
“Parece-me que passaram a fazer consultoria a um pseudo jornalista da figueira, para combaterem o teu blog.”
O alerta, veio em jeito de comentário, um dia destes.
Já tinha notado qualquer coisa. Uns ataques levezinhos. Umas ameaças descaradas. Umas ofensas fundas.
Mas o que é que se passa, afinal?
Este é um blog que ninguém frequenta, ninguém comenta, não é feito por nenhum dr.
Será que estamos a incomodar?
Na... Não acredito.
E depois, vamo-nos defender como?
Usando “escudos humanos”, ou minas?
Qual seria o propósito de usar "escudos humanos" sem que o inimigo soubesse que eles estão cá?
Seria eficiente?
Deixando de lado os “escudos humanos”, vamos às minas.
Vamos supor, que queríamos defender a fronteira da nossa freguesia com campos de minas.
O que fazer, se as minas não chegassem para proteger toda a nossa área territorial?
Teríamos duas hipóteses:1. Enterrar algumas, assinalando-as com bandeirinhas;2. Enterrar algumas, não dizendo onde.
Qual seria o método mais eficiente?
O primeiro método seria ineficiente. O inimigo só teria que contornar as bandeirinhas.
O segundo método seria mais eficaz. O inimigo, para avançar, teria sempre que proceder à desminagem do terreno, mesmo em locais onde não existem minas.No caso dos escudos humanos é a mesma coisa.
Não se sabendo onde estão, pressupõem-se que estão em todo o lado.
António Agostinho