, em Ferreira do Zêzere e Tomar (Santarém) e Marinha Grande (Leiria), essa capacidade vai ter mais meios para prevenir consequências de inundações.

«Se tiver um resultado superior ao da AD em Maio, o líder do Chega estará preparado para fazer grandes estragos ao Governo. Mas talvez ainda não “substituir o PSD” já, como diz Pacheco de Amorim»

Ana Sá Lopes 

Uma crise política pode estar à porta



quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Pedro Santana Lopes critica Governo após depressão Kristin: “Connosco ninguém contactou”


Via Expresso

«O ex-primeiro-ministro e presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz recorreu às redes sociais para criticar a posição do Governo português face aos danos deixados no concelho pela depressão Kristin.

Pedro Santana Lopes escreve que nenhum membro do Executivo lhe ligou até agora para prestar apoio: "connosco ninguém contactou", começa por explicar na publicação do Facebook.

"Contactou, por telefonema e mensagem, António José Seguro. Dos atuais órgãos de soberania, ninguém. Mas não faz falta", continua.

António José Seguro também visitou Leiria (a região mais afetada pela depressão Kristin) na quarta-feira sem avisar nenhum órgão de comunicação para não atrapalhar os trabalhos de limpeza das autoridades.

Santana Lopes termina referindo: "Ligou ontem o Presidente da Câmara de Cascais, Nuno Piteira Lopes, muito gentil, a colocar os recursos da sua autarquia ao nosso dispor".»

Atlanticeagle quer a Naval Centro

«O volume de trabalho dos estaleiros navais da Figueira da Foz, concessionados à Atlanticeagle Shipbuilding, leva a administração a querer ficar também com a concessão dos estaleiros vizinhos desativados Naval Centro.

Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, o administrador da Atlanticeagle Shipbuilding, Bruno Costa, frisou que a expansão das instalações, que estão a tornar-se pequenas, é um desiderato antigo.

“A nossa estratégia desde o início é a expansão do estaleiro. O volume de trabalho começa a justificar mais espaço para trabalhar”, afirmou o empresário e administrador.

“A nossa manifestação de interesse na Naval Centro já a pus em cima da mesa há já alguns anos. [A concessão] tem estado num impasse. Teoricamente, estaria atribuída a uma empresa, mas nunca se viu nada ali”, ressalvou Bruno Costa.»

Kristin soprou a 202 km/hora

Imagem: Pedro Agostinho Cruz

«A tempestade Kristin que afectou, na madrugada de ontem, todos os concelhos (19) da Região de Coimbra, “soprou” a 202 km/hora, segundo registos recolhidos pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), na estação meteorológica de Soure. 

A informação foi divulgada ontem pelo comandante do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Coimbra, Carlos Luís Tavares, num balanço feito aos jornalistas. “Por volta das 02H00 fizemos um “briefing” do IPMA que nos disse que a depressão não ia entrar às 03H00, mas iria entrar por volta das 04H00/05H00. Foi o que aconteceu. Por volta das 05H00 foi quando foram sentidas as maiores rajadas e houve o maior número de ocorrências. Foi, felizmente, um episódio rápido, mas com muito impacto nos muncípios”, disse o comandante. 

Os concelhos mais afetados foram Figueira da Foz, Cantanhede, Soure, Montemor-o-Velho, Condeixa-aNova, Penela, Miranda do Corvo e Coimbra. No entanto, foi um vento que se projetou até à Pampilhosa da Serra e aos concelhos do interior, como Oliveira do Hospital, Tábua, Arganil ou Góis. 

Recorde-se que, em outubro de 2018, durante a tempestade “Leslie”, a rajada mais forte foi registada na Figueira da Foz (176km/ hora).

Os danos provocados pela tempestade afetaram todo concelho. Nove pessoas ficaram desalojadas e três sofreram ferimentos ligeiros.»

Diário as Beiras (para ver melhor a imagem clicar na imagem)

A tempestade Kristin também causou prejuízos ao Grupo Desportivo Cova-Gala.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Nove pessoas ficaram desalojadas na Figueira da Foz

"Nove pessoas de quatro famílias, residentes em três freguesias do município da Figueira da Foz, ficaram desalojadas devido à depressão Kristin e vão ser alojadas pela Câmara Municipal, disseram fontes autárquicas e dos bombeiros.

