segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Na ignorância é que poderá estar o ganho
Foto sacada daqui
Pessoalmente, não me espanta, antes me encanta, a candura e a cega boa fé de certa gente para com “um Plano de Urbanização que é um sério risco para a qualidade de vida dos figueirenses”, em geral, e dos covagalenses, em particular.
Nomeadamente, de autoridades autárquicas com responsabilidades de gestão.
Esta complacência, melhor esta confiança cega, existe, porventura, porque ninguém ao certo percebe um chavelho de ecologia e muito menos de Planos de Urbanização!...
É nesta ignorância colectiva que poderia resultar o sucesso destas “QUIMÉRICAS ILUSÕES E PESADELOS IMOBILIÁRIOS”.
Eu, ignorante, perante tal realidade, se tivesse responsabilidades de decisão, o mínimo que faria era tentar esclarecer-me e não apontar isso para aprovar tudo o que o Poder acima desejava.
Ou aqui, como sempre, o que conta são as bandeiras hasteadas e os fins proclamados, que tudo justificam…

Pessoalmente, não me espanta, antes me encanta, a candura e a cega boa fé de certa gente para com “um Plano de Urbanização que é um sério risco para a qualidade de vida dos figueirenses”, em geral, e dos covagalenses, em particular.
Nomeadamente, de autoridades autárquicas com responsabilidades de gestão.
Esta complacência, melhor esta confiança cega, existe, porventura, porque ninguém ao certo percebe um chavelho de ecologia e muito menos de Planos de Urbanização!...
É nesta ignorância colectiva que poderia resultar o sucesso destas “QUIMÉRICAS ILUSÕES E PESADELOS IMOBILIÁRIOS”.
Eu, ignorante, perante tal realidade, se tivesse responsabilidades de decisão, o mínimo que faria era tentar esclarecer-me e não apontar isso para aprovar tudo o que o Poder acima desejava.
Ou aqui, como sempre, o que conta são as bandeiras hasteadas e os fins proclamados, que tudo justificam…
A única forma eficaz de lidar com estas “QUIMÉRICAS ILUSÕES E PESADELOS IMOBILIÁRIOS” é democratizar o conhecimento dos fenómenos ecológicos, torná-los acessíveis, debatê-los, conhecê-los.Importa retirá-los da exclusividade de iluminados que, sentados em cima de uma alegada sapiência, produzem juízos e emitem sentenças.
Naturalmente, em favor dos seus próprios interesses.
À atenção do Senhor deputado Miguel Almeida
Foto sacada daqui
As empresas são importantes, os agentes, públicos e privados que directa ou indirectamente inter-agem com o Porto da Figueira da Foz são importantes, a operacionalidade é importante, a nova dinâmica e competitividade da Figueira é importante…
Mas,Senhor deputado Miguel Almeida, não haverá nada a propor pelas populações da margem sul do Mondego para tentar atenuar os efeitos da erosão que os tais 400 metros de prolongamento do molhe norte vão acentuar e agravar?...
Isso, não será, pelo menos, igualmente importante?...
Adenda: Recomendo a leitura deste texto e a visão deste vídeo.

As empresas são importantes, os agentes, públicos e privados que directa ou indirectamente inter-agem com o Porto da Figueira da Foz são importantes, a operacionalidade é importante, a nova dinâmica e competitividade da Figueira é importante…
Mas,Senhor deputado Miguel Almeida, não haverá nada a propor pelas populações da margem sul do Mondego para tentar atenuar os efeitos da erosão que os tais 400 metros de prolongamento do molhe norte vão acentuar e agravar?...
Isso, não será, pelo menos, igualmente importante?...
Adenda: Recomendo a leitura deste texto e a visão deste vídeo.
Deserto na Morrceira?...
Contudo, esta paisagem está perto de nós.
Pode ser vista na Morraceira, São Pedro, um freguesia que tem vindo ultimamente nos jornais pelos piores motivos: a erosão da sua orla costeira tem-se agravado no último mês e meio, o que é uma ameaça para as gentes da Cova-Gala.
