domingo, 27 de dezembro de 2009
Crime urbanístico
foto sacada daqui.jpg)
“Muito se tem falado nos últimos tempos da criação de um novo tipo de crime; o crime urbanístico. Este novo tipo de crime, que existe na maioria dos países da Comunidade Europeia, e que tanto tem dado de falar pelos resultados alcançados na vizinha Espanha, tem sido sistematicamente adiado em Portugal. Diga-se, em abono da verdade, que, para além do Ministério Público e dos investigadores criminais, aqueles que mais estão de acordo com esta nova tipologia são os autarcas, porque a esmagadora maioria é honesta e diariamente luta pelo bem das suas comunidades e sistematicamente vê o seu nome colocado em causa, por uma minoria que existirá sempre e que não olha apenas para o interesse dos seus munícipes, mas olha principalmente para a sua conta bancária e para o seu património. O grupo destas pessoas honestas está e sempre esteve completamente de acordo com a existência deste novo tipo de crime, porque isso ajudaria a separar o trigo do joio.”
Ler a crónica completa, aqui.
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“Muito se tem falado nos últimos tempos da criação de um novo tipo de crime; o crime urbanístico. Este novo tipo de crime, que existe na maioria dos países da Comunidade Europeia, e que tanto tem dado de falar pelos resultados alcançados na vizinha Espanha, tem sido sistematicamente adiado em Portugal. Diga-se, em abono da verdade, que, para além do Ministério Público e dos investigadores criminais, aqueles que mais estão de acordo com esta nova tipologia são os autarcas, porque a esmagadora maioria é honesta e diariamente luta pelo bem das suas comunidades e sistematicamente vê o seu nome colocado em causa, por uma minoria que existirá sempre e que não olha apenas para o interesse dos seus munícipes, mas olha principalmente para a sua conta bancária e para o seu património. O grupo destas pessoas honestas está e sempre esteve completamente de acordo com a existência deste novo tipo de crime, porque isso ajudaria a separar o trigo do joio.”
Ler a crónica completa, aqui.
sábado, 26 de dezembro de 2009
Ah ganda Paulo!...
foto sacada daqui
Depois do encerramento da CONFRARIA DAS BIFANAS, a que se seguiu uma pausa, cá temos o Paulo, desde ontem, de regresso à blogoesfera, com “Cão que ladra… também morde”.
O que tem de ser tem muita força. Eu sabia que ele havia de voltar... Até porque “as promessas são como as regras, para quebrar, não são?!”…
Numa altura da vida pessoal do Paulo menos positiva, “devido a problemas de saúde”, ele não entrega os pontos e “arranjou uma nova "janela" para expor pensamentos, ideias, opiniões, desabafos...”
Saúdo com Amizade este retorno do Paulo e prometo ser seu leitor diário.
Um abraço Paulo e rápidas melhoras.
Sames, línguas, espinhaços, punheta!...
Eu sei, aliás todos sabemos, que Lisboa é que é importante. O resto é paisagem...Mas, agora, apetece-me falar da Figueira…
Na Figueira, aconteceu algo importante!.. Houve um festival de bacalhau, “que mesmo com um período de duração mais reduzido «cumpriu perfeitamente os objectivos», começando-se a tirar «algum proveito dos derivados», nomeadamente com os sames, línguas, espinhaços, punheta, etc.”.
O êxito não cai do céu: "só se consegue com um trabalho de continuidade, qualidade e grande profissionalismo".
O mau tempo e o jornalismo que se faz por aí...
foto Pedro Cruz
Hoje, confirmaram-se as previsões do Instituto de Meteorologia de agravamento do estado do tempo e aí temos a chuva, o vento e o frio, nesta noite do Dia de Natal.
Em princípio, tal como escreveu, um dia destes, Carlos Narciso no seu blogue Escrita em Dia, pode aceitar-se que “ninguém é culpado se o vento sopra com demasiada força, se cai chuva a mais, se a temperatura desce mais do que o habitual. Mas alguém há-de ser culpado por se construírem estruturas débeis e em locais inapropriados, por não se mandarem limpar valas e leitos de cheia, por não haver planos que antecipem soluções para os danos previsíveis em caso de catástrofe. A incompetência pode ser criminosa e está, de resto, plasmada legalmente. Chama-se negligência dolosa.”