Os nove desalojados pertencem a quatro agregados familiares, um da freguesia de Alqueidão, na margem esquerda do Mondego, dois da freguesia urbana de São Julião, que coincide com os limites daquela cidade litoral do distrito de Coimbra, e outro da freguesia de Buarcos."

Para continuar a ler clicar aqui.

O edifício que já teve a melhor esplanada da Figueira está assim...

Serviço público: por ser verdade e para que conste, "ao abrigo do acordo assinado entre a administração portuária e o município da Figueira da Foz, o edifício que serviu de sede administrativa do antigo parque de campismo, onde também funcionou um restaurante, uma esplanada e um café, ficou de fora da mudança de titulares dos imóveis".

Não sei porquê, mas quase sempre que vou ao Cabedelo, sou abordado sobre o estado de degradação do mamarracho com mau aspecto, que é agora o  edifício que serviu de sede administrativa ao antigo parque de campismo que existiu no Cabedelo.
Lá tenho que recorrer ao que foi publicado pelo Diário as Beiras, na edição de 19 de Maio de 2023.
"Os concessionários que aguardavam luz verde para instalarem os seus equipamentos na zona requalificada do Cabedelo já podem levantar as licenças de construção, uma vez que a passagem dos terrenos e de três edifícios, da administração portuária para o Município da Figueira da Foz, já foi formalizada. 
São quatro os espaços concessionados: um destinado a restauração e os outros a escolas de surf. 
Àqueles quatro, em breve poderão juntar-se outros três. 
«Possivelmente, vamos avançar com a concessão dos balneários do antigo parque de campismo, que também deverão ser utilizados para apoios de praia [restauração], negócios relacionados com a actividade do surf ou outros» - disse na altura o vereador Manuel Domingues. 
Ao abrigo do acordo assinado entre a administração portuária e o município da Figueira da Foz, o edifício que serviu de sede administrativa do antigo parque de campismo, onde também funcionou um restaurante e café, ficou de fora da mudança de titulares dos imóveis. 
Este imóvel instalado na nova praça do Cabedelo é o mais cobiçado.  
O edifício-sede do antigo parque de campismo integra o estudo de viabilidade económica para a concessão da futura marina do Cabedelo, daí ter sido excluído do pacote de transferência de património da administração portuária para o município."

Recorde-se, que o edifício que serviu de sede administrativa do antigo parque de campismo, que eu conheço como as palmas das minhas mãos, que condicionou todo o projecto de requalificação do Cabedelo, que deu, por responsabilidade da gestão socialista então à frente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, naquilo que já todos sabem, que se encontra em estado de degradação em marcha acelerada, tem tudo para tonar-se numa BELA e TURÍSTICA ruína, a acompanhar, num futuro não muito longínquo, a ruína geral que vai ser o resultado do plano de requlificação  do Cabedelo levado a cabo pelo município da Figueira da Foz entre 2017 e 2022.
Naqule edifício, em tempos não muito recuados, existiu, na minha opinião, a mais bela e aprazível esplanada debruçada sobre o mar do concelho da Figueira da Foz.
Neste momento, depois da passagem da Kristin, o edifício que já teve a melhor esplanada da Figueira da Foz, ficou assim:

Foi recordista mundial dos 10.000 metros entre 1984 e 1999

Fernando Mamede, um dos maiores de sempre do atletismo português, morreu.

NA FASE DE CONSTRUÇÃO

 VIA DIÁRIO AS BEIRAS

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Votar é preciso: o seguro morreu de velho.... (2)

 Razões não ideológicas para nunca votar em André Ventura
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Calamidades figueirenses (continuação...)

Via Diário as Beiras: "Desde o prolongamento do molhe norte, em 2011, ocorreram vários acidentes na zona da barra do Porto da Figueira da Foz, um dos quais o naufrágio do pesqueiro “Olívia Ribau”, em outubro de 2015, que provocou a morte de cinco pescadores. Ontem, quando saía do porto comercial, o cargueiro “Eikborg” bateu no fundo da barra, perdeu o leme e ficou à deriva ao largo da costa".

