Uma história que, talvez, venha a valer a pena tornar a abordar um dia...
Com calma...
A objectividade implica tempo e solidão.
A não ser assim, somos contaminados pelas subjectividades dos outros...
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Marcelo Rebelo de Sousa
"...o fim em vista não tem nada a ver com a floresta, nem com os fogos florestais e muito menos com a tragédia dos que perderam a vida nos incêndios.
O objectivo da campanha assenta num pressuposto, vigente neste país há quase um século, com excepção de uma interrupção de 18 meses na década de 70 do século passado e da que actualmente está em curso desde 26 de Novembro de 2015, embora estruturalmente diferente da anterior, que consiste muito simplesmente no seguinte: Portugal só pode ser governado à direita, pela direita ou por quem inequivocamente faça uma política de direita. Quem defender outras soluções, seja com apoio na legitimidade revolucionária, seja com apoio no voto popular, não pode governar.
Derrotada no plano da governação, nomeadamente se confrontada com as soluções apocalípticas por ela postas em práticas durante quatro anos, a direita busca em factos humanos completamente alheios à governação, ou em fenómenos naturais imprevisíveis (alguns) e inevitáveis (quase todos), encontrar argumentos que possam inverter o rumo político em curso, quer estimulando divisões na força política dominante, quer intrigando - toscamente, diga-se – as demais forças que no Parlamento apoiam politicamente o Governo.
Marcelo alinhando, como alinhou, nesta culpabilização absurda de considerar politicamente responsável quem tenta no quadro existente – que tem limitações de toda a ordem, desde os meios que são finitos, até à própria situação sobre que incidem, passando pela excepcionalidade das condições atmosféricas – minimizar os prejuízos materiais e humanos, sabe que está a dar alento à direita, tentando projectá-la para um patamar político que ela não está em condições de alcançar.
Tem de haver a medida das proporções e não ceder à demagogia. Marcelo, pelo seu passado, pela sua ideologia política, pela sua grande experiência como comentador político, pelo papel que agora desempenha como Presidente que quer permanentemente manter em alta as quotas de popularidade, sabe que o argumento demagógico em certos contextos emocionais pode resultar. Julgando ir ao encontro do sentimento popular e sabendo que esta é uma boa altura para “fazer as pazes” com a sua direita (que agora se prepara para iniciar um novo ciclo), Marcelo, qual catavento, deu gás à direita para ver no que dá.
jo
A resposta é simples: há que cerrar fileiras e continuar sem desfalecimentos nem desânimos. E ainda mais: é sempre de má política elogiar alguém da direita, seja o que for que esse alguém tenha feito, porque breve virá o dia em que esse elogio fica desmentido pelo comportamento do elogiado. A política não é um “chá dançante”, nem um concurso de beleza. A política é algo entre nós e eles. E eles tem projectos e propostas muito diferentes das nossas!"
MARCELO DÁ GÁS À DIREITA, via Politeia.
O objectivo da campanha assenta num pressuposto, vigente neste país há quase um século, com excepção de uma interrupção de 18 meses na década de 70 do século passado e da que actualmente está em curso desde 26 de Novembro de 2015, embora estruturalmente diferente da anterior, que consiste muito simplesmente no seguinte: Portugal só pode ser governado à direita, pela direita ou por quem inequivocamente faça uma política de direita. Quem defender outras soluções, seja com apoio na legitimidade revolucionária, seja com apoio no voto popular, não pode governar.
Derrotada no plano da governação, nomeadamente se confrontada com as soluções apocalípticas por ela postas em práticas durante quatro anos, a direita busca em factos humanos completamente alheios à governação, ou em fenómenos naturais imprevisíveis (alguns) e inevitáveis (quase todos), encontrar argumentos que possam inverter o rumo político em curso, quer estimulando divisões na força política dominante, quer intrigando - toscamente, diga-se – as demais forças que no Parlamento apoiam politicamente o Governo.
Marcelo alinhando, como alinhou, nesta culpabilização absurda de considerar politicamente responsável quem tenta no quadro existente – que tem limitações de toda a ordem, desde os meios que são finitos, até à própria situação sobre que incidem, passando pela excepcionalidade das condições atmosféricas – minimizar os prejuízos materiais e humanos, sabe que está a dar alento à direita, tentando projectá-la para um patamar político que ela não está em condições de alcançar.
Tem de haver a medida das proporções e não ceder à demagogia. Marcelo, pelo seu passado, pela sua ideologia política, pela sua grande experiência como comentador político, pelo papel que agora desempenha como Presidente que quer permanentemente manter em alta as quotas de popularidade, sabe que o argumento demagógico em certos contextos emocionais pode resultar. Julgando ir ao encontro do sentimento popular e sabendo que esta é uma boa altura para “fazer as pazes” com a sua direita (que agora se prepara para iniciar um novo ciclo), Marcelo, qual catavento, deu gás à direita para ver no que dá.
jo
A resposta é simples: há que cerrar fileiras e continuar sem desfalecimentos nem desânimos. E ainda mais: é sempre de má política elogiar alguém da direita, seja o que for que esse alguém tenha feito, porque breve virá o dia em que esse elogio fica desmentido pelo comportamento do elogiado. A política não é um “chá dançante”, nem um concurso de beleza. A política é algo entre nós e eles. E eles tem projectos e propostas muito diferentes das nossas!"
