O Comité Olímpico de Portugal (COP) anunciou que a judoca portuguesa Telma Monteiro será a porta-estandarte de Portugal na cerimónia de encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.
Desta forma, a vencedora da medalha de bronze nos -57 Kg de judo - e única vencedora de uma medalha para Portugal nestes Jogos Olímpicos, até ao momento -, vai carregar a bandeira portuguesa no encerramento dos primeiros Jogos na América do Sul.
A decisão foi justificada pelo COP, pelo facto de Telma ter sido a única atleta lusa a conquistar uma medalha para o seu país.
Nota de rodapé.
Dado que o evento termina hoje, o mais provável, é a delegação portuguesa à edição dos Jogos Olímpicos Rio 2016 regressar sem qualquer ouro do Brasil.
Devemos ter esgotado a nossa quota até 7 de setembro de 1822, data em que ocorreu o chamado "Grito do Ipiranga"...
Deve ter valido a pena, para alguns portugueses, terem vivido no chamado período colonial - entre os séculos XVI e XIX, em que o território brasileiro era uma colónia do império ultramarino português...
O que a história nos ensina, é que a história não se repete...
domingo, 21 de agosto de 2016
A vida é mesmo assim: não se pode ter tudo...
Com o mês de Agosto a aproximar-se do fim, muitos covagalenses estão a regressar aos países para onde emigraram há muitos anos, à procura de trabalho para escaparem dum Portugal sempre em crise...
Do convívio que tive com alguns deles, deduzi o que sentiria neste momento se fosse emigrante:
1. Viver no estrangeiro pode ser bom, mas para mim seria uma merda.
2. Viver na Cova e Gala pode ser uma merda, mas para mim é muito bom.
Do convívio que tive com alguns deles, deduzi o que sentiria neste momento se fosse emigrante:
1. Viver no estrangeiro pode ser bom, mas para mim seria uma merda.
2. Viver na Cova e Gala pode ser uma merda, mas para mim é muito bom.
sábado, 20 de agosto de 2016
"O presidente da Câmara não anda a pé, as«caminhadas» são para a fotografia"!..
Nota de rodapé.
A frase que titula esta postagem, foi retirada da crónica Erasmus para autarcas e técnicos, hoje publicada pelo eng. João Vaz, no jornal AS BEIRAS.
Nessa crónica pode ler-se ainda.
"Por vezes, pensamos que o presidente da Câmara não vive na Figueira e que os seus técnicos usam projectos de espaço público reciclados dos anos 70, tal é a incúria que observamos.
A solução «utópica» seria importar um autarca do «país Basco» ou de qualquer cidade mais arrumada da Europa por seis meses. Aposto que imediatamente sentiríamos uma outra dinâmica e interesse pelos problemas da terra.
E tenho a certeza que o «autarca figueirense» em Piemonte teria também um melhor desempenho, porque a máquina estará oleada e os «despachos» não são necessários para que os «buracos sejam tapados» e as «tábuas da esplanada não apareçam uma semana após terem sido consertadas»."
A frase que titula esta postagem, foi retirada da crónica Erasmus para autarcas e técnicos, hoje publicada pelo eng. João Vaz, no jornal AS BEIRAS.
Nessa crónica pode ler-se ainda.
"Por vezes, pensamos que o presidente da Câmara não vive na Figueira e que os seus técnicos usam projectos de espaço público reciclados dos anos 70, tal é a incúria que observamos.
A solução «utópica» seria importar um autarca do «país Basco» ou de qualquer cidade mais arrumada da Europa por seis meses. Aposto que imediatamente sentiríamos uma outra dinâmica e interesse pelos problemas da terra.
E tenho a certeza que o «autarca figueirense» em Piemonte teria também um melhor desempenho, porque a máquina estará oleada e os «despachos» não são necessários para que os «buracos sejam tapados» e as «tábuas da esplanada não apareçam uma semana após terem sido consertadas»."
Continuação da série actualmente em exibição na Figueira, uma "cunha" para Miguel Almeida...
Passadeiras da rotunda dos 4 caminhos.
Como demos conta aqui, esperaram agosto, para pintar as passadeiras, na rotunda dos 4 caminhos!..
Só que alguns pingos de chuva obrigaram a parar o serviço...
Entretanto, antes que chovesse mais aproveitando a aberta de anteontem, chegámos a pensar que o serviço ficaria completo naquele local...
Entretanto, hoje de manhã passámos pelo local e verificámos, como a foto demonstra, que o serviço ficou incompleto!..
Abreviando e resumindo: a "Cunha" do Miguel, continua necessária para que o problema fique completo na rotunda dos 4 caminhos...
Vamos a isso Miguel?..
Como demos conta aqui, esperaram agosto, para pintar as passadeiras, na rotunda dos 4 caminhos!..
Só que alguns pingos de chuva obrigaram a parar o serviço...
Entretanto, antes que chovesse mais aproveitando a aberta de anteontem, chegámos a pensar que o serviço ficaria completo naquele local...
Entretanto, hoje de manhã passámos pelo local e verificámos, como a foto demonstra, que o serviço ficou incompleto!..
Abreviando e resumindo: a "Cunha" do Miguel, continua necessária para que o problema fique completo na rotunda dos 4 caminhos...
Vamos a isso Miguel?..
Não me cheira bem...
| Custódio Cruz e António Agostinho |
Outros também assim fossem, que sendo um pouco filósofos, como me tentam ridicularizar no tal documento final, e de certo as suas colunas não "tombariam" a espaços de vida, e muito menos até os seus passos se orientassem sem as suas vontades pessoais.
Se pensam que me vão calar, esperem pelas respostas, e estas serão bem elucidativas e adequadas a quem foi atacado de forma deliberada, cobarde, e com objectivos de aniquilação futura.