Nota de rodapé.

A propósito, recorde-se uma postagem OUTRA MARGEM, de 11 DE ABRIL DE 2008, antes do acrescento dos 400 metros do molhe norte:

Mas, será que alguém sabe, porque estudou, as REPERCUSSÕES QUE MAIS 400 METROS NO MOLHE NORTE terão na zona costeira na margem a sul do Mondego?


Esta pergunta, colocada pelo OUTRA MARGEM antes do início da obra, foi ignorada por quem tinha o poder de decisão. A obra foi, na altura, apoiada pela Câmara Municipal da Figueira da Foz e pela Junta e Assembleia de Freguesia de S. Pedro. Há 15 anos estava tudo de acordo. 
O Kilas, o mau da fita, era o António Agostinho: foi caluniado, foi perseguido (até porrada lhe prometeram), foi isolado. Valeu-lhe, como ainda hoje, o grande ego e saber que a razão estava do seu lado. Como, infelizmente, se está a comprovar.
Contudo, estive sempre bem acompanhado. 
O meu Amigo Manuel Luís Pata, fartava-se de me dizer: "há muita gente que fala e escreve sobre o mar, sem nunca ter pisado o convés de um navio".
Passados 15 anos de desperdícios de recursos financeiros, os resultados estão à vista de todos no Quinto Molhe, Costa e Lavos, Leirosa e mais além...
Onde é que andavam os ambientalistas locais e outras sumidades em portos, quando foi anunciada esta obra que facilmente se adivinhava ir contribuir para o que temos frente à Figueira: o maior desastre ambiental da Europa.

... de erro em erro, estamos em 2026...

Votar é preciso: o seguro morreu de velho....

A Hungria elegeu Orbán, Portugal pode perfeitamente eleger Ventura
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domingo, 25 de janeiro de 2026

Um combate urgente pela decência e pela democracia


"À parte do que possa pensar-se do passado político ou da personalidade discreta de António José Seguro, no dia 8 de fevereiro este irá representar o Portugal decente e democrático num claríssimo confronto, como tem sido dito e repetido, entre ética e demagogia, entre ponderação e descaramento, entre palavras e soundbites, entre humanismo e boçalidade. Num combate entre quem defende a Constituição de Abril ou quem a deseja ver destruída. Perante a escolha, só a ignorância ou a má-fé podem fazer vacilar."

Rui Bebiano

Mama do Bem

Imagem daqui

"Rui Cristina, antigo deputado do PSD que o partido de André Ventura foi recrutar ao “sistema”, foi eleito presidente da CM de Albufeira em Outubro. E como prometido, acabou com a mama.

Como?

Garantindo uma boa nomeação para a própria irmã, outrora candidata do sistema pelo PSD, nos quadros da autarquia.

Dir-me-ão: mas os partidos do sistema não fazem o mesmo?

Fazem.

O que vem provar que, a este nível, a nível da tal mama, e do compadrio em geral, nada distingue o CH de PS ou PSD. Com a diferença que Ventura deseja 3 salazares para o país, desejo que, no geral, equivale a encerrar a democracia, instaurar uma ditadura, impor a miséria à maioria, torturar os dissidentes, matar os mais audíveis e entregar o monopólio dos negócios do Estado à elite económica e financeira do país. Em triplicado. Porque, por muitas voltas que se queiram dar, o regresso de Salazar seria igualmente o regresso do regime mais corrupto da história da República.

Não há um populista no mundo que queira “acabar com a mama”.

Basta observar o que fazem, quando chegam ao poder.

Orbán açambarcou a Hungria para si e conseguiu transformar o melhor amigo de infância no homem mais rico do país.

Milei chegou ao poder e ofereceu à irmã, Karina Milei, o lugar de secretária-geral da presidência. E já está envolvida num escândalo de corrupção.

Trump, que ia para Washington drenar o pântano, encheu a Casa Branca de familiares e amigos, aceita subornos de líderes estrangeiros e usou o cargo para ganhar 1,4 mil milhões de dólares, só no primeiro ano de mandato.

Os populistas, extremistas ou radicais, não querem acabar com mama nenhuma.
Querem o seu monopólio.

A sério que ainda não percebeste isso?"

