sábado, 16 de novembro de 2019
sexta-feira, 15 de novembro de 2019
Lido por aí...
"Universidade da vida...
Estudou Dom Quixote e acabou a investir contra moinhos de vento convencido que eram monstros."
"Síndrome de sabe-tudo:
pessoas dominadas pelo ego que não conseguem evoluir".
Estudou Dom Quixote e acabou a investir contra moinhos de vento convencido que eram monstros."
"Síndrome de sabe-tudo:
pessoas dominadas pelo ego que não conseguem evoluir".
quinta-feira, 14 de novembro de 2019
A obra concretizada!..
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| Fotos António Agostinho |
E a Figueira gira...
O Freixo, pelos vistos, resistiu ao vendaval atmosférico previsto para noite de ontem para hoje, mas já está a ser abatido. Pelas 8 da manhã já havia pernadas cortadas no chão. A esta hora já o Continente deve estar apinhado de gente ávida de consumir. Publicidade gratuita: para assinalar a abertura, o Continente Figueira irá oferecer um cabaz de produtos Continente aos primeiros 100 clientes que façam compras superiores a €30 nesta nova loja. Portanto, não percam tempo corram. Não se atropelem, porém, uns aos outros. Comportem-se dentro das regras democráticas, da liberdade e dos bons costumes.
E o vencedor é Carlos Moto Serra Monteiro. Mais uma vez: parabéns. Ficou provado, se tal ainda fosse necessário, que na Figueira o PS é um partido em que não se pode confiar. A maioria dos figueirenses tem pensado o contrário. Por mim, tudo jóia. Façam o favor de ser felizes. Um dia os vossos filhos e netos vão respirar consumismo, betão e merda. Mau de mais, para poder ser considerado de esquerda, é o mínimo que se pode dizer sobre o actual executivo camarário, cujo presidente, por sucessão, não por eleição, é, neste momento, o Senhor Doutor Carlos Monteiro. O filme vai continuar em exibição na Figueira. A história, é outra coisa e estará sempre inacabada.
"Bom dia a quem ainda resiste".
E o vencedor é Carlos Moto Serra Monteiro. Mais uma vez: parabéns. Ficou provado, se tal ainda fosse necessário, que na Figueira o PS é um partido em que não se pode confiar. A maioria dos figueirenses tem pensado o contrário. Por mim, tudo jóia. Façam o favor de ser felizes. Um dia os vossos filhos e netos vão respirar consumismo, betão e merda. Mau de mais, para poder ser considerado de esquerda, é o mínimo que se pode dizer sobre o actual executivo camarário, cujo presidente, por sucessão, não por eleição, é, neste momento, o Senhor Doutor Carlos Monteiro. O filme vai continuar em exibição na Figueira. A história, é outra coisa e estará sempre inacabada.
"Bom dia a quem ainda resiste".
quarta-feira, 13 de novembro de 2019
A propósito de segurança e a propósito das preocupações do Dr. Carlos Monteiro recordo uma postagem com mais de 5 anos...
O Bairro Novo e a pesada herança do edifício "O Trabalho”... (II)
Joaquim Gil, advogado, sábado na sua habitual crónica no jornal As Beiras.
“A propósito da situação de degradação do Edifício O Trabalho, que lamentavelmente se acentua sem solução à vista, o vereador Carlos Monteiro… advogou «todos temos de ser proactivos».
Heureca! Proactivos, pois então! Eis definitivamente encontrada a solução para o edifício – a proactividade!
E eu juro que vou treinar para proactivo!”
"Não será este prédio em ruínas, a cair aos bocados, situado numa zona nobre da cidade, mais ameaçador e perigoso para pessoas e bens, do que um freixo centenário?
Na Figueira, existem prédios em ruínas, há décadas, em algumas das zonas mais valorizadas da cidade.
Exemplo disso é o edifício "O Trabalho".
Isto é a demonstração do que tem sido o poder político na Figueira, nas últimas 4 dezenas de anos: fraco com os fortes e forte com os fracos.
A questão, para os figueirenses é esta. Passo a citar o ex-vereador António Tavares, numa crónica publicada no jornal AS BEIRAS, na terça-feira, 11 de março de 2014.
"... não conseguimos perceber como pode a Açoreana, empresa proprietária do chamado edifício "O Trabalho", fazer perpetuar e permitir a degradação constante do mamarracho que todos conhecemos, para mais situando-se numa zona nobre da cidade e de grande fluxo de turistas e locais..."
Na Figueira, existem prédios em ruínas, há décadas, em algumas das zonas mais valorizadas da cidade.
Exemplo disso é o edifício "O Trabalho".
Isto é a demonstração do que tem sido o poder político na Figueira, nas últimas 4 dezenas de anos: fraco com os fortes e forte com os fracos.
A questão, para os figueirenses é esta. Passo a citar o ex-vereador António Tavares, numa crónica publicada no jornal AS BEIRAS, na terça-feira, 11 de março de 2014.
"... não conseguimos perceber como pode a Açoreana, empresa proprietária do chamado edifício "O Trabalho", fazer perpetuar e permitir a degradação constante do mamarracho que todos conhecemos, para mais situando-se numa zona nobre da cidade e de grande fluxo de turistas e locais..."
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