No passado domingo publiquei a postagem que a imagem acima mostra.
Recebi um comentário, que diz tudo sobre quem o enviou a coberto do anonimato.
Aliás, quem me conhece, sabe que me incomodam as pessoas que não dão a cara.
Cada vez sei melhor, que vale a pena viver a vida com verdade e com frontalidade!
Não estou a afirmar que sempre disse a verdade, mas posso afirmar que sempre fui frontal.
Contudo, a idade tem-me trazido essa serenidade da certeza que não há outra forma de a viver.
E não quero que pensem que estou para aqui a querer ser exemplo para alguém.
Longe disso... Gosto é de me dar bem comigo!
Perante o comentário que insinua, a coberto do anonimato, que "uma das causas de Joaquim Gil, foi o aniquilar do Figueirense em harmonia de vontade com Domingos Silva e Joaquim Sousa", a minha primeira reacção foi não publicá-lo.
Porém, pensando melhor, e dado que Joaquim Gil já não se pode defender e contribuir para o apuramento da verdade, resolvi recorrer a alguém que lidou com ele e foi seu Chefe de Redacção no jornal O Figueirense.
Eis, a verdade explicada por quem com ele privou de perto e é profundo conhecedor de tudo o que se passou em redor do encerramento de mais um jornal figueirense.
"Joaquim Gil, depois de aceitar o convite para substituir Jorge Lé na direcção de O Figueirense, abraçou o projecto de alma e coração.
Eram muitas as reuniões com os seus jornalistas, umas formais outras informais, tendo por objectivo único garantir a continuidade deste semanário, sem perder o rumo, mas com uma nova roupagem.
A linha editorial, como assim sempre é, sofreu alterações. É normal. Mas Joaquim Gil sempre, posso garantir, pugnou por não deixar morrer este jornal. Até na parte comercial, que não lhe dizia directamente respeito mas enquanto director o dizia, Joaquim Gil se preocupava.
As causas são mais ou menos conhecidas pelo encerramento de O Figueirense – a inviabilidade financeira do projecto, numa sociedade que pouco se preocupa em divulgar as suas empresas e negócios, poucos jornais assina.
Até à última hora, Joaquim Gil nunca deixou de colocar todo o seu profissionalismo ao serviço das suas funções de director. E foram muitas as reuniões, as conversas, com estes ou aqueles, para apurar a hipótese da continuidade do jornal, com outra administração.
Por isso dizer que uma das causas foi o aniquilar do jornal, garanto, é totalmente falso.
Gil abraçou o jornal. Tomava-o como parte da sua vida. Esta é a verdade."
Jorge Lemos
Nota de rodapé.
Ter talento é obra de um acaso: foi ter nascido com sorte.
Para mim, a coisa mais importante numa vida, é vivê-la com determinação e coragem.
A meu ver, da mesma forma, que quem tem medo de fazer merda, não deve comer, quem tem medo de assumir o que afirma, não deve vir para aqui comentar.
Há fronteiras que não podem ser ultrapassadas: atacar quem já não se pode defender, mais do que uma cobardia, é uma ignomínia e uma infâmia sem nome.
A terminar, deixo um abraço sentido e o agradecimento devido ao Jorge Lemos.
quarta-feira, 8 de março de 2017
Afinal o que separa a JS da JSD na Figueira e no resto do país, incluindo Açores e Madeira?
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| Imagem sacada do jornal AS BEIRAS, edição de hoje |
Bruno Pais de Menezes, membro da JSD, na sua página no facebook desabafa deste modo.
"Fico deveras feliz por ver o crescimento e a aceitação da democracia por parte das Escolas Secundárias da Figueira da Foz.
Há cerca de dois anos, na volta ao Secundário, actividade realizada pela JSD, a nossa equipa, foi expulsa, insultada e ameaçada por estarmos à porta da Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho.
Lembro-me perfeitamente da expressão utilizada por uma professora da Escola Dr. Joaquim de Carvalho, vão se embora, "Jotinhas de merda", "não queremos aqui betinhos".
Vários alunos presentes, ficaram CHOCADOS com a atitude da deplorável da docente.
Foi vergonhoso a forma como se dirigiram a nós, a forma como pontapearam os nossos materiais, pior do que tudo, a forma como a Docente e o Senhor Director da escola se dirigiu a antigos alunos.
Fico feliz por passados dois anos, a JS tenha conseguido colocar um cartaz com as siglas do Partido Socialista, fotografando o momento com tanta serenidade. Grandes progressos ou grandes cartas de recomendação.
Infelizmente, é a cidade e a mentalidade que temos.
Para uns TUDO, para outros, NADA!"
Perante isto, o que que é um cidadão, que ainda tem a ingenuidade de pensar que vive numa cidade onde todos nascem livres e com iguais em direitos, fica a pensar?
Perante isto, pensa com os seus botões:
1. Até onde a frase "pensa que vive numa cidade onde todos nascem livres e com iguais em direito", é verdadeira?
2. Se for, não será, por certo, à força de tanto a ouvirmos da boca dos políticos!
3. Se é verdade que, formalmente, a frase é verdadeira, isso não terá ficado a dever-se à Revolução Francesa, que nos deu o direito à igualdade formal?
4. Perante isto, sobra a incredulidade de um cidadão que ainda tem a ingenuidade de pensar que vive numa cidade onde todos nascem livres e com iguais em direitos.
5. Afinal, o que separa a JS da JSD?
Não são, apenas, uma espécie única?
Ou não será assim?
Pequeno contributo para a história do poder local figueirense..
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| para ver melhor clicar na imagem |
Tivemos presidentes de câmara, que concorreram por determinado partido, que depois tiveram diversos cargos no estado, porque aderiarm ao outro partido do chamado "arco da distribuição de tachos".
Tivemos vereadores, que concorreram por determinado partido, que depois tiveram diversos cargos, porque aderiram ao outro partido do chamado "arco da distrbuição de tachos".
Tivemos isso tudo - e muito mais - que levou a que muitos eleitores e eleitoras figueirenses ficassem desiludidos com a política local, ao ponto de terem deixado de votar.
Esta perturbação aumentou ainda mais quando apareceu outra fauna política: aqueles que dizem uma coisa e depois fazem o seu contrário, conforme se encontram na oposição ou no poder.
Vimos isso, ao longo dos anos, corporizado pelos políticos locais do PS e do PSD, na alternância de poder exercida na Figueira por estes dois partidos.
Tornou-se banal, uma equipa PS defender umas coisas, quando é poder executivo, e outras, bem diferentes, quando passa para a oposição. Aquilo que acabei de escrever, para o PS, serve igualmente se em vez de PS tivesse escrito PSD.
Quem acompanhou a política local, nos últimos 40 anos, verificou a instalação de uma "elite" na sociedade figueirense, cuja influência, de grupo, económica e política, conduziu a um autêntico nepotismo que levou à perversão democrática, traduzida em epifenómenos de oligarquia local, que se foram instalando ao longo dos anos, para controlar o acesso ao poder político na Figueira, que ficou acessível apenas ao chamdo "clube dos amigos".
Os políticos no activo e com poder de decisão (que muitas vezes não são os eleitos), têm sido sempre os mesmos - refiro-me, como é óbvio àqueles que verdadeiramente mandam e têm exercido a verdadeira influência no rumo que as coisas tomaram na Figueira e no concelho.
Nos últimos quase 40 anos, a democracia figueirense criou os chamados "barões partidários" que, no segredo dos gabinetes, fora das sedes partidárias, controlava os nomes para encabeçar as listas a apresentar pelo PS e PSD. No fundo, foram eles que decidiram o que era importante para a Figueira. Com uma agravante: os dois maiores partidos, conluiam-se frequentemente nestes acordos de regime, para que tudo permanecesse sem grandes alterações na sociedade que gizaram. Foi o que aconteceu.
Neste momento, entre os candidatos já assumidos para concorrer às autárquicas de 2017, pelos chamados partidos do "arco da distribuição de tachos", pelo PS temos a evolução na continuidade que levou a Figueira ao estado a que isto chegou. Pelo PSD, temos uma figura política "fresca": Carlos Tenreiro, apareceu na política há 4 anos como candidato a presidente da maior junta de freguesia do nosso concelho.
Neste momento, vive-se a expectativa legitimamente criada pela sua candidatura.
Dentro em pouco teremos a clarificação. A meu ver irá passar por quem se vier a rodear para o acompanhar na maior aventura política da sua vida.
Vamos lá a ver como vai conseguir lidar com uma classe política medíocre, que continua a existir no PSD figueirense, e que foi responsável pelo desbaratar de uma oportunidade ímpar de desenvolver a Figueira, depois de 1997, que durou até 2009.
Os eleitores figueirenses à esquerda do PS, continuam a viver, por estes dias, momentos de incógnita, sabendo que há limites que não podem ser ultrapassados.
O meu entendimento do que era melhor para a Figueira, seria a esquerda local aprender a entender-se e a conversar.
Mas, sobre essa matéria, as ilusões que tive, foram perdidas há 4 anos.
"Cidadania"...
