quinta-feira, 8 de maio de 2025
Na falta de melhores "ideias" explore-se o "fait-divers"...
O Grupo Desportivo e Recreativo da Chã, em Tavarede, já viveu dias melhores
Na presidência da coletividade há 26 anos, Fátima Trigo continua a arregaçar as mangas para “preservar e salvaguardar” o associativismo na Figueira da Foz.
quarta-feira, 7 de maio de 2025
terça-feira, 6 de maio de 2025
𝗧𝗿𝗮𝘃𝗲𝘀𝘀𝗶𝗮𝘀 𝗻𝗮 𝗲𝗺𝗯𝗮𝗿𝗰𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗖𝗮𝗿𝗹𝗼𝘀 𝗦𝗶𝗺𝗮̃𝗼 𝗽𝗮𝘀𝘀𝗮𝗺 𝗮 𝘀𝗲𝗿 𝗰𝗼𝗯𝗿𝗮𝗱𝗮𝘀 𝗮 𝗽𝗮𝗿𝘁𝗶𝗿 𝗱𝗲 amanhã, 𝟳 𝗱𝗲 𝗺𝗮𝗶𝗼
«O Município da Figueira da Foz dará início, na próxima quarta-feira, dia 7 de maio, à cobrança de bilhete pelo transporte fluvial de passageiros entre as duas margens do Rio Mondego – Figueira/Cabedelo, na embarcação elétrica “Carlos Simão".
Pedro Passos Coelho, Aníbal Cavaco Silva, Fernando Nogueira, Pedro Santana Lopes, o candidato presidencial Luís Marques Mendes, Luís Filipe Menezes e Manuela Ferreira Leite presentes
«Pedro Passos Coelho vai marcar presença no almoço de ex-líderes do PSD, que celebra o 50.º aniversário do partido.
De acordo com fonte oficial do partido, dos antigos presidentes do PSD não estarão presentes, por razões de saúde, Francisco Pinto Balsemão e Rui Machete e, por se encontrar fora no país numa conferência, Durão Barroso, que enviará uma mensagem. Luís Montenegro é o 19.º presidente do PSD, tendo tido como antecessores imediatos Rui Rio (2018-2022) e o antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho (2010-2018), que estarão no almoço na São Caetano à Lapa, e Lisboa. No almoço, estarão também os restantes antigos líderes do partido: o ex-Presidente da República e antigo primeiro-ministro Aníbal Cavaco Silva (1985-1995), Fernando Nogueira (1995-96), o antigo primeiro-ministro Pedro Santana Lopes (2004-05), o candidato presidencial Luís Marques Mendes (2005-2007), Luís Filipe Menezes (2007-2008) e Manuela Ferreira Leite (2008-2010).»«O líder do PCP Paulo Raimundo não vai estar presente no almoço do PSD desta terça-feira, que vai reunir quase todos os antigos líderes do partido, mas antecipa qual vai ser a ementa. "Eu acho que estou a ver qual é a ementa desse almoço. Deve ser batatas fritas de Bruxelas, deve ser uma salsicha alemã e deve ser uma sopa ralinha, com muita água e vinho… nada".»
Futebol e política
“Tudo na vida é político. Mesmo definir-se como apolítico ou ficar de fora do debate sociopolítico também é uma posição política.”
Todos sabemos que o futebol e a política têm tido uma relação de dupla natureza ao longo da história. Por um lado, o futebol tem sido explorado e instrumentalizado pelo poder. Desde logo, nas ditaduras pelos governos. Em democracia, obviamente que pelos governos, mas também pelas câmaras municipais, juntas de freguesias e alguns partidos políticos, que utilizam o futebol como uma ferramenta para promover os seus interesses e objectivos políticos.
Portanto, a relação entre futebol e a política é indissociável e indesmentível.
Para não irmos mais longe, penso que todos nos recordamos da longa gestão PS, nomeadamente no tempo do falecido eng. Aguiar de Carvalho, que ao mesmo tempo que era Presidente de Câmara, era Presidente da Assembleia Geral da Naval 1º. de Maio.
A mistura entre futebol e política tem efeitos e provoca reacções, que podem desenvolver laços envolvendo aspectos de cooperação, ou ser tema gerador de conflitos.
Na actualidade figueirense, é mais do que evidente a cooperação entre a força política no poder e o futebol - nomeadamente na Naval 1º. de Maio.
A ver vamos o que o futuro nos reserva. Para já, a avaliar pelo que foi visto na tarde do passado domingo no Estádio Bento Pessoa, aparentemente tudo está no melhor dos mundos.
[𝟏𝟏𝟓º 𝐀𝐧𝐢𝐯𝐞𝐫𝐬𝐚́𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐚 𝐁𝐢𝐛𝐥𝐢𝐨𝐭𝐞𝐜𝐚 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 - 𝐓𝐞𝐫𝐜̧𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐦 𝐏𝐨𝐞𝐬𝐢𝐚 - 𝐄𝐬𝐩𝐞𝐜𝐢𝐚𝐥 𝐀𝐧𝐢𝐯𝐞𝐫𝐬𝐚́𝐫𝐢𝐨]
Via Biblioteca Municipal Figueira da Foz
𝗢𝗱𝗲 𝗠𝗮𝗿𝗶́𝘁𝗶𝗺𝗮 𝗱𝗲 𝗔́𝗹𝘃𝗮𝗿𝗼 𝗱𝗲 𝗖𝗮𝗺𝗽𝗼𝘀 - 𝗟𝗲𝗶𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗴𝗿𝗮𝗹 𝗽𝗼𝗿 𝐏𝐞𝐝𝐫𝐨 𝐋𝐚𝐦𝐚𝐫𝐞𝐬
segunda-feira, 5 de maio de 2025
António Santos Rocha, esse desconhecido...
