sexta-feira, 25 de novembro de 2022

Freguesia de S. Pedro está a ser engolida pelo mar há muitos anos

Quase todos sabemos:
- que o processo de erosão costeira assume aspectos preocupantes numa percentagem significativa do litoral continental.

- que a protecção da Orla Costeira Portuguesa sempre deveria ter sido uma necessidade de primeira ordem...

Citando Miguel Figueira: "... a população está numa roleta russa, isto é uma roda da sorte, ou se quisermos de azar. E não pode ser: um dos direitos constitucionais é este direito ao ambiente, à qualidade de vida e à segurança."

Como se os problemas do Quinto Molhe não fossem mais do que suficientes (aqui no OUTRA MARGEM andamos a alertar desde Dezembro de 2006) a Câmara Municipal da Figueira da Foz, em 2019, resolveu do alto da sua maioria absoluta e da sua douta sabedoria, brincar às construções na areia da Praia do Cabedelo...

Eu sei que a memória é curta. E o importante, para certa gente, é sacudir a água do capote. O que foi feito não interessa nada. As responsabilidades, do que foi "obrado" nos últimos 4 anos no Cabedelo, apesar de todos os alertas e avisos, sobram agora para quem veio a seguir. Quem veio a seguir que feche a porta. Quem fez o mal há-de saber fazer a caramunha.

Em política, na Figueira, é assim que as coisas se fazem.

Contudo, vamos ao foco: «atente-se, no estado em que se encontra a duna logo a seguir ao chamado “Quinto Molhe”, a sul da Praia da Cova.»

Por vezes, ao centrar-se a atenção sobre o acessório, perde-se a oportunidade de resolver o essencial...»

Isto, já alertava um "velho do restelo" chamado António Agostinho, em 11 de dezembro de 2006Recorde-se Camões. "O Velho do Restelo chamou de vaidosos aqueles que, por cobiça ou ânsia de glória, por sua audácia ou coragem, se lançam às aventuras ultramarinas. Simboliza a preocupação daqueles que anteveem um futuro sombrio para a Pátria." 

Daqui a 16 dias já passaram 17 anos. E vamos a ver: nada. Pior: tudo se agravou.

quinta-feira, 24 de novembro de 2022

Uma imagem que perturba

Via Pedro Agostinho Cruz 

Para ver melhor, clicar em cima da imagem 

"... a população está numa roleta russa, isto é uma roda da sorte, ou se quisermos de azar. E não pode ser: um dos direitos constitucionais é este direito ao ambiente, à qualidade de vida e à segurança."

Miguel Figueira ao Notícias de Coimbra

SOS Cabedelo (e outros) anda há muito a alertar para os problemas da erosão a sul do Mondego