E ninguém – quem de direito, entenda-se – faz nada. Recorde-se, que já em Outubro de 2008, “o Instituto Portuário dos Transportes Marítimos (IPTM) assumiu a responsabilidade de fazer recargas de areia nas praia da Cova-Gala.” Promessa essa reforçada ontem ao jornal Sol pelo Presidente do INAG, Orlando Borges, conforme pode ver clicando aqui.
No entanto, até hoje, nada.
Mas o deserto da Morraceira existe. E as areias ali depositadas resultam de dragagens realizadas no leito do Rio Mondego….
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Erosão agrava-se nas praias de São Pedro
Não somos sensacionalistas. Muito menos, pretendemos ser alarmistas, mas a foto obtida pelo Pedro Cruz há pouco a norte do parque de estacionamento do Hospital, fala por ela própria.
Medidas urgentes para atacar o problema exigem-se a quem de direito. Já passou tempo de mais.
Banco popular
Foto de Pedro Cruz
Antigamente, aqui pela Cova-Gala, a honra era mais importante que a própria vida.
É claro, que isto pode ser uma forma exagerada de escrever a verdade prosaica de que a reputação – a opinião que os outros têm de nós – era um valor indispensável para os nossos antepassados.
Nada na vida dá ao homem tanta coragem como a renovada convicção de que os outros o olham simpaticamente.
Fama, é algo que deve ser conquistado. Honra, é apenas algo que não deve ser perdido.
Antigamente, aqui pela Cova-Gala, a honra era mais importante que a própria vida.
É claro, que isto pode ser uma forma exagerada de escrever a verdade prosaica de que a reputação – a opinião que os outros têm de nós – era um valor indispensável para os nossos antepassados.
Nada na vida dá ao homem tanta coragem como a renovada convicção de que os outros o olham simpaticamente.
Fama, é algo que deve ser conquistado. Honra, é apenas algo que não deve ser perdido.
O caso da nacionalização do BPN despertou-nos (pelo menos a alguns de nós…) para as eminências pardas do regime que ali, ou na Sociedade Lusa de Negócios (SLN), acautelaram as suas vidinhas...
A ausência de fama é a obscuridade. Mas, a quebra da honra é uma vergonha - que é algo concreto e positivo.
Todavia, este banco, frente ao Desportivo Clube Marítimo da Gala, é diferente - é útil e popular a tempo inteiro.
De manhã, serve os clientes da foto. De tarde, a clientela é outra….
A ausência de fama é a obscuridade. Mas, a quebra da honra é uma vergonha - que é algo concreto e positivo.
Todavia, este banco, frente ao Desportivo Clube Marítimo da Gala, é diferente - é útil e popular a tempo inteiro.
De manhã, serve os clientes da foto. De tarde, a clientela é outra….
É ocupado pelos reformados, que ocupam os tempos livres a conviver no bar do DCMG, para descansarem no intervalo entre renhidas e disputadas partidas de “sueca”.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
A nossa gente, vista por Olímpio Fernandes
Foto de Pedro Cruz, sacada daqui
“Gentes do mar imenso, corajosos até ao último suspiro ao enfrentar as ondas de vários metros de altura, por vezes engolindo as suas embarcações. Forte motivo de conversa com estes homens do mar, a forma corajosa como buscam o seu sustento e das famílias, as suas nobres vidas. Sinto que lhes devo a minha solidariedade e porque não a minha gratidão. Estas simples gentes da Freguesia de S. Pedro, Cova Gala, a um instante de Figueira da Foz, ao longo destes quatro anos de convivência e apoio profissional, elevaram a minha auto-estima profissional.”

