Ernest Hemingway: «Um homem pode ser destruído mas não vencido.»

segunda-feira, 8 de janeiro de 2007

Este é o caminho...

6 comentários:

Anónimo disse...

Este é o rumo que José Sócrates navega a sua caravela... por mares nunca dantes navegados...

NUNO SOARES disse...

Não sei se repararam na nuvem branca por cima da mão do Cavaco, parece um leão...Mares nunca dantes navegados ou direitinhos para a boca do leão???
Parece-me das duas alternativas que o fim vai ser rude e bem curto!

Anónimo disse...

Vês Zézé? Ali, na rebentação é que há gordos robalos. Vai lá lançar as tuas redes, olha que se não fores tu, vai lá outro qualquer...

Ou então:

Vês Zézé? É para ali que vais se não fizeres o que te mando...

Anónimo disse...

Para os pessimistas, a maioria silenciosa dos portugueses, o ano de 2006 acabou mal, sem ilusões nem grandes rasgos, e 2007 é apenas a continuação, arrastada e incómoda, de um país (e de uma crise) que assiste impávido ao seu afundamento, como se de uma alteração climatérica se tratasse. Para os portugueses, o aquecimento global e a crise nacional, a todos os níveis, são uma e a mesma coisa. Não há distinções.

Em 2006 avançou-se alguma coisa, mas muito do que é o fado nacional, a triste sina que se abate sobre o País há umas décadas (ou séculos), mantém-se actual e sem cura, venha o Governo que vier, ou esteja em Belém o presidente que estiver. Os portugueses entram em 2007 não propriamente com o espírito renovado, e dispostos a uma luta incessante, mas convencidos de que apenas se mexeu no calendário, porque tem de ser, e que a última semana de 2006 deu lugar, simplesmente, à primeira de 2007.

Com optimismo exagerado ou não, o facto é que 2007 terá de ser um ano de clarificação, e de resultados, como pediu o Presidente da República, na sua mensagem de Ano Novo, e só isso ajudará à motivação nacional.

O Governo tem de começar a mostrar obra, e daquela que se vê e não contesta, e será obrigado, sob pena de não ter mais tempo, a fazer a mais profunda e difícil das reformas, na administração pública. Será igualmente o período em que as pessoas serão afectadas directamente por tudo o que foi decidido, ou não, no ano passado, a todos os níveis.

Em 2007 também se espera a clarificação da oposição, particularmente em relação ao CDS/PP. Como está não faz sentido continuar, e com ou sem Paulo Portas - que terá de encontrar um novo posicionamento, tom e discurso para regressar - alguma coisa terá de mudar.

O mesmo não se pode dizer do PSD, embora este seja um ano em que o seu eleitorado espera uma maior eficácia no combate ao Governo e à sua maioria, se não quiser entalar-se entre um PS centrista e um PP que só pode crescer à conta dos sociais-democratas.

O Presidente não deixará de estar sob o escrutínio atento dos portugueses, que, à falta de uma oposição eficaz, tenderão a olhar para Belém com maior insistência. É a natureza do regime, e Cavaco sabe isso melhor do que ninguém.

Daí a mensagem que dirigiu aos portugueses, que não deixará de ser avaliada em altura própria, e face ao desempenho governamental e à respectiva resposta presidencial. Ninguém quer conflitos, ou desentendimentos, ou bloqueios, mas todos desejam que cada um cumpra o seu papel, e bem. Sem constrangimentos de calendário nem paixões inexplicáveis.
Para o bem e para o mal, 2007 será um ano interessante, que merece ser visto e vivido.

Anónimo disse...

Este é um caminho muito difícil de trilhar. A presente crise obriga-nos a uma reflexão muito séria sobre todas estas questões. Para quem, como eu, valoriza a paz e a estabilidade o caminho a seguir só pode o da paz e da concórdia.
Precisamos de um Estado austero na forma como gere recursos, despesas e projectos, e de uma visão estratégica que determine a ordem de prioridades dos investimentos públicos.

Anónimo disse...

Está bonito está!!
Vai desta para melhor.
Olhem para mim já não ligo agora para voces mocidade...