![]() |
O ministro de Estado e das Finanças, Fernando Medina/Foto Lusa
"Governo descarta descida do IVA do cabaz essencial de bens alimentares"...
![]() |
O ministro de Estado e das Finanças, Fernando Medina/Foto Lusa
"Governo descarta descida do IVA do cabaz essencial de bens alimentares"...
Os dados referentes a 2019 dizem muito no que respeita à integração dos migrantes em Portugal: apenas 3% da população empregada é estrangeira.
No Luxemburgo, por exemplo, o número ultrapassa os 53% da população empregada.
Os dados foram revelados pela Pordata (através da Fundação Francisco Manuel dos Santos).
No quadro dos 27 países da União Europeia Portugal é um dos nove em que a percentagem da população estrangeira, no total da população residente, é inferior a 5%. Ao contrário, o Luxemburgo é o país em que esta percentagem é mais elevada, sendo a população estrangeira praticamente metade da população residente. Não é por isso de estranhar que os estrangeiros empregados sejam mais de metade da população ativa (53,5%).
Entre 2010 e 2019, Portugal perdeu perto de 300 mil pessoas. Em 2019, foi o primeiro ano, desde 2010, em que se registou um aumento da população (+ 19.300 face a 2018). Nos últimos dez anos, as comunidades estrangeiras que mais cresceram, em termos relativos, foram: os nepaleses (25 vezes mais, embora a comunidade não ultrapasse os 17 mil cidadãos), os italianos (6 vezes mais) e os franceses (cinco vezes mais). A comunidade indiana triplicou, enquanto que as comunidades espanhola, chinesa e britânica duplicaram. Entre os dez municípios com maior proporção de estrangeiros no total da sua população residente, oito deles são algarvios. "Neste top 10, pelo menos um em cada quatro residentes são estrangeiros nos municípios de Vila do Bispo, Albufeira, Lagos, Odemira, Aljezur, Tavira e Loulé", refere a Pordata.
Mas 2/3 da população estrangeira com estatuto de residente vive na Área Metropolitana de Lisboa (51%) e no Algarve (16%). Só o município de Lisboa concentra cerca de 17% do total de estrangeiros residentes em Portugal.
Somos um país de emigrantes. Desde 1961, Portugal teve três períodos distintos com saldos migratórios negativos: de 1961 a 1973, de 1982 a 1992 e, mais recentemente, entre 2011 e 2016. 2019 é o ano com o saldo migratório positivo mais elevado desde 2002. Entre 2011 e 2019, quase 1 milhão de pessoas saiu de Portugal (923.327) e, destas, quatro em cada dez (369.536 pessoas) saíram do país de forma permanente. No ano passado entraram em Portugal, com a intenção de permanecer no país, cerca de 73 mil pessoas, mais 40 mil do que em 2009. Quanto aos que emigraram (77 mil pessoas), representam o valor mais baixo da década. A maioria tinha menos de 30 anos (52%). Já no que respeita às remessas de emigrantes, estas atingiram, em 2019, os 3,6 mil milhões de euros, e equivalem a 1,7% do PIB. Portugal é o terceiro país, a seguir à Croácia e à Bulgária, com maior peso de remessas em % do PIB.
Via Aventar
Os exemplos são inúmeros e diários.
Aqui fica mais um: numa zona de Parque Natural da Ria Formosa, Reserva Agrícola Nacional e Rede Ecológica Nacional, um “investidor” sueco transgride a lei a seu bel-prazer, sem que as autoridades competentes o impeçam de vez de continuar a destruir esta maravilhosa e sensível zona costeira.
A “desculpa” favorita das autoridades é: isso é propriedade privada, nada a fazer. Escondem-se atrás desta “justificação” esfiapada, porque é bem mais cómodo e não espanta a caça ao “investimento estrangeiro”.
E abacateiros intensivos no Algarve, numa região em risco de desertificação…
Gastar, esmifrar, roubar às gerações futuras, que importa? Só o negócio conta."
Ainda hoje o deputado Paulo Rios de Oliveira o fez na audição do ministro Pedro Nuno Santos no Parlamento. Há dias, foi a vez de Marcelo Rebelo de Sousa, de Luís Montenegro e de Carlos Moedas. O discurso é o de que "o PS trouxe a troika para Portugal e que o PSD livrou Portugal da troika". E que Passos Coelho teve um papel crucial nessa época.