Conforme provam as imagens - e muitos exemplos podem ser conferidos aqui -  as preocupações do SOS Cabedelo, assim como as de mais alguns, com a problemática da erosão a sul do estuário do Mondego, já vêm de muito longe e os alertas e avisos aconteceram antes das obras.
Portanto, essa conversa de "treinadores de bancada" pode servir para tudo, menos neste caso em concreto. A cidadania, arrostando até com ameaças, cumpriu o seu papel. Se, quem de direito, ignorou o contributo dos cidadãos, isso não é culpa de quem tentou evitar este atentado ambiental. 
Continuando a cumprir o seu papel, mais uma vez, "o movimento cívico SOS Cabedelo, da Figueira da Foz, alertou para o risco em que se encontram as praias da costa sul do concelho na madrugada face à previsão de forte agitação marítima para hoje, conjugada com a maré alta que foi às 02H36 da madrugada e volta a registar-se às14H57."
Citando a edição de hoje do Diário as Beiras.
"Estão previstas ondas de seis a 11 metros, disse ontem, na reunião da câmara, o presidente Pedro Santana Lopes, que foi ontem ao terreno de forma preventiva, tendo contactado, ontem, Pimenta Machado, vice-presidente da APA (Agência Portuguesa do Ambiente), juntas de freguesia daquela área e a proteção civil. 
Em declarações à agência Lusa, Miguel Figueira, do movimento cívico SOS Cabedelo, deu conta de que as previsões para o estado do mar indiciam uma situação preocupante, que vai afetar as praias do Cabedelo, Cova-Gala, Leirosa e Costa de Lavos. Miguel Figueira lamentou que as praias da costa sul da Figueira da Foz estejam “vulneráveis e desprotegidas” para resistir a fenómenos normais do mar.
Uma política que “vê o mar como inimigo” 
“Estamos fartos desta política costeira, que vê o mar como inimigo e se apronta a atirar-lhes com pedra. A única maneira que temos de fazer proteção costeira é perceber como o mar funciona e trabalhar com ele”, sublinhou. No caso do Cabedelo, cuja intervenção o movimento SOS contesta desde a sua execução, Miguel Figueira defendeu que os galgamentos vão continuar a existir enquanto não for colocada areia à frente da duna primária. 
Críticas também dirigidas à APA
 “A APA deu cobertura a uma intervenção nunca vista em lado nenhum, ao meter areia atrás da duna, que não faz nada, pois tem de ser colocada na praia à frente da duna”, explicou. O SOS Cabedelo tem defendido a construção de um bypass, que faça transferências contínuas de areia, “para que a praia esteja bem nutrida e a dissipação de energias (do mar) se faça muito antes do mar atacar a duna primária”
Outro dos pontos críticos apontados por Miguel Figueira é a praia da Cova- -Gala, que sofreu “intervenções erradas há muitos anos” e que devia receber alimentações de areia no fim do verão, que já não são efetuadas desde 2019. 
O problema da erosão costeira tem sido uma temática bastante discutida na Figueira da Foz, tendo-se realizado no dia 15 uma sessão de esclarecimento com a APA sobre as intervenções previstas para o concelho. Na reunião, o presidente da câmara exigiu celeridade nas intervenções de combate à erosão da costa e ameaçou com formas de luta se os processos não avançarem."

Tudo foi dito e escrito, tudo se cumpriu: depois da construção do acrescento dos malfadados 400 metros do molhe norte, a erosão costeira a sul  da foz do mondego tem avançado, a barra da Figueira, por causa do assoreamento e da mudança do trajecto para os barcos nas entradas e saídas, tornou-se na mais perigosa do nosso País para os pescadores, a Praia da Claridade transformou-se na Praia da Calamidade, a Figueira, mais rapidamente do que esperava, perdeu.
A pesca está a definhar... Resta-nos a promessa dos paquetes de passageiros e os números das toneladas dos cargueiros...
Espero que, ao menos, perante a realidade possam compreender o porquê das coisas...

quarta-feira, 23 de novembro de 2022

Santana Lopes interrompe sessão de Câmara da Figueira da Foz e fica sem quórum

 Via Diário as Beiras

"Os assuntos da agenda de hoje que não foram discutidos [a maioria] passam para reunião de 07 de dezembro."

Actualização via Diário as Beiras:

Santana Lopes promete luta conta tarifa da ERSUC

Caixa Geral de Depósitos diz que crescimento do país não ficará longe da média europeia

"O presidente da comissão executiva da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Paulo Macedo, considerou ontem, durante o encontro Fora da Caixa “O efeito da nova economia pós guerra para as empresas”, que decorreu na Figueira da Foz, que no próximo ano, “Portugal não deverá ficar muito longe da média Europeia”, antevendo que fique abaixo de 1%. “Tudo vai depender deste último trimestre, pois, como sabem, a economia tem um efeito de ‘carry-over’ para o ano seguinte. Mas, basicamente, para o ano ou teremos um crescimento diminuto, abaixo de 1% ou algo à volta disso”.

terça-feira, 22 de novembro de 2022

Tradição: assim se amassava a broa

Texto: Diário de Coimbra

Foto: Sociedade Instrução e Recreio de Lares


«Broas de Lares “abrem apetite” para os sabores da história local.

