Via Diário as Beiras: "Dois blocos dos apartamentos militares, com 24 fogos, estão praticamente concluídos. Executivo abrirá candidaturas no início de setembro"
quinta-feira, 27 de agosto de 2026
A irresistível cultura do partido do poder para tomar de assalto o Estado
"Este será um governo exigente na ética e intransigente na integridade!", disse Luís Montenegro...
"Na primeira semana de agosto, foram nomeados em regime de substituição novos diretores do centro distrital do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) para a região Centro. Esta alteração acontece no âmbito da restruturação no IEFP, com o objetivo de “garantir maior proximidade, eficiência e impacto”, citando os novos estatutos aprovados pelo serviço público de emprego nacional.Entre os escolhidos está uma fisioterapeuta, autarcas e ex-deputado do PSD, todos nomeados em regime de substituição.
Ou seja, ocupam as funções sem terem passado pelo crivo da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CRESAP)." - Revista Sábado
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
Estas coisas não se inventam
"Deputados municipais desfiliam-se do Chega"
“Esta decisão surge na sequência dos acontecimentos dos últimos dias, nomeadamente do processo envolvendo o presidente da Junta de Maiorca, bem como da pressão exercida pelo partido para que fosse eliminada uma publicação que os próprios deputados consideram ter sido uma legítima defesa da honra e da dignidade política”, avança nota enviada hoje ao DIÁRIO AS BEIRAS.
“Não podemos aceitar que o exercício de um mandato para o qual fomos democraticamente eleitos seja condicionado ou manietado por interesses partidários”, acrescenta.
Ao que o DIÁRIO AS BEIRAS apurou, a decisão dos três deputados municipais eleitos em 2025 pelas listas do Chega, agora independentes, já foi comunicada ao presidente da Assembleia Municipal da Figueira da Foz, José Duarte Pereira.»
É o que acontece quando a extrema direita toma conta da agenda política e impõe leis como a que a ONU contesta
As coisas chegam com atraso, mas acabam por cá chegar: Chega com vida difícil também na Figueira.
Montemor-o-Velho...
Bárbara Bandeira (29), Calema (30), Mickael Carreira (31), Lon3r Johny (1), Syro (2), Zé Amaro (3), Deejay Telio e Kura (4), Diogo Piçarra (5), Sara Correia, Porquinha Peppa e Ovelha Choné (6), Vizinhos (7) e Sons do Minho (8) são os cabeças de cartaz da edição de 2026 da Feira do Ano, que acontece de 29 de agosto a 8 de setembro, e que este ano comemora 600 anos sobre a concessão, em 1426, da feira franca anual de Montemor-o-Velho.
Além dos artistas do palco principal, haverá ainda o palco secundário que conta com apresentações de Sílvio Girão Fado, Bakas Band, Vem Ser Feliz, Bora Lá ao Fado, Mickael Salgado e Inês Freira, a par dos encontros folclore e cantares e das atuações das escolas e grupos de dança. Neste mesmo palco, os fins de noite ganham animação com as atuações de dj’s.
A entrada é gratuita. Mas, quanto é que vai custar ao contribuinte?
terça-feira, 25 de agosto de 2026
E, no entanto, Portugal move-se: PJ quer ouvir Ventura e deputados do Chega sobre alegado assalto no Parlamento
A Polícia Judiciária (PJ) quer ouvir André Ventura e os deputados do Chega Paulo Seco e Francisco Gomes como testemunhas no âmbito da investigação ao alegado assalto ao gabinete do presidente do partido na Assembleia da República.
A Renascença confirmou junto de fonte oficial do Chega a informação avançada pela "SIC Notícias".
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
"As obras de melhoria das acessibilidades marítimas e das infraestruturas do Porto da Figueira da Foz entram numa nova fase"
Está concluída a intervenção nos 415 metros de cais, com a instalação de novas defensas e cabeços de amarração e a extensão da laje de cais em cinco metros, reforçando a capacidade operacional desta área. A obra do Pontão para o estacionamento de rebocadores também ficou recentemente concluída.
Neste momento já estão a decorrer as obras no Terminal de Carga Geral. Já estão no terreno os trabalhos de construção dos 460 metros de cais, acompanhados pelo aprofundamento do canal de navegação, uma intervenção, que será “essencial para melhorar as condições de acesso marítimo ao porto”.»
domingo, 23 de agosto de 2026
Forte de Santa Catarina, mais uma telenovela figueirense em "reprise"...
| Foto: Luís Fidalgo |
Via Diário de Coimbra
Os habitantes referem que o som projetado a partir das muralhas se propaga com facilidade em direção aos edifícios vizinhos do Forte de Santa Catarina (onde existem hotéis, espaços de alojamento local e habitações particulares), considerando que o impacto é agravado pela total ausência de barreiras acústicas na estrutura histórica. «Tornou-se impossível descansar ao fim de semana. É inadmissível ter música alta e pessoas a cantar às 04h00 da madrugada», criticam as pessoas que se sentem lesadas no direito ao seu descanso.