Os 800 euros? Para mim é mesmo muito, mas como sou de boas contas, e se tiver que ser, cá estarei para consumar o pagamento.
Até lá...vou provar a mim mesmo que sou muito forte."
Nota de rodapé.
Citei Custódio Cruz, a quem envio um abraço.
Não me cheira bem, é o título, da minha responsabilidade, desta postagem...
Até posso estar completamente enganado, mas esta minha primeira impressão é difícil de evitar...
Na Figueira, para alguns, é complicado existir.
Vamos confiar, tal como confia o Custódio, que "o futuro dará razão a quem a merecer... A justiça será feita com o próprio tempo..."
Notícias que causam um efeito agradável em nós, figueirenses... (VI)
| Foto de Pedro Agostinho Cruz, sacada daqui |
Memória do Cabedelo, de quando a Câmara da Figueira e os patrocinadores fizeram um trabalho incrível, com muita atenção aos detalhes e à imagem profissional que queriam passar...
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| Foto António Agostinhio |
No Cabedelo, ontem, de manhã, esta neblina, associada às primeiras luzes dia, estava fantástica.
Começar o dia com uma foto assim, é ganhá-lo!
Do nada, na neblina da paisagem, está a imagem de marca do Cabedelo: um surfista a correr ao encontro do mar e da onda.
A tal onda do Cabedelo, a mais conhecida da Figueira da Foz, devido ao facto de no final do passado século ali terem decorrido provas do mundial de surf WT.
Recuemos ao ano de 1996. No Cabedelo decorria o primeiro evento do World Championsip Tour a disputar-se no nosso país, o Coca Cola Figueira, 12ª etapa dessa época, disputada entre 1 e 8 de outubro.
Um dos momentos mais marcantes na história do surf nacional estava agendado para as ondas do Cabedelo, na Figueira da Foz.
Kelly Slater já somava na altura três títulos mundiais, e chegava a Portugal com o «tetra» na mira - que igualaria o recorde do australiano Mark Richards.
Na luta pelo título dessa época estava também Shane Beschen e a matemática para a etapa portuguesa era simples: para Kelly bastava que Shane não conseguisse chegar à final e sagrar-se-ia campeão do mundo. O seu rival na altura acabou por facilitar a tarefa, ao não comparecer na etapa portuguesa. Slater era, antes sequer de competir, campeão do mundo pela quarta vez.
Quis o destino - e alguns aviões perdidos - que o agora onze vezes campeão nacional não chegasse a tempo de competir na ronda 1, pelo que a passagem pela ronda 2 se tornava obrigatória. À sua espera estava Bruno «Bubas» Charneca, o primeiro campeão nacional português, que se tornaria o primeiro português a eliminar o lendário surfista da Flórida, já tetracampeão do mundo. Ruben Gonzalez, Tiago Pires e Frederico Morais são os outros surfistas lusos que se podem orgulhar do mesmo feito.
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Na Figueira, para alguns, é tudo à grande...
"...o carro estacionado ocupa dois lugares reservados à CM"!..
Entretanto, "a camioneta da COCA COLA, estacionada em 2ª. fila para abastecer os bares da praia , por não haver espaço de cargas e descargas estava a dificultar a circulação.
A polícia veio e mandou seguir a camioneta e o carro ficou. Enfim ..."!..
Nota de rodapé.
Fotos e comentários daqui.
A malta merece...
Na Figueira, entre um pobre, que é néscio, e um esperto, que tem direito a estacionamento nos lugares reservados à Câmara, só há uma semelhança - votam ambos no mesmo partido!..
Entretanto, "a camioneta da COCA COLA, estacionada em 2ª. fila para abastecer os bares da praia , por não haver espaço de cargas e descargas estava a dificultar a circulação.
A polícia veio e mandou seguir a camioneta e o carro ficou. Enfim ..."!..
Nota de rodapé.
Fotos e comentários daqui.
A malta merece...
Na Figueira, entre um pobre, que é néscio, e um esperto, que tem direito a estacionamento nos lugares reservados à Câmara, só há uma semelhança - votam ambos no mesmo partido!..
QUEM é QUEM?
Carlos Alberto de Jesus Lima, "um covagalense, nascido por um mero acidente de percurso, em Lisboa".
Nota de rodapé.
No tempo que passa, os jornais têm uma página de leitura obrigatória.
Não, não é uma questão de cultura.
É, apenas, uma mera questão de "lana caprina", que diz bem das agruras que um jovem, hoje, se não for filho, por exemplo do Durão Barroso, tem que passar.
Estou a referir-me, como é óbvio, à página onde estão, as ofertas de emprego!
Nesta realidade, o curriculum vitae é vital.
Este blogue não tem página publicidade, pelo que a chamada de atenção para o curriculum vitae do Carlos Lima, tem apenas como critério a lucidez.
Atriz Madalena Sotto morreu aos 100 anos
Notícias que causam um efeito agradável em nós, figueirenses... (V)
"O município da Figueira da Foz adquiriu, por 134.500 euros mais IVA, um mini-autocarro que estará ao serviço especialmente da comunidade escolar, mas também das colectividades e instituições do concelho.
Trata-se de uma viatura preparada e dotada para viagens de curta distância, com a lotação de 35 lugares, duas cadeiras de rodas e plataforma elevatória.
Segundo explicou João Ataíde, presidente da autarquia, o novo mini-autocarro vem substituir um outro com perto de 20 anos de utilização."
Via Figueira na Hora
Trata-se de uma viatura preparada e dotada para viagens de curta distância, com a lotação de 35 lugares, duas cadeiras de rodas e plataforma elevatória.