Os novos Fornos a Lenha do futuro Centro de Interpretação de Tradições e Costumes de Lares (CI.TC. Lares) foram inaugurados domingo na Sociedade Instrução e Recreio de Lares (SIRL), com a participação de várias dezenas de conhecedores e curiosos da arte de fazer broa à moda antiga.»

"Outros tempos", ou outros interesses?

"Em 1980, o Governo português liderado por Francisco Sá Carneiro - em linha com a decisão assumida por Jimmy Carter, presidente dos EUA, e outros aliados ocidentais - anunciou que retiraria qualquer apoio à participação portuguesa nos Jogos Olímpicos de Moscovo. Em protesto contra a invasão do Afeganistão por tropas soviéticas a mando do ditador comunista Leonid Brejnev, ocorrida meses antes.

Sem ambiguidades de qualquer espécie. Eram outros tempos."

Pedro Correia, via Delito de Opinião


Nota de rodapé

Recorde-se, via Diário de Notícias.

"Portugal, apesar dos apelos ao boicote do próprio Sá Carneiro, apresentou-se em Moscovo para competir, embora com uma delegação pequeníssima.

Na comitiva portuguesa presente nos Jogos Olímpicos de Moscovo, apenas onze atletas. As grandes esperanças olímpicas ficaram em território nacional, ainda que por motivos muito diferentes. Fernando Mamede, embora em pleno de forma, anunciou que ia aderir ao boicote, pela causa afegã, pelo apelo de Sá Carneiro e por temer consequências se fosse. Já Carlos Lopes, mesmo que quisesse ir a Moscovo, não podia por estar lesionado. Na natação, em que morava também a esperança de medalhas, outra ausência de vulto: Alexandre Yokochi, que no mesmo ano tinha conquistado uma medalha de prata no campeonato da Europa, ficou em Portugal, de bruços no sofá.

Nas Olimpíadas de Moscovo acabariam por participar apenas 80 países."

segunda-feira, 21 de novembro de 2022

"Pela primeira vez na história do ciclismo nacional será realizada em Portugal uma clássica de nível mundial"

 Via Diário as Beiras

Esta nossa barra: mais um alerta

Via Diário as Beiras
"O armador figueirense António Lé afirmou ao DIÁRIO AS BEIRAS que “qualquer embarcação que, numa situação de intempérie, entre no porto sujeita-se a consequências gravosas, independentemente do calado da embarcação”
A draga já se encontra no porto, desde o início da semana passada, mas, tendo em consideração as fortes ondulações que se fazem sentir há duas semanas, que deverão continuar na próxima semana, não deverá poder laborar nos próximos dias. As dragagens preventivas, saliente-se, registam vários meses de atraso. 

Falta de dragagens preventivas 
Uma das suas embarcações captou, “ocasionalmente”, uma imagem do fundo do mar que “constata que a barra tem um cabeço e [apenas] 1,7 metros de água”
António Lé alertou que “é quase um ato criminoso, por parte de quem sabe que aquilo ali está, que se permita que as embarcações corram o risco de se fazerem ao porto naquelas condições”. Tudo, afiançou, devido à acumulação de areias. “O desassoreamento já devia ter sido feito e tem de ser feito o mais rápido possível”, defendeu. 
“Há já muitos anos que se anda a dizer, a Agência Portuguesa do Ambiente, o Ministério das Infraestruturas e a administração portuária, que tem se de fazer sempre uma dragagem de prevenção, no final de agosto. O que é certo é que, há seis ou sete anos, diz-se que não há condições. Há sempre uma desculpa, e a culpa morre sempre solteira”, afirmou António Lé. 
O armador afiançou ainda que, “por muito que a população venha alertar, continuam a acontecer as mesmas coisas”. Entretanto, receia que aconteça mais um acidente para serem tomadas medidas. Desde o prolongamento do molhe norte, há 11 anos, morreram cerca de uma dezena e meia de pessoas na zona da barra ou junto à costa, a maioria pescadores. Se algo de grave acontecer, advogou, os responsáveis institucionais “devem ser responsabilizados”

