Há momentos assim: prazenteiros, agradáveis, gratificantes e simpáticos.
quarta-feira, 17 de julho de 2019
Depois do "lixo", uma "benção" para os ouvidos (continuação...)
Há momentos assim: prazenteiros, agradáveis, gratificantes e simpáticos.
terça-feira, 16 de julho de 2019
Mais do mesmo...
Mais uma incompetente na mais elevada posição da UE
Zensursula eleita presidente da Comissão Europeia. Com o apoio do PiS e Fidesz.
Nada para admirar para um cargo que já acolheu nódoas como o Barroso.
Registe-se.
Foi eleita por 9 votos: 383 (eram necessários 374).
Teve 327 contra, 22 abstenções e 1 voto nulo.
É isto a Europa unida?
"E veja-se o resultado"!...
...certamente, pessoas que sobrevivem e deviam ter ido desta para melhor!..
Uma besta é uma besta, é uma besta
"O ódio ao bem-estar e à qualidade de vida, adquirida pelos portugueses nestes anos de democracia, é de tal ordem que a desonestidade [e a raiva] do senhor lhe dá para invocar um país onde o Estado não existe, quanto mais o Estado social, imagem de marca da Europa das liberdades, direitos e garantias."
Reunião de câmara: projecto do jardim municipal
Ontem, acompanhei via internet a reunião de câmara. Assisti em directo à apresentação do projecto para o jardim municipal. Assisti, não é bem assim: via internet, não se conseguiu ouvir nada do que disse o engenheiro apresentador do projecto. Não sei se foi falta de microfone ou qualquer outra razão. Sobre o projecto, ontem à tarde, depois de uma seca que durou dezenas de minutos, fiquei a "zeros"...
Registo o que consegui ouvir de
Carlos Monteiro: "não há situações ideias, mas queremos tirar os carros junto da zona do parque infantil, que vai ter baloiços como antigamente"...
Remodelado em 2005, o jardim municipal e a zona envolvente vão ser alvo de requalificação. Via jornal Diário as Beiras, fiquei a saber que de acordo com o projecto apresentado ontem na reunião de câmara, o arruamento do topo norte vai desaparecer e as obras no jardim municipal vão permitir abrir um corredor verde entre o rio e o parque das Abadias.
segunda-feira, 15 de julho de 2019
O atraso da Figueira
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| Via Diário as Beiras |
Promessas, promessas e, até agora, nada... Mas, nunca é tarde!
Setembro de 2009. O Esperança inaugura o novo piso do Campo Comendador Eduardo Brito.
Depois de Adémia, Brasfemes, Eirense e Souselas, chegou a vez da equipa de S. Martinho do Bispo beneficiar do "pacote" dos sete campos sintéticos que estão a ser implementados no concelho de Coimbra.Quanto à utilidade do dinheiro investido pela Câmara de Coimbra, neste e nos outros recintos, essa é inquestionável. Os atletas do Esperança – um Clube que tal como o Grupo Desportivo Cova-Gala tem uma obra a todos os títulos meritória na formação - vão ter melhores condições e mais qualidade para poderem evoluir como futebolistas e como homens.
Por outro lado, as novas condições de trabalho constituem importante incentivo para atrair novos atletas para os diversos escalões do Clube, o que facilita e alarga as possibilidades de recrutamento.
Na Figueira, é o que sabemos. Os dois Clubes que vão disputar a Divisão de Honra, a prova máxima da AFC – Cova-Gala e Praia da Leirosa – vão receber os seus adversários nos seus campos de piso de terra batida. O que é caso quase único entre as formações que disputam a prova, pois para além das equipas do concelho da Figueira da Foz, apenas o Carapinheirense (até Dezembro próximo) e o Moinhos têm “pelados”.
E, isto, não se deve ao acaso. É assim, porque no concelho da Figueira, nunca existiu uma politica desportiva planeada, nem fomento desportivo. Em todas as modalidades.
Para além do obsoleto Estádio José Bento Pessoa, onde a Naval realiza os jogos e alguns treinos, é o deserto no que diz respeito a espaços desportivos. O que se passa no atletismo figueirense, até faz doer a alma …
São Pedro, freguesia e vila, por enquanto, tem o campo do Cabedelo, que apesar de todas as lacunas e carências que apresenta, está como está, graças ao empenho e carolice dos seus dirigentes e sócios.
São Pedro, “a vila modelo”, só existe na imaginação do actual presidente da junta, e nas campanhas publicitárias nos jornais distritais, pagas com o dinheiro da junta, isto é, de todos nós.
