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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Uma grande parte do que vemos é realidade... Mas, ainda resta uma zona importante que não passa de cenário...

Finalmente, algo escrito a merecer atenção na política figueirense...
É sempre de registar quando nos informam quais são as nossas metas.
É fundamental  que nos conheçamos, que tenhamos interiorizado aquilo que é verdadeiramente importante para nós. 
E o importante, todos os políticos neste momento na disputa eleitoral o sabem, nunca será a meritocracia, a competitividade balofa, o exibicionismo fútil. 
Tudo isso é supérfluo. 
O único objectivo que interessa é roçarmos a felicidade... 
Sim, eu digo roçar... 
Já tenho idade suficiente para saber que atingi-la será mesmo muito difícil!

- NOTA DE IMPRENSA –
SIM AO TURISMO E INDUSTRIA NUMA SOLUÇÃO INTEGRADA
Carlos Tenreiro, candidato à presidência da Câmara Municipal da Figueira da Foz nas próximas eleições autárquicas, vem dizer SIM à Praia, SIM ao Porto, e SIM a uma cidade e concelho em desenvolvimento. 
1) O velho dilema colocado em 1962, “Ou praia ou o Porto” é hoje um anacronismo e um absurdo. A solução técnica para encurtar a praia e devolver a mais bonita marginal atlântica portuguesa à cidade existe. 
2) Existe a solução para salvar este deserto horrível, salvar as praias a sul sem areia e, simultaneamente, lançar o Porto da Figueira para uma dimensão nunca antes vista. Tudo passa pela remoção das areias da Praia da Figueira a norte do molhe, com o seu encurtamento e o desassoreamento do Porto, permitindo o aumento do calado e a maior capacidade de recepção de todo o tipo de navios de carga e cruzeiro e a não menos importante segurança da entrada da barra nos navios de menor porte, nomeadamente a frota pesqueira figueirense, os seus pescadores e o turismo de recreio.
3) Cientistas e especialistas indicaram a solução técnica assente na dragagem fixa. Tem faltado a vontade política para o fazer, assim como, a coragem de dizer SIM ao futuro do concelho.
4) A solução integrada do problema com a remoção das areias a norte e a respectiva monitorização e alimentação das areias da deriva e das praias do sul, junto com as obras do aumento da profundidade das águas da entrada da barra, possibilitarão a concretização de outros tantos projectos, até hoje, sonhos adiados: a competitividade do Porto comercial e a entrada de
mercadorias e passageiros numa volumetria nunca antes possível servindo o vasto hinterland económico da zona centro/norte do país e o centro de Espanha. 
5) Os custos financeiros da solução técnica existente e já comprovada em muitos lugares do mundo são incomparavelmente menor da do preço da dragagem que hoje se faz e o de um porto subaproveitado e perigoso e que se vem traduzindo num preço demasiado alto em custos financeiros e com perdas em vidas humanas.
6) É hora de mudar! É hora de vencer interesses estabelecidos e avançar com um novo e competitivo modelo de desenvolvimento socioeconómico para todo o concelho!
É possível voltarmos a ser a mais bonita praia de Portugal, numa cidade e num concelho que merecem muito mais, onde é possível ficar e viver.
Figueira da Foz, 20 de Agosto de 2017
Carlos Tenreiro - Mudar Já

terça-feira, 25 de junho de 2019

Sabem porque é que não se construiu um terminal de cruzeiros na Figueira?

Já tinham pensado nisto, depois das resmas de cruzeiros que nos últimos anos demandaram a Figueira!..
A Figueira chegou a estar fortíssima no turismo de cruzeiros: teve até um navio de passageiros com a lotação de um autocarro!..
Aliás, uma cidade como a Figueira, servida por várias autoestradas, comboio e porto de mar que até já recebe cruzeiros, só pode aspirar a voos mais altos.
E o futuro, que vai ser ser risonho, está já aí.  “O aeroporto virá a seu tempo”. Segundo  João Ataíde “há aceitação - por parte da Força Aérea - para se criar uma gare civil na base aérea de Monte Real, desde que haja uma empresa que a queira explorar”, disse em maio de 2015 o anterior autarca da Figueira da Foz visivelmente satisfeito com os resultados da passagem dum cruzeiro pelo porto da cidade de que, então, era “mayor”.
Entretanto, os figueirenses, continuam ver passar os navios e os aviões.
Quem perdeu foram os turistas: onde é que se podem apreciar as nossas Brisas, beber chá de Limonete e apreciar os dotes artísticos do anterior "mayor", a não ser na Figueira!..

