segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Fiquemos pelos ideais...

O Mauro Correia é o autor desta foto, que mostra o Pedro nas alturas (para ver melhor, é só clicar em cima da imagem), conseguida no sábado passado,  durante o Raid Fotográfico dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz.
Apanhou o Pedro nas alturas, a ver o mundo virado ao contrário – isto é, de cima para baixo.
Não sei o que o Pedro viu – sei apenas o que fotografou, lá nas alturas.
Pelas fotografias, dá para ver que, vista do ar, na Figueira pouca coisa parece estranha, errada, fora do lugar.
Todavia, pelo que acompanhamos cá em baixo no dia-a-dia da nossa cidade, sabemos que muitas das  coisas que nos rodeiam estão, de facto, fora do seu lugar, diríamos mesmo completamente de pantanas...
Mas isso nada tem de especial, pois como sei, há muitos anos, que não existe uma mulher perfeita, também sei que a Figueira não é uma cidade perfeita...
Limito-me, portanto, também a ficar por um ideal de cidade perfeita... 
Contudo, tendo o "perfeito", na mulher, o sentido de satisfazer todos os requisitos que procuramos, o que poderia ser perfeitamente conseguido pela amálgama de duas ou mais mulheres (o que, naturalmente, aponta para uma cada vez maior aversão à monogamia, por consequência, ao casamento...), em relação a uma cidade, por motivos óbvios,  isso parece-me mais difícil de ser conseguido...

Derrama a cobrar na Figueira em 2014 é de 1,5%...

A derrama a cobrar no ano de 2014 foi um dos pontos da ordem de trabalhos da Assembleia Municipal da Figueira da Foz que se realizou na passada sexta-feira.
Na sessão, foi aprovada a proposta do executivo socialista, com 24 votos a favor, 15 contra e uma abstenção.
A proposta de Ataíde, recorde-se, “propôs a manutenção de uma taxa máxima de 1,5 por cento para valores tributáveis acima dos 150 mil euros e de um por cento abaixo daquele valor”.
Já os vereadores da coligação Somos Figueira haviam proposto uma derrama de 0,5 por cento.
Entretanto, na AM, os deputados da CDU apresentaram um requerimento, que foi chumbado, onde propuseram que, “face ao contexto social do país, a derrama a cobrar deveria ser de zero por cento".

Lei das Finanças Locais é “vingança” da direita


A nova Lei das Finanças Locais vai levar à morte por asfixia financeira vários municípios e é uma vingança da direita contra o 25 de Abril, foi dito ontem na Figueira da Foz no decorrer de um encontro de eleitos e activistas da Coligação Democrática Unitária (CDU) do nosso concelho.
"O que está em cima da mesa é o acelerar de um caminho no sentido da destruição do poder local democrático. O Governo cumpre uma função, ao serviço da grande banca internacional e nacional e dos interesses da direita, e vê nisto uma oportunidade de se vingar, de alguma maneira, do 25 de Abril”.