João Mendes

sábado, 24 de janeiro de 2026

Os "nem-nem" presidenciais

«Na segunda volta das presidenciais, os "nem-nem", que não apoiam nem Seguro nem Ventura, como Luís Montenegro, ficarão para a História como passivos-ativos que se refugiaram na hibridez calculista e não tiveram a coragem de dizer uma coisa tão simples e definidora como esta: havendo dois pratos na mesma, há um que me recuso a comer», escreve na edição de hoje o diretor-adjunto do JN Pedro Ivo Carvalho.

Fica o alerta...

... via Diário as Beiras

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Município da Figueira da Foz esclarece situação do Centro de Saúde de S. Julião

"Na sequência do surpreendente comunicado tornado público pelo Senhor Presidente da Junta de Freguesia de São Julião, e no cumprimento do dever de esclarecimento e transparência perante a população, o Município da Figueira da Foz vem prestar os seguintes esclarecimentos relativos ao funcionamento da Unidade de Saúde Familiar de São Julião e ao estado do respetivo edifício.

𝗥𝗲𝗰𝘂𝗿𝘀𝗼𝘀 𝗵𝘂𝗺𝗮𝗻𝗼𝘀 𝗲 𝗳𝘂𝗻𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗮 𝘂𝗻𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲
No que respeita aos recursos humanos não clínicos, o Município esclarece que estão afetos à Unidade de Saúde Familiar de São Julião dois assistentes operacionais, contratados diretamente pela autarquia.
No âmbito do auto de delegação de competências, o Município assegura ainda três funcionárias de limpeza em regime de outsourcing, contratadas à empresa IPJ, cujos horários complementam os dos assistentes operacionais, permitindo garantir o funcionamento da unidade em regime alargado, preferencialmente entre as 08h00 e as 20h00.
O horário de atendimento ao público é definido pelo SNS (através da ULS Baixo Mondego), em articulação com o Município, tendo este sempre acomodado os horários solicitados pela entidade de saúde.
Aos sábados, o Município assegura o pagamento de horas extraordinárias, possibilitando a abertura da unidade. Existe ainda uma quarta funcionária de limpeza disponível, caso se revele necessário o alargamento do horário aos sábados e domingos.
Relativamente à segurança, esclarece-se que nunca existiu, até à data, serviço de vigilância permanente naquela unidade de saúde, não tendo essa valência sido incluída no auto de transferência de competências.
𝗘𝘀𝘁𝗮𝗱𝗼 𝗱𝗼 𝗲𝗱𝗶𝗳𝗶́𝗰𝗶𝗼 𝗲 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗿𝘃𝗲𝗻𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗽𝗿𝗲𝘃𝗶𝘀𝘁𝗮
O Município da Figueira da Foz tem plena consciência da necessidade de intervenção no edifício do Centro de Saúde de São Julião, que existe há décadas. Nesse sentido, foram desenvolvidos esforços junto da tutela da saúde, tendo sido negociado um mecanismo de investimento financeiro e elaborado um projeto de arquitetura, amplamente discutido e validado pela Coordenadora da Unidade de Saúde de São Julião, pela extinta ARS Centro e pelo Conselho de Administração da ULS Baixo Mondego.
A empreitada foi já submetida a concurso por três vezes, não tendo sido possível, até ao momento, avançar com a obra devido às vicissitudes inerentes aos procedimentos concursais. Ainda assim, este Executivo Municipal mantém-se totalmente empenhado em promover o lançamento da obra no menor prazo possível.
𝗖𝗼𝗺𝗽𝗿𝗼𝗺𝗶𝘀𝘀𝗼 𝗱𝗼 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶́𝗽𝗶𝗼
O Município da Figueira da Foz reafirma o seu compromisso com a saúde pública, com a dignidade das condições de trabalho dos profissionais de saúde e com a qualidade do atendimento prestado aos utentes, mantendo total disponibilidade para continuar a colaborar, de forma construtiva, com todas as entidades envolvidas.
A prestação de cuidados de saúde à população continuará a ser uma prioridade efetiva deste Executivo Municipal."