E são estas questões que o Carlos Narciso – e eu também - "gostava de ver tratadas nas reportagens sobre o mau tempo de hoje e ontem. Mas não, os jornalistas, hoje, preferem virar-se para a vítima e perguntar banalidades tipo "mas quando se apercebeu, o que é que ouviu?"... Ficamos a saber que a estufa do senhor tal ficou danificada, que a vivenda da dona tal ficou alagada, que a velhota do fundo da rua apanhou um grande susto, que não há luz em Torres Vedras, que ali ficou uma estrada cortada… mas nada sabemos quanto à eficácia e à eficiência dos serviços públicos ou privados que nos devem proteger e ajudar a ultrapassar este tipo de dificuldades. É pena e é mau jornalismo, mesmo se as imagens reais são interessantes. .”
Enquanto este mau jornalismo vai percorrendo o seu caminho, Jornalistas como o Carlos Narciso continuam com “saudades das redacções”.
Estranho país este!..

Hoje, confirmaram-se as previsões do Instituto de Meteorologia de agravamento do estado do tempo e aí temos a chuva, o vento e o frio, nesta noite do Dia de Natal.
Em princípio, tal como escreveu, um dia destes, Carlos Narciso no seu blogue Escrita em Dia, pode aceitar-se que “ninguém é culpado se o vento sopra com demasiada força, se cai chuva a mais, se a temperatura desce mais do que o habitual. Mas alguém há-de ser culpado por se construírem estruturas débeis e em locais inapropriados, por não se mandarem limpar valas e leitos de cheia, por não haver planos que antecipem soluções para os danos previsíveis em caso de catástrofe. A incompetência pode ser criminosa e está, de resto, plasmada legalmente. Chama-se negligência dolosa.”
E são estas questões que o Carlos Narciso – e eu também - "gostava de ver tratadas nas reportagens sobre o mau tempo de hoje e ontem. Mas não, os jornalistas, hoje, preferem virar-se para a vítima e perguntar banalidades tipo "mas quando se apercebeu, o que é que ouviu?"... Ficamos a saber que a estufa do senhor tal ficou danificada, que a vivenda da dona tal ficou alagada, que a velhota do fundo da rua apanhou um grande susto, que não há luz em Torres Vedras, que ali ficou uma estrada cortada… mas nada sabemos quanto à eficácia e à eficiência dos serviços públicos ou privados que nos devem proteger e ajudar a ultrapassar este tipo de dificuldades. É pena e é mau jornalismo, mesmo se as imagens reais são interessantes. .”
Enquanto este mau jornalismo vai percorrendo o seu caminho, Jornalistas como o Carlos Narciso continuam com “saudades das redacções”.
Estranho país este!..
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Outra perspectiva sobre "a filosofia do Orçamento da Câmara Municipal da Figueira da Foz para 2010"…
Passando pelo blogue O Ambiente na Figueira da Foz, como aliás é meu hábito, leio que João Vaz "recebeu de um leitor, um documento resumindo a filosofia do Orçamento da Câmara Municipal da Figueira da Foz, apresentado dados e números.Através da sua leitura nota-se um esforço do actual executivo em reduzir a despesa e introduzir racionalidade e realismo ao orçamento, invertendo os sucessivos anos de ficção orçamental. Não querer perceber isto é não tentar sequer "distinguir o trigo do joio", e permanecer num "bota-abaixo" estéril.A economista de formação e vereadora da CMFF, Isabel Cardoso, realizou em 30 dias úteis, o que os anteriores executivos PSD (e que incluíram membros do Movimento 100% que agora votou contra...) não fizeram em 12 anos: rigor e realismo, ajustando o orçamento à sua efectiva dimensão. Herda dividas, contratos plurianuais e despesas que não contratou, mas mesmo assim reduz 12 milhões ao orçamento anterior.Uma breve pesquisa na Internet mostra que poucos (só vi um, Sines) orçamentos reduziram a despesa em 2010. Haverá mais exemplos de uma redução de 12 milhões de euros ? Onde ? Feita por quem ?”.
Mais pormenores, aqui.
Coisas de Natal...
Papa é derrubado no Vaticano durante Missa do Galo.