Recorde-se: nesta altura, em 2009, o PSD estava no poder há 12 anos. Neste momento, o PS está há 10. A esperança é que resolva o problema nos próximos dois!..
Relvado sintético para o Campo do Cabedelo acabou de ser aprovado em reunião camarária
Última hora:
No decorrer da reunião camarária que está a decorrer foi aprovado por unanimidade a instalação de um relvado sintético no Campo onde joga o Grupo Desportivo Cova-Gala há mais de 42 anos.
O Cova-Gala vai ter de arranjar 20 mil euros. A junta de freguesia de S. Pedro entra com 15 mil e a câmara municipal da Figueira da Foz comparticipa com 155 mil.
Registe-se que não está incluída nesta fase a remodelação dos balneários.
As reuniões à porta fechada...
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| foto sacada daqui |
É evidente que as reuniões à porta fechada não servem a ninguém.
A última coisa que devemos recear é a liberdade. Isso está mais que provado.
Só com liberdade encontraremos o caminho do equilíbrio.
Entretanto, "vamos andando, vamos andando e vamos ver qual é o futuro"...
Carlos Monteiro, actual presidente da câmara, como político experiente e experimentado vai acabar por perceber o óbvio.
O jornalismo é o espelho da sociedade
Segundo a edição de hoje do Diário as Beiras, "o vereador Miguel Babo (eleito pelo PSD, com a confiança política retirada pelo partido) defendeu, numa reunião de câmara realizada à porta fechada, a criação de um provedor municipal para a comunicação social."
Continuando a citar o mesmo jornal, "terá, ainda, posto em causa a selecção das notícias publicadas sobre as reuniões públicas do executivo camarário".
Miguel Babo admitiu que tomou a iniciativa de abordar aquele tema para estimular uma reflexão. “A qualquer provedor cabe, por meios informais, defender os direitos, liberdades, garantias e interesses legítimos do cidadão”, defendeu. O vereador ressalvou que lançou o tema quando falava sobre a falta de condições de trabalho – falta de assessorias, por exemplo – com que se depara a oposição para melhor poder exercer e comunicar a sua actividade autárquica.
Miguel Babo defende a existência de um provedor municipal para a comunicação social.
O vereador (e presidente da Concelhia do PSD) Ricardo Silva tem uma posição contrária: “o PSD nunca foi, nem será, favorável a medidas que condicionem a liberdade de imprensa”.
O Sindicato dos Jornalistas, por seu turno, através da dirigente Paula Sofia Luz, considera “ilegítima a sugestão do vereador em causa”. Por outro lado, acrescentou, “lamenta que, 45 anos em liberdade, não tenham bastado ainda para que Miguel Babo perceba que os jornalistas devem apenas obediência ao seu Código Deontológico e Estatuto do Jornalista, devidamente acompanhadas por órgãos como a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista e pelo Conselho Deontológico dos Jornalistas”.
“O vereador Miguel Babo lamentou o facto da comunicação social não veicular (na sua óptica) alguns assuntos de grande importância que são tratados naquelas reuniões". Porém, “tratou-se, tão-somente, duma opinião de ensaio, merecedora de todo o meu respeito democrático. Assim como, da minha parte e do vereador Miguel Babo, é merecedor de todo o nosso respeito democrático o critério editorial dos media na selecção dos assuntos que publicam”, disse ainda Carlos Tenreiro.
Contactado pelo DIÁRIO AS BEIRAS, o gabinete da presidência da câmara (de maioria socialista) afirmou: “Ouvimos a sugestão, mas, para nós, não faz sentido”.
Notas OUTRA MARGEM.
1. Partindo do pressuposto que existe o problema apontado por Miguel Babo na comunicação social figueirense, a solução não passa pela criação de um provedor municipal, pois isso,a meu ver, não é possível, por ser ilegítimo.
2. Continuando a admitir que o problema existe, isso corresponde a um espelho da sociedade figueirense: o que importa é sobreviver, de preferência bem, onde a qualidade não é fundamental para o brio profissional de muitos. Isto é tolerado pela maioria. No tempo que passa, com a mania dos políticos e outros propagandistas fazerem notas de imprensa, o jornalista apenas a copia como notícia. Isso é preocupante: piorou não só a qualidade do texto e da informação, mas inclusive a sua credibilidade.
3. Percebemos que a degradação do jornalismo atingiu níveis alarmantes quando verificamos falta de exigência profissional, esvaziamento das bases culturais, a perda de referências históricas, a incapacidade de formular raciocínios e exprimir ideias que ultrapassem o patamar das conversas de café. Este - não tenhamos ilusões - é um dos principais motivos do crescente divórcio entre jornais e leitores. Se enquanto consumidor regular da Internet posso ter mais e melhor leitura, sem gastar dinheiro e sem sair de casa, por que motivo me darei ao trabalho de adquirir um jornal que ainda por cima me trata como se eu fosse intelectualmente inferior?
