Os suíços aprovaram em referendo que decorreu durante este fim-de-semana a limitação à imigração originária dos países da União Europeia. A extrema-direita rejubila por toda a Europa, os eurocratas esboçam uma espécie de ameaça quanto a eventuais retaliações, sem nunca se referirem concreta e especificamente à liberdade de circulação de capitais que faz da Suíça a máquina de lavar dos proveitos de toda a espécie de negócios.
Daqui
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
“Não aos caulinos”
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| foto sacada daqui |
Realizaram-se recentemente duas sessões de esclarecimento sobre a pretensão de uma empresa privada em explorar os caulinos na parte norte do nosso concelho: uma no Bom Sucesso e outra em
Ferreira.
João Ataíde e
Ana Carvalho, presidente e vereadora da Câmara da Figueira da Foz, participaram
nas duas sessões.
Em Ferreira-a-
Nova, porém, os representantes da autarquia deram um passo em frente: admitiram acionar uma providência
cautelar.
Esta medida será aplicada “se a licença de exploração for aprovada
(pela Direção Geral de Energia e Geologia) e as populações se opuserem”, disse
Ana Carvalho ao DIÁRIO AS BEIRAS.
Entretanto, “cada
vez mais vozes se levantam contra exploração de caulino.”
É o caso de Miguel
Almeida, vereador do Somos Figueira, que
em crónica hoje publicada no jornal AS BEIRAS, deixa esclarecida a sua posição sobre o assunto.
“As
freguesias de Ferreira-a-Nova e do Bom Sucesso necessitam, por estes dias, de
uma intervenção política e cívica tenaz, que defenda afincadamente os
superiores interesses das populações.
Afirmo isto
pois é preciso impedir a exploração de caulinos na zona norte do concelho, após
uma empresa privada ter manifestado interesse em extrair esse minério em aproximadamente
500ha de terrenos. O caulino é um mineral argiloso muito usado em diversas
indústrias, mas todo o processo de extração e transporte de materiais tem consequências
negativas, e nem sempre reversíveis, sobre o meio envolvente.
As principais
repercussões incidem sobre a qualidade de vida das populações, sobre a fauna, a
flora, o solo, as águas superficiais e subterrâneas, a atmosfera e as próprias estruturas
rodoviárias. As alterações na paisagem são drásticas e, mesmo que a recuperação
paisagística ocorra à medida que a exploração vai avançando, nada volta a ser como
antes.
A região em
causa é muito sensível, com muitas explorações agrícolas que dão sustento a
muitas famílias, tem uma vasta
área florestal e está próxima de cursos de água e lagoas já de si sensíveis -
Vela, Braças, Salgueiro.
Não podemos
correr riscos desnecessários.
A câmara
municipal, assembleia municipal, juntas de freguesia e deputados do círculo de
Coimbra têm de exigir ao
Governo que não autorize esta exploração, defendendo assim os interesses dos
habitantes daquela zona do concelho até às últimas instâncias.”
Está-me cá a parecer que esta “estória” ainda vai ter mais história...
Entretanto está a decorrer um Petição Pública sobre este assunto. Para assinar clicar aqui.
Em Dias como Estes É Que Se Sente o Que É o "Mar Português"...
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| foto: Pedro Agostinho Cruz |
Em dias como estes (9 e 10 de Fevereiro de 2014), no
Presente e no Futuro, é que se compreende porque é que os Portugueses e os
Galegos (tal como os Cantábricos, os Bascos, os Bretões e os Britânicos), foram
sempre, no Passado, desde o mar da Irlanda até ao mar do Cabo de São Vicente,
no Atlântico Norte (no "pior mar do mundo"...), os melhores
navegadores do mundo…
Em dias como estes, compreende-se, na prática -- apesar de
todos os mitos infantis e inverosímeis de Sagres e do Algarve... de todas as
ignorâncias e mentiras políticas dos "Descobrimentos Henriquinos" (as
ignorâncias e censuras, sabiamente semeadas, desde sempre, nas
"escolas", pelos "intelectuais" e "historiadores",
para isso pagos, e que nem sequer nunca souberam remar…), porque é que foram os
Portugueses (e, como sempre, levando consigo os seus aliados, companheiros e
colaboradores da Galiza), desde Caminha até ao Cabo de São Vicente, os
responsáveis dos Descobrimentos Geográficos dos séculos XV-XVI, da Abertura do
Mundo, e do início das navegações intercontinentais de desbloqueamento
planetário...
Texto CEMAR
O coreto
Este coreto lembra-me
música...
Bom, não será uma
questão de boa memória, mas, uma questão de alguma idade...
Concedo, porém: também é uma questão de alguma boa
memória!
Debaixo dos pés levantam-se os trabalhos...