Segundo explicou João Ataíde, presidente da autarquia, o novo mini-autocarro vem substituir um outro com perto de 20 anos de utilização."
Via Figueira na Hora
Notícias que causam um efeito agradável em nós, figueirenses... (IV)
Da série actualmente em exibição na Figueira, uma "cunha" para Miguel Almeida...
Como demos conta aqui, esperaram agosto, para pintar as passadeiras, na rotunda dos 4 caminhos!..
Só que alguns pingos de chuva obrigaram a parar o serviço...
Entretanto, antes que chovesse mais - o que está a acontecer neste momento - aproveitando a aberta de ontem, o serviço ficou completo naquele local
Abreviando e resumindo: registe-se a eficácia dos serviços camarários e registe-se a eficácia da "cunha" do Miguel Almeida, um vereador da oposição ao serviço da situação!...
Na rotunda dos 4 caminhos, problema resolvido.
Assim, até dá gosto postar...
Como demos conta aqui, esperaram agosto, para pintar as passadeiras, na rotunda dos 4 caminhos!..
Só que alguns pingos de chuva obrigaram a parar o serviço...
Entretanto, antes que chovesse mais - o que está a acontecer neste momento - aproveitando a aberta de ontem, o serviço ficou completo naquele local
Abreviando e resumindo: registe-se a eficácia dos serviços camarários e registe-se a eficácia da "cunha" do Miguel Almeida, um vereador da oposição ao serviço da situação!...
Na rotunda dos 4 caminhos, problema resolvido.
Assim, até dá gosto postar...
Manuel Luís Pata, um enorme exemplo de perseverança...
Manud Luís Pata nasceu na Gala, actual freguesia de S. Pedro, no dia 22 de Novembro de 1924.
É filho, neto e bisneto de marítimos oriundos de Ílhavo, os primeiros povoadores da Cova, aí pelo ano de 1742.
Fiel às suas raízes, fez-se ao mar, em 1943, como ajudante de motorista no lugre “Ana I”.
Habilitado em 1946 com a carta de motorista, foi trabalhar para a Empresa de Navegação Limpopo, de Lourenço Marques, Moçambique, creio que em 1948.
Entre Moçambique e Portugal continental foi fazendo a sua vida, sempre ligado ao mar, tendo realizado duas campanhas à pesca do bacalhau.
Depois do 25 de Abril de 1974, veio de vez para a sua Terra natal, onde terminou a sua actividade profissional como empresário na área da restauração.
Já na reforma, contra tudo e contra todos, como é “a sua imagem de marca”, dedicou-se à escrita e publica 4 livros. Três sobre “A Figueira da Foz e a Pesca do Bacalhau - Achegas para a sua História - Vol. I, II e III, dados à estampa em 1997, 2000 e 2003. Em 2005, publica a quarta obra : “Memórias de Moçambique”.
Apesar dos quase 92 anos e algumas maleitas físicas, ainda não parou. Conforme me confessou em julho de 2010, enquanto tomávamos um café numa esplanada da Cova, tinha pronto outro livro. Este, sobre a construção naval na foz do Mondego.
Já tinha contactado algumas entidades para tentar obter ajuda para a sua publicação, mas não estava a ser fácil. Como ele próprio dizia: “santos de casa não fazem milagres”.
Como escrevi, talvez há década e meia, numa crónica para o extinto “linha do oeste”, para mim, Manuel Luís Pata não é, ao contrário do que muitos julgam, até talvez ele próprio, um Homem teimoso. É sim, do meu ponto de vista um dos raros exemplos de verdadeira perseverança que conheço.
E a prova aí está: no próximo dia 26 do corrente, no Desportivo Clube Marítimo da Gala, vai ser apresentado o novo livro de Manuel Luís Pata.
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Da série actualmente em exibição na Figueira, uma "cunha" para Miguel Almeida...
Passadeiras da rotunda dos 4 caminhos.
Mesmo em pleno agosto a pintar as passadeiras!
Só que a chuva obrigou a parar o serviço.
Abreviando e resumindo: "Cunha" do Miguel, problema resolvido...
Mesmo em pleno agosto a pintar as passadeiras!
Só que a chuva obrigou a parar o serviço.
Abreviando e resumindo: "Cunha" do Miguel, problema resolvido...
Cabedelo: ostracismo olímpico...
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| foto António Agostinho |
Nota de rodapé.
Continuo sem saber se o poder autárquico instalado na Figueira, nos últimos 7 anos, sabe onde fica o Cabedelo...
Ao que sei, a Câmara, alegando falta de verba, não conseguiu colaborar com a RTP nesta transmissão que vai divulgar a Figueira (sim, o Cabedelo também é Figueira...) em todo o País e no estrangeiro.
Esse apoio, limitava-se ao pagamento de 60 jantares e algumas dormidas!..
Tempos de penúria para o Cabedelo...
O primeiro sentimento, de quem está a dieta, é o de revolta...
Continuar a acreditar é uma forma de manter o optimismo, mesmo que tudo à nossa volta nos diga que nos querem votar ao ostracismo!
Actualização às 8 da manhã:
Acabei de tomar conhecimento que "a presença da equipa da televisão pública na praia figueirense tem o apoio principal da FigueiraTV."...
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
Notícias que causam um efeito desagradável em nós, figueirenses...
Da série actualmente em exibição na Figueira, (mais) uma "cunha" para Miguel Almeida...
Tem 2 meses!.. Dois!..
Para não falar nas ervas.
No coração da cidade.
Rua Direita do Monte, atrás do Foz Center.
Está assim há dois meses!.. 2!..
Nota de rodapé.
Uma postagem destas é facílima de fazer: as palavras surgem sem esforço, vindas de dentro...