MARCELO DÁ GÁS À DIREITA, via Politeia.
terça-feira, 17 de outubro de 2017
O "Menino Guerreiro" está de regresso e volta a dividir militantes e dirigentes do PPD/PSD!..
O ‘menino’ cresceu: Santana Lopes apresenta hino da campanha, ‘Guerreiro Adolescente’.
Santana Lopes vai avançar para a liderança do PSD e avisou já os adversários que o famoso “guerreiro menino” cresceu e é um adolescente com músculos que dá forte no ginásio e tem hormonas a saltarem-lhe pelas orelhas. Santana Lopes avisou ainda Rui Rio que, se tentar dar-lhe pontapés e murros na incubadora, como fez noutros tempos, desta vez leva com uma roca na cabeça.
daqui
Bicho na fruta?..
"Sou daqeles que considera Rui Rio um péssimo candidato mas nada que justifique o voto em Santana Lopes."
Rodrigo Moita de Deus
Rodrigo Moita de Deus
"Por acaso o Município da Figueira da Foz sabe da calamidade incendiária que afectou a zona desta Autarquia? É que ainda não vi nada aqui!"...
Imagem sacada daqui.
Nota de rodapé.
Usar a coluna para andarmos levantados, fazendo frente a quem quer que a não utilizemos para esse fim, é um dever de cidadania. Obrigado D. Rosalina Conchinha Loureiro.
O prazer de voltar a cheirar terra molhada pela chuva!..
![]() |
| Foto António Agostinho,via telemóvel |
Contudo, ontem à noite não resisti.
Acompanhado, somente, pela minha alma e pelos meus pensamentos, caminhei à chuva.
Passo a passo, pensei no cenário de ontem à noite e, num outro, alternativo.
Pensei como tudo teria sido diferente, se tivesse chovido como estava a chover naquele momento, 48 horas antes...
Pensei e associei a chuva com a tristeza.
Não deveria ter sido assim: não é a chuva que viceja os campos, que renova os rios e as fontes, que tudo prepara para que haja vida?
Por outras palavras: para que haja dias melhores nas nossas vidas?
No fundo: para que o sol acabe por romper...
Entretanto, ontem à noite, enquanto caminhava e pensava, eis que uma gota de chuva escorreu para a minha boca.
Sorvia.
Soube-me bem!
E trouxe-me à realidade...
Continuei a caminhar e a pensar e reencontrei o cenário optimista...
A aproximação a casa deve ter ajudado.
Vamos continuar a apreciar a chuva como ela merece?
Sejamos optimistas e acreditemos que estamos de volta a tempos de chuva persistente, pois o Verão já foi!..
Os dias, vê-se a olho nu, encurtaram.
O Outono é fantástico.
Venha, pois, ele...
E que traga chuva.
Parece-me, nesta manhã, que estou mais constipado...
Mas, que interessa isso?
É só um pormenor...
Importante, foi ontem à noite ter tido hipópetese de caminhar à chuva.
Até me custou a acreditar na sorte que estava a ter, por poder voltar a sentir aquele cheiro delicioso da terra molhada pela chuva...
segunda-feira, 16 de outubro de 2017
Juro que tentei, mas não consegui deixar e falar de incêndios...
A Protecção Civil confirmou que há 35 mortos resultantes dos incêndios.
Recorde-se que às 11h da manhã, Patrícia Gaspar, porta-voz da Protecção Civil, falava em 27 mortos, mas o número de vítimas mortais tem vindo a aumentar ao longo do dia.
A Protecção Civil fala ainda de 56 feridos, 16 deles encontram-se em estado grave.
Recorde-se que às 11h da manhã, Patrícia Gaspar, porta-voz da Protecção Civil, falava em 27 mortos, mas o número de vítimas mortais tem vindo a aumentar ao longo do dia.
A Protecção Civil fala ainda de 56 feridos, 16 deles encontram-se em estado grave.
Juro que tentei, mas não consegui: hoje vou falar de incêndios... E a realidade é que, hoje, sinto-me mais frágil que uma galinha... Quem julga o contrário, ponha um ovo!
![]() |
| Foto Pedro Agostinho Cruz. Cenário dantesco. Uma linha de fogo com cerca de 30 quilómetros entre a Figueira da Foz e Mira. |
Texto Vitor Lucas.
Não, hoje não vou falar de incêndios... (III)
Há dias em que experimento uma desilusão terrível e sinto uma raiva imensa, devido à impotência de mudar o rumo das coisas.
Mas, atenção: as coisas não são bem assim, pois temos o poder de mudar tudo.
Era, apenas, a questão de o querer-mos...
Todavia, para chegar-mos aí teríamos que nos unir, organizar e trabalhar em colectivo.
Se assim fosse, o poder seria efectivamente nosso.
Como as coisas estão, a vida continua impassível.