"...há concidadãos a quem é adjudicada uma maior responsabilidade porque desempenham funções delegadas pelos cidadãos, estando sob permanente observação da comunidade. É o caso dos políticos mas também das “figuras públicas” ligadas às empresas, aos clubes desportivos e às instituições, cujos comportamentos se replicam e influenciam, quantas vezes de forma anti-pedagógica. Temos a noção de que errar é humano. Mas errar não é mentir deliberadamente, prometendo e não cumprindo. Errar é enganar-se. Praticar cidadania é não prometer o que se não pode cumprir mas é também assumir o engano, o erro e, humildemente, dar conta disso. Custa muito?"
Daniel Santos, hoje no jornal AS BEIRAS.
Daniel Santos, hoje no jornal AS BEIRAS.
terça-feira, 7 de março de 2017
"Macaco..."
Acabei de receber o melhor comentário de sempre: acutilante e de um humor crítico fora de série...
Nota de rodapé.
Já tinha dado conta que este blogue se estava a tornar numa jaula...
Caro comentador: obrigado pelo comentário...
Mas, por favor, não me atire amendoins, pois estou de dieta!
Nota de rodapé.
Já tinha dado conta que este blogue se estava a tornar numa jaula...
Caro comentador: obrigado pelo comentário...
Mas, por favor, não me atire amendoins, pois estou de dieta!
“É uma desgraça, um escândalo e um ataque imperdoável à democracia” ...
A Faculdade de Ciências Sociais e
Humanas da Universidade Nova de Lisboa foi obrigada a cancelar uma conferência de Jaime Nogueira Pinto, agendada para esta tarde,
porque um grupo de alunos considerou que a conferência era uma
coisa fascista.
Assisto a um crescendo de intolerância
que, além de ser criticável e preocupante, ameaça a paz social.
Chegadas as coisas a este ponto, afirmo
aos leitores que só vou sair daqui à força.
A liberdade de expressão é um direito
constitucional.
E não há ninguém que ponha cobro a
isto?..
P.S.
Sei bem quem é Jaime Nogueira Pinto.
Sou ouvinte de um programa que passa na Antena 1, Radicais Livres, onde debate com Ruben de
Carvalho, a actualidade nacional e internacional,
analisada e enquadrada à luz da História.
Porque é preciso recuar
para ver de forma mais abrangente.
Como sabemos, Ruben de Carvalho e Jaime Nogueira
Pinto, têm bases ideológicas opostas. A moderação é de Rui Pego.
Revisão do PDM vai entrar em discussão pública
Tudo na vida tem um ciclo.
Nós, nascemos, crescemos e morremos.
As plantas germinam, desabrocham e secam.
Os concorrentes de reality-shows participaram, deram entrevistas e acabaram a trabalhar numa sapataria ou numa padaria.
É a ordem natural das coisas.
A que nem os politicos escapam.
São eleitos, têm os seus estados de graça e desgraça, os seus problemas, as suas incompetências, as vitórias, reais e fictícias, as suas demissões e remodelações, e por aí fora, até às próximas eleições, que podem ser vencidas ou não, dependendo da vitória o prolongamento da sua longevidade política.
Tem sido assim, como não podia deixar de ser, com os políticos figueirenses.
Cerca de 20 anos depois do início do processo (1998), a revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) vai entrar no período de discussão pública – 30 dias úteis, entre março e maio.
A proposta, segundo o que li no jornal AS BEIRAS, foi aprovada por unanimidade, ontem, na reunião de câmara.
“O plano [em vigor desde 1994) padece de várias vulnerabilidades e alguns lapsos”, introduziu João Ataíde, presidente da Câmara da Figueira da Foz (PS).
O autarca, que entrou em funções em 2009, decidiu que a revisão teria de ser feita por técnicos da autarquia, tendo, para o efeito, sido criada uma equipa multidisciplinar, que também concebeu um programa informático para consulta e apresentação de propostas durante a discussão pública.
João Armando Gonçalves, vereador do PSD, defendeu que “é importante traduzir a informação de uma linguagem técnica para uma linguagem simples”.
A autarquia, no entanto, mostrou-se disponível para esclarecer dúvidas e ajudar a elaborar as propostas. Não obstante, o autarca da oposição considerou um “momento feliz” a abertura do processo de discussão pública do PDM.
Vou tentar informar-me melhor sobre esta revisão do PDM, mas pelo andar da carruagem, pirotecnias à parte, tirando "o momento feliz" da abertura do processo à discussão pública, presumo que não haverá grandes motivos para festejar, se pensarmos seriamente no assunto e sobre o que nos espera...
O futuro PDM deixa cair os índices de construção nas zonas rurais, passando a basear-se na cércea. Por outro lado, trava a dispersão das zonas habitacionais, concentrando-as nos núcleos existentes. Cria ainda a possibilidade de expansão das actuais zonas industriais e de actividades económicas e contempla novos parques industriais, um no Vale de Murta e outro no Pincho.
Indagada acerca do assunto por João Armando Gonçalves, a vereadora do executivo camarário Ana Carvalho garantiu que as 10 observações das nove entidades que aprovaram a revisão do PDM de forma condicionada serão corrigidas até ao final desta semana, ou seja, antes do documento seguir para publicação no Diário a República...
Nota de rodapé.
Em abono da verdade, devo dizer que não sei se o próximo PDM vai ser bonito e se a a revisão vai ser boa e bem feita.
Sei, porém, que houve tempo para um amplo e longo debate público. O que, nestes anos todos –desde 1989 – não aconteceu. E isso não foi só responsabilidade deste executivo.
Imagino, contudo, que muitas sugestões poderiam ter sido dadas e consideradas...
Todos sabemos que não é uma tarefa fácil, mas, na Figueira, em 26 anos, vários executivos presididos por 4 autarcas - dois do PS e dois do PSD - não conseguiram realizar a revisão do PDM.
Agora, vai ter de ser feita, obrigatoriamente.
Contudo, para isso, alguém teve de decidir.
E esse alguém não foi a Câmara Municipal da Figueira da Foz: foi o Governo.
Nós, nascemos, crescemos e morremos.
As plantas germinam, desabrocham e secam.
Os concorrentes de reality-shows participaram, deram entrevistas e acabaram a trabalhar numa sapataria ou numa padaria.
É a ordem natural das coisas.
A que nem os politicos escapam.
São eleitos, têm os seus estados de graça e desgraça, os seus problemas, as suas incompetências, as vitórias, reais e fictícias, as suas demissões e remodelações, e por aí fora, até às próximas eleições, que podem ser vencidas ou não, dependendo da vitória o prolongamento da sua longevidade política.
Tem sido assim, como não podia deixar de ser, com os políticos figueirenses.
Cerca de 20 anos depois do início do processo (1998), a revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) vai entrar no período de discussão pública – 30 dias úteis, entre março e maio.
A proposta, segundo o que li no jornal AS BEIRAS, foi aprovada por unanimidade, ontem, na reunião de câmara.
“O plano [em vigor desde 1994) padece de várias vulnerabilidades e alguns lapsos”, introduziu João Ataíde, presidente da Câmara da Figueira da Foz (PS).
O autarca, que entrou em funções em 2009, decidiu que a revisão teria de ser feita por técnicos da autarquia, tendo, para o efeito, sido criada uma equipa multidisciplinar, que também concebeu um programa informático para consulta e apresentação de propostas durante a discussão pública.
João Armando Gonçalves, vereador do PSD, defendeu que “é importante traduzir a informação de uma linguagem técnica para uma linguagem simples”.
A autarquia, no entanto, mostrou-se disponível para esclarecer dúvidas e ajudar a elaborar as propostas. Não obstante, o autarca da oposição considerou um “momento feliz” a abertura do processo de discussão pública do PDM.
Vou tentar informar-me melhor sobre esta revisão do PDM, mas pelo andar da carruagem, pirotecnias à parte, tirando "o momento feliz" da abertura do processo à discussão pública, presumo que não haverá grandes motivos para festejar, se pensarmos seriamente no assunto e sobre o que nos espera...
O futuro PDM deixa cair os índices de construção nas zonas rurais, passando a basear-se na cércea. Por outro lado, trava a dispersão das zonas habitacionais, concentrando-as nos núcleos existentes. Cria ainda a possibilidade de expansão das actuais zonas industriais e de actividades económicas e contempla novos parques industriais, um no Vale de Murta e outro no Pincho.
Indagada acerca do assunto por João Armando Gonçalves, a vereadora do executivo camarário Ana Carvalho garantiu que as 10 observações das nove entidades que aprovaram a revisão do PDM de forma condicionada serão corrigidas até ao final desta semana, ou seja, antes do documento seguir para publicação no Diário a República...
Nota de rodapé.Em abono da verdade, devo dizer que não sei se o próximo PDM vai ser bonito e se a a revisão vai ser boa e bem feita.
Sei, porém, que houve tempo para um amplo e longo debate público. O que, nestes anos todos –desde 1989 – não aconteceu. E isso não foi só responsabilidade deste executivo.
Imagino, contudo, que muitas sugestões poderiam ter sido dadas e consideradas...