«A máquina, que designou “ZwavepooL”, garantiu, está a funcionar na sua piscina»

 Via Diário as Beiras (para ver melhor clicar na imagem)


Aberrações urbanísticas

 Imagem via Diário as Beiras

Câmara da Figueira da Foz preocupada com baixa navegabilidade no porto

Imagem via Diário as Beiras

Notícia completa aqui.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Junta de Freguesia de São Julião da Figueira da Foz preocupada com a situação em que se encontra o Centro de Saúde - Unidade de Saúde Familiar

Em comunicado a Junta de Freguesia de São Julião da Figueira da Foz, manifesta a preocupação desta entidade com a actual situação do Centro de Saúde de São Julião, em particular da sua Unidade de Saúde Familiar, que serve cerca de 10.000 utentes.

Reparação das comportas do Pranto

 "A obra é da APA. O problema foi causada pela tempestade Elsa"... A depressão Elsa aconteceu em meados de Dezembro de 2019!.. Entretanto, passaram vários 4 anos.

“Não é com um projeto que pode demorar quatro ou cinco anos que isto se resolve. Os agricultores não podem continuar à espera, sob o risco de deixar de haver arroz no vale do Pranto, que até é, segundo estudos internacionais, onde se produz o melhor arroz carolino da Europa”

João de Melo convidado das “5ªs de Leitura”


O escritor açoriano João de Melo vai estar hoje, a partir das 21H30, na Biblioteca Pública Municipal Pedro Fernandes Tomás, na Figueira da Foz, como convidado do ciclo “5ªs de Leitura”

A  iniciativa decorre no âmbito da comemoração dos 50 anos da carreira literária do escritor e conta com a presença da editora Cecília Andrade e moderação de Teresa Carvalho.

ACTUALIZAÇÃO

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Sessão realiza-se no próximo dia 29 na Incubadora Mar&Indústria da Figueira da Foz

Ouvido pelo DIÁRIO AS BEIRAS,  António Lé, armador figueirense e cofundador e dirigente da cooperativa de produtores de peixe Centro Litoral, com sede na Figueira da Foz, começou por dizer, que o “o setor das pescas a única coisa que quer é ser sempre uma mais-valia e estar do lado da resolução daquilo que são os benefícios para a população figueirense, em primeiro lugar. Estamos de acordo que se faça uma transição [energética], desde que se façam estudos, por entidades públicas completamente independentes”.
No entanto, o empresário e dirigente alertou para os impactos na pesca advindos da produção de eletricidade em alto-mar.
Questionado pelo DIÁRIO AS BEIRAS acerca do impacto da instalação de eólicas em alto-mar para o setor das pescas, o armador e dirigente figueirense António Lé afirmou que os impactos “são catastróficos”, porque “há uma área muito vasta de impossibilidade de navegação e de pesca”. António Lé baseou a sua afirmação em estudos e conclusões apuradas em diversos países onde se produz energia em alto-mar. “Precisamos de preservar os recursos e estimá-los cada vez mais e termos regras sobre os recursos, porque a população depende essencialmente do oceano”, advogou o empresário figueirense.

sábado, 17 de janeiro de 2026

O voto

Em 50 anos de democracia, o voto dos portugueses já contribuiu para eleger gente que fez muita merda.

Já nos enganámos. Podemo-nos voltar a enganar.
Porém, o voto continua a ser o melhor argumento para tentar emendar os nossos próprios erros.

8 dias de Carnaval

O programa do Carnaval de Buarcos/Figueira da Foz foi apresentado ontem. 

Ao todo, são oito os eventos que se realizarão, entre o dia 24 deste mês e 17 e fevereiro. Este ano, pela primeira fez, a organização está a cargo da Junta de Buarcos.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Associação ZERO quer investigação a obra no porto comercial

Via Diário as Beras: «A associação ambientalista ZERO exigiu ontem a intervenção do Ministério Público e da IGAMAOT, órgão de polícia criminal que investiga crimes ambientais, na obra portuária no Rio Mondego, por alegada violação de normas de impacte ambiental, avançou ontem a agência Lusa.

“Achamos inaceitável que uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) não esteja a ser cumprida nesta situação. Deve haver aqui uma intervenção por parte do Ministério Público e da IGAMAOT”, disse à Lusa Sara Correia, responsável pela área de recursos hídricos da ZERO.