Continuo a ser, apenas, um átomo que se incendeia.
Esta mediocrididade, esta pequenez e esta impotência, serve para olhar impassivelmente para a vida...
A minha vida...
Mas, atenção: as coisas não são bem assim, pois temos o poder de mudar tudo.
Era, apenas, a questão de o querer-mos...
Todavia, para chegar-mos aí teríamos que nos unir, organizar e trabalhar em colectivo.
Se assim fosse, o poder seria efectivamente nosso.
Como as coisas estão, a vida continua impassível.
Continuo a ser, apenas, um átomo que se incendeia.
Esta mediocrididade, esta pequenez e esta impotência, serve para olhar impassivelmente para a vida...
A minha vida...
Não, hoje não vou falar de incêndios... (II)
"A Assembleia da República aprovou projetos do PAN, do BE e do PEV que possibilitam a permissão de animais de companhia em estabelecimentos fechados de restauração, para além dos cães de assistência já autorizados por lei."
Os animais vão poder, agora, entrar nos restaurantes...
Mas, alguma vez estiveram proibidos?
Basta constatar os magotes de burros que, desde sempre, invadem os restaurantes!..
Se não fossem eles, essas prestimosas casas comerciais há muito tinham ido à falência.
Adoro esses bichos com que partilho espaço quando como num restaurante. Aliás, gosto de todos os animais com quem consigo criar empatia.
Gosto, sobretudo, de um certo egocentrismo que ostentam e daquela indiferença astuta, que nos leva a nós, burros, a chamar-lhes burros a eles!
São animais amoralmente amoráveis!
Não retirem os burros dos restaurantes, se não corremos o risco de ter casas de pasto a encerrrar em série...
Os animais vão poder, agora, entrar nos restaurantes...
Mas, alguma vez estiveram proibidos?
Basta constatar os magotes de burros que, desde sempre, invadem os restaurantes!..
Se não fossem eles, essas prestimosas casas comerciais há muito tinham ido à falência.
Adoro esses bichos com que partilho espaço quando como num restaurante. Aliás, gosto de todos os animais com quem consigo criar empatia.
Gosto, sobretudo, de um certo egocentrismo que ostentam e daquela indiferença astuta, que nos leva a nós, burros, a chamar-lhes burros a eles!
São animais amoralmente amoráveis!
Não retirem os burros dos restaurantes, se não corremos o risco de ter casas de pasto a encerrrar em série...
Não, hoje não vou falar de incêndios...
Nesse campo está tudo controlado - por este andar, lá para o Natal já não haverá incêndios...
Deixo-vos este exemplo, aqui mesmo ao lado.
A17 - Sentido Sul Norte - Marinha das Ondas - Aflitivo. Apenas uma viatura da brisa a controlar o evoluir da situação. Informação no placard electrónico que não existe abastecimento na áera de serviço de Monte Redondo.
Hoje, vou falar dele. De mim, se assim o entenderem.
Ele quer é distância de certa gente.
Ele, no fundo, gosta de distâncias.
Os intrusos, além de incomodá-lo, maçam-no.
Os curiosos idem.
Gosta da discrição. Putativamente por, dizem dele, no carácter, ser bruto.
Não tem segredos, mas detesta publicidade.
É o que é: ponto final.
Nesse seu ser, é responsável pelo que é, não pelo que os outros, quem quer que sejam, julgam que ele é.
Não tem paciência para voyeurs nem para pancrácios.
Esforça-se por ser liberal e comprensivo.
Por vezes, é assanhado e mostra as garras.
Porém, não é larápio. Não é miliante. Não é oportunista. Não é simpático. De vez em quando, pode recorrer ao vernáculo. O que é um direito seu. Não tem fé. Ainda assim, embora pouco, confia.
Sabe que o Estado, no geral, mais do que uma besta, não passa de uma merda que nos complica a vida.
Sabe que a democracia não existe.
Sabe que a existência de democracia pressupunha a existência de povo.
Sabe também que, no fundo, o povo não existe.
E que o povo que existe, se existe, como existe, individualista, é uma besta e uma merda como o Estado.
Recorde-se: a primeira consulta democrática de que há memória, foi a de Pôncio Pilatos ao povo: "quem quereis que vos solte, Cristo ou Barrabás?"
E o povo escolheu. Sabem quem?
Pois: o ladrão...
Entretanto, mudou alguma coisa?
Continuando a falar dele... Do cão sem trela...
Faz o seu trabalho diário.
Expõe-se, embora não tenha muita paciência para falar sobre si...
Abomina a suspeita avulsa, a paranóia miliciana e a má lingua afiada das senhoras e dos senhores pontualmente candidatas ou candidatos a um tachito no Estado, nem que seja numa junta de freguesia...
Não simpatiza com escuteiros, muito menos com lyons armados ao pingarelho.
Deseja apenas distância e latitude em relação a essa fauna circunstante.
Simplesmente porque é esse o primeiro fundamento da liberdade.
Da sua e minha Liberdade...
Deixo-vos este exemplo, aqui mesmo ao lado.