E nem são necessárias palavras caras.
Aliás, de resto detesto pessoas que, em saberem realmente quanto custam, usam palavras caras.
Notícias que causam um efeito agradável em nós, figueirenses... (III)
"Dourada, robalo, linguado, algum sargo e tainha. Estes são os primeiros residentes do Pescódromo de Lavos, estrutura privada já em velocidade de cruzeiro e que brevemente poderá receber outras espécies, como pargo e rodovalho.
O investimento (aquisição da marinha, reconversão e afundamento do lago e infraestruturas de apoio) foi de meio milhão de euros e contou com apoio do PROMAR, tendo em conta o interesse turístico do projeto.
Inicialmente, foi adquirido para funcionar apenas como viveiro. Contudo, pelas obras realizadas e as intervenções constantes de manutenção, os responsáveis pelo espaço decidiram apostar num pescódromo que alia a vertente turística à própria sustentabilidade do negócio, tornando-a autónoma." - AS BEIRAS
O investimento (aquisição da marinha, reconversão e afundamento do lago e infraestruturas de apoio) foi de meio milhão de euros e contou com apoio do PROMAR, tendo em conta o interesse turístico do projeto.
Inicialmente, foi adquirido para funcionar apenas como viveiro. Contudo, pelas obras realizadas e as intervenções constantes de manutenção, os responsáveis pelo espaço decidiram apostar num pescódromo que alia a vertente turística à própria sustentabilidade do negócio, tornando-a autónoma." - AS BEIRAS
Notícias que causam um efeito agradável em nós, figueirenses... (II)
Um revivalismo naïve, que continua a contagiar...
Notícias que causam um efeito agradável em nós, figueirenses...
Estou (quase...) rendido: vou procurar ver a vida pelo lado positivo...
As coisas agradáveis vão acontecendo...
Nós, por vezes, é que não as vemos...
Se não existisse a morte, certamente que haveria desemprego na classe profissional dos coveiros...
As coisas agradáveis vão acontecendo...
Nós, por vezes, é que não as vemos...
Se não existisse a morte, certamente que haveria desemprego na classe profissional dos coveiros...
Perplexidades estivais figueirenses
"Dias 12, 13, 14, 15, 16 de Agosto e ...
Mercado da Figueira sem direito a multibanco!.."
Via quem sabe do assunto: Custódio Cruz.
Mercado da Figueira sem direito a multibanco!.."
Via quem sabe do assunto: Custódio Cruz.
terça-feira, 16 de agosto de 2016
Anselmo Ralph vendeu apenas 2.720 bilhetes, contra as nove mil presenças esperadas por Ataíde!... E agora?.. (II)
João Ataíde: "teremos de rever esta situação no futuro e, em função deste exemplo, reenquadrar uma futura participação ou colaboração e assumir um controle mais atento sobre estes eventos".
Uma "má leitura do potencial" do artista e a sobreposição com outro concerto FINDAGRIM (os Azeitonas tiveram 6 000 pessoas) são apontadas como causas prováveis do reduzido número de presenças.
Isto, além de um fantástico momento de comédia do improviso, em jeito de rescaldo final, é uma das muitas cenas que aconteceram na semana passada na Figueira, num mês de agosto do ano da graça de 2016 que, espero, fique na memória dos figueirenses...
É o desenrascanço final de quem sabe o terreno que pisa!
A memória, é sabermos em que ponto nos encontramos.
Já que temos memória, os passos a dar no futuro deviam ter em conta essa memória.
Já que temos memória, deveria ser a partir dela que tudo deveria ser pensado e construído.
Ela - a memória - é o nosso alicerce. Preservá-la, não é sinónimo de saudosismo, mas uma atitude de sobrevivência.
Até as más memórias nos são úteis...
A memória, é a garantia de que, como figueirenses, poderíamos ter um futuro muitíssimo diferente, para melhor, deste presente.
Presidente Ataíde: que adianta tentar prever o futuro? Quando a gente chegar lá, logo se vê...
A imagem acima, "Incêndios sem estratégia", é a crónica de João Vaz, consultor do ambiente, no jornal AS Beiras de sábado passado.
Que bom que seria, para a Figueira e para todos nós, figueirenses, que tivéssemos políticos que estivessem atentos aos sinais.
Só a partir daí seria possível governar, com competência e eficácia, a cidade e o concelho.
Governar, no essencial, é a capacidade de prever para ser possível a antecipação aos factos. No fundo, estar preparado para o que vem para não ter surpresas desagradáveis...
Como covagalense, habitante da beira mar, cedo aprendi a ler os sinais vindos do céu que nos podem fazer prever o tempo futuro.
Desde o colorido, ou não, do pôr do sol, passando pelos sinais que as gaivotas nos dão e, sobretudo, pelo quadrante do vento.
Este último, aqui nesta outra margem, é infalível!
Silêncio que se vai cantar o fado: Kátia Guerreiro...
Não sou dos que pensa que os artistas por cantarem em ares arejados são menores.
Pelo menos para mim, não é liquido, se a Kátia Guerreiro, foi beneficiada pelo seu “fado” Cavaco.
Uma vida passada entre aplausos calculistas e “amigos” interesseiros, era uma vida que não desejava para mim, mesmo se fosse artista.
O que sei, apesar de não fazer o meu género, é que é uma artista inimitável.
Tanto quanto eu sei, apesar de já lá não ir há uns bons anos, é que A Festa do Avante! é uma festa cultural e musical com a duração de 3 dias, realizada pelo Partido Comunista Português.
Penso que continua a ser o maior evento político-cultural realizado em Portugal.
Afinal, ao que parece, os comunistas estão a sair do Parque Jurássico...