Uma mulher de quem se suspeita ter problemas mentais, saltou por cima das barreiras de segurança e derrubou o Papa.
Bento XVI não sofreu qualquer ferimento, ao contrário do cardeal francês Roger Etchegaray, que fracturou o fémur devido à queda.
Coisinhas boas de Natal enviadas por mail
Vídeo enviado pelo Pedro Fernandes Martins, a quem agradeço, e aproveito para retribuir os votos de Feliz Natal e um próspero ano de 2010.
Dia de Natal

Hoje é dia de ser bom.
É dia de passar a mão pelo rosto das crianças,
de falar e de ouvir com mavioso tom,
de abraçar toda a gente e de oferecer lembranças.
É dia de pensar nos outros— coitadinhos— nos que padecem,
de lhes darmos coragem para poderem continuar a aceitar a sua miséria,
de perdoar aos nossos inimigos, mesmo aos que não merecem,
de meditar sobre a nossa existência, tão efémera e tão séria.
Comove tanta fraternidade universal.
É só abrir o rádio e logo um coro de anjos,
como se de anjos fosse,
numa toada doce,
de violas e banjos,
Entoa gravemente um hino ao Criador.
E mal se extinguem os clamores plangentes,
a voz do locutor
anuncia o melhor dos detergentes.
De novo a melopeia inunda a Terra e o Céu
e as vozes crescem num fervor patético.
(Vossa Excelência verificou a hora exacta em que o Menino Jesus nasceu?
Não seja estúpido! Compre imediatamente um relógio de pulso antimagnético.)
Torna-se difícil caminhar nas preciosas ruas.
Toda a gente se acotovela, se multiplica em gestos, esfuziante.
Todos participam nas alegrias dos outros como se fossem suas
e fazem adeuses enluvados aos bons amigos que passam mais distante.
Nas lojas, na luxúria das montras e dos escaparates,
com subtis requintes de bom gosto e de engenhosa dinâmica,
cintilam, sob o intenso fluxo de milhares de quilovates,
as belas coisas inúteis de plástico, de metal, de vidro e de cerâmica.
Os olhos acorrem, num alvoroço liquefeito,
ao chamamento voluptuoso dos brilhos e das cores.
É como se tudo aquilo nos dissesse directamente respeito,
como se o Céu olhasse para nós e nos cobrisse de bênçãos e favores.
A Oratória de Bach embruxa a atmosfera do arruamento.
Adivinha-se uma roupagem diáfana a desembrulhar-se no ar.
E a gente, mesmo sem querer, entra no estabelecimento
e compra— louvado seja o Senhor!— o que nunca tinha pensado comprado.
Mas a maior felicidade é a da gente pequena.
Naquela véspera santa
a sua comoção é tanta, tanta, tanta,
que nem dorme serena.
Cada menino
abre um olhinho
na noite incerta
para ver se a aurora
já está desperta.
De manhãzinha,
salta da cama,
corre à cozinha
mesmo em pijama.
Ah!!!!!!!!!!
Na branda macieza
da matutina luz
aguarda-o a surpresa
do Menino Jesus.
Jesus
o doce Jesus,
o mesmo que nasceu na manjedoura,
veio pôr no sapatinho
do Pedrinho
uma metralhadora.
Que alegria
reinou naquela casa em todo o santo dia!
O Pedrinho, estrategicamente escondido atrás das portas,
fuzilava tudo com devastadoras rajadas
e obrigava as criadas
a caírem no chão como se fossem mortas:
Tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá.
Já está!
E fazia-as erguer para de novo matá-las.
E até mesmo a mamã e o sisudo papá
fingiam
que caíam
crivados de balas.
Dia de Confraternização Universal,
Dia de Amor, de Paz, de Felicidade,
de Sonhos e Venturas.
É dia de Natal.
Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade.
Glória a Deus nas Alturas.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Bom Natal
Lucas 2,1-14.