A17 - Sentido Sul Norte - Marinha das Ondas - Aflitivo. Apenas uma viatura da brisa a controlar o evoluir da situação. Informação no placard electrónico que não existe abastecimento na áera de serviço de Monte Redondo.
Hoje, vou falar dele. De mim, se assim o entenderem.
Ele, no fundo, gosta de distâncias.
Os intrusos, além de incomodá-lo, maçam-no.
Os curiosos idem.
Gosta da discrição. Putativamente por, dizem dele, no carácter, ser bruto.
Não tem segredos, mas detesta publicidade.
É o que é: ponto final.
Nesse seu ser, é responsável pelo que é, não pelo que os outros, quem quer que sejam, julgam que ele é.
Não tem paciência para voyeurs nem para pancrácios.
Esforça-se por ser liberal e comprensivo.
Por vezes, é assanhado e mostra as garras.
Porém, não é larápio. Não é miliante. Não é oportunista. Não é simpático. De vez em quando, pode recorrer ao vernáculo. O que é um direito seu. Não tem fé. Ainda assim, embora pouco, confia.
Sabe que o Estado, no geral, mais do que uma besta, não passa de uma merda que nos complica a vida.
Sabe que a democracia não existe.
Sabe que a existência de democracia pressupunha a existência de povo.
Sabe também que, no fundo, o povo não existe.
E que o povo que existe, se existe, como existe, individualista, é uma besta e uma merda como o Estado.
Recorde-se: a primeira consulta democrática de que há memória, foi a de Pôncio Pilatos ao povo: "quem quereis que vos solte, Cristo ou Barrabás?"
E o povo escolheu. Sabem quem?
Pois: o ladrão...
Entretanto, mudou alguma coisa?
Continuando a falar dele... Do cão sem trela...
Faz o seu trabalho diário.
Expõe-se, embora não tenha muita paciência para falar sobre si...
Abomina a suspeita avulsa, a paranóia miliciana e a má lingua afiada das senhoras e dos senhores pontualmente candidatas ou candidatos a um tachito no Estado, nem que seja numa junta de freguesia...
Não simpatiza com escuteiros, muito menos com lyons armados ao pingarelho.
Deseja apenas distância e latitude em relação a essa fauna circunstante.
Simplesmente porque é esse o primeiro fundamento da liberdade.
Da sua e minha Liberdade...
domingo, 15 de outubro de 2017
Há pequenas coisas que melhoram as nossas vidas. Bom domingo...
Reader's Digest - Jazz’art com António Zambujo
Espectáculo Anual de Jazz do CMJ Convidado | António Zambujo Gravado ao vivo no dia 25 de Maio de 2017 no Cine Teatro Alba (Albergaria-a-Velha)
Via Teo Cavaco
Fazer o que está certo não é o problema. O problema é o discernimento para ter o golpe de asa para chegar lá...
José Tolentino Mendonça (Expresso, 14 Outubro 2017, Mudar o paradigma do trabalho):
"A própria ideia do que é o sucesso deverá ser alterada, e o espaço ocupado pelo trabalho e pelo dinheiro redimensionados, para que não permaneçamos analfabetos de dimensões humanas fundamentais. O termómetro da excelência tem de ser a vida integral e não apenas o trabalho produtivo."
"A própria ideia do que é o sucesso deverá ser alterada, e o espaço ocupado pelo trabalho e pelo dinheiro redimensionados, para que não permaneçamos analfabetos de dimensões humanas fundamentais. O termómetro da excelência tem de ser a vida integral e não apenas o trabalho produtivo."
sábado, 14 de outubro de 2017
Aviso à navegação...
Quando mexem com o meu coração, esqueço o fair play.
Fujam.
Nem que seja aos saltinhos...
Em jeito de balanço....
Via AS BEIRAS.
"Depois de 12 anos de actividade autárquica, como vereador, um mandato na oposição e dois no poder (o actual como vice-presidente), António Tavares cessa funções a 20 deste mês, dia da tomada de posse do novo executivo camarário. “Saio com o sentido de dever cumprido. Acho que aquilo que me propus, há oito anos, está, de uma forma genérica, cumprido. Há coisas que foram feitas de forma estruturada e que podem continuar”, declarou o autarca ao Diário As Beiras. António Tavares não quis voltar a integrar a lista de João Ataíde à Câmara da Figueira da Foz, decisão que revelou, em maio de 2016, a uma ano e meio do fim do mandato, desta forma: “Já não tenho pachorra para jogos de poder e guerras de alecrim e manjerona”. Entretanto, recentemente, explicou ao Diário As Beiras que não quis continuar porque “12 anos de participação política directa é muito tempo”, acrescentando: “Confesso que saio cansado. Dei o meu melhor, esforcei-me imenso, e portanto saio com esta vontade de ter alguma liberdade”. O político vai aproveitar a liberdade que o auto afastamento da actividade autárquica vai proporcionar-lhe para se dedicar mais à escrita - tem um novo livro para editar em breve. Por outro lado, o vencedor do Prémio LeYa vai regressar ao ensino, na Escola Secundário Joaquim de Carvalho, oito anos depois de suspender a docência. António Tavares começou como independente, nas listas do PS, tendo-se tornado militante, condição que mantém."