Matricula-se na Faculdade de Direito, onde obtém o bacharelato com distinção em 1875.
Na Figueira abre escritório de advocacia, mas a investigação arqueológica ocupa também a sua atenção. Santa Olaia, estação situada junto a Maiorca, é a estação arqueológica a que mais se dedica e a que acrescenta trabalhos realizados em outros locais do concelho da Figueira.
A 6 de Maio de 1894 é inaugurado o Museu Municipal cuja criação se deve à acção de um grupo de intelectuais figueirenses à frente dos quais sobressai a figura de Santos Rocha, desde logo indigitado pelo executivo camarário para a direcção desta nova instituição cultural.
Em 1898 organiza com alguns companheiros, a Sociedade Arqueológica da Figueira, sendo eleito seu presidente na 1ª sessão plenária e, mais tarde, o nome desta agremiação muda para Sociedade Arqueológica de Santos Rocha.
Santos Rocha prossegue as suas investigações arqueológicas também fora do concelho da Figueira da Foz, concretamente com idas ao Algarve, Beira Alta e Estremadura, incluindo também viagens a França, Itália, Suíça.
Na vida política e social local destaque para o exercício de funções como presidente da Câmara Municipal da Figueira, Provedor da Misericórdia, presidente da Associação Comercial e director do jornal Correspondência da Figueira.
António dos Santos Rocha vem a falecer na sua cidade natal a 28 de março de 1910.
Em sessão de 30 de março desse mesmo ano, a Câmara Municipal delibera que o Museu que fundou se passe a denominar Museu Municipal Dr. Santos Rocha."
Fica uma postagem do blogue Álbum Figueirense publicada em 3 de Setembro de 2007.
domingo, 4 de maio de 2025
A uma jornada do fim Naval 1983 sagra-se campeã de Elite da AF Coimbra 2024/2025
Na próxima época a Naval 1983 vai disputar o Campeonato de Portugal.
Com o Estádio Municipal José Bento Pessoa com uma moldura humana considerável, os figueirenses venceram o União FC por 4-1.
Eleições todos os anos: já!..
sábado, 3 de maio de 2025
URAP da Figueira da Foz comemorou os 51 anos de Abril
Via Urap - União dos Resistentes Antifascistas Portugueses
"A liberdade tornou-se um assunto exclusivo da individualidade – um produto entre tantos outros, que se troca, compra, vende ou se coloca na prateleira à espera de dias mais solarengos”.“No mesmo gesto, tratou-se de relativizar o valor do trabalho como ferramenta de empoderamento social e valorização pessoal; a educação, a cultura, a saúde e a habitação públicas, universais, gratuitas ou acessíveis e, fatalmente, a participação na vida pública deixaram de ser valores comuns para se renderem – e cada vez mais – ao lugar de bens de luxo”.
“A guerra é agora vendida como uma obrigação dos moderados. Prestes a tornar-se total, está nos consensos quase generalizados como um símbolo de modernidade, de progresso económico e de heroísmo. São os mais altos dirigentes que nos pedem esse sacrifício de sangue, de liberdades e de direitos e nos ensinam a preparar kits de sobrevivência para 72 horas”.
“Numa coisa talvez estejam certos esses dirigentes: se prosseguirmos a trajectória de atomização e de demissão relativamente à construção de sociedades mais fraternas, mais justas e mais ecológicas talvez não tenhamos mais do que 72 horas pela frente"-
“Os populismos que hoje clamam pela regeneração nacional não são mais do que o produto desse processo de reorganização do fascismo – uma ideologia por vezes discreta, mas nunca inocente”.
“A urgência está em recuperar para o centro da sociedade o significado, o sentido e o peso das palavras – fascismo, repressão, censura, guerra; tão premente hoje como o foi sempre. Tal como devemos bater-nos por incluir no nosso léxico – e de forma reforçada – as palavras e os compromissos da Liberdade, da Paz e da Fraternidade – valores da Constituição e valores de Abril".
Frederica Jordão
sexta-feira, 2 de maio de 2025
Dois dias depois a justificação que se esperava: Vitor Rodrigues renunciou "por motivos pessoais"...
COMUNICADO
Debate no canal NOW: Santana não abandonou estúdio, mas manteve-se em silêncio durante parte da emissão
Segundo a edição de hoje do Correio da Manhã, "Pedro Santana Lopes recusou continuar a sua análise, em directo, no canal NOW, ao debate entre Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos, após tecer algumas criticas a Luís Paixão Martins".
Dito isto: o que se passou foi que, "Pedro Santana Lopes embora irritado não abandonou o estúdio". Contudo, "manteve-se em silêncio durante parte da emissão conduzida por Eduarda Pires".


















