quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025
terça-feira, 25 de fevereiro de 2025
Os "vítores" do PS...
2001: Vítor Jorge (esteve quase a ser outro Vítor - o Baptista), perdeu.
2005: Vítor Sarmento, perdeu.
2025: Vítor Rodrigues…
Nota de rodapé.
É óbvio que a 7 meses das autárquicas de 2025, ainda com algumas candidaturas por anunciar, existe uma certa margem de risco em colocar esta questão.
Porém, como o perigo é a minha profissão, aqui vai:
Carnaval...
Via Diário as Beiras
O contrato de concessão foi assinado em agosto de 2022 com a administração do porto, que emitiu em dezembro do mesmo ano o alvará de licença
Em declarações à agência Lusa, o proprietário da BioAdvance, Paulo Gaspar, disse que a empresa efetuou diligências para que o processo não fosse suspenso. “Está tudo tratado e já enviámos informação para o AICEP, pelo que o acompanhamento da candidatura já não vai ser suspenso”, sustentou. Segundo o empresário, a empresa recebeu a comunicação da CPAI de suspensão do acompanhamento da candidatura no dia 06 de fevereiro, com 10 dias úteis para se pronunciar, e respondeu dentro do prazo.
A situação da BioAdvance já motivou, em outubro, uma assembleia municipal extraordinária para a Câmara esclarecer os trâmites do processo, depois de o presidente da Junta de Vila Verde ter afirmado que unidade estava a laborar sem licença e a provocar poluição ambiental através de cheiros e odor incomodativo.
Nessa sessão, a vice-presidente da Câmara, Anabela Tabaçó, disse que a empresa não possuía licença de utilização para funcionar e que efetuava apenas testes aos equipamentos, enquanto decorria o processo de obtenção da licença industrial.
A autarca explicou que o município licenciou as obras de construção, mas que a licença de utilização só pode ser emitida quando estiver concluído o processo de licenciamento industrial na CCDRC, iniciado em 2023.
A agência Lusa ainda solicitou esclarecimentos junto daquela entidade, mas não foi possível obter uma reação.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025
Gouveia e Melo, o candidato populista e anti-partidos, apresenta-se
Via Público (para ler melhor clicar na imagem)
«Gouveia e Melo, o candidato populista e anti-partidos, apresenta-se
Não se via um ataque tão violento aos candidatos presidenciais adversários desde a campanha eleitoral de 1986 quando a esquerda considerava que se Freitas do Amaral fosse eleito “vinha aí o fascismo”.»
Mais um Messias?...
Vítor Rodrigues, 60 anos, residente na Freguesia de Buarcos e São Julião, é licenciado em Gestão, Pós Graduado em Gestão e Direção de Segurança, Mestre em Desenvolvimento Local, além de diversa formação militar.
Teve uma carreira coroada de êxitos ao serviço da Guarda Nacional Republicana, que o levou a atingir a patente de Coronel.
O seu desejo é SERVIR a Causa Pública e a Figueira da Foz, a Cidade da sua vida, onde vive e onde trabalhou tantos anos.»
Tal como Gouveia e Melo, "Vítor Rodrigues identifica-se com o Socialismo Democrático, a Social-democracia e a defesa de todos os Homens e Mulheres que trabalham arduamente para todos os dias melhorarem a sua vida e dos seus."
Sendo socialista é a favor da expropriação da Banca e da construção de habitação pública?
Sendo social-democrata é a favor de uma Banca pública forte que dê crédito aos pequenos empresários e jovens para comprar casa?
Ou é a favor da especulação imobiliária que alimenta os acionistas bancários?
É que das três não pode ser, são incompatíveis, se de verdade falamos. Por isso, das duas, uma: ou o militar Vítor Rodrigues é ignorante politicamente, ou sabe exatamente o que disse e mentiu, antes mesmo de estar em campo a campanha eleitoral para as próximas Eleições Autárquicas.
O coronel Vítor Rodrigues tem toda a legitimidade de ser candidato. Não queira, porém, é ser o candidato de todos: os partidos e as candidaturas representam interesses, não existe ninguém acima deles.
Este truque em ciência política chama-se bonapartismo, e foi amplamente estudado desde 1851, em França. Todos nós representamos uma parte da sociedade (partido, política, ideologia), ninguém representa, em sociedades profundamente desiguais e divididas, toda a gente.
Para quem tem memória sabe que já tivemos disso na União Nacional – o Partido de Salazar que dizia que estava acima dos Partidos, por isso era União + Nacional -, ou antes com Sidónio ou antes com João Franco.
Já cá andamos há muito tempo e já virámos muitos frangos. Tal como Raquel Varela "sabemos bem o que está ao virar da esquina."
Na Figueira o PS quer um militar na presidência
Ontem à tarde a escolha já era era do conhecimento dos mais atentos e informados. Mais tarde foi noticiado pelo Notícias de Coimbra: um militar, o coronel Vítor Rodrigues foi indigitado, este domingo, para candidato do PS à Câmara da Figueira da Foz.