Nota de rodapé.
"Depois de 12 anos de actividade autárquica, como vereador, um mandato na oposição e dois no poder (o actual como vice-presidente), António Tavares cessa funções a 20 deste mês, dia da tomada de posse do novo executivo camarário. “Saio com o sentido de dever cumprido. Acho que aquilo que me propus, há oito anos, está, de uma forma genérica, cumprido. Há coisas que foram feitas de forma estruturada e que podem continuar”, declarou o autarca ao Diário As Beiras. António Tavares não quis voltar a integrar a lista de João Ataíde à Câmara da Figueira da Foz, decisão que revelou, em maio de 2016, a uma ano e meio do fim do mandato, desta forma: “Já não tenho pachorra para jogos de poder e guerras de alecrim e manjerona”. Entretanto, recentemente, explicou ao Diário As Beiras que não quis continuar porque “12 anos de participação política directa é muito tempo”, acrescentando: “Confesso que saio cansado. Dei o meu melhor, esforcei-me imenso, e portanto saio com esta vontade de ter alguma liberdade”. O político vai aproveitar a liberdade que o auto afastamento da actividade autárquica vai proporcionar-lhe para se dedicar mais à escrita - tem um novo livro para editar em breve. Por outro lado, o vencedor do Prémio LeYa vai regressar ao ensino, na Escola Secundário Joaquim de Carvalho, oito anos depois de suspender a docência. António Tavares começou como independente, nas listas do PS, tendo-se tornado militante, condição que mantém."
Nota de rodapé.
O CÃO FIEL
Era um cão fiel...
foi a dar ao rabo atrás do dono
até à oliveira em que aquele
o enforcou com arame.
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
"Ainda o rescaldo da Nossa Senhora da Eleições Autárquicas 2017"...
E agora PS e PSD, quem vos vai levantar do chão?
O PSD local e nacional, parece a Europa do pós guerra. Um amontoado de pedras e umas colunas que mal se aguentam de pé. Ainda assim, existe sempre alguém, com voluntarismo e a troco de cinco minutos de fama, disposto a iniciar a tão desejada reconstrução. Na Figueira, temos o simpático Tenrinho, que não obstante ter levado com duas valentes sovas eleitorais, ainda está disponível para ser candidato à concelhia dos laranjinhas.
Uma missão hercúlea, para não dizer - impossível.
E o PS Figueira?
Os partidos que governaram o município da Figueira durante quarenta anos (PS e PSD), encontram-se ambos em estado comatoso, deitados no chão, com prognóstico clínico muito reservado. Ainda que, supostamente, o PS tenha reconquistado o poder autárquico na Figueira, na realidade, quem ganhou foi Ti Ataíde.
O Partido Socialista foi a "muleta", que o juiz desembargador precisou em 2009 para entrar na politica autárquica, "muleta" essa, que Ti Ataide habilmente, ao longo destes oito anos a foi dispensando, tornando-a num adorno quase inútil.
O PS gradualmente foi desaparecendo, acabou por entrar num estado anémico, letárgico, e em agonia entrou em coma.
O que existe agora é um grupo inorgânico, que gravita à volta do culto do chefe edil, de votos renovados, à espera que o poder da sucessão caia nas mãos de alguém, que possa daqui a quatro anos "renovar" um novo ciclo tipo angolano, e prolongar-se por mais doze anos, e quiçá em quarenta e oito, como prevê nos astros o doutor de ciências politicas e esotéricas - José Fernando Guedes Correia.
Ti Ataíde apenas está preocupado em gerir a corte a seu belo prazer (agora, ignorando de vez os "arautos" bajuladores), à espera de uma prateleira dourada que possa encher ainda mais o seu ego, já de si - enorme (bem que pode esperar).
Ao longo destes últimos anos, as equipas de Ataíde foram piorando, mas inversamente os resultados eleitorais foram melhorando (os fenómenos políticos - Ataíde e Esteves, são casos de estudo).
A maioria dos figueirenses, votaram no mal menor. Muitos cidadãos, continuam a não votar! Recusam-se a votar na mediocridade, que esta democracia está a produzir!
O sistema eleitoral forçosamente deve mudar. É imperativo a criação dos círculos uninominais, quer nos partidos, quer essencialmente nos órgãos do poder da res pública, de forma a resgatar a democracia.
Como disse o poeta: "De que serve ter o mapa, se o fim está traçado? De que serve a terra à vista, se o barco está parado? De que serve ter a chave, se a porta está aberta? De que servem as palavras, se a casa está deserta?"
Será que Pedro Abrunhosa se inspirou na Figueira, para escrever este poema?
Fica a pergunta, cuja a resposta vale um milhão de euros: -
- e agora PS e PSD, quem vos vai levantar do chão?
Nota de rodapé:
- vídeo da música "Quem me leva os meus fantasmas" - de Pedro Abrunhosa
Uma produção ANC-CARALHETE NEWS
"Base de Monte Real pode tornar-se aeroporto civil num futuro próximo"...