Barra condicionada pode voltar a fechar 
Devido à agitação marítima, a barra da Figueira da Foz continua condicionada, sendo apenas permitida a entrada e saída de embarcações com mais de 35 metros de comprimento. Na passada quarta-feira, esteve fechada, decisão que, avançou o comandante da capitania, Cervaens Costa, ao DIÁRIO AS BEIRAS, poderá ter de voltar a ser tomar na quarta-feira ou na quinta-feira próximas, já que as previsões apontam para um agravamento da ondulação."

Walter Chicharro assume avançar para liderar Turismo do Centro

"Presidente da Câmara da Nazaré destaca os resultados alcançados no seu concelho e admite que tem reunidas as condições para ser candidato, no próximo ano, à presidência da Turismo Centro de Portugal, entidade que está sediada na cidade de Aveiro."

«CORES DA TERRA E DO MAR», UMA EXPOSIÇÃO DE PINTURAS A ÓLEO

Manuel Cintrão inaugurou no passado, Sábado, dia 19 de Novembro, pelas 15 horas, no Gimnodesportivo da ACRDM – Associação Cultural Recreativa e Desportiva Marinhense, sito na rua Tenente Argel de Melo, mesmo ao lado do Centro de Saúde de Marinha das Ondas (Antigo Edifício Escolar).
Está patente ao público até 27 de Novembro (Domingo) de 2022, no seguinte horário.

Segunda-feira às Sextas-Feiras - 15 às 20 horas
Sábados - 15 às 20 horas
Domingo - 10 às 13 horas e das 14 às 20 horas
ENTRADA E PARQUEAMENTO GRATUITO

100 anos de Farol do Cabo Mondego

 Via Município da Figueira da Foz

"100 anos de vida de um Farol erguido no Parque Florestal da Serra da Boa Viagem, classificado, desde 2004, como imóvel de interesse municipal, e que de forma ininterrupta assume a sua missão de acompanhamento e pensamento naqueles que diariamente se aventuram a percorrer a escuridão marítima, quantas vezes, tormentosa.
Pelas 21h30, realizou-se um concerto pela Banda da Armada portuguesa, no Centro de Artes e Espectáculos."

domingo, 20 de novembro de 2022

Vernáculo profundo

Imagem sacada daqui

... pode ser do Bocage. Ou, quiçá, não.

Oh minhas ricas meninas, que esta varanda frequentais,
deixai meter aquilo com que mijo, naquilo com que mijais...

Nota de rodapé.
Agradeço que façam toda a devassa possível e impossível na internet, para tentar descobrir se o que está a negrito é plagiado, pois eu não consegui descobrir a origem.
Digam alguma coisa, para meter as devidas aspas e citar a fonte.
Desde já obrigadinho.

Vão jogar onde tanta gente morreu

Quando tudo foi escrito e bem escrito, não existe nada para acrescentar.
Citemos, pois, Pedro Correia.

"1. Hoje começa o 22.º Campeonato do Mundo de Futebol. Aquele que é, de longe, o mais caro de sempre - num mundo devastado por guerras várias, inflação galopante e uma crise energética e alimentar sem precedentes neste século.

Tendo como país anfitrião o Catar, monarquia do Golfo Pérsico onde são violados elementares direitos humanos.

 

2. Os sete estádios construídos de propósito para o certame nasceram em condições tão indignas que, segundo revelou o diário britânico The Guardian, terão causado cerca de 6500 mortos entre 2010 e 2020.