Todos sabemos que não é uma tarefa fácil, mas, na Figueira, em 26 anos, vários executivos presididos por 4 autarcas - dois do PS e dois do PSD - não conseguiram realizar a revisão do PDM.
Agora, vai ter de ser feita, obrigatoriamente.
Contudo, para isso, alguém teve de decidir.
E esse alguém não foi a Câmara Municipal da Figueira da Foz: foi o Governo.
Da série esta nossa barra!...
Em declarações ao jornal AS BEIRAS, "o presidente da Cooperativa de Produtores de Peixe Centro Litoral reclama o desassoreamento da barra da Figueira da Foz."
António Miguel Lé defende "que as conclusões do grupo de trabalho para a segurança do acesso ao porto, criado pela tutela das pescas, sejam aplicadas."
Ainda na mesma peça publicada pelo jornal AS BEIRAS, António Miguel Lé entende "que o presidente da Administração do Porto da Figueira da Foz (Pedro Braga da Cruz) devia gerir apenas o Porto de Aveiro e a infraestrutura figueirense devia ser gerida por figueirenses."
A administração portuária não comentou as declarações do armador figueirense.
Contudo, informou "que estão a ser cumpridas as dragagens propostas pelo referido grupo de trabalho, disponibilizando 500 mil euros para o efeito."
Mais: "afiançou que aquela que estava prevista para abril está a ser antecipada."
Nota de rodapé.
Tal como o velho e experiente Manuel Luís Pata, continuo a perguntar-me...
"Quantos falam do mar, sem o conhecer?"
Vejam e ouçam alguém que sabe do que fala...
segunda-feira, 6 de março de 2017
Neste momento, as dificuldades são algo de permanente para a NAVAL...
.... finalmente, conseguiu acrescentar no currículo da temporada uma vitória.
Saude-se e registe-se o feito!
Coimbra, uma cidade muito à frente...
Coimbra, a cidade do conhecimento, onde se vê sempre além.
Coimbra, a cidade onde a sede de conhecimento é imensa.
Coimbra, a cidade onde a insatisfação é vital e alimenta a capacidade inventiva.
O inverso, como sabem os figueirenses, leva-nos à desistência e à conformação.
Figueirenses: vamos olhar para além do muro que nos puseram à frente.
É esta necessidade de busca que nos mantém interessados e atentos ao que nos rodeia. Vamos olhar para Coimbra...
"Câmara de Coimbra contrata sedutora que incendeia redes sociais"!..
"Entusiasta e praticante de danças de varão, a estonteante Dânia Neto partilha vídeos onde aparece em poses muito sensuais e mostra todo o seu amor pela “pole dance”, modalidade que por vezes é confundida com o “strip tease”.
Informação veiculada nos meios próprios da autarquia adianta que “Coimbra Pink Move – DesportivaWoman Day” é o nome do evento que a Câmara Municipal de Coimbra está a organizar para celebrar o Dia Internacional da Mulher.
Um evento que terá como embaixadora a actriz Dânia Neto, que junta a dança com actuações musicais dos mais variados géneros, e que vai decorrer no dia 11 de março, das 19h30 às 24h00, na Praça das Bandeiras do Convento São Francisco, acrescenta a CMC.
A edilidade acrescenta que apesar da entrada ser gratuita, é necessária uma pulseira para aceder ao espaço. As pulseiras devem ser levantadas nos dias 9, 10 e 11 de março, no balcão de atendimento do Fórum Coimbra."
Coimbra, a cidade onde a sede de conhecimento é imensa.
Coimbra, a cidade onde a insatisfação é vital e alimenta a capacidade inventiva.
O inverso, como sabem os figueirenses, leva-nos à desistência e à conformação.
Figueirenses: vamos olhar para além do muro que nos puseram à frente.
É esta necessidade de busca que nos mantém interessados e atentos ao que nos rodeia. Vamos olhar para Coimbra...
"Câmara de Coimbra contrata sedutora que incendeia redes sociais"!..
"Entusiasta e praticante de danças de varão, a estonteante Dânia Neto partilha vídeos onde aparece em poses muito sensuais e mostra todo o seu amor pela “pole dance”, modalidade que por vezes é confundida com o “strip tease”.
Informação veiculada nos meios próprios da autarquia adianta que “Coimbra Pink Move – DesportivaWoman Day” é o nome do evento que a Câmara Municipal de Coimbra está a organizar para celebrar o Dia Internacional da Mulher.
Um evento que terá como embaixadora a actriz Dânia Neto, que junta a dança com actuações musicais dos mais variados géneros, e que vai decorrer no dia 11 de março, das 19h30 às 24h00, na Praça das Bandeiras do Convento São Francisco, acrescenta a CMC.
A edilidade acrescenta que apesar da entrada ser gratuita, é necessária uma pulseira para aceder ao espaço. As pulseiras devem ser levantadas nos dias 9, 10 e 11 de março, no balcão de atendimento do Fórum Coimbra."
Geminações...
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| Notícia de sábado passado no jornal AS BEIRAS |
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| O que se tem feito, ao longo dos anos, para aprofundar estas geminações? |
A natureza
| Foto João Filipe Carronda Antunes |
É verdade, que o tempo não está para flores, mas a natureza desconhece ditos!
A natureza é sempre linda.
E ela aí está para que possamos sorrir.
Apesar do tempo não estar para flores...
Em breve, teremos o tempo em que me sinto bem e confortável - a primavera - e a natureza voltará a cobrir-se com as suas cores novas.
Na natureza, o que mais admiro é esta inesgotável capacidade de resistência e a permanente promessa de rejuvenescimento!
Para o cota que está na foto, a esperança de vida e de resiliência tem-se alargado tanto que, qualquer dia, rivaliza com a natureza!
A primavera, é a renovação...
Contudo, nós os humanos, infelizmente, realisticamente sabemos que não temos a capacidade de renovação da natureza.
Com o passar do tempo acabamos por definhar e morrer!
O pensar faz-me bem: dá para recriar o real, colorindo ainda mais o que agora vivo com felicidade e agrado.
Humor negro!
"Livro Branco da Figueira", é uma crónica de Teotónio Cavaco, deputado municipal do PSD, hoje publicada no jornal AS BEIRAS.
Gostei de ler.
Na Figueira, felizmente, há quem esteja na escrita e na política activa com educação e senso de humor.
Na Figueira, depois de 40 anos a brincar com a gente, PS + PSD já se deviam sentir um pouco fartos...
Confesso que nunca fui apreciador do "mais do mesmo" e, muito menos, admirador do seu humor...
Mas, eles não se cansam. E, passados 40 longos anos, querem continuar o "mais do mesmo"...
Esta cidade tem algo de muito especial.
A explicação, possivelmente, terá a ver com o tipo de luz que temos, único e resplandecente, que lhe é dado, não pelos imensos espelhos de água naturais, que são o estuário do Mondego, que a bordeja de leste a oeste, ou do Atlântico, que lhe define a linha do horizonte a oeste, mas sim, pelo espelho de água junto ao Forte de Santa Catarina, magnífico e perfeito, como são todas as obras do actual presidente da câmara, que permitiram que em pouco mais de sete anos, tivesse sido possível estender a todo o concelho o reflexo radioso e pujante de uma governação camarária com a assinatura de João Ataíde e da sua extraordiária equipa de colaboradores.
Mas vamos ao que interessa.
Gosto pouco de chefes. Contudo, reconheço que as lideranças são imprescindíveis.
É bonito ver uma equipa a funcionar, a fazer parecer fácil aquilo que é bem difícil de conseguir!
Na Figueira, como sabemos, isto anda sobre rodas!
Quando a excelência, a cultura, a competência e a inteligência resolvem dar as mãos e formar uma equipa para liderar o concelho, os resultados aparecem com naturalidade.
A realidade, em si, não será totalmente interessante.
Interessante é aquilo de que os mais atentos se apercebem, aquilo que os criativos imaginam, aquilo que os mais astutos conseguem vislumbrar!
Basta de realidade. Venham mais sonhos.
Vamos, então,à leitura da crónica.
"Os Livros Brancos surgem normalmente na sequência de Livros Verdes, tendo estes como fi nalidade lançar um processo de consulta, o mais abrangente possível quanto aos contributos, mas que proporcione a defi nição de uma Estratégia Global e de um Plano de Ação numa área específi ca, para que haja de facto consequências práticas impactantes e duradouras. Há cerca de três anos, a Figueira assistiu à apresentação, discreta q.b. vá-se lá saber porquê, de um “Plano estratégico de desenvolvimento”, documento sem grande coerência interna, vago e incompleto em diversas áreas, o qual duvido que alguma vez tenha sido considerado na defi nição de qualquer ação que se tenha empreendido desde então – referi na altura que estivemos à espera da Obra-prima e saiu-nos a prima do Mestre-deobras… Mesmo que, num cândido exercício de boa vontade, possamos considerar o PED uma espécie de Livro Verde, seria muito interessante aproveitar estes próximos seis meses para elaborar, entre todos os que se proporão liderar os destinos do Concelho, um verdadeiro Livro Branco da Figueira, o qual possibilite efetivamente resolver a equação “melhorar a vida de quem cá vive e/ou trabalha – tornar mais apetecível a estadia a quem nos visita para que queira ansiosamente voltar” (ou seja, na Figueira podemos ser felizes). Utopia? Impossibilidade? Loucura? Infantilidade? Ou será esta a altura decisiva para ir à procura, de novo, do futuro?"