Contactado pelo Diário de Coimbra sobre esta situação, João Martins, vereador com o pelouro de Taxas e Licenças (licenças especiais de ruído), esclarece que o espaço em causa opera como um estabelecimento de restauração e bebidas e que a estrutura está instalada num espaço que pertence ao Ministério da Defesa Nacional, pelo que o funcionamento está enquadrado pela legislação e o horário autorizado estende-se, atualmente, até às 4h00."
Em tempo.
Embora isto seja algo herdado do passado, o actual executivo sabe que a CONCESSÃO DA EXPLORAÇÃO DE ESPAÇO INTEGRADO NO FORTE DE SANTA CATARINA é um asunto de interesse público. O Forte de Santa Catarina é um património do Estado. Já podia ter feito alguma coisa. Contudo, a salvaguarda do património cultural na Figueira da Foz continua a não ser um assunto interessante para a classe política.
Limito-me, portanto, a recordar a intervenção da deputada municipal Maria Isabel Sousa – PSD, no decorrer da Assembleia Municipal realizada no dia 27 de junho de 2020.
"O Forte de Santa Catarina, cuja construção atual remonta ao reinado de Filipe I de Portugal (finais do séc. XVI), poderia ser transformado num digno centro interpretativo da Guerra Peninsular (sobre as invasões Francesas e auxílio do exército Inglês, na primeira década do séc. XIX), assim como dos ataques históricos de corsários ingleses no séc. XVII.
Este conjunto arquitetónico militar poderia servir de laboratório histórico, aberto a visitas a turistas e estudantes, respondendo aos desígnios da flexibilidade curricular preconizada pelo Ministério da Educação, que evoca a necessidade de criar novos e diferentes ambientes de aprendizagem.
Ao invés disso, no seu interior foi implantado um complexo de bar/restaurante, ornado com sombreiros de colmo ao estilo do Caribe, completamente descontextualizados da envolvente, ferindo o propósito da criação daquela edificação, perfurando a muralha em vários pontos para melhor servir o acesso dos possíveis utilizadores do espaço. Uma escada de betão rompe a muralha histórica, esta, volta a sofrer ferimentos com a fixação de um dístico completamente redundante, onde se lê “Forte”. E é nas traseiras do complexo do Ténis Clube onde se encontra a ser construído mais um disparate arquitetónico, uma pretensa Casa de Chá, voltada para o rio, mas que para ser construída, fere de novo a muralha do Forte de Santa Catarina, oculta-a e quem se desloca de sul para norte, fica com uma visão limitada da grandeza e beleza desta fortificação, escondida que está atrás de um edifício modernista de ferro, madeira e (futuramente) vidro. Muitas outras cidades tentaram uma coexistência entre o património histórico e as construções modernistas/funcionalistas, a maior parte delas com o objetivo de criar equipamentos culturais, que melhor servissem a cidade. Aqui não é o caso, um edifício histórico, está ao serviço da economia e do comércio de particulares, sem qualquer preocupação com o significado da real preservação do património.
Já nos bastava a colonização pelo Ténis Clube nas suas traseiras, nas áreas mais baixas junto à circular, no qual estão construídos mais dois courts de Ténis, que para facilitar o acesso aos praticantes da modalidade, mais uma vez criaram uma incisão na muralha na qual se fixa uma escada em madeira, mesmo ao lado da dita construção, futura Casa de Chá.
Perguntamos, como foi possível viabilizar este (e o outro estabelecimento) no coração histórico da nossa cidade, sem que para tal ninguém tivesse uma palavra a dizer. Uma estrutura que nasceu da noite para o dia, que peca por ocultar uma parte significativa do Forte de Santa Catarina e do substrato rochoso sobre o qual este foi construído, vestígios do antigo promontório de Santa Catarina, constitui um atentado urbanístico, que muito nos desagrada, somos veementemente contra tal situação, e questionamo-nos como tal abjeção foi autorizada pela tutela, quando se trata de um edifício classificado como Imóvel de Interesse Público, desde 1961.
Se tivéssemos muitos edifícios históricos, poderíamos de algum modo explicar este desaire, mas não, a nossa cidade não é assim tão rica em património, por isso não o podemos desvirtuar ao sabor de outros interesses que não sejam os de zelar pelo legado que os nossos antepassados nos deixaram e que conta a nossa História. Deveríamos antes criar todas as condições para que os alunos tivessem naquele local aulas, no exterior dos muros da escola, que tão enriquecedoras são, proporcionando-lhes aprendizagens verdadeiramente significativas."