Por aqueles dias, saiu um édito da parte de César Augusto para ser recenseada toda a terra. Este recenseamento foi o primeiro que se fez, sendo Quirino governador da Síria. Todos iam recensear-se, cada qual à sua própria cidade. Também José, deixando a cidade de Nazaré, na Galileia, subiu até à Judeia, à cidade de David, chamada Belém, por ser da casa e linhagem de David, a fim de se recensear com Maria, sua esposa, que se encontrava grávida. E, quando eles ali se encontravam, completaram-se os dias de ela dar à luz e teve o seu filho primogénito, que envolveu em panos e recostou numa manjedoura, por não haver lugar para eles na hospedaria. Na mesma região encontravam-se uns pastores que pernoitavam nos campos, guardando os seus rebanhos durante a noite. Um anjo do Senhor apareceu-lhes, e a glória do Senhor refulgiu em volta deles; e tiveram muito medo. O anjo disse-lhes: «Não temais, pois anuncio-vos uma grande alegria, que o será para todo o povo: Hoje, na cidade de David, nasceu-vos um Salvador, que é o Messias Senhor. Isto vos servirá de sinal: encontrareis um menino envolto em panos e deitado numa manjedoura.» De repente, juntou-se ao anjo uma multidão do exército celeste, louvando a Deus e dizendo: «Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens do seu agrado.»
Da Bíblia Sagrada
Boa noite de Natal

A noite de Natal é mais logo.
Vamos todos, dentro das nossas possibilidades, vivê-la descansados e em paz.
Todos já percebemos, que este governo, ao contrário de Paulo Bento, conseguiu chegar ao Natal e vai continuar a ser governo nos próximos tempos.
Só não sei nada, ultimamente, é das sondagens!... E estou curioso…
Vamos todos, dentro das nossas possibilidades, vivê-la descansados e em paz.
Todos já percebemos, que este governo, ao contrário de Paulo Bento, conseguiu chegar ao Natal e vai continuar a ser governo nos próximos tempos.
Só não sei nada, ultimamente, é das sondagens!... E estou curioso…
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Em dia de banalidades, citemos Torga
“É escusado teimar. A ser banal, a dizer banalidades e a pensar banalidades é que o português é português.”
Miguel Torga, in Diário XVI
Ficção
Terra grande
Durante muitos e muitos anos, a Terra foi esquecida, humilhada, gozada. Os seus habitantes, tratados como coitadinhos.
A seguir a este período negro, começou o período do deslumbramento.
Presumiram que tinham encetado uma era de prosperidade e riqueza.
Melhoraram, é certo, mas na realidade, passaram de pobrezinhos a convencidos, de convencidos a parvos – continuaram pobres, na presunção que eram ricos.
Nunca na história, deve ter havido uma alteração tão grande na moral de uma Terra.
E como um mal nunca vem só, para além de parvos e pobres, pensando que eram ricos, continuaram a ter um trauma que ainda hoje os apoquenta: continuam pessimistas.
Até aos dias de hoje, pensam como uns coitadinhos, pobres de espírito e infelizes, sempre que algo de menos bom lhes acontece.
Com esperança
Contudo, as coisa vão mudar. Por nada de especial, mas pela simples razão de que tudo é cíclico.
Existem, aliás, imensos exemplos disso. Têm é de ser é mais confiantes, aproveitar melhor a inteligência e gostar mais da Terra.
Se conseguirem começar a pensar pela sua cabeça, então ninguém os segura.
Agora a sério…
Durante muitos e muitos anos, a Terra foi esquecida, humilhada, gozada. Os seus habitantes, tratados como coitadinhos.
A seguir a este período negro, começou o período do deslumbramento.
Presumiram que tinham encetado uma era de prosperidade e riqueza.
Melhoraram, é certo, mas na realidade, passaram de pobrezinhos a convencidos, de convencidos a parvos – continuaram pobres, na presunção que eram ricos.

Nunca na história, deve ter havido uma alteração tão grande na moral de uma Terra.
E como um mal nunca vem só, para além de parvos e pobres, pensando que eram ricos, continuaram a ter um trauma que ainda hoje os apoquenta: continuam pessimistas.
Até aos dias de hoje, pensam como uns coitadinhos, pobres de espírito e infelizes, sempre que algo de menos bom lhes acontece.
Com esperança
Contudo, as coisa vão mudar. Por nada de especial, mas pela simples razão de que tudo é cíclico.
Existem, aliás, imensos exemplos disso. Têm é de ser é mais confiantes, aproveitar melhor a inteligência e gostar mais da Terra.
Se conseguirem começar a pensar pela sua cabeça, então ninguém os segura.