É isso que incomoda?..
Duas "cunhas" a Miguel Almeida ...
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| Os postes chegaram ao Cabedelo em 10 de dezembro de 2014. Foto de Miguel Figueira |
Portanto, aproveitando a tua boa vontade e disponibilidade para o efeito, vê lá se metes uma "cunha" ao presidente Ataíde para haver uma clarificação sobre este assunto.
Já decorreu mais que tempo para haver uma decisão...
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| Passados quase dois anos, os postes continuam no mesmo local. Foto António Agostinho |
Se não são para ser utilizados, já decorreu mais do que tempo para serem retirados.
Apesar da quilometragem que já traziam já devem ter descansado o suficiente!..
Portanto, aproveitando a tua boa vontade e disponibilidade para o efeito, se a primeira "cunha" não resultar, mete lá a segunda...
Nota de rodapé.
Importante, na Figueira, é ter Miguel Almeida, um vereador da oposição ao serviço da situação!..
Se não podes vencê-los junta-te a eles: a política figueirinhas é isto...
Rezar deve ser constrangedor e frustrante.
Digo isto porque sempre que peço um favor a alguém sinto-me desconfortável...
Rezar, no fundo, é pedir um favor a alguém, mesmo que esse alguém seja uma suposta divindade.
Digamos que, rezar, é a "cunha institucionalizada".
Rezar, é ficarmos satisfeitos por pedir algo, mesmo que esse algo não seja satisfeito...
Somos pouco exigentes. Contentamo-nos facilmente. O facto de fazermos o pedido chega para nos tranquilizar...
É curto, mas, como sabemos, cá pela santa terrinha, a maioria fica satisfeita com pouco!..
E ainda dizem que o figueirense pede demais!..
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
Gostei...
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| Foto de Pedro Agostinho Cruz |
Gostei imediatamente dos olhares!
Gosto de olhares... Claro que gosto de olhares! Claro que gosto de olhar!
Gosto, pronto!
Atrás do Pedro Cruz estão três vidas vividas.
Bem?
Mal?
Certamente, vividas como se pôde e soube.
Com os erros que todos cometemos, com as alegrias que nos acontecem, com as tristezas com que muitas (demasiadas...) vezes somos confrontados!
Uma coisa, porém, está visível: aqueles três olhares são extremamente ternos e transmitem beleza.
Um foto destas aflora emoções!
A experiência, no fundo, resume-se a isto: sabermos tudo que se passou e nada do que ainda virá.
Ao Pedro Cruz, o quarto elemento desta foto, apenas recordo: para um artista, mostrar sensibilidade, é uma obrigação. Ser solidário, um dever.
Consenso local: na Figueira, politicamente falando, estamos "feitos ao bife"...
Existe hoje um largo consenso na sociedade figueirense acerca da muito difícil situação em que a cidade se encontra, em termos de governação política, e da tremenda dificuldade em se inverter essa situação.
Existe um problema com os chamados grandes partidos - o PS e o PSD.
Desde há muitos anos que, na Figueira, nem um nem outro se mostram disponíveis e capazes de encetar uma qualquer renovação. Nenhum deles tem qualquer capacidade de mobilização própria fora das campanhas eleitorais.
Nenhum deles agrega os sectores mais dinâmicos da sociedade figueirense, produz ideias, ou políticas novas e mobilizadoras.
Limitaram-se a esperar e aproveitar a mudança dos ciclos políticos.
O PS está hoje no executivo figueirense, mas nunca se deve esquecer que não teve grande mérito na conquista, em 2009. Nessa altura, foi o PSD figueirense que lhe entregou o poder camarário numa bandeja.
Em 2009 foi o PSD que perdeu as eleições e não o PS que as ganhou.
E não esquecer a contribuição dos 100%...
O PSD, este PSD local, tal como como o PSD nacional, está cada vez mais longe do que foi - um partido social-democrata, reformista e basista.
Este PSD local nada tem a ver, nem tem já qualquer ligação com as origens do partido na Figueira.
Este PSD local, cuja identidade partidária foi desvirtuada, é o refugo que resta, da estrutura de controlo criada por Santana Lopes na sua passagem pela Figueira.
Quando hoje se olha para o PSD Figueira, é difícil reconhecer qualquer identidade social-democrata.
PS e PSD figueirenses têm uma coisa em comum: não apreciam a liberdade - gostam é da autoridade e do poder.
Depois, temos os chamados pequenos partidos.
O CDS figueirense não existe.
O BE local ameaça vir a existir, mas ainda não existe em termos concelhios.
O PCP continua no impasse.
Tem algum protagonismo político - neste momento possui 3 membros na Assembleia Municipal e tem alguns elementos em Assembleias de freguesia - S. Pedro, Vila Verde, Quiaios, Buarcos S. Julião... - e tem algum protagonismo em alguns sindicatos, mas já não tem a influência política e sindical que já teve no concelho da Figueira.
Na política figueirense, nada é simples. Nada é a preto e branco.
Não vale a pena esconder: neste momento, na Figueira, o consenso local é que, politicamente falando, estamos "feitos ao bife"...
A pouco mais de um ano das próximas autárquicas, resta desejar que a imaginação chegue ao poder, pois é o que precisamos...
Existe um problema com os chamados grandes partidos - o PS e o PSD.
Desde há muitos anos que, na Figueira, nem um nem outro se mostram disponíveis e capazes de encetar uma qualquer renovação. Nenhum deles tem qualquer capacidade de mobilização própria fora das campanhas eleitorais.
Nenhum deles agrega os sectores mais dinâmicos da sociedade figueirense, produz ideias, ou políticas novas e mobilizadoras.