Mas, vamos ao essencial: sabem porque é que não se construiu um terminal de cruzeiros na Figueira?
Para evitar as más notícias: a Figueira, com o incremento que o turismo de cruzeiros estava a ter, neste momento, provavelmente já seria a sétima cidade portuária da Europa! Lisboa é a sexta cidade portuária da Europa com mais emissões poluentes, a sexta mais poluída por causa dos cruzeiros.
As emissões de óxido de enxofre na costa portuguesa causadas pelos navios de cruzeiros são 86 vezes superiores às dos automóveis.
Ao contrário do que aconteceu em Lisboa, o anterior autarca, actual secretário de estado do ambiente, decidiu não construir o terminal na Figueira, porque como grande e reputado especialista, especialmente em problemas ambientais, certamente já estava a par dos malefícios com a poluição que a construção de um terminal de cruzeiros traria à Figueira!
Note-se, as preocupações que Carlos Monteiro herdou com o ambiente, a descarbonização e alterações climáticas. Está aqui a justificação dos milhões que estão a ser investidos no concelho - Buarcos, casco velho da cidade e Cabedelo são exemplos disso. Percebem agora porque é que não quiseram  trazer para o coração da Figuiera uma fonte poluente da dimensão de um terminal de cruzeiros.
Por outro lado, mesmo em termos económicos,  é previsível que, devido a preocupações ambientais, de governos e cidadãos, os cruzeiros tendam a declinar.
O que nos vale é termos autarcas de grande visão estratégica. Foi isso, que  evitou não só um enorme prejuízo financeiro, mas também um elefante branco à beira Mondego.
Finalmente e não menos importante: os figueirenses vão deixar de poder surpreender os ilustres visitantes com um jogo de futebol, disputado num pelado pré-histórico que já não existe em lado nenhum, até dentro em breve no campo do Cabedelo...

Perante a realidade e a  hipocrisia, valha-nos a ironia com os dentes afiados...

domingo, 13 de setembro de 2020

Promoção: óculos especiais (2)


Sou do tempo em que a Figueira era fortíssima no turismo de cruzeiros: chegámos a ter um navio de passageiros com a lotação de um autocarro!..

 Depois, dado o crescimento exponencial do sector a "Administração do Porto da Figueira da Foz abriu a possibilidade de poder vir a instalar um terminal de cruzeiros junto à praça da Europa, na zona portuária, que seria concessionado a privados. A infraestrutura seria complementada por um edifício de apoio, com recepção, forças de segurança, operadores e posto de turismo. Joaquim Sotto Maior, fez o anúncio aos jornalistas a bordo do “Hebridean Sky”, um navio de cruzeiros que fez escala na Figueira em 26 de Setembro de 2018, com 100 turistas a bordo, maioritariamente ingleses. 

Registe-se: a vereadora Mafalda Azenha, que subiu a bordo do “Hebridean Sky” para apresentar cumprimentos à tripulação, frisou que a autarquia quer que a cidade deixe de ser apenas uma escala e passe a ser, também, um destino."

Convém não esquecer os heróicos e sacrificados autarcas que nos trouxeram até aqui, que tanto fizeram pelo bom povo figueirense...

Mas, vamos ao essencial: sabem porque é que não se construiu um terminal de cruzeiros na Figueira? Para evitar as más notícias: a Figueira, com o incremento que o turismo de cruzeiros estava a ter, neste momento, provavelmente já seria a sétima cidade portuária da Europa! 
Lisboa é a sexta cidade portuária da Europa com mais emissões poluentes, a sexta mais poluída por causa dos cruzeiros. As emissões de óxido de enxofre na costa portuguesa causadas pelos navios de cruzeiros são 86 vezes superiores às dos automóveis. 
Ao contrário do que aconteceu em Lisboa, conseguimos evitar os malefícios com a poluição que a construção de um terminal de cruzeiros traria à Figueira! 
Note-se, a eficácia de Carlos Monteiro com o combate pelo ambiente, a descarbonização e alterações climáticas. Está aqui a justificação dos milhões que estão a ser investidos no concelho - Buarcos, casco velho da cidade e Cabedelo são exemplos disso. 
Percebem agora porque é que não quiseram trazer para o coração da Figueira uma fonte poluente da dimensão de um terminal de cruzeiros. 
Por outro lado, mesmo em termos económicos, é previsível que, devido a preocupações ambientais, de governos e cidadãos, os cruzeiros tendam a declinar. 
A pandemia que entretanto nos assolou, também veio ainda reforçar mais a opção de esquecer o terminal de cruzeiros na Figueira da Foz.
O que nos vale é termos autarcas de grande visão estratégica. Foi isso, que evitou, não só um enorme prejuízo financeiro, mas também, neste momento, um elefante branco à beira Mondego.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

O “Corinthian" chegou e já foi embora, mas entretanto houve a sessão de boas vindas...