Agora a sério…
Estou plenamente convicto, que ainda vou ver a aldeia junto ao mar, como uma Terra verdadeiramente influente!..
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Querem ver que o Godinho não passa de um anjinho!...
"Uma família de sucateiros conseguiu montar um esquema de evasão fiscal que lesou o Estado português em mais de 30 milhões de euros. A Polícia Judiciária andava no encalço dos criminosos há dois anos e recentemente deu concluída a investigação, constituindo 30 arguidos (entre pessoas singulares e colectivas). "
O primeiro dia de inverno na minha aldeia
foto Pedro Cruz
As previsões meteorológicas assim ameaçavam: o tempo iria estar chuvoso em todo o território, portanto, também na minha aldeia.
Assim se confirmou: o primeiro dia de Inverno na minha aldeia foi mesmo chuvoso, como, aliás, o comprova a foto acima, obtida no portinho da gala, no primeiro dia de inverno na minha aldeia.
Assim se confirmou: o primeiro dia de Inverno na minha aldeia foi mesmo chuvoso, como, aliás, o comprova a foto acima, obtida no portinho da gala, no primeiro dia de inverno na minha aldeia.
Jantar de Natal
Na rádio, vou ouvindo que o secretário-geral do PS, José Sócrates, fez ontem segunda-feira, durante o jantar de Natal do Grupo Parlamentar, um especial elogio a dois dos 12 vice-presidentes da bancada socialista, Ricardo Rodrigues e Sérgio Sousa Pinto.
Se bem me recordo, tanto Ricardo Rodrigues, como Sérgio Sousa Pinto, destacaram-se nos últimos dias por recados ou críticas dirigidas ao Presidente da República.
“No debate político, tenho de realçar o contributo que tem dado a direcção do Grupo Parlamentar do PS e, em particular, o Francisco Assis, o Ricardo Rodrigues e Sérgio Sousa Pinto - elementos fundamentais que têm emprestado à direcção da bancada combatividade e uma afirmação que faz falta ao bom combate político no nosso país”, disse José Sócrates.
Se bem me recordo, tanto Ricardo Rodrigues, como Sérgio Sousa Pinto, destacaram-se nos últimos dias por recados ou críticas dirigidas ao Presidente da República.
“No debate político, tenho de realçar o contributo que tem dado a direcção do Grupo Parlamentar do PS e, em particular, o Francisco Assis, o Ricardo Rodrigues e Sérgio Sousa Pinto - elementos fundamentais que têm emprestado à direcção da bancada combatividade e uma afirmação que faz falta ao bom combate político no nosso país”, disse José Sócrates.
Orçamento para 2010 passou na Câmara
Li no Diário de Coimbra de hoje, que “o Orçamento para 2010 ascende aos 68 milhões de € e foi aprovado em sessão de Câmara.”Contra, votou o Movimento Figueira 100%, que considerou que o orçamento em “nada ou quase nada difere do orçamento apresentado em 2008 pelo anterior executivo”.
O PSD, por sua vez, que considerou que a diferença entre este e o orçamento do ano passado fica a dever-se aos 3 milhões do Parque Desportivo de Buarcos, “há a assunção de que acabou”, aos 535 mil euros de obras de beneficiação do estádio, aos 3 milhões retirados das freguesias e 2 milhões do turismo, ou seja, segundo o PSD, “a diferença entre um e outro orçamento são estas, são obras que não se vão fazer”, absteve-se.
Como alguém disse um dia, “há mais vida para além do orçamento”. Fosse por isso, ou por outro motivo qualquer “a sessão começou de uma forma bem disposta, com a responsável pelo Orçamento a oferecer uns “miminhos” aos seus colegas vereadores, designadamente um pote de mel a João Armando (PSD), para “adoçar” as suas intervenções, a António Tavares (PS) o livro publicado por este vereador no Verão passado sobre as contas da autarquia “Erros do passado, soluções para o futuro” e uma caixa de pastilhas “para a digestão” e ao presidente da câmara um presente de “futuro”: uns tacos de golfe “para quando fizer o Parque Desportivo de Buarcos”.
Resumindo e concluindo: continuamos a ter “um orçamento despesista, na senda do que tem vindo a ser tradição na Figueira de há alguns anos a esta parte”, mas fora isso tudo bem.