Marinha Grande pode ser a próxima localidade do país a ter um aeroporto comercial.
A Câmara Municipal local publicou um estudo sobre a viabilidade comercial de converter a Base Aérea de Monte Real para tráfego aéreo comercial. Esta infraestrutura é usada actualmente de forma quase exclusiva pela Força Aérea Portuguesa, como Base Aérea n.º 5, albergando duas esquadras.
Então e onde fica "o sonho do novo Aeroporto Internacional em Coimbra"?..
A Câmara Municipal local publicou um estudo sobre a viabilidade comercial de converter a Base Aérea de Monte Real para tráfego aéreo comercial. Esta infraestrutura é usada actualmente de forma quase exclusiva pela Força Aérea Portuguesa, como Base Aérea n.º 5, albergando duas esquadras.
Então e onde fica "o sonho do novo Aeroporto Internacional em Coimbra"?..
Em muitos casos que se passam nos locais onde se vota, o termo "vazio legal" deve ser entendido como "vazio ético"...
Detectadas muitas irregularidades nas eleições.
Do apuramento geral de votos, já concluído, resulta desde já a redução de deputados socialistas na Assembleia Municipal de Coimbra – passa dos 13 eleitos directos para 12 – e a entrada de mais um da CDU...
Do apuramento geral de votos, já concluído, resulta desde já a redução de deputados socialistas na Assembleia Municipal de Coimbra – passa dos 13 eleitos directos para 12 – e a entrada de mais um da CDU...
A luta ficou reduzida ao grupo formado por gente incapaz e ao grupo formado por gente capaz de tudo?..
"...o lançamento da sua candidaturas revestiu-se de um tiro no pé, e em grande escala. Bem sabemos a forma como Rio lida com a comunicação social. Nunca percebi se se trata de arrogância pura ou se se assemelha ao desprezo como Cavaco tratava os jornalistas.
Porém, há uma coisa que eu sei. O que aconteceu na quarta-feira foi um mero ato público. Declaração pública. Chamem-lhe o que quiserem. Mas não foi uma conferência de imprensa. Sem direito a perguntas? (Uma manha dos tempos recentes, imposta por políticos que se dizem democratas).
Mais grave que a atitude de um homem que tem aspirações à governação do país é a reação dos meus colegas, que, nunca entendi porquê, aceitam as regras do jogo do protagonista.
Tudo isto revela o nível e a qualidade de alguns dos conceitos que mais se ouvem quando se fala de democracia e liberdade: políticos e jornalistas.
É simplesmente triste."
Porém, há uma coisa que eu sei. O que aconteceu na quarta-feira foi um mero ato público. Declaração pública. Chamem-lhe o que quiserem. Mas não foi uma conferência de imprensa. Sem direito a perguntas? (Uma manha dos tempos recentes, imposta por políticos que se dizem democratas).
Mais grave que a atitude de um homem que tem aspirações à governação do país é a reação dos meus colegas, que, nunca entendi porquê, aceitam as regras do jogo do protagonista.
Tudo isto revela o nível e a qualidade de alguns dos conceitos que mais se ouvem quando se fala de democracia e liberdade: políticos e jornalistas.
É simplesmente triste."
Daqui
"Santana pode dizer que o anúncio da sua candidatura foi uma boa notícia para Portugal, pode pedir desculpas antecipadas a António Costa porque lhe vai ganhar as eleições e até pode assegurar que vai governar durante duas legislaturas, isto é, até ter a provecta idade de 72 anos, o que quer dizer que o país vai ter muito tempo para rir à gargalhada. Mas a verdade é que este é o Santana da má moeda, do jornal grátis, do governo das trapalhadas, etc., etc..
Santana Lopes foi um dos pilares da política de Passos, o governo reduzia brutalmente o rendimento de todos os que trabalhavam, levando muitas famílias à fome. Cabia a Santana Lopes e à senhora do Banco Alimentar a gestão da caridade nacional. Santana apoiou firmemente Passos Coelho que lhe arranjou um luxuoso tacho e Santana sempre se manifestou servil. Conta agora com o apoio de Passos e do seu aparelho, devidamente descontadas as ratazanas que já são vistas a correr por aí.
Além do apoio de Passos parece já ter recebido a bênção de Marcelo, não sendo de admirar que Cavaco apareça a defender uma “revalorização monetária” do Santana, deixando de o condenar à notação de lixo monetário. A hipocrisia na vida política portuguesa é um imenso mar de surpresas. Resta agora perceber se acreditam mesmo em Santana Lopes ou se este é o idiota útil para um mau circulo eleitoral.
Santana sabe que muitos dos apoios que está recebendo são dos que não conseguiram matar o menino na incubadora e esperam agora que seja definitivamente crucificado, talvez por isso exorcize os fantasmas assegurando que vai ganhar eleições atrás de eleições."
daqui
"Santana pode dizer que o anúncio da sua candidatura foi uma boa notícia para Portugal, pode pedir desculpas antecipadas a António Costa porque lhe vai ganhar as eleições e até pode assegurar que vai governar durante duas legislaturas, isto é, até ter a provecta idade de 72 anos, o que quer dizer que o país vai ter muito tempo para rir à gargalhada. Mas a verdade é que este é o Santana da má moeda, do jornal grátis, do governo das trapalhadas, etc., etc..