O presidente da Câmara por sucessão, Carlos Monteiro, na altura, respondeu nos termos que pode ler clicando aqui.
Quando é para mentir ou fazer demagogia a direita não brinca em serviço
Entretanto, como não há eleições à vista, o combate às desigualdades, objectivo essencialmente coletivo, fica para mais tarde. Este Governo AD, está interessado é na individualização das relações de trabalho e da proteção social.
Imagem jornal Público
sábado, 22 de agosto de 2026
Pimenta no cú dos outros é refresco...
O partido das virgens ofendidas
«Jerónimo de Sousa, o "avô bêbado que a gente tem em casa que, a partir de um certo momento, começa a não achar graça às piadas".
Ana Gomes "contrabandista", João Ferreira, "ar de operário beto de Cascais".
Lula da Silva esteve em Belém com Ventura a gritar: "Lula, ladrão, o teu lugar é na prisão".
E podíamos continuar a ronda pelo resto da bancada para lamentar [não é gralha], a começar no "desconizar" do deputado Frazão até ao deputado beijoqueiro Melo, passando pela deputada Cid a chamar "assassina" à deputada Isabel Moreira. Agora "Fuck Chega" é que não pode ser. Não. Isso é insultar 1.437.881 portugueses que votaram em meia-dúzia que se dedica a insultar os outros 4 880 068, num festival pago com o dinheiro dos contribuintes, coisa que não acontece com os deputados do partido da taberna que estão no Parlamento a expensas próprias.»
sexta-feira, 21 de agosto de 2026
Na Figueira ainda há SILLY SEASON
2. ... não nos peçam para fazer uma oposição de fachada.
3. Se o executivo continuar a não agendar as propostas do Chega e a deixar sem resposta os nossos requerimentos — como tem sucedido nos últimos meses —, recorreremos ao Ministério Público, nos termos previstos na lei. Não permitiremos que o presidente transforme o concelho da Figueira da Foz numa oligarquia.
4. Este combate político tem sido conduzido com elevação, de forma factual e focada nas instituições. Em momento algum insultámos ou ofendemos a título pessoal os membros do executivo. Tal prática tem sido, sim, adotada pela FAP, como ficou bem patente na última Assembleia Municipal, através dos ataques ferozes do presidente da câmara ao presidente da Assembleia, José Duarte Pereira, e a vários deputados do Chega.
5. ... distanciamo-nos em absoluto da recente publicação do presidente da Junta de Freguesia de Maiorca, eleito pelo Chega. Repudiamos contundentemente a sua atitude, embora não nos surpreenda: o próprio Nuno Santos já nos tinha comunicado que era pressionado de forma recorrente por membros do executivo camarário para se distanciar do Chega, tendo sido recentemente instigado a fazer a dita publicação nas redes sociais.
6. O presidente da junta teria demonstrado verdadeira coragem política se tivesse vindo a público denunciar as pressões que tem sofrido por parte do executivo camarário. Na política não vale tudo. Como afirmou recentemente Pedro Santana Lopes, a verdade na política é fundamental — é pena que o próprio executivo não aplique as regras que preconiza."
Texto extraído de um comunicado dos Autarcas do Chega na Figueira da Foz.
quinta-feira, 20 de agosto de 2026
Chouriço: produto, para olhar, degustar, provar e saborear. E voltar a comer...
"Festival do Chouriço Tradicional de Quiaios está de regresso até ao próximo domingo".
Coisas boas, como esta, mas também coisas ruins...
Quiosques e cafetarias...
Quinta-feira, 25 de janeiro de 2018, notícia de primeira página do Diário de Coimbra de 18 de outubro de 2016: "na Figueira, novos quiosques são instalados para a semana".
Apesar de todas as resistências, enganos e mal entendidos, estes espaços ao ar livre, são o passado e o futuro da nossa cidade... Porém, passados 11 anos, passámos dos quiosques às cafetarias. As mudanças estão em curso.
Os quiosques e as cafetarias têm passado e têm futuro na nossa cidade.
Quinta-feira, 19 de agosto de 2026, via José António Silva Teixeira: "Café da Praça (Praça Aguiar de Carvalho): "abriu hoje de forma informal, sexta-feira será o dia oficial da abertura".
quarta-feira, 19 de agosto de 2026
Gravação do Hino de São Julião
A junta promove no próximo dia 27 de setembro, no auditório Afonso Ernesto de Barros – Misericórdia Obra da Figueira, uma audição de músicos, integrada no processo de regravação do Hino de São Julião, prevista para o próxmo mês de outubro.
Para esta iniciativa, procuram-se músicos de clarinete, flauta, saxofone, trompete, trompa, trombone, tuba, bombardino e percussão.
Para se inscrever deve contactar Paulo Loureiro.