Da crispação do mandato anterior, evoluímos para sessões bem dispostas.
Atentem nestas declarações, feitas pela Vereadora da Gestão Financeira da Câmara Municipal da Figueira da Foz ao jornal As Beiras de ontem, segunda-feira, sobre a proposta de Orçamento Municipal para 2010, de que tomei conhecimento via blogue quinto poder: "(...) este é um orçamento que se aproxima dos valores reais (...)(..) só perspectivamos as coisas que pretendemos fazer. Por isso, não estamos a construir sonhos, tentamos ser realistas face às condicionantes financeiras da Câmara (...) "
Não é lá grande evolução, mas fica devidamente registado o facto da vereadora ser uma senhora bem disposta.
Mais pormenores aqui.
Não é lá grande evolução, mas fica devidamente registado o facto da vereadora ser uma senhora bem disposta.
Mais pormenores aqui.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Tempos difíceis…
domingo, 20 de dezembro de 2009
sábado, 19 de dezembro de 2009
A noite vai ser fria...
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
A tradição continua a ser o que era...(II)
"Em matéria de preparação do orçamento municipal da Figueira da Foz, estamos exactamente na mesma. Estou esclarecido. A proposta de orçamento para 2010, apresentada pelo executivo camarário, prevê a fantasiosa e delirante previsão de uma receita total de 68,1 milhões de euros (ME). Como delirantes previsões são as de 34,7 ME de receitas correntes e 33,4 de receitas de capital, das quais 25,7 ME resultantes de vendas de bens de investimento ( quais, e sobretudo a quem?)Daria para rir à gargalhada, não fora isto um assunto sério. A proposta de orçamento apresentada continua assim a ser um instrumento de gestão previsional de pura ficção e de faz de conta. Fica exactamente ao nível dos outros orçamentos de ficção e de farsa dos anos anteriores. Para 2009, foi de 75,3 ME. Para 2010, é reduzido de 10% . É capaz de ainda haver quem vá dizer que se faz um grande progesso. Em 2008, a receita total cobrada foi de 35,5 ME , mas da qual 1,8 ME foi obtida a partir de um empréstimo bancário. No mesmo ano, o montante de receitas correntes foi apenas de 29,5 ME (29,3 M em 2007).Nestes tempos cada vez mais sombrios de crise, de quebra de receitas, de redução de transferências , que espantoso milagre económico espera ou vai promover o actual executivo camarário, para fazer previsões e acenar com expectativas como as referidas? Quem quererá enganar? Acreditará quem quiser, quem se deixar enganar, ou quem tiver muita fé. Dado que estamos na época natalícia, direi que acreditará quem tambem acredite no Pai Natal."Via quinto poder.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
A tradição continua a ser o que era…
foto sacada daqui, com a devida vénia

Crise?.. Qual crise?.. Na Figueira, é sempre a abrir…
A passagem de Ano 2009/2010, na Figueira da Foz, decorre de 31 de Dezembro a 2 de Janeiro, na Av. 25 de Abril e no Forte de Sta. Catarina.
Como, pelos vistos, tristezas não pagam dívidas, a programação deste ano “começa no dia 31 de Dezembro, pelas 14h30, na Av. 25 de Abril, com o Rally Fim-de-Ano de Automóveis Clássicos. À noite, pelas 22h30, dá-se início à grande festa com a animação por um DJ. Pelas 00h00, dando as boas-vindas ao novo ano, terá início, junto ao Forte de Sta. Catarina, o sempre deslumbrante espectáculo piro-musical que iluminará o céu, o mar e a praia da Figueira durante cerca de 10 minutos. Pelas 00h15, é a vez de subir ao palco André Sardet, autor de êxitos como "Azul do Céu", "Perto, Mais Perto", ou “Adivinha Quanto Gosto de Ti”, este último do álbum “Mundo de Cartão”, onde o músico de Coimbra nos dá a conhecer o seu mundo de fantasia, ilusão, imaginação e magia.”
Nada mais apropriado, portanto…
“A festa prolonga-se noite dentro com muita animação proporcionada pelos ritmos lançados pelo DJ de serviço.
