«Este partido não ha-de cahir porque não é um edificio. Tem que sahir com benzina, porque é uma nodoa!»
Eça de Queiroz, O Conde d' Abranhos e A Catastrophe, 1.ª ed., Chardron / Lello, Porto, 1925, p. 145. (Adaptação).
«Este partido não ha-de cahir porque não é um edificio. Tem que sahir com benzina, porque é uma nodoa!»
Eça de Queiroz, O Conde d' Abranhos e A Catastrophe, 1.ª ed., Chardron / Lello, Porto, 1925, p. 145. (Adaptação).

Foto António Agostinho. Mais fotos aqui.
Via Diário as Beiras
«A transferência de verbas do Município da Figueira da Foz para as juntas de freguesia, as obras municipais e a cedência de materiais, máquinas e brigadas, nos últimos quatro anos e cômputo geral, têm vindo a ser reforçadas, também devido às propostas da vereação do PS. Os mapas elaborados pelos serviços do município e apresentados pelo vereador do PSD, Ricardo Silva, que integra o executivo camarário FAP/ PSD, numa sessão extraordinária da Assembleia Municipal, sustentaram a trajetória crescente de investimentos nas freguesias.
No entanto, para alguns presidentes de junta do PS os mapas não eram cor-de-rosa. Fernando Lopes (Tavarede), José Coelho, Lavos (PS) e Susana Monteiro (Ferreira-a-Nova) pintaram os quadros apresentados pelo vereador do executivo camarário com tons críticos.»
"Louvo, por proposta da Ministra da Saúde, Ana Paula Martins, o Tenente-Coronel, médico, 12204597, António João Sant’Anna Gandra Leite d’Almeida, pela forma excecionalmente dedicada e competente, bem como pela nobre conduta, integridade e profissionalismo com que exerceu as suas funções como diretor da Delegação Regional Norte do Instituto Nacional de Emergência Médica entre 2021 e 2024. [...]."
14 de agosto de 2024. O Ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo.
Mais pormenores, aqui.
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| Fotos: Figueira na Hora |
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| 1ª. página de 10 de outubro de 2012. Para ver melhor clicar na imagem. |
A Investigação SIC desta sexta-feira revela que o atual diretor executivo do SNS acumulou, durante mais de dois anos, as funções de diretor do INEM do Norte, com sede no Porto, com as de médico tarefeiro nas Urgências de Faro e Portimão. A lei diz que é incompatível, mas António Gandra D'Almeida conseguiu que o INEM lhe desse uma autorização com a garantia de que não ia receber vencimento. No entanto, de acordo com os documentos a que a SIC teve acesso, Gandra D'Almeida recebeu mais de 200 mil euros por esses turnos. Os contratos dos hospitais eram celebrados com uma empresa que Gandra D'Almeida criou com a mulher e da qual era gerente. Os contratos são claros, dizem que os serviços médicos seriam prestados pelo cirurgião geral nas unidades hospitalares, e que esse trabalho valia 50 euros à hora. Um especialista em direito administrativo ouvido pela Investigação SIC garante que é irrelevante que os contratos e a cobrança fossem feitos pela empresa, porque pertencia a Gandra D'Almeida."