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| Foto: daqui |
Segundo o NDC,"a escolha a cargo da Comissão Concelhia do PS/Figueira, presidida por Raquel Ferreira (deputada à Assembleia da República), terá constituído relativa surpresa para o coordenador da bancada socialista na Assembleia Municipal figueirense e líder partidário de âmbito distrital, João Portugal. Apesar da ampla maioria escrutinada, houve três votos desfavoráveis à indigitação e quatro abstenções. Raquel Ferreira disse ter tido o respaldo do Secretariado da Comissão Política Concelhia (CPC) figueirense do Partido Socialista. José Iglésias foi interpelado por camaradas acerca da escolha de Vítor Rodrigues por se tratar de um dirigente partidário tido como “alter ego” da líder concelhia do PS figueirense."
O PS/Figueira, cujos autarcas têm evidenciado assinalável divisão, está perante um desafio eleitoral exigente, porquanto Santana Lopes, que triunfou em 2021 com maioria relativa, aspira à reeleição apoiado pelos social-democratas. Há três anos e meio, o PSD conquistou apenas um assento no executivo camarário figueirense, e o PS quatro, tal como o movimento independente, sendo que vários vereadores socialistas pediram a suspensão dos respectivos mandatos."
domingo, 23 de fevereiro de 2025
sábado, 22 de fevereiro de 2025
Democracia e boa educação
"O Chega não é bem-educado. Nem quer ser. A sua aparente má-criação é uma escolha e um instinto. Ser grosseiro e garoto, por vezes racista e intolerante, outras vezes presunçoso e sempre machista, faz parte do estilo retórico e dos atributos dos deputados do Chega. Uns são-no naturalmente, outros vão-se forjando à medida em que desempenham as suas funções. Os deputados do Chega são, uns, polidos e bem-educados; outros são simplesmente ordinários. Mas todos, ou quase, utilizam o modo áspero porque é essa a escolha do partido. Enquanto não fazem totalmente parte do sistema, têm de se comportar como “troublemakers” (agitadores ou desordeiros).
Há deputados e governantes mal-educados, incultos e grosseiros? Há. Sempre houve. Umas vezes mais visíveis, outras mais recatados. Há deputados e governantes mentirosos, caluniadores, capazes de faltar às leis, com cadáveres no armário e com currículo de uso dos meios do Estado em benefício próprio ou dos seus amigos? Há. Sempre houve. Umas vezes em quantidades abundantes, outras mais moderadas. Para os primeiros casos, as soluções são conhecidas: o exemplo, a opinião pública e uma imprensa livre. Para os segundos, as soluções são também conhecidas: as leis e os tribunais. Em todos os casos, a opinião pública ajuda"
Ferry timorense continua "encalhado" apesar das "diligências realizadas por Santana Lopes"
Ontem na reunião de Câmara da Figueira da Foz, o presidente Santana Lopes disse que está a tentar resolver os problemas associados à construção do ferry “Haksolok”, encomendado por Timor-Leste aos estaleiros navais Atlanticeagle, detidos em 95% pelo Estado timorense.
“Tenho desenvolvido muitas diligências [junto do Governo de Timor e de ministros portugueses] em relação ao barco de Timor que está nos estaleiros, para resolvermos isto de uma vez”, revelou Santana Lopes.
A construção da embarcação parou em 2018 e foi retomada em 2024.
Entretanto, a mudança política em Timor afetou a transferência de verbas para os estaleiros, comprometendo a conclusão do ferry.
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025
Santana Lopes quer trânsito reaberto na ponte da Figueira da Foz
As obras iniciadas no final de 2022, com um prazo de execução de 21 meses, num investimento de 16,8 milhões de euros, deverão estar concluídas antes do verão, mas o autarca quer ver o trânsito reaberto, sobretudo à noite, mesmo continuando em obras.
Depois da Infraestruturas de Portugal, responsável pela empreitada, não ter cumprido o prazo de reabrir a ponte em fevereiro devido a “várias situações”, o autarca reclama agora a reabertura até ao dia 21 de março. “A obra que acabe, agora têm é de reabrir o trânsito, sem colocar em causa a segurança, que é o valor primeiro”, enfatizou Santana Lopes, salientando que “já é tempo” de reabrir a circulação rodoviária no período noturno.
Devido às obras de requalificação e reforço, a Ponte Edgar Cardoso, sobre o rio Mondego, tem estado encerrada no período noturno, com exceção para os veículos de emergência e nas noites de sexta-feira para sábado e sábado para domingo, e condicionada durante o dia.
A Ponte da Figueira da Foz, como também é conhecida, projetada pelo professor Edgar Cardoso, foi a primeira ponte rodoviária com o tabuleiro ‘atirantado’ realizada em Portugal, tendo sido aberta ao tráfego em 1982.
A parte mais importante da obra será a substituição dos tirantes, mas a intervenção inclui também o reforço das vigas do tabuleiro e do sistema de fixação do tabuleiro, reabilitação dos aparelhos de apoio, decapagem e pintura geral do tabuleiro metálico e trabalhos complementares de pavimentação, iluminação, drenagem, juntas de dilatação, reparação e proteção de superfícies de betão.»











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