“Não se compreende a urgência na execução destas obras. Se estava descrito e previsto na DIA que as obras não deveriam ocorrer entre dezembro e abril, precisamente como forma de proteção a estas espécies migratórias, a lampreia, o sável, a savelha, não há qualquer justificação, não encontramos aqui um motivo de urgência que justifique que as obras estejam a ser realizadas nesta altura”, afirmou ainda ainda Sara Correia.»


quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

"... arriba da Praia do Teimoso"

 Via Diário as Beiras

"Os pescadores esperam que a suspensão dos rebentamentos e dragagens faça aumentar a quantidade de pescado no rio"

 Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)

Ribau Esteves, a liderança da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro – CCDR e a mudança do Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz

Comunicado do CDS/PP via Figueira na Hora

«A votação ocorrida na Assembleia Municipal extraordinária da Figueira da Foz, tendo como ponto único a eleição de Ribau Esteves para a presidência da CCDR Centro, levanta questões políticas sérias que não podem ser ignoradas. O CDS da Figueira da Foz não pode deixar de manifestar a sua estupefação perante a mudança de posição do presidente da Câmara Municipal, Pedro Santana Lopes, ocorrida num curto espaço de tempo.

Há pouco mais de um mês, no canal de informação NOW, Pedro Santana Lopes assumiu de forma clara, fundamentada e pública que não apoiaria a candidatura de Ribau Esteves. Fê-lo invocando razões estruturais e políticas: a concentração excessiva de poder nas CCDR, o modelo híbrido de alegada descentralização com forte controlo governamental, a escolha dos nomes pelas cúpulas partidárias em Lisboa e, sobretudo, a defesa dos interesses estratégicos da Figueira da Foz face a desequilíbrios regionais persistentes, nomeadamente em relação a Aveiro. Essas declarações foram sustentadas em exemplos concretos, como os dossier dos portos (Aveiro e Figueira), do turismo, das infraestruturas e das decisões estratégicas ligadas ao desenvolvimento regional e às energias offshore.
Perante este enquadramento, a alteração de sentido de voto na Assembleia Municipal pela Coligação que sustenta a FAP carece de explicação política. Não está em causa uma divergência pontual ou uma nuance tática, mas sim a inversão de uma posição pública assumida com forte carga política e institucional. Quando um responsável autárquico muda de posição num processo desta relevância, a transparência exige que explique aos eleitos locais e à população o que se alterou no contexto, que garantias adicionais foram dadas e que benefícios concretos resultam dessa mudança para o concelho da Figueira da Foz.
O que levou Pedro Santana Lopes a mudar a sua posição? Que contrapartidas políticas ou institucionais foram asseguradas para justificar o apoio a uma candidatura que o próprio considerou, ainda recentemente, motivo de ceticismo e preocupação?
O CDS que não apoiou esta candidatura entende que estas perguntas não são meramente retóricas. Num momento em que as CCDR passam a concentrar competências decisivas em áreas como saúde, educação, fundos europeus, infraestruturas e ordenamento do território, a posição assumida pelos representantes da Figueira da Foz deve ser clara, explicada e sustentada em ganhos objetivos para o concelho e para a região».

Nota de rodapé.
1. O decreto-lei que regula as eleições para as CCDR, foi publicado em Junho de 2020 e determina que o colégio eleitoral é constituído por:
    a) Presidentes das câmaras municipais; b) Presidentes das assembleias municipais; c) Vereadores eleitos, ainda que sem pelouro atribuído; d) Deputados municipais, incluindo os presidentes das juntas de freguesia.
    Anteriormente, os presidentes das CCDR eram nomeados pelo Governo. Agora, são os vice-presidentes.
2. Como se sabe, Portugal recebe muitos milhões de €€€ em fundos europeus. E as CCDR gerem e repartem pelos mais chegados, muitos desses milhões...
3. A eleição para as CCDR, na opinião de muitos, "é uma palhaçada". Contudo, na vida política, tal como no circo, existem os "palhaços ricos" e os "palhaços pobres"... 

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Segundo o DIÁRIO AS BEIRAS, "os trabalhos de aprofundamento do calado do canal de navegação, da bacia de manobras e da barra estão suspensos"

«O presidente da Câmara da Figueira da Foz recebeu ontem a nova administração portuária, que gere os portos de Aveiro e da Figueira da Foz. 