Gostei de ler.
Na Figueira, felizmente, há quem esteja na escrita e na política activa com educação e senso de humor.
Na Figueira, depois de 40 anos a brincar com a gente, PS + PSD já se deviam sentir um pouco fartos...
Confesso que nunca fui apreciador do "mais do mesmo" e, muito menos, admirador do seu humor...
Mas, eles não se cansam. E, passados 40 longos anos, querem continuar o "mais do mesmo"...
Esta cidade tem algo de muito especial.
A explicação, possivelmente, terá a ver com o tipo de luz que temos, único e resplandecente, que lhe é dado, não pelos imensos espelhos de água naturais, que são o estuário do Mondego, que a bordeja de leste a oeste, ou do Atlântico, que lhe define a linha do horizonte a oeste, mas sim, pelo espelho de água junto ao Forte de Santa Catarina, magnífico e perfeito, como são todas as obras do actual presidente da câmara, que permitiram que em pouco mais de sete anos, tivesse sido possível estender a todo o concelho o reflexo radioso e pujante de uma governação camarária com a assinatura de João Ataíde e da sua extraordiária equipa de colaboradores.
Mas vamos ao que interessa.
Gosto pouco de chefes. Contudo, reconheço que as lideranças são imprescindíveis.
É bonito ver uma equipa a funcionar, a fazer parecer fácil aquilo que é bem difícil de conseguir!
Na Figueira, como sabemos, isto anda sobre rodas!
Quando a excelência, a cultura, a competência e a inteligência resolvem dar as mãos e formar uma equipa para liderar o concelho, os resultados aparecem com naturalidade.
A realidade, em si, não será totalmente interessante.
Interessante é aquilo de que os mais atentos se apercebem, aquilo que os criativos imaginam, aquilo que os mais astutos conseguem vislumbrar!
Basta de realidade. Venham mais sonhos.
Vamos, então,à leitura da crónica.
"Os Livros Brancos surgem normalmente na sequência de Livros Verdes, tendo estes como fi nalidade lançar um processo de consulta, o mais abrangente possível quanto aos contributos, mas que proporcione a defi nição de uma Estratégia Global e de um Plano de Ação numa área específi ca, para que haja de facto consequências práticas impactantes e duradouras. Há cerca de três anos, a Figueira assistiu à apresentação, discreta q.b. vá-se lá saber porquê, de um “Plano estratégico de desenvolvimento”, documento sem grande coerência interna, vago e incompleto em diversas áreas, o qual duvido que alguma vez tenha sido considerado na defi nição de qualquer ação que se tenha empreendido desde então – referi na altura que estivemos à espera da Obra-prima e saiu-nos a prima do Mestre-deobras… Mesmo que, num cândido exercício de boa vontade, possamos considerar o PED uma espécie de Livro Verde, seria muito interessante aproveitar estes próximos seis meses para elaborar, entre todos os que se proporão liderar os destinos do Concelho, um verdadeiro Livro Branco da Figueira, o qual possibilite efetivamente resolver a equação “melhorar a vida de quem cá vive e/ou trabalha – tornar mais apetecível a estadia a quem nos visita para que queira ansiosamente voltar” (ou seja, na Figueira podemos ser felizes). Utopia? Impossibilidade? Loucura? Infantilidade? Ou será esta a altura decisiva para ir à procura, de novo, do futuro?"
Haja bom senso...
Vou citar a página do facebook do Município da Figueira da Foz.
"A decorrer em Nogent sur Marne uma reunião de trabalho sobre "Turismo e Economia" no âmbito da visita da delegação figueirense. O Grupo da Leirosa encontra-se igualmente presente na cidade."
Hoje vou ser bonzinho, vou ter bom senso, vou ser equilibrado, vou ser um santinho!..
Pouco mais tenho a escrever, a não ser afirmar que é triste, mas vai sendo verdade, que de uma forma geral, o que vou vendo dos políticos que governam a Figueira, enfastia-me cada vez mais.
Ou estou mais exigente ou estou cada vez mais desiludido.
Talvez seja um pouco das duas, mas parece-me que a componente da desilusão está a prevalecer...
isto está a ser cada vez mais mau...
Resta-me o consolo de ter a consciência tranquila: nunca levei ninguém para o mau caminho...
Cito, desta vez, Carlos Tenreiro, candidato do PSD à Câmara Municipal da Figuiera da Foz.
"Ficará por explicar como uma cidade localizada na periferia de Paris pode contribuir para o modelo de desenvolvimento do turismo e da economia que se pretende para um concelho como o nosso, situado no litoral e de características completamente diferentes..."
Quem souber, que explique...
"A decorrer em Nogent sur Marne uma reunião de trabalho sobre "Turismo e Economia" no âmbito da visita da delegação figueirense. O Grupo da Leirosa encontra-se igualmente presente na cidade."
Hoje vou ser bonzinho, vou ter bom senso, vou ser equilibrado, vou ser um santinho!..
Pouco mais tenho a escrever, a não ser afirmar que é triste, mas vai sendo verdade, que de uma forma geral, o que vou vendo dos políticos que governam a Figueira, enfastia-me cada vez mais.
Ou estou mais exigente ou estou cada vez mais desiludido.
Talvez seja um pouco das duas, mas parece-me que a componente da desilusão está a prevalecer...
isto está a ser cada vez mais mau...
Resta-me o consolo de ter a consciência tranquila: nunca levei ninguém para o mau caminho...
Cito, desta vez, Carlos Tenreiro, candidato do PSD à Câmara Municipal da Figuiera da Foz.
"Ficará por explicar como uma cidade localizada na periferia de Paris pode contribuir para o modelo de desenvolvimento do turismo e da economia que se pretende para um concelho como o nosso, situado no litoral e de características completamente diferentes..."
Quem souber, que explique...
domingo, 5 de março de 2017
Não me peçam para mudar...
"Mau feitio aumenta esperança de vida."
Não há certezas de nada, vivemos num mundo em completa mudança. O que hoje é dado como líquido, amanhã não passa de uma esperança desfeita.
"A investigação envolveu mais de seis mil pessoas e conclui que reprimir as emoções acelera a pulsação e a transpiração o que aumenta as probabilidades de hipertensão, doenças cardiovasculares, cancro ou probelmas nos rins.
A necessidade de controlo e o comportamento defensivo são os principais fatores que levam algumas pessoas a reprimir o que sentem, explicam os cientistas Marcus Mund e Kristen Mitte ao jornal britânico Daily Mail.
Por outro lado, quem diz o que pensa, e é conhecido por ter mau feitio, corre menos riscos, de acordo com os investigadores."
Pois...
A vida, com esperança, é tudo menos linear.
Sabemos que, por vezes, é tramada!
Se, por escrever isto, pensam que estou fartinho dela, enganam-se.
Temos é que saber valorizar o que é importante.
E o é importante é sermos naturais.
A naturalidade tem a ver com a verdade, com o ser-se genuíno, com um amor próprio e um ego que não se inferioriza perante a crítica maliciosa e maldosa dos outros.
A naturalidade é sermos nós.
Pergunto: há alguém mais importante que nós?
Não há certezas de nada, vivemos num mundo em completa mudança. O que hoje é dado como líquido, amanhã não passa de uma esperança desfeita.
"A investigação envolveu mais de seis mil pessoas e conclui que reprimir as emoções acelera a pulsação e a transpiração o que aumenta as probabilidades de hipertensão, doenças cardiovasculares, cancro ou probelmas nos rins.
A necessidade de controlo e o comportamento defensivo são os principais fatores que levam algumas pessoas a reprimir o que sentem, explicam os cientistas Marcus Mund e Kristen Mitte ao jornal britânico Daily Mail.
Por outro lado, quem diz o que pensa, e é conhecido por ter mau feitio, corre menos riscos, de acordo com os investigadores."
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| Numa manifestação em Coimbra, em de março de 2013, contra o PAF |
A vida, com esperança, é tudo menos linear.
Sabemos que, por vezes, é tramada!
Se, por escrever isto, pensam que estou fartinho dela, enganam-se.
Temos é que saber valorizar o que é importante.
E o é importante é sermos naturais.
A naturalidade tem a ver com a verdade, com o ser-se genuíno, com um amor próprio e um ego que não se inferioriza perante a crítica maliciosa e maldosa dos outros.
A naturalidade é sermos nós.
Pergunto: há alguém mais importante que nós?
O retrato de um concelho
MARÇO DE 2017: ESTÁDIO MUNICIPAL JOSÉ BENTO PESSOA, FIGUEIRA DA FOZ...
"O que é que vos ocorre dizer?", pergunta na sua págima do facebook o Luis Manuel Ribeiro.
Bradamos indignados?
Contra quem?..
A culpa é, absolutamente e só, nossa.
Temos a programação merecida...