Limitaram-se a esperar e aproveitar a mudança dos ciclos políticos.
O PS está hoje no executivo figueirense, mas nunca se deve esquecer que não teve grande mérito na conquista, em 2009. Nessa altura, foi o PSD figueirense que lhe entregou o poder camarário numa bandeja.
Em 2009 foi o PSD que perdeu as eleições e não o PS que as ganhou.E não esquecer a contribuição dos 100%...
O PSD, este PSD local, tal como como o PSD nacional, está cada vez mais longe do que foi - um partido social-democrata, reformista e basista.
Este PSD local nada tem a ver, nem tem já qualquer ligação com as origens do partido na Figueira.
Este PSD local, cuja identidade partidária foi desvirtuada, é o refugo que resta, da estrutura de controlo criada por Santana Lopes na sua passagem pela Figueira.
Quando hoje se olha para o PSD Figueira, é difícil reconhecer qualquer identidade social-democrata.
PS e PSD figueirenses têm uma coisa em comum: não apreciam a liberdade - gostam é da autoridade e do poder.
Depois, temos os chamados pequenos partidos.
O CDS figueirense não existe.
O BE local ameaça vir a existir, mas ainda não existe em termos concelhios.
O PCP continua no impasse.
Tem algum protagonismo político - neste momento possui 3 membros na Assembleia Municipal e tem alguns elementos em Assembleias de freguesia - S. Pedro, Vila Verde, Quiaios, Buarcos S. Julião... - e tem algum protagonismo em alguns sindicatos, mas já não tem a influência política e sindical que já teve no concelho da Figueira.
Na política figueirense, nada é simples. Nada é a preto e branco.
Não vale a pena esconder: neste momento, na Figueira, o consenso local é que, politicamente falando, estamos "feitos ao bife"...
A pouco mais de um ano das próximas autárquicas, resta desejar que a imaginação chegue ao poder, pois é o que precisamos...
domingo, 14 de agosto de 2016
"Muito da política passa pela comédia"...
Cito Manuel Cintrão:
"NÃO ADMITO QUE ANDEM A BRINCAR COM O DINHEIRO DE TODOS NÓS – A DESBARATAR DINHEIRO COMO SE FOSSEM TREMOÇOS!
Volto a repetir, desde o 25 de Abril apoiei todas as listas do Partido Socialista à Câmara Municipal da Figueira da Foz. Desta feita, como já afirmei publicamente, não apoiarei a recandidatura do Dr. João Ataíde e da lista que o acompanhar. Precisamente, porque o Dr. João Ataíde anda a brincar com o dinheiro de todos nós, ou seja, anda a desbaratar dinheiro em coisas efémeras e supérfluas, carnavais, foguetórios, sambas, música pimba, bródios, etc., quando tanta coisa prioritária precisa de dinheiro.
Além de tudo isto, não posso admitir que se avance com verbas para cobrir perdas (?!) de promoção de uma entidade privada, evento Anselmo Ralph. Só gente idiota é que faz essa pífia! É descerebrado, é a prova da falta de maturidade política de quem utiliza tais meios. Atitude beócia para não dizer outra coisa – autêntica sinédoque da incompetência.
Sinto-me indignado com estas atitudes irresponsáveis, que me cauterizam a alma.
Para além disso, o Dr. João Ataíde é promotor de uma política de saúde para o concelho completamente desastrosa e criminosa sobre a qual já me insurgi publicamente.
A concelhia do Partido Socialista da Figueira da Foz, também ela, de forma desastrosa e sem consultar os seus militantes, através do seu Presidente João Portugal, veio a público dar o seu apoio à recandidatura do Dr. João Ataíde. Nada mais abominável este procedimento que revela o desnorte da concelhia do Partido Socialista, no seu pior. Como militante, sinto-me revoltado e não me calarei - lutarei contra este estado de coisas, contra estas práticas execráveis, coisas que me enojam profundamente.
Por isso e por muito mais, não apoiarei a recandidatura do Dr. João Ataíde e a equipa que o acompanhar. Porque o Dr. João Ataíde, como político, é um embuste! É uma excrescência, que se serve da política no seu pior – diria, para nos lixar."
Nota de rodapé.
Que é feito de si, "António Tavares: Vereador da Memória"?..
Que saudades eu tenho de 1999, quando a Figueira tinha um jornal "independente com uma postura crítica em relação a todas as formas de poder".
Que é feito de si, António Tavares, que exerceu o seu direito de preferência, enquanto sócio da editora do semanário "Linha do Oeste", a Fozjornal, cobrindo os sete mil contos negociados entre Braga Gonçalves e o sócio maioritário da empresa, Paulo Madureira?..
Que é feito de si, António Tavares, o director do jornal Linha do Oeste, que do Oásis disse que "foi uma intervenção isolada e não planificada, que nem sequer era um espaço muito agradável, por estar muito exposto aos ventos marítimos"...
Neste momento, a escrita e a palavra, como se nota, é mesmo o seu pelouro escondido.
"NÃO ADMITO QUE ANDEM A BRINCAR COM O DINHEIRO DE TODOS NÓS – A DESBARATAR DINHEIRO COMO SE FOSSEM TREMOÇOS!
Volto a repetir, desde o 25 de Abril apoiei todas as listas do Partido Socialista à Câmara Municipal da Figueira da Foz. Desta feita, como já afirmei publicamente, não apoiarei a recandidatura do Dr. João Ataíde e da lista que o acompanhar. Precisamente, porque o Dr. João Ataíde anda a brincar com o dinheiro de todos nós, ou seja, anda a desbaratar dinheiro em coisas efémeras e supérfluas, carnavais, foguetórios, sambas, música pimba, bródios, etc., quando tanta coisa prioritária precisa de dinheiro.