No dia 1 de Janeiro, pelas 14h30, na Av. 25 de Abril, terá lugar a Prova de Perícia do Rally Fim-de-Ano de Automóveis Clássicos. À noite, a festa continua, no Forte de Sta. Catarina, com duas propostas musicais dirigidas sobretudo ao público mais jovem. Assim, pelas 22h30 sobem ao palco os Electric Willow, formados por Adílio Sousa, Pedro Geraldo e Cláudio Mateus, ex-vocalista da banda figueirense Caffeine. Este concerto insere-se na tournée de promoção do seu último álbum de originais, “Majestic Lies”, composto por um conjunto de canções a que os fãs do bom pop/rock mais alternativo, não vão ficar indiferentes.
Depois, pelas 00h00, é a vez da banda figueirense Cães Danados apresentarem o seu punk rock cantado em Português.
Finalmente, o dia 2 de Janeiro está reservado para a actuação de uma das maiores figuras da música portuguesa: José Cid, que actuará no palco junto ao Forte de Sta. Catarina, pelas 22h30.”
E, assim, pensa JML “fecha com chave de ouro o programa de Passagem de Ano 2009/2010 da Figueira da Foz.”

Crise?.. Qual crise?.. Na Figueira, é sempre a abrir…
A passagem de Ano 2009/2010, na Figueira da Foz, decorre de 31 de Dezembro a 2 de Janeiro, na Av. 25 de Abril e no Forte de Sta. Catarina.
Como, pelos vistos, tristezas não pagam dívidas, a programação deste ano “começa no dia 31 de Dezembro, pelas 14h30, na Av. 25 de Abril, com o Rally Fim-de-Ano de Automóveis Clássicos. À noite, pelas 22h30, dá-se início à grande festa com a animação por um DJ. Pelas 00h00, dando as boas-vindas ao novo ano, terá início, junto ao Forte de Sta. Catarina, o sempre deslumbrante espectáculo piro-musical que iluminará o céu, o mar e a praia da Figueira durante cerca de 10 minutos. Pelas 00h15, é a vez de subir ao palco André Sardet, autor de êxitos como "Azul do Céu", "Perto, Mais Perto", ou “Adivinha Quanto Gosto de Ti”, este último do álbum “Mundo de Cartão”, onde o músico de Coimbra nos dá a conhecer o seu mundo de fantasia, ilusão, imaginação e magia.”
Nada mais apropriado, portanto…
“A festa prolonga-se noite dentro com muita animação proporcionada pelos ritmos lançados pelo DJ de serviço.
No dia 1 de Janeiro, pelas 14h30, na Av. 25 de Abril, terá lugar a Prova de Perícia do Rally Fim-de-Ano de Automóveis Clássicos. À noite, a festa continua, no Forte de Sta. Catarina, com duas propostas musicais dirigidas sobretudo ao público mais jovem. Assim, pelas 22h30 sobem ao palco os Electric Willow, formados por Adílio Sousa, Pedro Geraldo e Cláudio Mateus, ex-vocalista da banda figueirense Caffeine. Este concerto insere-se na tournée de promoção do seu último álbum de originais, “Majestic Lies”, composto por um conjunto de canções a que os fãs do bom pop/rock mais alternativo, não vão ficar indiferentes.
Depois, pelas 00h00, é a vez da banda figueirense Cães Danados apresentarem o seu punk rock cantado em Português.
Finalmente, o dia 2 de Janeiro está reservado para a actuação de uma das maiores figuras da música portuguesa: José Cid, que actuará no palco junto ao Forte de Sta. Catarina, pelas 22h30.”
E, assim, pensa JML “fecha com chave de ouro o programa de Passagem de Ano 2009/2010 da Figueira da Foz.”
Num dia difícil para o Custódio, um abraço solidário
Todos nós,temos aquele momento,
em que sentimos a passagem do tempo
a mudar a nossa vida.
Fica o tormento
e fica a sangrar a ferida.
No céu, outrora azul,
está, agora, a nuvem escondida.
Por companhia,
ficou a noite vazia e fria...
Mas a vida e a luta continuam…
“Então em frente…
Desistir?...
Nunca...
Porquê?...
Ora bolas...porque não foi isso que te ensinaram durante a vida...”
Mas a vida e a luta continuam…
“Então em frente…
Desistir?...
Nunca...
Porquê?...
Ora bolas...porque não foi isso que te ensinaram durante a vida...”
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
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