Santana Lopes foi um dos pilares da política de Passos, o governo reduzia brutalmente o rendimento de todos os que trabalhavam, levando muitas famílias à fome. Cabia a Santana Lopes e à senhora do Banco Alimentar a gestão da caridade nacional. Santana apoiou firmemente Passos Coelho que lhe arranjou um luxuoso tacho e Santana sempre se manifestou servil. Conta agora com o apoio de Passos e do seu aparelho, devidamente descontadas as ratazanas que já são vistas a correr por aí.
Além do apoio de Passos parece já ter recebido a bênção de Marcelo, não sendo de admirar que Cavaco apareça a defender uma “revalorização monetária” do Santana, deixando de o condenar à notação de lixo monetário. A hipocrisia na vida política portuguesa é um imenso mar de surpresas. Resta agora perceber se acreditam mesmo em Santana Lopes ou se este é o idiota útil para um mau circulo eleitoral.
Santana sabe que muitos dos apoios que está recebendo são dos que não conseguiram matar o menino na incubadora e esperam agora que seja definitivamente crucificado, talvez por isso exorcize os fantasmas assegurando que vai ganhar eleições atrás de eleições."
daqui
A força pode temporariamente vencer, mas nada consegue a longo prazo contra a razão. A História apresenta-nos imensos exemplos dessa prevalência. Porém nem sempre a razão vence no tempo útil da vida de quem a afirma...
"Uma eleição não é um jogo de futebol, pese embora o comportamento das claques.
Aqui a população deveria ganhar sempre, o que, afinal, nem sempre acontece."
Daniel Santos
Aqui a população deveria ganhar sempre, o que, afinal, nem sempre acontece."
Daniel Santos
quinta-feira, 12 de outubro de 2017
António Agostinho, convidado do DELITO DE OPINIÃO
Poucas vezes interrompo a normalidade do OUTRA MARGEM.
Todavia, há alturas em que é forçoso fazê-lo.
É o caso de hoje, para agradecer ao Pedro Correia o convite que, mais uma vez, me endereçou para escrever no DELITO DE OPINIÃO.
Porque existe uma diferença fundamental entre as coisas importantes e a importância que damos às coisas, abordei o tema que, a meu ver, é o mais importante e estruturante, para o concelho da Figueira da Foz, quer a norte do estuário do Mondego, quer a sul: a urgência da protecção da sua orla costeira.
Há coisas verdadeiramente decisivas nas nossas vidas.
Normalmente, quem de direito, só tarde lhes atribui o devido valor!
Espero que, este, não seja o caso...
Todavia, há alturas em que é forçoso fazê-lo.
É o caso de hoje, para agradecer ao Pedro Correia o convite que, mais uma vez, me endereçou para escrever no DELITO DE OPINIÃO.
Porque existe uma diferença fundamental entre as coisas importantes e a importância que damos às coisas, abordei o tema que, a meu ver, é o mais importante e estruturante, para o concelho da Figueira da Foz, quer a norte do estuário do Mondego, quer a sul: a urgência da protecção da sua orla costeira.
Há coisas verdadeiramente decisivas nas nossas vidas.
Normalmente, quem de direito, só tarde lhes atribui o devido valor!
Espero que, este, não seja o caso...
Pelos vistos, a Câmara da Figueira já apertou o cinto que chegasse (mas nós ainda não!..)...
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| O outono continua bonito na Aldeia. Não tem feito frio, nem chove... Pode ser que se mantenha assim até à passagem de ano e ao carnaval... |
O presidente da Câmara da Figueira da Foz começou por anunciar a "segunda fase da recuperação do Castelo Engenheiro Silva, na Esplanada Silva Guimarães, com um orçamento de 475 mil euros. As obras naquele imóvel municipal, situado na marginal oceânica, contam com 351 mil euros de apoio do Turismo de Portugal, no âmbito das contrapartidas da zona de jogo (Casino Figueira). A primeira fase, realizada no primeiro mandato de João Ataíde, teve como finalidade restaurar o edifício, que se encontrava em avançado estado de degradação. A segunda e última empreitada destina-se a adaptar o espaço para um posto de turismo e uma sala multiusos para eventos culturais e com interesse turístico."
Segundo o mesmo jornal, "foi também aprovada, pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, a construção da Ciclovia do Mondego, entre a estação de comboios e Lares. Para esta obra, que tem um orçamento de 712 mil euros, foi aprovado um financiamento europeu de 605 mil euros."
A também já anunciada intervenção na Escola Secundária Cristina Torres, por sua vez, "obteve 447 mil euros de comparticipação fi nanceira europeia, para um total de 504 mil euros."