4. O que levou a isto? Certamente falta de muita coisa: falta de exigência, falta de cultura, falta de rigor, falta de brio, falta de memória, falta de investimento nas redacções.
5. Vivemos numa época em que o jornalismo de qualidade ainda existe, mas é residual. O que é preocupante: um jornalismo de qualidade residual, numa sociedade em que os valores também parecem ser residuais, contribui para aquilo que, a meu ver, é verdadeiramente preocupante: estarmos condenados a viver num cidade onde a democracia também acaba por ser residual. O que, a meu ver, deveria constituir motivo de preocupação e reflexão para todos nós, pois esse é o verdadeiro problema.
Continuando a citar o mesmo jornal, "terá, ainda, posto em causa a selecção das notícias publicadas sobre as reuniões públicas do executivo camarário".
Miguel Babo admitiu que tomou a iniciativa de abordar aquele tema para estimular uma reflexão. “A qualquer provedor cabe, por meios informais, defender os direitos, liberdades, garantias e interesses legítimos do cidadão”, defendeu. O vereador ressalvou que lançou o tema quando falava sobre a falta de condições de trabalho – falta de assessorias, por exemplo – com que se depara a oposição para melhor poder exercer e comunicar a sua actividade autárquica.
Miguel Babo defende a existência de um provedor municipal para a comunicação social.
O vereador (e presidente da Concelhia do PSD) Ricardo Silva tem uma posição contrária: “o PSD nunca foi, nem será, favorável a medidas que condicionem a liberdade de imprensa”.
O Sindicato dos Jornalistas, por seu turno, através da dirigente Paula Sofia Luz, considera “ilegítima a sugestão do vereador em causa”. Por outro lado, acrescentou, “lamenta que, 45 anos em liberdade, não tenham bastado ainda para que Miguel Babo perceba que os jornalistas devem apenas obediência ao seu Código Deontológico e Estatuto do Jornalista, devidamente acompanhadas por órgãos como a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista e pelo Conselho Deontológico dos Jornalistas”.
“O vereador Miguel Babo lamentou o facto da comunicação social não veicular (na sua óptica) alguns assuntos de grande importância que são tratados naquelas reuniões". Porém, “tratou-se, tão-somente, duma opinião de ensaio, merecedora de todo o meu respeito democrático. Assim como, da minha parte e do vereador Miguel Babo, é merecedor de todo o nosso respeito democrático o critério editorial dos media na selecção dos assuntos que publicam”, disse ainda Carlos Tenreiro.
Contactado pelo DIÁRIO AS BEIRAS, o gabinete da presidência da câmara (de maioria socialista) afirmou: “Ouvimos a sugestão, mas, para nós, não faz sentido”.
Notas OUTRA MARGEM.
1. Partindo do pressuposto que existe o problema apontado por Miguel Babo na comunicação social figueirense, a solução não passa pela criação de um provedor municipal, pois isso,a meu ver, não é possível, por ser ilegítimo.
2. Continuando a admitir que o problema existe, isso corresponde a um espelho da sociedade figueirense: o que importa é sobreviver, de preferência bem, onde a qualidade não é fundamental para o brio profissional de muitos. Isto é tolerado pela maioria. No tempo que passa, com a mania dos políticos e outros propagandistas fazerem notas de imprensa, o jornalista apenas a copia como notícia. Isso é preocupante: piorou não só a qualidade do texto e da informação, mas inclusive a sua credibilidade.
3. Percebemos que a degradação do jornalismo atingiu níveis alarmantes quando verificamos falta de exigência profissional, esvaziamento das bases culturais, a perda de referências históricas, a incapacidade de formular raciocínios e exprimir ideias que ultrapassem o patamar das conversas de café. Este - não tenhamos ilusões - é um dos principais motivos do crescente divórcio entre jornais e leitores. Se enquanto consumidor regular da Internet posso ter mais e melhor leitura, sem gastar dinheiro e sem sair de casa, por que motivo me darei ao trabalho de adquirir um jornal que ainda por cima me trata como se eu fosse intelectualmente inferior?
4. O que levou a isto? Certamente falta de muita coisa: falta de exigência, falta de cultura, falta de rigor, falta de brio, falta de memória, falta de investimento nas redacções.