foto descaradamente sacada daqui
Conforme o previsto, o cruzeiro Corinthian com cerca de uma centena de passageiros chegou ontem à Figueira da Foz por volta das 9 horas da manhã.
Os americanos pisaram chão figueirense ao som do rancho da Casa do Povo de Maiorca e ao sabor do chá de limonete e da doçaria local. Por outro lado, ficaram também a conhecer a hospitalidade figueirense e as aptidões de dançarino do “mayor” João Ataíde, quando o autarca se juntou aos estrangeiros e ao rancho numa dança tradicional, na recepção realizada no porto. A administração do porto e da Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF) e representantes de várias entidades também deram as boas-vindas aos turistas.
Depois, os turistas fizeram-se à estrada, em autocarro, e a comandante do navio, recebeu os convidados e os jornalistas. 
“Vocês vivem no paraíso”, elogiou a anfitriã e comandante do navio Vera Zee Desmovic. 
“Nós sabemos que vivemos no paraíso”, gracejou, por sua vez, o presidente da câmara, visivelmente bem disposto.
Pudera, o dia tinha começado bem: depois das resmas de cruzeiros que nos últimos anos demandaram a Figueira – está já previsto, mais um para outubro, será o quarto, depois do de ontem: o primeiro foi em 1990 e o segundo em 2010 - Braga da Cruz, presidente da administração dos portos da Figueira da Foz e Aveiro, tinha já mostrado disponibilidade em criar melhores condições para receber pequenos cruzeiros, desde que a procura o justifique. O que, aliás, vem  também ao encontro dos desejos da ACIFF.
Aliás, uma cidade como a Figueira, servida por várias autoestradas, comboio e porto de mar que até já recebe cruzeiros, só pode aspirar a voos mais altos.
E o futuro, que vai ser ser risonho, está já aí. 
“O aeroporto virá a seu tempo”, disse João Ataíde aos jornalistas: “há aceitação - por parte da Força Aérea - para se criar uma gare civil na base aérea de Monte Real, desde que haja uma empresa que a queira explorar”, deixou cair ontem o autarca da Figueira da Foz visivelmente satisfeito com os resultados da passagem deste cruzeiro pelo porto da cidade de que é “mayor”, e que ontem não deixou os seus créditos em mãos alheias e mostrou o seu «charme» aos turistas do cruzeiro.

Os figueirenses, limitaram-se a ver o navio... Já a recepção preparada pelo Município e pelo Porto da Figueira da Foz, com a colaboração de vários operadores figueirenses, como as fotos que podem ver clicando aqui demonstram, foi muito apreciada pelos visitantes: não é todos os dias que se podem provar as nossas Brisas da Figueira, beber chá de Limonete e apreciar os dotes artísticos do "mayor" da Figueira !..
Não sei se alguém colocou, ontem, ao "mayor" da Figueira esta pergunta:
- Então, bem disposto presidente?
Se assim aconteceu, a resposta foi de certeza esta:
- Sempre!

Pronto... não volto a questionar...
O navio saiu ao final da tarde de ontem. Pode ser que para outubro haja mais... 
Comparável ao sucesso da passagem de navios de cruzeiros pelo porto da Figueira da Foz, só a passagem de aviões pelo aeroporto de Beja!

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Navio cruzeiro ou cacilheiro?..

"O navio cruzeiro «Sereníssima» chegou esta manhã ao porto da Figueira da Foz. 
Partiu de Lisboa e, ainda hoje, ruma ao porto de Leixões, tendo como destino final Inglaterra. 
Os cerca de 65 passageiros (apoiados por uma tripulação de 50 elementos), visitam durante o dia pontos de importância turística em Coimbra e ao final da tarde realizam um percurso pedonal pela zona envolvente do Porto da Figueira da Foz. 
Hoje de manhã o comandante do navio (com bandeira de St. Vincent – Grenadines) recebeu a bordo os presidentes da Assembleia Municipal (José Duarte Pereira) e da Câmara Municipal (João Ataíde), entre outros convidados.
Ciente das actuais limitações do calado (profundidade a que se encontra o ponto mais baixo da quilha de uma embarcação em relação à linha d'água) na barra da Figueira, João Ataíde espera, nesta fase, aproveitar a oportunidade de trabalhar em rede com outros portos nacionais. A intenção é atingir o calado de 8,5 metros de forma a permitir a entrada e saída de navios de maior porte. “Temos feito um trabalho de promoção do nosso porto, é um processo que vai crescendo paulatinamente. A intenção é trazermos para a Figueira da Foz cruzeiros de médio porte e fixar assim um circuito turístico”, considerou o edil."

Via Figueira na Hora