quinta-feira, 10 de dezembro de 2020
O ministro de Administração Interna, Eduardo Cabrita, na conferência de imprensa de hoje...
Leiria, uma câmara de gestão socialista...
Via Economia ao Minuto"O regulamento do Fundo de Emergência Municipal de Apoio Comercial e Empresarial "Leiria Protege", aprovado por unanimidade, prevê apoios de dois mil, três mil ou quatro mil euros para microempresas que tenham tido uma descida igual ou superior a 25% na facturação este ano face a 2019.
É perfeitamente compreensível, humano e legítimo que os governates (incluindo os autarcas) mostrem a obra que fazem durante os mandatos para os quais são eleitos...
Presidente da Câmara da Figueira da Foz, Dr. Carlos Monteiro, durante a apresentação dos reis do Carnaval de Buarcos/Figueira da Foz, em 2 de Fevereiro de 2020: “estátua do Pescador será recolocada até 15 de Julho”...
Rescaldo da reunião de Câmara de ontem: «propostas do vereador Ricardo Silva foram todas “chumbadas»...
Paz interior
quarta-feira, 9 de dezembro de 2020
Mário Silva: "Um artista grande e uma cidade pequena", de grandes artistas...
«PROPOSTA APRESENTADA PELO VEREADOR ELEITO PELO PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA, RICARDO SILVA – APOIOS À ATIVIDADE ECONÓMICA NO ÂMBITO DA PANDEMIA “COVID 19” »
"PROPOSTA APRESENTADA PELO VEREADOR ELEITO PELO PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA, RICARDO SILVA – ENVIO DO PROCESSO DA EMPREITADA “CICLOVIA DO MONDEGO” PARA O MINISTÉRIO PÚBLICO PARA APURAMENTO DE RESPONSABILIDADES"
HINO À IGNORÂNCIA!..
terça-feira, 8 de dezembro de 2020
Que relação pode existir entre um bloguer e o poder? Com o poder nenhuma...
Reconheça-se o mérito a quem o tem...
Segundo o que pode ser lido na notícia publicada no Diário as Beiras, a "Câmara da Figueira da Foz recuou no abate de árvores na Baixa, na sequência da reacção de munícipes e do movimento cívico Parque Verde".
“Se não fosse a atenção cívica de cidadãos que residem ali e que nos chamaram para intervir, teria sido cometido mais um atropelo”, afirmou Luís Pena, um dos fundadores do movimento Parque Verde.
Para o activista, a requalificação do parque arbóreo da cidade “resolve-se de uma forma muito simples: auscultar os grupos que se interessam por determinadas áreas sem interesses associados, ouvir as pessoas”.
Grande vitória da cidadania: venceu contra a oposição da falta de sensibilidade ecologista da Câmara. Venceu a oposição das elites da Figueira. Venceu a comunicação social manhosa. Venceu o pessimismo e o comodismo dos tugas figueirenses. Venceu as vozes do apocalipse. Venceu a direita, a esquerda e o centro.
Só não conseguiu ir a tempo de vencer a postura e a forma de actuar de quem está no poder, que fez o que fez em Buarcos, ao freixo centenário e vai continuar a fazer.
Isto, sim, é uma medida definida e concreta para ajudar o pequeno comércio figueirense
A "catástrofe" está anunciada há muito. O negócio para o pequeno comércio está péssimo. Sobrevivem alguns resistentes, mas os pequenos comerciantes estão a perder nitidamente terreno para as médias e grandes superfícies comerciais.
Os pequenos comerciantes, lamento dizê-lo, têm a batalha perdida. É um sector envelhecido, gasto, desmotivado, sem perspectivas de futuro. Precisava de se modernizar, para sobreviver, pois o consumidor está cada vez exigente.
Existem problemas de fundo que têm a ver com o atendimento e a apresentação dos produtos. Contudo, numa sociedade cada vez mais egoísta e desumanizada existem factores positivos, que têm de ser valorizados - simpatia, proximidade e atenção, para com o cliente.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2020
Tudo na paz do regime de ficção...
Marcelo Rebelo de Sousa anuncia daqui a pouco a recandidatura à Presidência - às 18:00, apurou a TVI.
A ponte Edgar Cardoso não é para peões... E a (nova) Ponte dos Arcos?
João Vaz, publica na edição de hoje do Diário as Beiras, uma crónica que vale a pena ler.
Aborda um tema interessante.
"Quem já atravessou a ponte Edgar Cardoso a pé ou de bicicleta?"
Creio que poucos. E, eu, que já o fiz algumas vezes, a pé concordo com João Vaz.
"Porque simplesmente não há acessos para peões nem bicicletas dignos. Não há segurança até chegar à ponte, o investimento foi todo colocado ao serviço dos carros e dos camiões. É este o nosso atraso em relação ao resto da Europa, um desprezo pelo peão."
A Ponte Edgar Cardoso foi inaugurada no início dos anos 80 do século passado, mais precisamente em 1982.
Em 30 e tal anos muita coisa mudou. Também na engenharia e na filosofia da construção de pontes.
Contudo, muitos anos depois, a nova Ponte dos Arcos, no essencial, limitou-se a facilitar a vida ao trânsito motorizado.
A nova Ponte dos Arcos não foi pensada, planeada, projectada e construída para peões e ciclistas.
É, por conseguinte, uma via perigosa para os “mais vulneráveis”.
E as coisas poderiam ter sido diferentes. Algo poderia ter sido rectificado, melhorado ou resolvido.
Assim os políticos o tivessem querido.
Por exemplo, na reunião da Câmara Municipal da Figueira da Foz, realizada no dia 9 de 2008, a questão foi abordada por iniciativa do então vereador da oposição João Vaz, do PS.
Contudo, o assunto já era abordado em blogues e nos jornais.
O OUTRA MARGEM foi disso exemplo.
No Diário de Coimbra do dia 9 de 2008, em caixa, na edição papel, o jornal alertava que a nova Ponte dos Arcos é perigosa para os peões.
Mas, para além das deficiências e perigos enfrentadas pelos peões, outras lacunas existem que, talvez, ao tempo, ainda pudessem ter sido rectificadas.
Uma ponte construída de raiz, em 2006, deveria ter sido pensada e planeada para se inserir naturalmente no meio envolvente, e não ser colocada no local a martelo...
A Ponte dos Arcos (a nova) foi inaugurada no dia 27 de Outubro de 2008.
“Será que ainda não repararam que os passeios da nova ponte vão dar a lado nenhum?
Quem vem a pé da ponte Edgar Cardoso, como pode aceder aos passeios, sem ter de andar pela berma da faixa até perto do tabuleiro e saltar as protecções metálicas? "
![]() |
| Foto João Pita |
Adiante, pois falar agora do atribulado e acidentado processo de gestação desta obra, seria chover no molhado.


