5. Vivemos numa época em que o jornalismo de qualidade ainda existe, mas é residual. O que é preocupante: um jornalismo de qualidade residual, numa sociedade em que os valores também parecem ser residuais, contribui para aquilo que, a meu ver, é verdadeiramente preocupante: estarmos condenados a viver num cidade onde a democracia também acaba por ser residual. O que, a meu ver, deveria constituir motivo de preocupação e reflexão para todos nós, pois esse é o verdadeiro problema.
domingo, 14 de julho de 2019
«Para Além da Memória» - um filme de Miguel Babo...
Uma antestreia nacional que contará com a presença de grande parte do elenco. Dia 20 de julho, às 22h00, no Centro de Artes e Espectáculos.
Para Além da Memória, é um filme que evoca as presenças e ausências de uma doente de Alzheimer.
Argumento e Realização: Miguel Babo
Montagem - Talentilicious - Miguel Babo e Timelapse-media - João Traveira, Luís Pereira
Direção de Fotografia e Imagem - Timelapse-media João Traveira & Luís Pereira
Participação especial: Soprano: Carla Bernardino, Piano: Cláudio Vaz
Elenco: Lídia Franco, Gabriela Moreyra, Teresa Côrte-Real, Miguel Babo, Álvaro Faria, Ângelo Torres, João Damasceno, Joaquim Guerreiro, Carolina Pascoal.
Da série, sobre esse tema tinha tanta coisa que contar...
José Augusto Marques: você é bruxo?..
... é um estranho estado de direito, este que se vive na Figueira, que se entorta conforme a malta gosta, ou não gosta do chefe... Ou, queria ou não, fazer-lhe uns "bicos"...Eu, cá por mim, que até nem gosto de chefes, acho todo este carnaval porreirinho...
Como sabemos isto não é novo: tem sido sido assim ...
Desde tempos imemoriais...
Histórias do quotidiano da política profissional na Figueira...
A Figueira está cheia de exemplos de lambe-botas, normalmente gente medíocre, que arrasta para a lama as botas que lambem...
Nota OUTRA MARGEM:
Um texto de José Ribeiro Ferreira, A Democracia na Grécia Antiga, publicado pela Minerva, em Coimbra, em 1990. Pp. 161-162.
"(...) dificuldades económicas e (...) conflitos sociais; tanto no campo como na zona urbana, passa a existir uma população miserável mais interessada na procura do sustento quotidiano do que nos destinos da democracia.
Daí que o século IV se caracterize por demissão política do demos que perde interesse em participar na condução dos negócios da pólis - desinteresse que já começa a aparecer no decorrer da Guerra do Peloponeso. As sessões da Assembleia têm cada vez menos elementos e há dificuldade em perfazer o quórum. Ainda se tenta incentivar, como vimos, a participação com a distribuição de um salário aos presentes na Ecclesia - o misthos ecclesiasticos -, mas em grande resultado.
Se na primeira metade do século IV o demos ainda manifesta empenho, quando se tratava de decidir sobre uma guerra que a seus olhos possa ser frutuosa, na segunda metade já nem isso desperta o seu interesse. Essa apatia está bem visível na luta contra Filipe da Macedónia e nos apelos angustiados de Demóstenes.
A pólis grega caminhava para o fim.
Como resultado da demissão do demos, aparece com uma insistência cada vez maior a profissionalização e a especialização de funções.
Homens saídos da classe endinheirada - banqueiros, industriais, comerciantes - que não precisam dedicar-se a uma actividade manual e recebem consideráveis rendimentos dos seus negócios, tornam-se verdadeiros profissionais da «política». Com meios de fortuna, adquirem junto de «professores» de retórica a arte de falar e de convencer que lhes permite atrair a multidão e manobrar a Assembleia."
Da série "os figueirenses gostam de ser gozados?.. (continuação)
Na Figueira começa a ser difícil ser original...
Via Daniel Santos: "Conforme publicação anexa, já em 1940 o Presidente da Câmara da Figueira anunciava uma piscina. Aguardemos pois!.."
sábado, 13 de julho de 2019
A importância de ser da Aldeia...
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| foto via Isabel Maria Coimbra |
Dá para perceber porque gostava tanto deste local. E, perante esta foto, por um momento, só por um momento, fechei os olhos para reter em mim toda aquela beleza invulgar e saborear a magia daquelas cores e consegui mesmo sentir o vento a acariciar-me o cabelo.
Bastava-me aquilo.
Agora, tornaram aquilo num sítio que é quase nada.
Gostava de poder acreditar que ainda é possível e que ainda há tempo...
Deixem-me ser "velho do Restelo".
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