Isto é o delírio. Quem não apoiar o governo é antipatriota,
disse a eminência parda da foto ao lado.
Ficamos entendidos...
Eu pensava que por muito incompetente e ridícula que fosse a
Oposição parlamentar, não deixava de ser isso mesmo: a Oposição.
Mas não: a partir de agora os críticos do governo são uns
traidores, pois lutam contra os interesses da Pátria.
A teoria costumava ser,
também aqui pela Figueira, esta: quem não é por mim, é contra mim.
Agora, segundo a eminência parda, que se afirma
vice-presidente do PSD e que se vangloria de ser ou ter sido até há dois anos e
picos, vice em Gaia, uma das autarquias que foram levadas quase à banca rota, a nova teoria é
assim: se não me dás a mão, és espanhol.
A Pátria, passou a ser o umbigo dele!..
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Very light
Isto escreveu o
Mestre em maio de 1991.
Purista do verbo e do enredo no dissertar da pena, concebia
o jornalismo como uma arte e uma missão nobre.
Andarilho e contador de histórias vividas, o Zé Martins passou em
palavras escritas pelo Notícias da Figueira, Diário de Coimbra, Diário Popular,
Jornal de Notícias, Diário de Lisboa, República, Opinião, Vértice, Mar Alto (de
que foi co-fundador), Barca Nova (de que foi fundador e Director) e Linha do
Oeste.
Como escreveu Hamlet, “o mundo está fora dos eixos. Oh! ...
Maldita sorte! ... Porque nasci para colocá-lo em ordem! ...”.
D. Quixote considerou que
“era o seu ofício e exercício
andar pelo mundo endireitando tortos, desfazendo agravos”.
O Zé considerava essa
também a sua principal missão: “também a lança pode ser uma pena/também a pena
pode ser chicote!”
Meu caro e irreverente Zé - Amigo e Mestre: confesso que por vezes me
assola a maldita sensação de que se a
pena é uma arma – e é, também é pouco
para o combate desigual contra quem, sem pudores ou escrúpulos de qualquer
espécie, nos combate com as mãos enfiadas
nos nossos bolsos agredindo-nos até às entranhas.
Neptuno "oferece" temporal Ruth a Portugal na madrugada de Domingo para Segunda
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Um pequeno terramoto para nada
“Antes de o Bloco o "inventar", Rui Tavares tinha
escrito o "pequeno livro" do terramoto de 1755. A coisa foi um
"sucesso" e Tavares andou de capela em capela para promover a sua
obra com a inevitável ajuda do comadrio do "meio". Tanto à esquerda
como à direita, o livrinho foi incensado e Tavares passou a existir oficialmente
O Bloco enfiou-o, presumivelmente pelo incontestável "prestígio"
intelectual da criatura, como independente na sua lista para as europeias de
2009. Em princípio não seria eleito mas os resultados colocaram-no em
Estrasburgo e à solta. Percebeu-se depois - o Bloco percebeu - que Tavares,
afinal, não vestia outra camisola a não ser a sua. Já tinham decorrido pelo
menos quatro anos desde que o homem havia adquirido o estatuto de subtil, lavrado
publicamente graças à sua alegada "originalidade", e nada o impedia
de o exibir lá fora contra a sua "barriga de aluguer" política. O
país, evidentemente, ignora que Tavares sente encarnar a figura de mais um dos
intermináveis salvadores da pátria a partir do lado esquerdino da mesma. Mas, à
cautela, Tavares formou um partido com quinze (15) porta-vozes porventura para
obrigar a pátria a reparar nele. Isto foi o suficiente para suscitar um tumulto
irrelevante na pequena tribo das esquerdas que vagueia entre o bicéfalo Bloco,
o dr. Louçã e os dissidentes fashion destes três que, tal qual Tavares,
imaginam que Portugal não se safa sem o seu pernóstico "contributo".
Com esta feira de pequenas vaidades urbano-depressivas, estas almas perdidas todas
juntas apenas ajudam à "respeitabilidade" institucional do PC
enquanto esperam por uma entrada ordeira e oportuna no PS que, vai para 40
anos, se habituou a recolher tresmalhados deste jaez. Um pequeno terramoto para
nada.”
Uma foto "viral"...
Uma foto de Pedro Agostinho Cruz no site de Garrett McNamara.
Como diz a Rita Freitas, a namorada: O Garrett McNamara partilha! E eu digo aos "entendidos" que não, não é Photoshop! Photoshop= Fotomontagem.
Pedro Agostinho Cruz= local certo, na hora certa, um bom fotógrafo.
Resultado uma boa fotografia!
Se a namorada do Pedro o disse quem sou eu para discordar!..