Além de tudo isto, não posso admitir que se avance com verbas para cobrir perdas (?!) de promoção de uma entidade privada, evento Anselmo Ralph. Só gente idiota é que faz essa pífia! É descerebrado, é a prova da falta de maturidade política de quem utiliza tais meios. Atitude beócia para não dizer outra coisa – autêntica sinédoque da incompetência.
Sinto-me indignado com estas atitudes irresponsáveis, que me cauterizam a alma.
Para além disso, o Dr. João Ataíde é promotor de uma política de saúde para o concelho completamente desastrosa e criminosa sobre a qual já me insurgi publicamente.
A concelhia do Partido Socialista da Figueira da Foz, também ela, de forma desastrosa e sem consultar os seus militantes, através do seu Presidente João Portugal, veio a público dar o seu apoio à recandidatura do Dr. João Ataíde. Nada mais abominável este procedimento que revela o desnorte da concelhia do Partido Socialista, no seu pior. Como militante, sinto-me revoltado e não me calarei - lutarei contra este estado de coisas, contra estas práticas execráveis, coisas que me enojam profundamente.
Por isso e por muito mais, não apoiarei a recandidatura do Dr. João Ataíde e a equipa que o acompanhar. Porque o Dr. João Ataíde, como político, é um embuste! É uma excrescência, que se serve da política no seu pior – diria, para nos lixar."Nota de rodapé.
Que é feito de si, "António Tavares: Vereador da Memória"?..
Que saudades eu tenho de 1999, quando a Figueira tinha um jornal "independente com uma postura crítica em relação a todas as formas de poder".
Que é feito de si, António Tavares, que exerceu o seu direito de preferência, enquanto sócio da editora do semanário "Linha do Oeste", a Fozjornal, cobrindo os sete mil contos negociados entre Braga Gonçalves e o sócio maioritário da empresa, Paulo Madureira?..
Que é feito de si, António Tavares, o director do jornal Linha do Oeste, que do Oásis disse que "foi uma intervenção isolada e não planificada, que nem sequer era um espaço muito agradável, por estar muito exposto aos ventos marítimos"...
Neste momento, a escrita e a palavra, como se nota, é mesmo o seu pelouro escondido.
Na Figueira é sempre carnaval...
Da série, de muita popularidade, que passa há muitos anos na nossa cidade, hoje, apresento estas lindas e delicadas miniaturas, do desfile de ontem à noite na Avenida 25 de Abril.
Com a devida vénia ao Pedro Agostinho Cruz, a quem descaradamente saquei o mosaico de imagens.
Com a devida vénia ao Pedro Agostinho Cruz, a quem descaradamente saquei o mosaico de imagens.
2720 (para 9000, faltaram 6280) = 27 200!.. para 78000, quanto é que falta?..
Razão e emoção...
Se tivermos em conta o princípio dos princípios, o começo é a emoção.
É a emoção que nos leva à paixão. Raramente, é a razão que nos transporta à exaltação.
Porém, só a razão da emoção nos ensina o caminho e nos permite escolher.
A escolha é racional. O impulso é emocional.
O que nos conduz é o impulso. O que nos trava é a razão.
A emoção racional é o que separa o homem do macaco.
Quando um político tem necessidade de começar a manipular as emoções através do "populismo", torna-se num político perigoso.
É que quando aí chega, já se desfez daquilo do que melhor tem o ser humano: os sentimentos.
Há homens, que não suportam ser vulgares, por temerem passar despercebidos.
É, por isso, que há homens, que têm de se tornar excêntricos para, ao ser amados ou odiados, sabermos que existem.
Os políticos da nossa cidade só podem servir se souberem ouvir e gostar dos outros figueirenses.
Porém, há políticos figueirenses, que gostam mais de se ouvir a si próprios...
Há pessoas na Figueira que, apesar de menos conhecidas e interessantes, conseguem ser grandes homens e grandes mulheres e, sobretudo, boa gente.
Será que a Figueira não tem remédio?
Se tivermos em conta o princípio dos princípios, o começo é a emoção.
É a emoção que nos leva à paixão. Raramente, é a razão que nos transporta à exaltação.
Porém, só a razão da emoção nos ensina o caminho e nos permite escolher.
A escolha é racional. O impulso é emocional.
O que nos conduz é o impulso. O que nos trava é a razão.
A emoção racional é o que separa o homem do macaco.
Quando um político tem necessidade de começar a manipular as emoções através do "populismo", torna-se num político perigoso.
É que quando aí chega, já se desfez daquilo do que melhor tem o ser humano: os sentimentos.
Há homens, que não suportam ser vulgares, por temerem passar despercebidos.
É, por isso, que há homens, que têm de se tornar excêntricos para, ao ser amados ou odiados, sabermos que existem.
Os políticos da nossa cidade só podem servir se souberem ouvir e gostar dos outros figueirenses.
Porém, há políticos figueirenses, que gostam mais de se ouvir a si próprios...
Há pessoas na Figueira que, apesar de menos conhecidas e interessantes, conseguem ser grandes homens e grandes mulheres e, sobretudo, boa gente.
Será que a Figueira não tem remédio?
A linguagem política do técnico Tereso, para um problema humano e social...
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| Foto Figueira na Hora |
Na altura, era já uma ansiedade da população, mas «surgiram tantos obstáculos que só agora se vai concretizar», recordou na na assinatura do contrato de empreitada, José Tereso, que não escondeu a satisfação de ver que o projecto vai agora tomar forma permitindo «prestar melhores cuidados, mais condições aos profissionais e também na promoção da saúde».