Não sendo, de todo, o maior problema da Figueira, este é um retrato do nosso concelho.
Está a envelhecer.
Está sem empresas e sem trabalho.
Está com uma juventude, na sua maioria, resignada e sem futuro.
Está a ser politicamente gerida por um executivo politicamente inqualificável e inadjetivável.
Está sem oposição às politicas do executivo, porque esta oposição tem telhados de vidro.
Está sem justiça, grassa a impunidade e o "xico-espertismo" é recompensado.
Está sem rumo.
Está a agonizar dia a dia e sem esperança.
Está destroçado.
No fim desta “aventura politica”, veremos as ruínas que sobram...
Em 2017, Março, ou não é este o meu concelho, ou não conheço nada do meu concelho.
Li um estudo, há anos, em que os psiquiatras concluiam que, uma em cada quatro pessoas tem alguma deficiência mental.
Vou ficar de olho em três dos meus amigos.
Se eles me parecerem normais, só posso tirar uma conclusão: o doido serei eu.
"Joaquim Gil - Um homem de causas"
Foi um conhecido advogado, com escritório em Coimbra e Figueira da Foz, que exerceu uma intensa actividade cívica.
O advogado Joaquim Gil, foi vítima de morte súbita, a 8 de Janeiro de 2105. Tinha 60 anos.
Recorde-se que Joaquim Gil, foi o último Director do extinto jornal o Figueirense.
O livro póstumo que lhe é dedicado, “Joaquim Gil – Um homem de causas”, será apresentado no próximo dia 15, pelas 18H00, no restaurante Picadeiro.
O advogado Joaquim Gil, foi vítima de morte súbita, a 8 de Janeiro de 2105. Tinha 60 anos.
Recorde-se que Joaquim Gil, foi o último Director do extinto jornal o Figueirense.
O livro póstumo que lhe é dedicado, “Joaquim Gil – Um homem de causas”, será apresentado no próximo dia 15, pelas 18H00, no restaurante Picadeiro.
EXPOSIÇÃO EVOCATIVA DOS CEM ANOS DO NASCIMENTO DO PROFESSOR LUÍS DE ALBUQUERQUE, MATEMÁTICO E HISTORIADOR DA NÁUTICA DOS DESCOBRIMENTOS
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| PROFESSOR LUÍS DE ALBUQUERQUE |
sábado, 4 de março de 2017
Só num país especialista em burocracia...
Os diversos "poderzinhos" precisam da burocracia, para sobreviverem.
Por issso são difusos...
O cidadão raramente conhece os caminhos para a solução dos seus problemas. Por vezes, até eles, os tais burocratas dos "poderzinhos" se confundem.
Recentemente o "Ambiente lançou concurso de obras na Figueira da Foz em jurisdição alheia"!..
Segundo o jornal Público, o projecto, que não foi tornado público, foi apresentado pela APA no final de 2016, internamente, à autarquia da Figueira da Foz, mas não à administração do porto, que o desconhecia.
Questionado pela Lusa sobre se a Agência Portuguesa do Ambiente não conhece a sua área de intervenção, o secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins, respondeu com a realização de uma reunião, agendada para quinta-feira, na Figueira da Foz, em que "vão ser dirimidos alguns assuntos que eventualmente ainda possam merecer reserva relativamente à anunciada intervenção".
"Espero que se conciliem as vontades no sentido de ultrapassar alguma dúvida que possa existir sobre o tema", disse o governante, admitindo, no entanto, que a reunião "eventualmente deveria ter ocorrido" antes do lançamento do concurso público.
"Embora haja uma boa delimitação do domínio público hídrico, daquilo que são áreas afetas a cada um dos fins, admito que em alguma circunstância possam ocorrer episódios dessa natureza [conflito de jurisdição]. O que me parece mais relevante enfatizar é esta vontade De as pessoas se sentarem à mesa e estabilizarem uma solução consensual. Sendo todas elas entidades públicas, julgo que esse exercício não será difícil", argumentou Carlos Martins.
Também o presidente da Administração do Porto da Figueira da Foz (APFF), Braga da Cruz, destacou a reunião da próxima semana e afirmou que o ocorrido deriva de existirem em Portugal "muitas entidades a intervirem sobre os mesmos territórios, um mal que já foi diagnosticado há muito tempo".
"Felizmente que nos damos bem e nos conseguimos entender, mas é um bocado fruto da própria complexidade da administração pública", argumentou.
Braga da Cruz frisou que o encontro com os responsáveis da APA e da autarquia da Figueira da Foz vai incidir sobre este caso, mas também sobre outras intervenções relacionadas com a erosão costeira e requalificação da zona do Cabedelo "exactamente para evitar uma situação análoga".
"Estas coisas dão sempre ensinamentos e por isso vamos reunir para articular as posições conjuntamente, previamente, para darmos passos seguros", argumentou.
Por seu turno, a vereadora Ana Carvalho lembrou que a autarquia não tem jurisdição naquela zona, mas efectuou "pressão" junto das entidades estatais "para que a obra se faça".
Ana Carvalho minimizou o conflito de jurisdição entre a APA e a APFF, alegando que "são duas entidades do Estado" e argumentando que as entidades públicas, Estado ou autarquias, "podem lançar concursos" em zonas onde não têm jurisdição, mas "não podem é adjudicar e iniciar obra em seara alheia" sem licença.
Já sobre o calendário dos trabalhos, o concurso público prevê seis meses de obra e fontes autárquicas declararam que os trabalhos se iniciavam este mês, levando a que, se assim acontecer, possam coincidir com a época balnear numa das praias mais concorridas da Figueira da Foz, à qual afluem milhares de pessoas por dia.
Por issso são difusos...
O cidadão raramente conhece os caminhos para a solução dos seus problemas. Por vezes, até eles, os tais burocratas dos "poderzinhos" se confundem.
Recentemente o "Ambiente lançou concurso de obras na Figueira da Foz em jurisdição alheia"!..
Segundo o jornal Público, o projecto, que não foi tornado público, foi apresentado pela APA no final de 2016, internamente, à autarquia da Figueira da Foz, mas não à administração do porto, que o desconhecia.
Questionado pela Lusa sobre se a Agência Portuguesa do Ambiente não conhece a sua área de intervenção, o secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins, respondeu com a realização de uma reunião, agendada para quinta-feira, na Figueira da Foz, em que "vão ser dirimidos alguns assuntos que eventualmente ainda possam merecer reserva relativamente à anunciada intervenção".
"Espero que se conciliem as vontades no sentido de ultrapassar alguma dúvida que possa existir sobre o tema", disse o governante, admitindo, no entanto, que a reunião "eventualmente deveria ter ocorrido" antes do lançamento do concurso público.
"Embora haja uma boa delimitação do domínio público hídrico, daquilo que são áreas afetas a cada um dos fins, admito que em alguma circunstância possam ocorrer episódios dessa natureza [conflito de jurisdição]. O que me parece mais relevante enfatizar é esta vontade De as pessoas se sentarem à mesa e estabilizarem uma solução consensual. Sendo todas elas entidades públicas, julgo que esse exercício não será difícil", argumentou Carlos Martins.
Também o presidente da Administração do Porto da Figueira da Foz (APFF), Braga da Cruz, destacou a reunião da próxima semana e afirmou que o ocorrido deriva de existirem em Portugal "muitas entidades a intervirem sobre os mesmos territórios, um mal que já foi diagnosticado há muito tempo".
"Felizmente que nos damos bem e nos conseguimos entender, mas é um bocado fruto da própria complexidade da administração pública", argumentou.
Braga da Cruz frisou que o encontro com os responsáveis da APA e da autarquia da Figueira da Foz vai incidir sobre este caso, mas também sobre outras intervenções relacionadas com a erosão costeira e requalificação da zona do Cabedelo "exactamente para evitar uma situação análoga".
"Estas coisas dão sempre ensinamentos e por isso vamos reunir para articular as posições conjuntamente, previamente, para darmos passos seguros", argumentou.
Por seu turno, a vereadora Ana Carvalho lembrou que a autarquia não tem jurisdição naquela zona, mas efectuou "pressão" junto das entidades estatais "para que a obra se faça".
Ana Carvalho minimizou o conflito de jurisdição entre a APA e a APFF, alegando que "são duas entidades do Estado" e argumentando que as entidades públicas, Estado ou autarquias, "podem lançar concursos" em zonas onde não têm jurisdição, mas "não podem é adjudicar e iniciar obra em seara alheia" sem licença.
Já sobre o calendário dos trabalhos, o concurso público prevê seis meses de obra e fontes autárquicas declararam que os trabalhos se iniciavam este mês, levando a que, se assim acontecer, possam coincidir com a época balnear numa das praias mais concorridas da Figueira da Foz, à qual afluem milhares de pessoas por dia.
sexta-feira, 3 de março de 2017
Voltámos ao tempo da "tanga"?... Ou, para sermos originais, do "fio dental"...
Já hoje é sexta-feita e, esta semana, não dei conta de nenhuma promessa nova do presidente Ataíde e da sua equipa de agitação e propaganda...