De acordo com a Organização Internacional do Trabalho, só em 2020 foram ali registados 50 mortos e 506 feridos graves, todos imigrantes de países pobres: Índia, Nepal, Sri Lanca, Bangladeche e Paquistão. Vítimas de condições laborais inaceitáveis em qualquer parcela do mundo civilizado, trabalhando entre 14 e 18 horas diárias sem folgas, com temperaturas superiores a 40 graus, sujeitos a alimentação e alojamento inadequados, vendo os seus documentos de identificação confiscados por empreiteiros subcontratados, impossibilitados de procurarem tarefas alternativas, num cenário equivalente à escravatura.

 

3. Também os valores ambientais estão em causa. Porque a pegada ecológica destes 28 dias de campeonato no Golfo Pérsico é alarmante. Com emissões de dióxido de carbono que poderão duplicar as do Mundial do Brasil, há oito anos. Na climatização dos recintos desportivos e nos 160 voos diários das mais diversas partes do globo para o pequeno emirado, com superfície inferior à do Alentejo e que não reúne condições hoteleiras para alojar tantos visitantes, tendo de recorrer para o efeito a países vizinhos.

Tristemente irónico, quando a Cimeira do Clima da ONU, no Egipto, faz apelos insistentes à «neutralidade carbónica».

 

4. Questiono-me como os futebolistas encararão este Mundial. Os políticos de todas as tendências, já sei: irão lá em excursão, para se exibirem num palco com transmissão global, indiferentes aos alertas de organizações como a Amnistia Internacional e o Observatório dos Direitos Humanos

Vou acompanhar? O menos possível, confesso. Não deixando de ver, em directo ou em diferido, os três jogos da selecção portuguesa - contra o Gana (24 de Novembro), o Uruguai (28 de Novembro) e a Coreia do Sul (2 de Dezembro). 

Mas sempre com a noção clara de que nada disto devia realizar-se ali."

Bicentenário da morte de Manuel Fernandes Thomaz foi evocado na Figueira da Foz, sua terra natal

Via Município da Figueira da Foz
"Após a deposição de flores pelas diferentes representações, junto ao monumento tumular, na Praça 8 de Maio, o Auditório Municipal deu início à celebração da vida, da obra e do legado de Manuel Fernandes Thomaz com um solene minuto de silêncio, seguido de um conjunto de diversas intervenções (Ana Cristina Araújo- Professora de História na Universidade de Coimbra; José Luís Cardoso- Presidente da Academia de Ciências de Lisboa; Nuno Fernandes Thomaz- Familiar do homenageado; António Vilhena, em sua representação- Grão Mestre do Grande Oriente Lusitano- Maçonaria Portuguesa; Rui Miguel Cruz- Presidente da Associação Cívica e Cultural 24 de Agosto; Fernando Lopes Cardoso- Presidente da Associação Manuel Fernandes Thomaz e Pedro Santana Lopes- Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz) que, à sua distinta maneira, colocaram em destaque a genialidade de um homem que viveu à frente do seu tempo, lutando de forma aguerrida e justa por ideais, princípios e valores, durante o período crucial do vintismo, e que o tornaram e perpetuam na História do País, como figura cimeira no panorama do “desenrolar do movimento de regeneração política e que fizeram da revolução de 1820 momento decisivo da construção da monarquia constitucional portuguesa”. 
A sua notoriedade, educação, humildade são fonte intemporal de inspiração pelo que Pedro Santana Lopes referiu que, já a partir do próximo ano, "as crianças e os jovens das várias instituições de ensino do concelho vão ter um efetivo conhecimento do figueirense Manuel Fernandes Thomaz enquanto figura inestimável da História de Portugal, através de um programa que já está a ser preparado pelo Serviço Educativo da Câmara Municipal, colocando em destaque os valores pelos quais estoicamente lutou e que hoje, na confusão diária em que vivemos, são muitas vezes esquecidos: liberdade, honestidade e humildade'.
A cerimónia religiosa na Igreja da Ordem Terceira marcou o fim das solenidades em torno do bicentenário da morte de Manuel Fernandes Thomaz, numa evocação ao local onde há 200 anos tiveram lugar as exéquias fúnebres do benemérito cidadão figueirense."