O responsável da ARS enalteceu ainda as “parcerias” que têm sido estabelecidas com a Câmara Municipal «que têm tido grande impacto na Figueira», e a articulação com o HDFF, o que permite que a população tenha «cuidados de saúde de grande nível», disse.
Quando questionado pelo Jornal Diário de Coimbra, sobre se a abertura desta nova unidade de saúde, iria implicar algum encerramento de extensões de saúde no Norte do concelho, José Tereso afiançou que o responsável pelo ACES do Baixo Mondego, Rui Morais, «tem vindo a trabalhar com as autarquias para reorganização dos cuidados de saúde primários, para dar uma melhor resposta aos utentes», e que os modelos a adoptar visam «dar as melhores condições aos profissionais e aos utentes».
Nota de rodapé.
A família é um contrato natural plurigeracional que gera sentimentos, como o da confiança.
O mesmo acontecia com o regime da Segurança Social: nós trabalhámos para pagar a saúde e as reformas dos nossos pais, confiando que os nossos filhos fizessem o mesmo em relação à nossa saúde e às nossas reformas.
Pelo que José Tereso, o agora presidente da ARS (Administração Regional de Saúde) Centro, diz, concluí que o ser humano, mesmo não estando aparentemente no activo político, inventou a linguagem para satisfazer a sua profunda necessidade de ser politicamente demagogo.
O tal contrato natural plurigeracional, que gerava sentimentos, foi um pacto de confiança que a banca e os seguros minaram e acabarão por arruinar.
Pelo andar da carruagem, o funeral, porque não haverá alternativa, acabará por ser o único compromisso social inadiável que a Segurança Social virá a ter para connosco!..
Entretanto, continua o mito construído por João Ataíde, José Tereso e Rui Morais de que o nosso concelho vai ter «melhores cuidados de saúde e vai dar melhores condições aos profissionais»...
Registo, como utente, que tem sido um mito bem construído...
E, como sabemos, quando um mito é construído pelo poder, com a preciosa ajuda da comunicação social, é sempre muito difícil de derrubar.
Têm a palavras os esquecidos pelo mito: a esmagadora maioria dos utentes do concelho da Figueira.
sábado, 13 de agosto de 2016
Anselmo Ralph vendeu apenas 2.720 bilhetes, contra as nove mil presenças esperadas por Ataíde!... E agora?..
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| 2.720 bilhetes, contra as nove mil presenças esperadas!.. |
Segundo adiantou João Ataíde o presidente da autarquia, ao jornal AS BEIRAS , foram vendidos apenas 2.720 bilhetes, contra as nove mil presenças esperadas!..
Recorde-se que a autarquia figueirense assinou um acordo com a Malpevent, cujos termos obriga o município a pagar à promotora do concerto 16.500 euros (IVA incluído), caso não se atingisse os 90 mil euros de bilheteira.
Cada ingresso teve um custo de 10 euros.
O espectáculo orçou em cerca de 78 mil euros.
“Fizemos, em termos de promoção, o possível, mas os números não foram atingidos, ficaram muito aquém das expectativas que tínhamos pelas referências do artista. O risco foi assumido, nem mais nem menos”, referiu o edil.
Nota de rodapé.
A vida de um político responsável não é um jogo, na medida em que exige, a cada momento, opções que os responsabilizam.
Para esse efeito, deve munir-se do máximo de informação, embora nunca consiga afastar totalmente o risco.
Eu sei, penso que todos sabemos, que a apetência pelo risco é-nos inata.
Desejamos ir mais além, superarmo-nos e, por vezes, pisar o risco.
Só que, depois, sofremos as consequências...
Senhor presidente, confirmado que está o falhanço, "deste seu incentivo à produção", e agora?...
Dr. João Ataíde: V. Exa. saiu-me cá um optimista!..
Basta de realidade. Venham mais sonhos!
9 mil: alguém sabe se se confirmou o "factor de risco"?..
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| Fotos de Clara Gil. "Passei lá ontem por volta das 18h. O Bairro Novo de dia é desolador. Ninguém. Muito fraquinho, mesmo e zona morta para quem gosta de viver de dia. O cheiro e todo o aspecto degradado do bairro novo visto à luz do dia. O ex parque de diversões, ao lado destes contentores, também não destoa em desleixo!" - Isabel Maria Coimbra |
Quer dizer: "de harmonia como o acordo, se a promotora Malpevent não facturou 90 mil euros, nós, via Câmara Municipal da Figueira da Foz, entrámos com 13 mil!"...
Preocupado, sobretudo, com a felicidade do presidente Ataíde (pelos vistos, o "nosso" presidente contenta-se com pouco: "trazer milhares de pessoas à cidade, por isso tenho interesse em trazer o Anselmo Ralph", disse João Ataíde, no decorrer da última reunião camarária... Daí o apoio financeiro - "é um incentivo à produção" - , à produtora privada que conseguiu cá trazer o artista...), solicito que, quem de direito, responda rapidamente à seguinte pergunta: quantos milhares compraram bilhete para o concerto de Anselmo Ralph?
Numa coisa estou de acordo com o presidente Ataíde neste caso: é importante que saibamos quais são as nossas metas, que nos conheçamos, que tenhamos interiorizado aquilo que é verdadeiramente importante para nós.
Contudo, a meu ver, o importante, senhor presidente Ataíde, nunca será a competitividade balofa e o exibicionismo fútil.
Tudo isso é supérfluo.
O que deveria interessar, como objectivo final de um político com enormes responsabilidades no destino da Figueira, já lá vão quase sete anos, era que, neste momento, os figueirenses já pudessem roçar a felicidade...
Sim, dr. Ataíde, eu escrevi roçar...
Atingi-la, é mesmo muito difícil, como V. Exa. ficou a saber ontem à noite!..
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