“A visita teve como objetivo a apresentação formal de cumprimentos, bem como a realização de uma breve reunião para abordar alguns dossiers e assuntos de relevante interesse, nas quais as duas entidades estão envolvidas”.

No final da sessão, aos jornalistas, o autarca figueirense frisou que “há uma gestão muito complexa que exige uma administração só para a Figueira da Foz”.

Os trabalhos de aprofundamento do calado do canal de navegação, da bacia de manobras e da barra implicam explosões subaquáticas. Os pescadores do rio queixam-se de que os rebentamentos afetam a captura de lampreia, cuja época se iniciou na semana passada, exigindo a suspensão da empreitada até à primavera. Ao que o DIÁRIO AS BEIRAS apurou, a empreitada foi suspensa.»

CCDR foram ontem a votos

A eleição dos presidentes das CCDR decorreu nesta segunda-feira em todas as assembleias municipais, convocadas para o efeito, em simultâneo e ininterruptamente, entre as 16h e as 20h.
Estas são as segundas eleições indirectas para os dirigentes das CCDR, tendo sido as primeiras em 2020. Anteriormente, os presidentes das CCDR eram nomeados pelo Governo. Estes novos dirigentes das CCDR são eleitos para um mandato de quatro anos por colégios eleitorais constituídos pelos executivos das câmaras municipais e deputados das assembleias municipais, incluindo os presidentes das juntas de freguesia.
Segundo o jornal Diário as Beiras, José Ribau Esteves, antigo presidente das Câmaras de Ílhavo e Aveiro, que contou com o «apoio oficial do PSD e do PS»foi ontem eleito presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), mas o processo eleitoral não foi isento de críticas e aviso por parte dos autarcas que foram chamados a votar.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Clarificação natural...

 Imagem via O Jornal Económico


"Mas alguém ainda tinha dúvidas sobre o que estes tipos querem para o país? 
Preocupado com os jovens que têm salários miseráveis e que fogem do país? 
Que tal perguntar ao gestor João Cotrim Figueiredo quanto é que pagava aos operários fabris da Compal quando fazia de patrão? 
Podem exigir que explique quanto recebiam os jornalistas (em especial, os jovens) e os outros trabalhadores da TVI quando este era gestor da Media Capital? 
Não falo no Goucha, nem na Cristina Ferreira, claro. Nem na Manuela Moura Guedes. 
Defensor da iniciativa privada e do mérito e crítico do sistema de tachos? Então, explique lá porque é que foi o seu antigo patrão na Compal, Pires de Lima que o levou para Presidente do Instituto de Turismo de Portugal, enquanto o governo da Troika esmifrava quem vivia do seu trabalho? 
Ir enganar idosas/os aos lares enquanto dança com elas, a ver se leva mais uns votos? E que tal explicar-lhes o que é aconteceria às suas pensões se o seu modelo de governo vingasse e pegassem no dinheiro da Segurança Social para jogar no casino dos fundos de investimento e para lhes entregar, de bandeja, as contribuições dos que mais ganham e mais descontam? 
Preocupado com a baixa natalidade e a dificuldade dos jovens se emanciparem, terem filhos e uma casa? Que tal explicar porque quer uma legislação laboral que lhes tira direitos e os condena à precariedade eterna e subserviência ao patrão? 
Ou, então, reconhecer que foi a liberalização do mercado de arrendamento, a desregulação do turismo local e da especulação imobiliária que fez o preço das casas crescer mais 4 vezes do que os salários. 
Tenham dó. 
Hipocrisia, não. Estes privilegiados das elites que transitam entre conselhos de administração de empresas que vivem de mão estendida para o Estado construíram a economia que temos. Viveram de dependência estatal. Promoveram a endogamia. Exploraram os que vivem do seu esforço. Pagaram salários de miséria. 
E, agora, têm a distinta lata de enganar as pessoas, dizendo que só não pagaram melhores salários porque os impostos eram muito altos. 
Só se deixa enganar quem anda mesmo a viver no mundo da Lua. Vá lá ter com os seus "manos". 
Menos. Muito menos."