Como diz a Rita Freitas, a namorada: O Garrett McNamara partilha! E eu digo aos "entendidos" que não, não é Photoshop! Photoshop= Fotomontagem.
Pedro Agostinho Cruz= local certo, na hora certa, um bom fotógrafo.
Resultado uma boa fotografia!
Se a namorada do Pedro o disse quem sou eu para discordar!..
Agravamento do estado do tempo para Domingo e Segunda
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê para este fim-de-semana situações meteorológicas de risco extremo na região Centro. Precipitação, vento forte e agitação marítima são esperados para a madrugada e manhã de hoje, devendo agravar-se amanhã à tarde, de acordo com um comunicado emitido ontem pelo Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Coimbra.
Citação Cultural (III)
| imagem sacada daqui |
A iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal da Figueira
da Foz e nesta estreia tem como
convidados Carlos Encarnação (ex-presidente da Câmara Municipal de
Coimbra) e Clara Almeida Santos (vice-reitora da Universidade de Coimbra).
O bilhete, que incluiu um lanche, tem o custo de 22,22
euros!..
Nos dias 15 e 22 de fevereiro, «A Utopia de Thomas More» volta ao palco da
Casa do Paço.
Mais pormenores aqui.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Citação Cultural (II)
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Fotos sacadas daqui
|
João Ataíde, presidente
da câmara municipal da Figueira da Foz, na companhia de José Tavares,
presidente da junta de freguesia de Buarcos, e de Emanuel, uma das atrações, apresentou o programa e os Reis do Carnaval da Figueira
da Foz 2014.
O filme conta, este ano, com a participação de Emanuel,
o artista convidado, que vai partilhar o trono com a figueirense Susana Guerra.
O preço do bilhete mantém-se nos €3,00, permanecendo a
entrada gratuita para crianças com idade inferior a 12 anos; portadores do
Cartão Figueira Sénior com a vinheta atualizada; e todos os foliões mascarados
com fatos completos."Posto isto, o Carnaval promete? Oh, se promete! Promete tanto como a promessa de João Ataíde, feita há precisamente um ano atrás, de que sem empresa municipal de turismo, deveriam ser as colectividades do burgo a organizá-lo. Parece que era para poupar! Mas claro, o que é isso comparado com um almoço e uns minutos de brilho ao lado de Emanuel?"
Uma sugestão para salvar o único exemplar da bateira da Cova-Gala
“Na Figueira da Foz, e sobretudo na sua terra natal (Cova-Gala), João Pereira Mano não precisa de qualquer apresentação. Homem do Mar, ficou-lhe esta região a dever, para sempre, a salvaguarda de muita da sua memória colectiva (e não só pela escrita, embora, naturalmente, essa seja a dimensão em que mais vai perdurar o seu contributo). Em 1997 o Capitão João Pereira Mano desempenhou também um importante papel na identificação e na obtenção de uma bateira do Mondego, típica da Cova-Gala (bateira FF-304-L Maria Augusta Mano), que veio a ser meritoriamente doada pelo seu último proprietário, o Ex°. Senhor Manuel Mano, para futuros fins museológicos, e que assim veio juntar-se aos outros três diferentes exemplares de arquitectura naval local que o CEMAR já havia antes, em 1995, 1996, e 1997, conseguido que fossem obtidos, restaurados, e doados à cidade e à sua autarquia, com vista aos referidos fins museológicos.” (daqui)
| fotos António Agostinho |
Neste momento, o único exemplar da bateira da Cova-Gala
encontra-se no Largo das Alminhas, na Gala, como a foto documenta. Sujeito que
está à chuva e ao sol, na melhor das hipóteses, daqui por dois anos terá o mesmo
destino que as embarcações oferecidas pelo CEMAR à Câmara da Figueira tiveram:
o apodrecimento.
Enquanto é tempo, deixo aqui uma sugestão e, ao mesmo tempo, um apelo a quem de direito, para preservar tão
importante exemplar único (pelo menos que eu conheça) da bateira da Cova-Gala: a
sua deslocação para o portinho da Gala para fazer parte do espólio do Núcleo
Museológico que aí está a ser construído e que irá ser aberto ao público em
breve.
Abandono da agricultura em 2013 foi o maior de sempre
A propaganda governamental
dizia-nos o contrário, mas a realidade é esta: “nunca como no último ano tantas pessoas abandonaram otrabalho na agricultura. Em comparação com 2012, foram 50 mil os que voltaram as costas ao mundo rural.”
Numa altura em que, por estes lados, convém ter o máximo conhecimento sobre a matéria...
| foto António Agostinho |
"PÓS-GRADUAÇÃO EM SURF E PERFORMANCE NA UNIVERSIDADE LUSÓFONA".
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