“Gentes do mar imenso, corajosos até ao último suspiro ao enfrentar as ondas de vários metros de altura, por vezes engolindo as suas embarcações. Forte motivo de conversa com estes homens do mar, a forma corajosa como buscam o seu sustento e das famílias, as suas nobres vidas. Sinto que lhes devo a minha solidariedade e porque não a minha gratidão. Estas simples gentes da Freguesia de S. Pedro, Cova Gala, a um instante de Figueira da Foz, ao longo destes quatro anos de convivência e apoio profissional, elevaram a minha auto-estima profissional.”
Sempre é uma ideia....

.... pois, homem prevenido, vale por dois!...
E força política que se preze tem sempre o seu Ferreira Torres...
P.S -
Se o Paulo Dâmaso considerar que lhe pode ser útil, é aproveitar a ideia...
O recuo da linha de costa
Foto de Pedro Cruz
Com a Figueira no horizonte, o mar bate sem parar na praia do Hospital e em tudo que se lhe oponha.
O problema da erosão costeira resulta, essencialmente, de um conflito entre um processo natural, o recuo da linha de costa e a actividade humana.
O problema da erosão costeira resulta, essencialmente, de um conflito entre um processo natural, o recuo da linha de costa e a actividade humana.
A solução do problema passa, necessariamente, pela questão do uso do solo na zona costeira.
Portanto, em áreas ainda não ocupadas, não pode continuar a anarquia. Impõe-se legislação, clara e eficaz, e não as zonas de penumbra legislativa que têm dado acesso aos maiores disparates na ocupação do território nacional.
Tem de começar a ser mesmo uma preocupação dos autarcas, devidamente prevista e acautelada nos PDMs e nos PUs, quando do licenciamento dos empreendimentos, o fenómeno de recuo da linha de costa.
Portanto, em áreas ainda não ocupadas, não pode continuar a anarquia. Impõe-se legislação, clara e eficaz, e não as zonas de penumbra legislativa que têm dado acesso aos maiores disparates na ocupação do território nacional.
Tem de começar a ser mesmo uma preocupação dos autarcas, devidamente prevista e acautelada nos PDMs e nos PUs, quando do licenciamento dos empreendimentos, o fenómeno de recuo da linha de costa.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Há quem esteja à espera desde 1993...
Frio...
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
E se o INAG continuar a não fazer nada?...
O mau tempo tem provocado estragos na orla costeira da Cova-Gala com o desaparecimento de incontáveis metros cúbicos de areia da duna primária e a consequente destruição de passadiços e dos acessos ao areal, “engolidos” pelo avanço do mar.
Apesar do assunto ter sido amplamente focado pela comunicação social local, regional e nacional e de ter sido discutido na reunião de Câmara realizada na passada segunda-feira, que se saiba, nada de palpável e concreto daí resultou.
Presidente Duarte Silva:
“A única resposta que até agora tivemos é de Maio [de 2008]. O senhor ministro disse que havia situações mais preocupantes no país e estava previsto em 2012 intervir na Figueira da Foz. Obviamente é uma resposta que nos preocupa”.
Esclareceu ainda que desde 2003 têm vindo a oficiar O Ministério do Ambiente e o Instituto da Água (INAG) para a necessidade de uma intervenção em defesa da orla costeira.

Vereador do Ambiente, José Elísio Oliveira.
“O INAG [Instituto da Água] é que tem de dizer o que vai fazer. Seja qual for a solução que a executem”.
Já decorreram algumas semanas que começou mais esta investida anuncida e “fúriosa” do mar, que tantos estragos já causou na orla costeira da freguesia de São Pedro e continuam as lamentações.
E se o INAG continuar a não dizer nada sobre mais este recuo da linha da nossa costa?
E se o INAG continuar a não fazer nada para defender a nossa costa?
Apesar do assunto ter sido amplamente focado pela comunicação social local, regional e nacional e de ter sido discutido na reunião de Câmara realizada na passada segunda-feira, que se saiba, nada de palpável e concreto daí resultou.
Presidente Duarte Silva:
“A única resposta que até agora tivemos é de Maio [de 2008]. O senhor ministro disse que havia situações mais preocupantes no país e estava previsto em 2012 intervir na Figueira da Foz. Obviamente é uma resposta que nos preocupa”.