Esta afirmação tem por base um paradoxo: o de que foi preciso aplicar a austeridade para nos livrarmos da austeridade. A afirmação é equívoca porque lhe faltam duas partes que nunca são ditas. Primeiro: aplicou-se a austeridade, não porque era precisa, mas porque PSD e CDS acreditavam que a sua aplicação era necessária; segundo: a sua aplicação não era necessária, mas apenas instrumental para forçar uma desvalorização salarial (que foi conseguida) e para reduzir o papel do Estado na provisão dos direitos consagrados na Constituição e substituí-la pela provisão privada, beneficiando interesses privados (o que em parte está a ser conseguido)."
Para continuar a ler clicar aqui.
Da série PARTIDO COMPLICADO ESTE PSD FIGUEIRA
Em causa está a notícia de ontem do Diário As Beiras, em que os militantes do PSD Teresa Machado, Teotónio Cavaco, Carlos Ferreira, Antonino Oliveira, Inês Cláudio, Luís Marques e Ricardo Oliveira terão enviado uma nota de imprensa, qualificando de mentira «que o plenário concelhio tenha aprovado uma moção de aproximação do partido ao executivo camarário…».
Contactado pela FigueiraTV, Henrique Carmona proponente da moção «aprovada por unanimidade» no dia 8 de novembro de 2021 considera esta manifestação «uma declaração errática da moção, até porque em plenário tive oportunidade de esclarecer que se procura uma oposição sensata e não cega». E acrescenta: «não aprovando ou chumbando indiscriminadamente as propostas do executivo de Pedro Santana Lopes», mas exercendo «uma oposição responsável e atenta, sem bloqueios e com colaboração ao executivo eleito pela FAP».
Fica a moção aprovada em plenário de militantes do PSD no dia 8 de novembro de 2021.
"Melhor PSD na Figueira da Foz
Melhor Figueira da Foz
Dado a nossa realidade atual, apenas temos um caminho a trilhar: o que nos pode levar à credibilização do nosso partido neste nosso concelho, aquele que porventura nos leve a dirigir os destinos da nossa terra. Para isso é necessária uma estratégia sustentada e elaborada que nos distinga do nosso adversário político de sempre, o PS.
Não podemos, por isso, ficar reféns de desígnios ou caprichos pessoais em detrimento dos valores e interesses superiores, que são o bem do nosso Partido e do nosso Concelho, pois temos a convicção de que só conseguiremos uma Figueira da Foz melhor e mais capaz com uma gestão séria e competente. Acreditamos que isso acontecerá apenas com um PSD/Figueira da Foz forte, responsável e credível. Temos provas mais que suficientes que o nosso adversário político o PS não é uma solução. Basta, para isso, e sem grande esforço de memória verificar o que foram estes 12 anos de governação local deste PS: uma estagnação e até recuo na nossa qualidade de vida, bem como nas nossas mais íntimas perspetivas de melhoria."
O único ponto da agenda é a desagregação das duas antigas freguesias.
"Os números servem para tudo. As simulações de IRS para 2013 que o Governo deu aos deputados, para provar a bondade das suas propostas, não só tinham erros, como foram construídas para mostrar que o Governo tinha razão. Quando desconstruídos, revelam que os pobres sofrerão o maior acréscimo do esforço exigido. O Ministério das Finanças não respondeu ao PÚBLICO até ao fecho da edição.
Na conferência em que apresentou a proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2013, o ministro das Finanças [Vítor Gaspar, hoje no FMI] perdeu bastante tempo a frisar que as mexidas iam ao encontro do princípio constitucional de o IRS ser um imposto progressivo (quem mais recebe mais paga) e que as desigualdades se atenuavam. Mas, no dia seguinte, a generalidade das firmas de consultoria citadas pela comunicação social declarou o contrário. Os escalões de menores rendimentos sofrerão maiores agravamentos de IRS e serão precisamente os escalões de maiores rendimentos que sentirão um menor acréscimo do esforço — ou seja, as desigualdades tenderão a agravar-se."
O resto vem no artigo. Veja como se manipularam os números para provar que os pobres saíam beneficiados com o Orçamento de Estado para 2013.»