Será que basta, irmos "ser a capital (mundial?) do destino turístico dos desportos de areia, com condições para a prática de diversas modalidades no extenso areal urbano, incluindo um centro de alto rendimento, sendo o parque municipal de campismo a sua base (com bangalôs, piscina e ginásio), com muitas mais unidades hoteleiras, para receber estágios de seleções e de clubes, nacionais e estrangeiros"? Sem esquecer, claro, o "Anel das Artes, também na praia, e a Piscina-Praia remodelada e coberta…"
Será que basta, irmos "ser a capital (mundial?) do destino turístico dos desportos de areia, com condições para a prática de diversas modalidades no extenso areal urbano, incluindo um centro de alto rendimento, sendo o parque municipal de campismo a sua base (com bangalôs, piscina e ginásio), com muitas mais unidades hoteleiras, para receber estágios de seleções e de clubes, nacionais e estrangeiros"? Sem esquecer, claro, o "Anel das Artes, também na praia, e a Piscina-Praia remodelada e coberta…"
As circunstâncias...
Via AS BEIRAS:
"Cada vez que o mar se revolta, os residentes de São Pedro e da Leirosa temem o pior. As últimas agitações marítimas têm danificado as frágeis barreiras que se interpõem entre o Atlântico e as localidades, com a água a aproximar-se perigosamente das zonas residenciais: os cordões dunares já não são suficientemente resistentes para fazerem frente à força das ondas, que até pedras de grande porte arrastam para a via pública.
A Praia da Cova, o Cabedelo e a Leirosa são as zonas mais fustigadas, mas a Tamargueira e a Costa de Lavos também têm sido afetadas pelo avanço do mar.
«Há necessidade da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) criar um enrocamento para proteger a Praia da Cova, o que nos deixaria mais descansados nos próximos anos», defendeu António Salgueiro, presidente da Junta de São Pedro. «Está prevista uma intervenção, desde o quinto molhe até à Costa de Lavos», acrescentou o autarca da margem sul da cidade. «O nosso receio é que o mar atinja as habitações», disse ainda ao jornal António Sagueiro."
Este espaço começou, quase há 11 anos, com poucas dezenas de leitores diários.
A coisa foi crescendo. No tempo que passa, tem dias em que ultrapassa as 5 000 visualizações.
A média mensal, neste momento, está próxima das 100 000.
Isto não aconteceu por acaso. Contra tudo e contra o oportunismo dos políticos com responsabilidades políticas na Aldeia e na cidade, sempre focámos a verdade e a realidade.
Para OUTRA MARGEM, a protecção da Orla Costeira Portuguesa foi sempre uma necessidade de primeira ordem...
O processo de erosão costeira assumiu, desde sempre, aspectos preocupantes numa percentagem significativa do litoral continental. Logo em 11 de Dezembro de 2006, alertámos para o estado em que se encontrava a duna logo a seguir ao chamado “Quinto Molhe”, a sul da Praia da Cova.
Fomos acusados de tudo, caluniados, perseguidos, ostracizados, mas nunca nos calámos.
O "elogio" mais simpático que recebemos do poder local foi: "velhos do restelo e profetas da desgraça..."
Por vezes, ao centrar-se a atenção sobre o acessório, perde-se a oportunidade de resolver o essencial... Foi o que aconteceu na Aldeia e os resultados estão à vista. Podia haver falta de verba, mas existiam prioridades... E quem está no poder há mais de 20 anos, ou há mais de sete, tem responsabilidades políticas.
Confesso: conhecia pessoalmente alguns leitores, antes de começar a editar o OUTRA MARGEM.
Via OUTRA MARGEM, já conheci muita gente.
Por exemplo, não é raro estar a fazer compras numa superficie comercial e, alguém que não conheço, vir abordar-me: não é o Agostinho da OUTRA MARGEM?..
Digo que sim... E lá vem o incentivo: carregue neles...
Neste momento, tenho a certeza que não conheço pessoalmente a esmagadora maioria dos leitores deste espaço: não é que tenha interesse especial em saber o trabalho que desempenham, a idade, o estado civil, onde votaram, o dinheiro da conta bancária, a casa onde moram, se para lá morar precisaram de crédito bancário ou dispunham da massa total para a compra, se têm carro, ou andam de transportes públicos, se frequentam igrejas, sinagogas ou mesquitas, se têm 20 ou 90 anos, se são agricultores, pescadores, professores, médicos, recepcionistas, enfermeiros, bancários (banqueiros não acredito...) se são homens ou mulheres, se comem mais peixe ou carne, se gostam de sopa, vegetais e fruta, se bebem mais leite, mais água ou mais vinho, se viajam, ou se não gostam de viajar, se gostam de ler, ou se gostam mais de futebol, etc...
A única coisa que presumo é que as circunstâncias de quem me lê, são as minhas...
E, como sabemos, em igualdade de circunstâncias, é mais feliz quem gosta de sorrir.
Tristezas não pagam dívidas e as pessoas querem é ultrapassar os problemas que as afligem.
Por isso, é que gosto de distribuir por aqui sorrisos...
Não há quem não sorria a um sorriso!
E sabem uma coisa?
Custa tão pouquinho!
Do alto da Serra da Boa Viagem, olhando para sul, tudo avistamos...
Contudo, quando estamos na praia da Cova, e olhamos para norte, sentimo-nos frágeis e pequenos...
Todavia, somos a mesma pessoa: apenas a perspectiva é que mudou.
Nada mais.
Não nos iludamos. Nem com a nossa pequenez. Nem com a nossa importância.
Ambas, são adjectivas ao substantivo que somos.
As circunstâncias exteriores é que se modificaram!
"Cada vez que o mar se revolta, os residentes de São Pedro e da Leirosa temem o pior. As últimas agitações marítimas têm danificado as frágeis barreiras que se interpõem entre o Atlântico e as localidades, com a água a aproximar-se perigosamente das zonas residenciais: os cordões dunares já não são suficientemente resistentes para fazerem frente à força das ondas, que até pedras de grande porte arrastam para a via pública.
A Praia da Cova, o Cabedelo e a Leirosa são as zonas mais fustigadas, mas a Tamargueira e a Costa de Lavos também têm sido afetadas pelo avanço do mar.
«Há necessidade da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) criar um enrocamento para proteger a Praia da Cova, o que nos deixaria mais descansados nos próximos anos», defendeu António Salgueiro, presidente da Junta de São Pedro. «Está prevista uma intervenção, desde o quinto molhe até à Costa de Lavos», acrescentou o autarca da margem sul da cidade. «O nosso receio é que o mar atinja as habitações», disse ainda ao jornal António Sagueiro."
Este espaço começou, quase há 11 anos, com poucas dezenas de leitores diários.
A coisa foi crescendo. No tempo que passa, tem dias em que ultrapassa as 5 000 visualizações.
A média mensal, neste momento, está próxima das 100 000.
Isto não aconteceu por acaso. Contra tudo e contra o oportunismo dos políticos com responsabilidades políticas na Aldeia e na cidade, sempre focámos a verdade e a realidade.
Para OUTRA MARGEM, a protecção da Orla Costeira Portuguesa foi sempre uma necessidade de primeira ordem...
O processo de erosão costeira assumiu, desde sempre, aspectos preocupantes numa percentagem significativa do litoral continental. Logo em 11 de Dezembro de 2006, alertámos para o estado em que se encontrava a duna logo a seguir ao chamado “Quinto Molhe”, a sul da Praia da Cova.
Fomos acusados de tudo, caluniados, perseguidos, ostracizados, mas nunca nos calámos.
O "elogio" mais simpático que recebemos do poder local foi: "velhos do restelo e profetas da desgraça..."
Por vezes, ao centrar-se a atenção sobre o acessório, perde-se a oportunidade de resolver o essencial... Foi o que aconteceu na Aldeia e os resultados estão à vista. Podia haver falta de verba, mas existiam prioridades... E quem está no poder há mais de 20 anos, ou há mais de sete, tem responsabilidades políticas.
Confesso: conhecia pessoalmente alguns leitores, antes de começar a editar o OUTRA MARGEM.
Via OUTRA MARGEM, já conheci muita gente.
Por exemplo, não é raro estar a fazer compras numa superficie comercial e, alguém que não conheço, vir abordar-me: não é o Agostinho da OUTRA MARGEM?..
Digo que sim... E lá vem o incentivo: carregue neles...
Neste momento, tenho a certeza que não conheço pessoalmente a esmagadora maioria dos leitores deste espaço: não é que tenha interesse especial em saber o trabalho que desempenham, a idade, o estado civil, onde votaram, o dinheiro da conta bancária, a casa onde moram, se para lá morar precisaram de crédito bancário ou dispunham da massa total para a compra, se têm carro, ou andam de transportes públicos, se frequentam igrejas, sinagogas ou mesquitas, se têm 20 ou 90 anos, se são agricultores, pescadores, professores, médicos, recepcionistas, enfermeiros, bancários (banqueiros não acredito...) se são homens ou mulheres, se comem mais peixe ou carne, se gostam de sopa, vegetais e fruta, se bebem mais leite, mais água ou mais vinho, se viajam, ou se não gostam de viajar, se gostam de ler, ou se gostam mais de futebol, etc...