Esclareceu ainda que desde 2003 têm vindo a oficiar O Ministério do Ambiente e o Instituto da Água (INAG) para a necessidade de uma intervenção em defesa da orla costeira.
Vereador do Ambiente, José Elísio Oliveira.
“O INAG [Instituto da Água] é que tem de dizer o que vai fazer. Seja qual for a solução que a executem”.
Já decorreram algumas semanas que começou mais esta investida anuncida e “fúriosa” do mar, que tantos estragos já causou na orla costeira da freguesia de São Pedro e continuam as lamentações.
E se o INAG continuar a não dizer nada sobre mais este recuo da linha da nossa costa?
E se o INAG continuar a não fazer nada para defender a nossa costa?
Um reconhecimento justo

Há Homens que têm uma vida e uma obra que fala por eles...
No passado dia 17 de Dezembro de 2008, discretamente, como foi sempre o seu percurso de vida, o Pastor João Severino Neto deixou de ser o Presidente da Direcção do Centro Social da Cova e Gala.
Foram quase 50 anos de trabalho social realizado na Cova-Gala e todo um percurso de vida, que a Câmara Municipal da Figueira da Foz, por iniciativa do vereador do PS, António Tavares, teve em conta na reunião realizada na passada segunda-feira, ao aprovar um voto de reconhecimento ao Pastor João Severino Neto.
Foram quase 50 anos de trabalho social realizado na Cova-Gala e todo um percurso de vida, que a Câmara Municipal da Figueira da Foz, por iniciativa do vereador do PS, António Tavares, teve em conta na reunião realizada na passada segunda-feira, ao aprovar um voto de reconhecimento ao Pastor João Severino Neto.
Política de choque...
... um novo BLOGUE que descobri...
"Porque há momentos em que todos temos o dever de participar e intervir. Para que os outros não decidam por nós..."
"Porque há momentos em que todos temos o dever de participar e intervir. Para que os outros não decidam por nós..."
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
E este assunto Senhor Presidente da Câmara?..
O mau tempo das últimas semanas tem provocado estragos na nossa Terra.
"O presidente da Câmara da Figueira da Foz, Duarte Silva, está preocupado pelo facto do Ministério do Ambiente só intervir na defesa da orla costeira do concelho apenas em 2012.
Esclareceu que desde 2003 têm vindo a oficiar O Ministério do Ambiente e o Instituto da Água (INAG) para a necessidade de uma intervenção em defesa da orla costeira."
Então Senhor Presidente, “tendo em conta que este não é um problema novo, como pode a autarquia da Figueira da Foz ter projectadas urbanizações para a linha de costa?”
Ou o Senhor Presidente da Câmara já esqueceu este assunto?
A questão foi levantada na reunião de ontem do executivo, pelos vereadores da oposição socialista, que criticaram a existência de urbanizações projectadas perto da linha de costa e também a colocação de passadiços em madeira “sem protecção” perante o avanço do mar.
Será que os advogados de Fátima Felgueiras também terão razão de queixa?...
«Não se pode levar a sério nenhuma medida de apoio às empresas anunciada pelo Governo enquanto o Estado não pagar o que deve».
Paulo Ferreira, no Público
Via corta-fitas
Paulo Ferreira, no Público
Via corta-fitas
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Estado condenado por erosão costeira
"Os Tribunais Administrativo e da Relação deram provimento a uma queixa de um morador na Apúlia, considerando que o Estado é culpado da erosão da costa por ter construído um esporão de pedra.
A decisão, inédita em Portugal, foi tomada após uma batalha jurídica desencadeada em 1993 pelo proprietário da casa, Adelino Augusto Rebelo Teixeira, contra o Ministério do Ambiente, pedindo uma indemnização pelo facto de a erosão causada pelo esporão, ter levado o mar até junto de várias casas que se localizam junto às dunas, colocando-as em perigo."
