quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Justiça fiscal explicada às criancinhas


Via Geringonça

Não posso calar mais a minha revolta por não pertencer à classe média - a tal que foi atacada por um governo insensível às suas casas no valor de meio milhão de euros!..

No país dos 900 € de salário médio e de 530 € de mínimo, estipulado por lei, para a direita radical a "classe média" é proprietária de imóveis de 500 mil euros como valor patrimonial tributável, primeira habitação excluída e prédios para arrendamento protegidos. Ou estamos perante uma Nação toda ela expert em enganar o fisco - e sem recurso aos serviços da Goldman Sachs, ou o mal parado da banca nacional é aqui explicado, ou a capacidade de aforro das famílias portuguesas é uma coisa nunca por ninguém imaginada, ou...

[Quando a direita radical tratou de esbulhar o contribuinte via IMI com recurso ao Google Earth e ao Google Maps, levando tudo a  e conseguindo com que palheiros e arrumos perdidos numa serra aumentassem 50 vezes o valor tributável, era a "equidade nos impostos"]

É para isto que servem as reuniões "à porta fechada"?..


Imagem sacada daqui
A acreditar naquilo que está escrito no Edital 197/2013, neste mês de setembro já se deve ter realizado uma reunião de câmara -  das tais realizadas à porta fechada. 
Alguém sabe o que lá se passou?..
Tenho andado a tentar saber alguma coisa e nada: nem nos jornais locais, nem na net!.. Nada.
Esta, pelos vistos, foi mesmo à porta fechada...

Perante isto, a primeira ideia que me invade é a de propriedade. 
Mas, que eu saiba, aquilo que se passa na Figueira não é propriedade dos 9 vereadores camarários...
De seguida surge-me uma outra ideia,  que é a de proibição - que conduz ao segredo...

Será que para Ataíde e seus compagnons de route , o segredo consiste em esconder as fontes onde o cidadão comum pode obter a informação do que se passa na sua cidade?..
Há coisas que acontecem na Figueira que, pelo menos para mim, são estupidamente irónicas.
Ou melhor, é assim que eu apenas as quero continuar a ver...
A transparência, na Figueira, não é uma "coisa" muito irónica?..

20 de setembro, uma data incontornável na Figueira...

No dia 20 de setembro, comemora-se mais um aniversário da elevação da vila da Figueira da Foz a Cidade.
Com a aproximação da data, há que  arranjar o passeio até à estátua, retirar o lixo - incluindo a merda dos cães - e cortar a relva.
O resto do ano é o que sabemos...
20 de setembro é  uma data incontornável na Figueira... 
Não acham que seria uma data para se instituir como O Dia do Orgulho do Governante Figueirense.
Quanto a mim, está aqui uma boa frase para um anúncio de uma campanha política... 
Há apenas um pormenor a ser mais trabalhado: de preferência com melhores figurantes.

Esforço e dedicação

Esta foto do Pedro Agostinho Cruz, que faz hoje mais uma primeira página do diário AS BEIRAS, na minha opinião é uma expressão de arte fotográfica.
Toda a expressão artística contém uma história singular, com esforço, trabalho e dedicação a acompanhá-la. 
Nada acontece por acaso. Todo o pormenor importa. O enquadramento foi obtido a partir da água, não de dentro de um barco, mas mesmo de dentro da água, com o foto jornalista a nadar no leito do rio.
Se cada enquadramento é diferente do anterior, este é mesmo diferente: joga com uma criatividade profunda.
Saiu esta imagem, quanto a mim, repito, uma bela expressão artística de um foto jornalista sempre à procura de um ângulo diferente.
Quem vê esta foto, ignora o trabalho e o esforço físico que exigiu...
Eu sei porque casualmente estava lá, ali pela zona onde está escrita a legenda «plano de emergência da capitania com teste positivo».
Conseguir tornar simples e possível o que é complicado, também é uma forma de arte.

"Reconhecimento"...

Foto sacada daqui
Daniel Santos, ontem nas Beiras, escreveu que "há quem ache uma curiosidade o facto do Mário, como o Zé Penicheiro, o Cunha Rocha, a Tesha, como outros que já partiram ou que felizmente estão connosco, terem escolhido a Figueira para dela fazerem o seu ateliê, o seu local de inspiração para escrever, para representar, para dançar. Apesar de tudo, a Figueira teve o mérito de os atrair. Eles sabiam porquê, embora nem sempre a Figueira lhes tenha retribuído, como mereciam."

Para um Artista, o sentir-se sozinho rodeado de gente, deve ser difícil de suportar. 
Presumo que para quem vive (ou viveu) de e para a Arte, a falta de "reconhecimento" deve ser frustrante. 

Não notam qualquer coisa de estranho na mercearia figueirense?.. (IV)

Portugueses gastam 47 milhões por dia nos hipermercados

Nota de rodapé.
Os nossos comentadores merecem ser citados...
"A Várzea de Tavarede, tida como a zona da Figueira com melhores terrenos agrícolas, está completamente betonizada com grandes superfícies comerciais – Pingo Doce, AKI e agora o LIDL. 
A Várzea de Tavarede e São Julião começou a ser destruída no consulado de Aguiar de Carvalho aquando da construção das Avenidas em cima de quintas agrícolas ao invés de construir em terrenos sem uso agrícola mas já cozinhados entre a CMFF e a empreiteira Lurdes Baptista para futuros loteamentos … o vil metal…
Nesta zona Várzea de Tavarede e São Julião e agora também Buarcos, foi igualmente proposto o Parque Verde da Cidade na campanha politiqueira de 2009 deste executivo camarário (tal como, propôs igualmente Santana Lopes) cujo a sua implementação foi nula ao contrário da vontade efectiva e rapidez em legalizar a construção do Pingo Doce, do AKI e LIDL no mesmo espaço projectado para o referido Parque Verde…
Também Duarte Silva em parceria Aprigiana também tentou betonizar esta zona com um Centro Comercial operacionalizado por um ex. futuro assessor …
Na Assembleia de 12 de Outubro de 2012 que sepultou a freguesia de São Julião (cuja a acta nunca foi publicada no site da CMFF), a Freguesia de Tavarede escapou à extinção ou agregação com uma prenuncia justificativa muito “delirante” de que é uma Freguesia somente RURAL… tão rural que detém a maiores urbanizações do concelho da Figueira da Foz e maior concentração de superfícies comerciais:
Intermarché; L.leclerc; FozPlaza – Jumbo; Na Várzea “tida como a zona da Figueira com melhores terrenos agrícolas” tem o Pingo Doce, AKI e agora o LIDL…
Mercearias e Lojas Figueirinhas sempre ao dispor de… alguns e destes muitos são somente banhistas de alforge…
Defender a Figueira só se for nos reles centímetros dos seus bolsos…"