A única coisa que presumo é que as circunstâncias de quem me lê, são as minhas...
E, como sabemos, em igualdade de circunstâncias, é mais feliz quem gosta de sorrir.
Tristezas não pagam dívidas e as pessoas querem é ultrapassar os problemas que as afligem.
Por isso, é que gosto de distribuir por aqui sorrisos...
Não há quem não sorria a um sorriso!
E sabem uma coisa?
Custa tão pouquinho!
Do alto da Serra da Boa Viagem, olhando para sul, tudo avistamos...
Contudo, quando estamos na praia da Cova, e olhamos para norte, sentimo-nos frágeis e pequenos...
Todavia, somos a mesma pessoa: apenas a perspectiva é que mudou.
Nada mais.
Não nos iludamos. Nem com a nossa pequenez. Nem com a nossa importância.
Ambas, são adjectivas ao substantivo que somos.
As circunstâncias exteriores é que se modificaram!
Fadinho catita...
A Figueira, só pode ser compreendida, olhando-se para trás, mas só pode ser fruida, olhando-se para a frente.
A contagem dos anos não volta para trás e este é o único 2017 que temos, na Figueira, para viver.
O futuro, é o que nos resta. Agarrêmo-lo, com as duas mãos, dia a dia e hora a hora. Ele tem muito para nos dar, se estivermos atentos e fizermos as escolhas certas.
Não podemos fazer figura de tolos no meio da ponte, não sabendo se o melhor é ir para a frente, ou vir para trás...
Bom, esses têm sempre a hipótese, que seria mais útil à sociedade, de se amandarem da ponte abaixo!
Sou suspeito, mas é por estas e por outras que tenho orgulho no puto...
Via ASSOCIAÇÃO BOMBEIROS PARA SEMPRE
Os bombeiros Voluntários de Montemor-o-Velho (BVMM) celebraram, no passado domingo, o seu 85.º aniversario, sendo que a cerimonia contou com a presença de várias entidades, entre elas o secretário de estado da administração interna, Jorge Gomes.
As festividades contaram com uma série de eventos que culminaram com a sessão solene.
Nesta sessão, entre muitos discursos e a recuperação de uma viatura Ford (primeiro veiculo motorizado da corporação), destacou-se um momento em particular, que colocou a sala de pé: Pedro Agostinho Cruz, conhecido fotógrafo da região foi distinguido pelos BVMM, devido a um post (na rede social Facebook) com a história de uma criança que ajudou os bombeiros, em Setembro, aquando de um incêndio florestal na zona de Tentugal (Montemor-o-Velho).
Fica a foto e a postagem do Pedro Agostinho Cruz...
"Hoje partilho a minha história do dia.
Esta tarde andei pela Mealhada, Luso, Santa Combadão e Montemor-o-velho/Tentúgal a fotografar os vários incêndios que consomem o país nesta região. Vi imensa coisa que me deixou triste e a reflectir, acreditem! Mas, foi na ultima paragem do dia, já relativamente perto de casa que aconteceu o episódio que vou partilhar.
Cheguei a Tentúgal e por questões de segurança a estrada estava cortada. Falei com o GNR e perguntei se podia ir a pé até ao local. Olhou-me de alto a baixo e respondeu que sim, mas avisou-me: "Olhe que é bastante longe e vai andar pelo meio do mato. Cuidado!". Mesmo assim decidi ir. Andei uns bons minutos para não dizer quilómetros. Não via ninguém, nem o sol! Só via um fumo super denso e ouvia um helicóptero. Do meio do fumo surge um carro de bombeiros:"Pedro o que estás aqui a fazer seu louco??!" Sim! Talvez tenha sido uma loucura, mas não estava a pensar nisso naquele momento. Na verdade estava a tentar perceber quem ia dentro daquele carro. Era o Nobre com um rosto cansado. Iam abastecer o carro. Perguntei se estava longe ao qual me respondeu: " ainda estás a mais de um quilometro". Sem me deixar responder disse: "Entra!".
Fomos abastecer o carro e deparei-me com um miúdo. Já era a segunda vez que o Bombeiro Nobre ia ali abastecer. Ofereceu a água do seu furo para ajudar os bombeiros.
Meti conversa com o miúdo e perguntei-lhe se queria ser bombeiro: " Não! Só quero ajudar os bombeiros!" respondeu-me decididamente.
Não sei o nome do miúdo. Mas, sei que provavelmente continua a ajudar o bombeiro Nobre.
Eu vou dormir descansado!
O meu amigo e bombeiro Nobre não vai provavelmente dormir. Aquele miúdo, se dormir não o vai fazer descansado, mas desconfio que continue ajudar o bombeiro Nobre a abastecer o carro com água do seu furo (...)
É por estas histórias que me apaixono todos os dias pelo meu trabalho (...)
Obrigado rapazes..."
Os bombeiros Voluntários de Montemor-o-Velho (BVMM) celebraram, no passado domingo, o seu 85.º aniversario, sendo que a cerimonia contou com a presença de várias entidades, entre elas o secretário de estado da administração interna, Jorge Gomes.
As festividades contaram com uma série de eventos que culminaram com a sessão solene.
Nesta sessão, entre muitos discursos e a recuperação de uma viatura Ford (primeiro veiculo motorizado da corporação), destacou-se um momento em particular, que colocou a sala de pé: Pedro Agostinho Cruz, conhecido fotógrafo da região foi distinguido pelos BVMM, devido a um post (na rede social Facebook) com a história de uma criança que ajudou os bombeiros, em Setembro, aquando de um incêndio florestal na zona de Tentugal (Montemor-o-Velho).
Fica a foto e a postagem do Pedro Agostinho Cruz...
"Hoje partilho a minha história do dia.
Esta tarde andei pela Mealhada, Luso, Santa Combadão e Montemor-o-velho/Tentúgal a fotografar os vários incêndios que consomem o país nesta região. Vi imensa coisa que me deixou triste e a reflectir, acreditem! Mas, foi na ultima paragem do dia, já relativamente perto de casa que aconteceu o episódio que vou partilhar.
Cheguei a Tentúgal e por questões de segurança a estrada estava cortada. Falei com o GNR e perguntei se podia ir a pé até ao local. Olhou-me de alto a baixo e respondeu que sim, mas avisou-me: "Olhe que é bastante longe e vai andar pelo meio do mato. Cuidado!". Mesmo assim decidi ir. Andei uns bons minutos para não dizer quilómetros. Não via ninguém, nem o sol! Só via um fumo super denso e ouvia um helicóptero. Do meio do fumo surge um carro de bombeiros:"Pedro o que estás aqui a fazer seu louco??!" Sim! Talvez tenha sido uma loucura, mas não estava a pensar nisso naquele momento. Na verdade estava a tentar perceber quem ia dentro daquele carro. Era o Nobre com um rosto cansado. Iam abastecer o carro. Perguntei se estava longe ao qual me respondeu: " ainda estás a mais de um quilometro". Sem me deixar responder disse: "Entra!".
Fomos abastecer o carro e deparei-me com um miúdo. Já era a segunda vez que o Bombeiro Nobre ia ali abastecer. Ofereceu a água do seu furo para ajudar os bombeiros.
Meti conversa com o miúdo e perguntei-lhe se queria ser bombeiro: " Não! Só quero ajudar os bombeiros!" respondeu-me decididamente.
Não sei o nome do miúdo. Mas, sei que provavelmente continua a ajudar o bombeiro Nobre.
Eu vou dormir descansado!
O meu amigo e bombeiro Nobre não vai provavelmente dormir. Aquele miúdo, se dormir não o vai fazer descansado, mas desconfio que continue ajudar o bombeiro Nobre a abastecer o carro com água do seu furo (...)
É por estas histórias que me apaixono todos os dias pelo meu trabalho (...)
Obrigado rapazes..."
quinta-feira, 2 de março de 2017
Em Portugal, há mais milagres para além dos de Fátima!
Teodora Cardoso: défice de 2,1% “foi um milagre”...
Nota de rodapé.
Quando é que Vaticano inicia processo de canonização da Geringonça?..
A Câmara andou 4 anos a falar do assunto e nada... Há pais que demoram 20 anos para fazer do seu filho um homem...
A Casa dos Pescadores de Buarcos foi vendida à Misericórdia - Obra da Figueira em 11 de Julho de 2014
O presidente da Junta de Buarcos afirmou em 18 de julho de 2014, em declarações ao jornal AS BEIRAS que ficou “indignado” quando soube que a Casa dos Pescadores de Buarcos foi vendida à Misericórdia – Obra da Figueira.
O facto tinha sido tornado publico na edição do dia anterior do mesmo jornal: “a Misericórdia – Obra da Figueira comprou a Casa dos Pescadores de Buarcos, por 425 mil euros, ao Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social. As negociações começaram em novembro de 2013.”
Ouvido pelo jornal, o provedor da instituição particular de solidariedade social, Joaquim de Sousa, confirmou que os dois imóveis foram formalmente adquiridos no dia 11 desse mesmo mês de Julho de 2014.