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Maria Pinguinhas....
Como esta casa gostaria de poder contar com uma colaboradora destas!...
“Os clientes que melhor a conhecem tratam-na por Pasquim, eles lá saberão porquê.”
Porque hoje é domingo e há o dérbi da margem sul do Mondego
Logo à tarde há o Leirosa-Cova-Gala, o dérbi da margem sul do Mondego….
Não vou poder assistir por motivos profissionais. Todavia, inspirado por esse jogo, sempre emotivo, deu-me para recuar até à década de 60 do século passado…
Herdei o gosto pelo futebol do meu Pai.
Foi nos primeiros anos da década de 60, do século passado, tinha o Sporting aquela equipa que venceu a Taça das Taças, com o celebérrimo “cantinho de Morais”, que eu comecei a ir ver jogos de futebol ao desaparecido Estádio José de Alvalade.
Nessa época, o intervalo entre as viagens, de mais ou menos um mês à pesca nos mares do Cabo Branco, que o meu fazia a bordo do ilha de S. Vicente, não dava para ele vir a casa, à Gala, e, então, era a minha Mãe que se deslocava a Lisboa, normalmente acompanhada por um dos filhos. O outro, mais tarde os outros, ficavam na Gala, com a minha querida e saudosa Avó Rosa Maia.
Eram tempos difíceis, muito difíceis mesmo, mas dos quais, porém, consigo reter algumas gratas recordações.
Uma delas, eram as idas ao José de Alvalade, ao domingo à tarde, para ver o “meu” Sporting, ao vivo.
Recordo, que eram partidas magníficas e emotivas, presenciadas de pé, num sector do campo que, hoje, era impensável que existisse num campo de um dos grandes de Portugal: “o chamado peão”.
Há já muitos e muitos anos que não ia aos Estádios de futebol da chamada I Liga – a excepção aconteceu no recente Naval-Académica, mas o “nosso” Bento Pessoa não pode ser considerado um estádio – pelo que não estou em condições de comparar um estádio do euro, com um, onde as alternativas eram sentar o cu na pedra, ou no cimento, derconfortável e frio da bancada, ou ver em pé, e os modernos, confortáveis (ao que ouço dizer), caríssimos e desaproveitados monstros de cimento que são os conhecidos estádios do euro 2004.
No tempo em que eu ia ao futebol pela mão do meu Pai, ao domingo à tarde - os jogos dos campeonatos nacionais eram todos disputados ao domingo à tarde – o futebol não era uma ficção. Era uma festa. Nesses idos de 60, do século passado, o futebol era um desporto. Agora, é uma indústria, dizem que dominada por crâneos brilhantes – economistas, juristas, engenheiros, empresários e outros endinheirados…
Nesses idos de 60 do século passado, quem queria assistir a jogo de futebol tinha de ir ao campo, ou ouvir o relato pela telefonia – era o tempo de grandes relatores como Amadeu José de Freitas, Nuno Brás, Artur Agostinho, Fernando Correia….
Agora, uma jornada do campeonato é servida em capítulos, qual telenovela, normalmente de sexta a segunda-feira. Televisão obriga.
Depois, os bilhetes são obscenamente caros para a qualidade dum espectáculo, que ainda dizem de futebol, e para o bolso do português médio ou remediado…
Depois, admiram-se que os estádios, do euro e os outros – Figueira, Coimbra, Aveiro e Leiria, só para focar exemplos perto –, estejam às moscas….
Mantorras, de novo...
A novidade deste Benfica neste campeonato, foi "a enésima demonstração dos dotes de talismã de Pedro Mantorras."
Saudemos, pois, um homem para quem a vida tem sido madastra...
Que noite...
Que noite...
Lá fora, está terrível...
Chove e o vento sopra com rajadas fortes. Está frio. Para mais logo, estão previstas trovoadas.Contrariando a cada vez maior tendência de seca, o primeiro mês do ano registou chuva intensa, batendo a média das três últimas décadas.
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