João Ataíde referiu, ainda, "a aprovação do financiamento da requalificação das praças e ruas adjacentes da Baixa da cidade, ao abrigo do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano. A primeira fase vai custar cerca de três milhões de euros, tendo garantidos fundos comunitários de 2,6 milhões. O remanescente das verbas que envolvem todas aquelas empreitadas será suportado pelo município."
A propósito de investimentos, anunciou ainda o autarca da Figueira da Foz, "foi adquirida uma carrinha para a Proteção Civil Municipal, por 34 mil euros, para substituir uma viatura em fim de vida."
Por outro lado, "a autarquia assumiu os prejuízos da Feira Industrial, Comercial e Agrícola de Maiorca, realizada em agosto (o vento danificou o palco e impediu a actuação de David Carreira)."
David Carreira, esse, que estará presente na passagem de ano.
Ou seja, a autarquia vai pagar o concerto de David Carreira (19.5000 euros, com IVA incluído), valor que inclui um espectáculo, no dia 30 de dezembro, inserido nas celebrações de passagem de ano.
O presidente da câmara, na última reunião camarária do mandato que está a terminar, revelou que "a animação de verão custou 250 mil euros, mais do dobro do ano passado, 111 mil euros."
Este ano, ironizou, em tom bem disposto, o vereador do PSD João Armando Gonçalves, “é um ano interessante…”, referindo-se às eleições autárquicas.
“Espere por 2018, pode ser que ainda se invista mais [na animação de verão], porque há mais folga financeira na autarquia”, respondeu-lhe, no mesmo registo, João Ataíde.
Pelos vistos, na Figueira é sempre carnaval. Assim haja folga financeira...
"Não estou triste por ter morrido, mas estou triste por não poder vingar-me como queria", escreveu Marcel Nadjari, num texto recuperado e agora tornado legível
"Todos sofremos coisas aqui que a mente humana não consegue imaginar".
Esta é uma das frases do texto que o judeu grego Marcel Nadjari escreveu e enterrou no campo de concentração de Auschwitz, um testemunho de um tempo negro, ao qual não esperava sobreviver. Mais de 70 anos depois, cientistas conseguiram finalmente tornar o texto encontrado em 1980 legível.
O documento foi encontrado dentro de uma garrafa quando um estudante fazia escavações na floresta perto das ruínas do crematório III de Auschwitz-Birkenau, em 1980. Apenas 10 a 15% do texto escrito em grego era legível. O papel esteve enterrado durante 35 anos em solo húmido o que ajudou na degradação, explicou o historiador russo Pavel Polian à Deutsch Welle.
Uma especialista em informática russa conseguiu tornar os contornos das letras visíveis com a ajuda da análise de imagens multiespectral e agora é possível ler cerca de 85 a 90% do texto.
Via Diário de Notícias
Esta é uma das frases do texto que o judeu grego Marcel Nadjari escreveu e enterrou no campo de concentração de Auschwitz, um testemunho de um tempo negro, ao qual não esperava sobreviver. Mais de 70 anos depois, cientistas conseguiram finalmente tornar o texto encontrado em 1980 legível.
O documento foi encontrado dentro de uma garrafa quando um estudante fazia escavações na floresta perto das ruínas do crematório III de Auschwitz-Birkenau, em 1980. Apenas 10 a 15% do texto escrito em grego era legível. O papel esteve enterrado durante 35 anos em solo húmido o que ajudou na degradação, explicou o historiador russo Pavel Polian à Deutsch Welle.
Uma especialista em informática russa conseguiu tornar os contornos das letras visíveis com a ajuda da análise de imagens multiespectral e agora é possível ler cerca de 85 a 90% do texto.
Via Diário de Notícias
quarta-feira, 11 de outubro de 2017
Continuamos no bom caminho!..
"Em Portugal não se prepara as crianças para poderem apreciar, se quiserem, uma obra de arte seja ela qual for: um Moulin de La Galette, uma fuga de Bach, uma ópera de Verdi, um livro do James, uma peça do Williams, um poema do Eliot, um filme do Hitchcock ou do Oliveira, um mísero verso do Pessoa, etc., aquilo a que o Gombrich chama de "the eye of the the beholder". Não. Como constato, andando e cruzando-me com eles, os meninos e as meninas vão à bola com os pais (são dez e meia da noite o que não deixa margem aos papás e às mamãs para mais nada) e vêem de lá a agitar bandeirinhas de plástico da Meo, azulinhas de um lado e prontamente "nacionais" do outro. Bem se pode puxar que isto não dá mais."
Via João Gonçalves
Nota de rodapé.
Portugal é um dos países da União Europeia com as mais elevadas taxas de risco de pobreza, mantendo-se na cauda da Europa, mesmo depois da entrada dos novos Estados-Membros.
Afinal, não está tudo a piorar!
Mantemo-nos na cauda... Já não descemos!
Via João Gonçalves
Nota de rodapé.
Portugal é um dos países da União Europeia com as mais elevadas taxas de risco de pobreza, mantendo-se na cauda da Europa, mesmo depois da entrada dos novos Estados-Membros.
Afinal, não está tudo a piorar!
Mantemo-nos na cauda... Já não descemos!
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