Havia outros interessados, entre os quais a Junta de Buarcos, presidida por José Esteves, antigo marítimo. “Tanto quanto sei, houve alguns interessados, durante anos, mas foi mais conversa do que outra coisa. A nossa foi a primeira proposta concreta”, declarou ontem nas BEIRAS Joaquim de Sousa.
O valor dos imóveis resulta de uma avaliação feita pelas Finanças.
O terreno onde os dois edifícios foram construídos, com dois pisos e 700 metros quadrados, tem uma área de mil metros quadrados.
José Esteves, em declarações que o mesmo jornal insere na sua edição de hoje, afirma que “a Câmara da Figueira da Foz e a Junta de Buarcos fizeram uma proposta conjunta e fomos a Lisboa falar com o secretário de Estado, que nos garantiu que não tomaria uma decisão sem antes falar connosco”. E a terminar as declarações ao jornal AS BEIRAS, remata: “estou indignado por ter sabido da decisão através do jornal, quando as coisas estavam a ser tratadas a nível oficial. Este é um Governo prepotente que não quer saber do povo”.
Recorde-se, que desde o mandato anterior que José Esteves vinha manifestando interesse nos dois imóveis, vendidos agora por 425 mil euros, para onde pretendia transferir os serviços da junta e criar valências relacionadas com a comunidade piscatória local.
A venda da Casa dos Pescadores de Buarcos à Misericórdia - Obra da Figueira na reunião de Câmara de 21 de Julho de 2014...
A discussão deve ter sido interessante... Segundo o jornal AS BEIRAS, a Câmara Municipal da Figueira da Foz está manifestamente descontente com a forma como decorreu o processo que culminou com a venda da Casa dos Pescadores de Buarcos à Misericórdia – Obra da Figueira.
“Darei nota ao Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social do facto de não termos sido ouvidos sobre o processo de venda da Casa dos Pescadores de Buarcos, quando manifestámos interesse em adquirir a fracção”, afirmou o presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, João Ataíde, na reunião da autarquia.
“Felizmente que apareceu a Misericórdia. Andam (leia-se executivo PS...) há quatro anos a falar nisto”, disse, por sua vez, o vereador da oposição Somos Figueira. Miguel Almeida perguntou ainda a João Ataíde: “o que mudaria se o instituto tivesse consultado a câmara?”
“Procuraria ver se era possível adquirir em prestações, consultar a junta de freguesia, avaliar investimentos, condicionar ou não o processo de venda”, respondeu o presidente da câmara.
“Fomos completamente defenestrados deste processo”, concluiu João Ataíde.
Nota de rodapé.
Ainda tenho uma curiosidade, que espero ver satisfeita em vida. Ainda só passaram quase 2 anos: quando é que João Ataíde torna público o resultado da queixa que apresentou ao ao Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social do facto de não terem sido ouvidos sobre o processo de venda da Casa dos Pescadores de Buarcos...
O presidente da Junta de Buarcos afirmou em 18 de julho de 2014, em declarações ao jornal AS BEIRAS que ficou “indignado” quando soube que a Casa dos Pescadores de Buarcos foi vendida à Misericórdia – Obra da Figueira.
O facto tinha sido tornado publico na edição do dia anterior do mesmo jornal: “a Misericórdia – Obra da Figueira comprou a Casa dos Pescadores de Buarcos, por 425 mil euros, ao Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social. As negociações começaram em novembro de 2013.”
Ouvido pelo jornal, o provedor da instituição particular de solidariedade social, Joaquim de Sousa, confirmou que os dois imóveis foram formalmente adquiridos no dia 11 desse mesmo mês de Julho de 2014.
Havia outros interessados, entre os quais a Junta de Buarcos, presidida por José Esteves, antigo marítimo. “Tanto quanto sei, houve alguns interessados, durante anos, mas foi mais conversa do que outra coisa. A nossa foi a primeira proposta concreta”, declarou ontem nas BEIRAS Joaquim de Sousa.
O valor dos imóveis resulta de uma avaliação feita pelas Finanças.
O terreno onde os dois edifícios foram construídos, com dois pisos e 700 metros quadrados, tem uma área de mil metros quadrados.
José Esteves, em declarações que o mesmo jornal insere na sua edição de hoje, afirma que “a Câmara da Figueira da Foz e a Junta de Buarcos fizeram uma proposta conjunta e fomos a Lisboa falar com o secretário de Estado, que nos garantiu que não tomaria uma decisão sem antes falar connosco”. E a terminar as declarações ao jornal AS BEIRAS, remata: “estou indignado por ter sabido da decisão através do jornal, quando as coisas estavam a ser tratadas a nível oficial. Este é um Governo prepotente que não quer saber do povo”.
Recorde-se, que desde o mandato anterior que José Esteves vinha manifestando interesse nos dois imóveis, vendidos agora por 425 mil euros, para onde pretendia transferir os serviços da junta e criar valências relacionadas com a comunidade piscatória local.
A venda da Casa dos Pescadores de Buarcos à Misericórdia - Obra da Figueira na reunião de Câmara de 21 de Julho de 2014...
A discussão deve ter sido interessante... Segundo o jornal AS BEIRAS, a Câmara Municipal da Figueira da Foz está manifestamente descontente com a forma como decorreu o processo que culminou com a venda da Casa dos Pescadores de Buarcos à Misericórdia – Obra da Figueira.
“Darei nota ao Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social do facto de não termos sido ouvidos sobre o processo de venda da Casa dos Pescadores de Buarcos, quando manifestámos interesse em adquirir a fracção”, afirmou o presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, João Ataíde, na reunião da autarquia.
“Felizmente que apareceu a Misericórdia. Andam (leia-se executivo PS...) há quatro anos a falar nisto”, disse, por sua vez, o vereador da oposição Somos Figueira. Miguel Almeida perguntou ainda a João Ataíde: “o que mudaria se o instituto tivesse consultado a câmara?”
“Procuraria ver se era possível adquirir em prestações, consultar a junta de freguesia, avaliar investimentos, condicionar ou não o processo de venda”, respondeu o presidente da câmara.
“Fomos completamente defenestrados deste processo”, concluiu João Ataíde.
Nota de rodapé.
Ainda tenho uma curiosidade, que espero ver satisfeita em vida. Ainda só passaram quase 2 anos: quando é que João Ataíde torna público o resultado da queixa que apresentou ao ao Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social do facto de não terem sido ouvidos sobre o processo de venda da Casa dos Pescadores de Buarcos...
PISCINA MAR, proposta camarária passou na Assembleia Municipal com os votos contra da CDU e de Ana Oliveira, da coligação SOMOS FIGUEIRA...
Originalmente
denominada de Piscina-Praia, esta emblemática edificação, foi
inaugurada a 05 de agosto de 1953.
Foi
uma das marcas do desenvolvimento turístico figueirense da década de
50, do século passado. Ainda hoje é um dos ex-libris da cidade.
Durante
os chamados anos “dourados”, muitos foram os acontecimentos
sociais e manifestações desportivas de relevo que tiveram lugar na
Piscina-Praia.
Ali
se disputaram, durante vários anos, os campeonatos de Portugal de
natação. Também ali decorreu um acontecimento de nível
internacional: duas jornadas dos Jogos Luso-Brasileiros, incluindo
competições de pólo aquático.
O
edifício foi considerado, em 2002, pelo seu interesse arquitectónico,
património de interesse público.
Na sessão da Assembleia Municipal realizada na passada sexta-feira, foi discutida e votada a
concessão do concurso público para a reconversão e exploração da
piscina-mar.
A
proposta passou, com os votos contra da deputada municipal, PSD Ana
Oliveira e da CDU. Absteve-se a maioria da bancada Somos Figueira.
Votaram a favor a bancada do PS, e duas deputadas Somos Figueira
Vânia Baptista e Carla Eduarda.
A
deputada municipal Ana Oliveira fez uma declaração de voto que
"mexeu" com o presidente Ataíde.
"O
meu voto é contra, pois todos os que estamos a votar aqui hoje,
teremos que esperar 50 anos para verificarmos se a proposta hoje
apresentada da exploração da piscina-mar é válida ou não. Tenho
muitas dúvidas dos critérios seguidos desde a última concessão ,
desta nova concessão - precisamos de esclarecimentos, precisamos de
transparência neste processo".
Na Figueira, uma pequena mudança pode significar tanto!..
"A única salvação do que é diferente é ser diferente até o fim, com todo o valor, todo o vigor e toda a rija impassibilidade; tomar as atitudes que ninguém toma e usar os meios de que ninguém usa; não ceder a pressões, nem aos afagos, nem às ternuras, nem aos rancores; ser ele; não quebrar as leis eternas, as não-escritas, ante a lei passageira ou os caprichos do momento; no fim de todas as batalhas — batalhas para os outros, não para ele, que as percebe — há-de provocar o respeito e dominar as lembranças; teve a coragem de ser cão entre as ovelhas; nunca baliu; e elas um dia hão-de reconhecer que foi ele o mais forte e as soube em qualquer tempo defender dos ataques dos lobos."
Agostinho da Silva
Agostinho da Silva
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