Não nos devemos preocupar demasiado com alguns problemas.
Mais tarde ou mais cedo, o tempo se encarregará de resolver a maior parte deles.
Sobram alguns?
É verdade.
É sobre esses que temos de nos debruçar.
E tentar resolvê-los de uma vez...
Até Cristiano Ronaldo tem de saber lidar com alguém que lhe morde os calcanhares!..
quinta-feira, 13 de julho de 2017
quarta-feira, 12 de julho de 2017
Requalificação do Cabedelo
No próximo dia 14 de Julho (sexta-feira), pelas 18h00 , será apresentado ao público, no Desportivo Clube Marítimo da Gala, o Plano Estratégico de desenvolvimento Urbano Sustentável do Cabedelo, com a presença do Presidente do Município, João Ataíde, assim como do arquitecto responsável pelo projecto, Hipólito Bettencourt.
É por estas e por outras que não tenho paciência para os «donos da verdade». Considero-os uns parvalhões monolíticos...
O tempo, é o conceito mais abstracto e mais estúpido da nossa sociedade.
Uns têm falta dele. Outros gostam de o fazer. Outros ainda ocupam-no para o gastar. Há quem peça tempo; há quem tenha tempo; há quem dê tempo; há quem perca tempo; há quem o ganhe e o desperdice.
Por ele (tempo) e nele corremos, por causa dele nos enervamos e perdemos a paciência, e sem ele ficamos perdidos.
A todos aqueles que vieram aqui com ou sem tempo, na esperança de gastar tempo ou de passar um tempo agradável, digo-vos apenas que houve tempo de pensar com tempo na postagem de hoje.
Dêem-me, apenas, mais um tempo.
Embora queiram apagar a Cova e Gala - a nossa raiz - como demonstrei em 7 de Dezembro de 2009, o que não existe é a Vila de S. Pedro.
A Vila de São Pedro, criada em 5 de Junho de 2009, é a “a povoação de São Pedro (essa sim, uma coisa que não existe!..), no concelho da Figueira da Foz, distrito de Coimbra, elevada à categoria de Vila”.
Se duvidam disto, leiam o Diário da República nº. 150, 1ª. Série, Lei nº. 58/2009.
Cova Gala é uma Terra com história e memória. Não nasceu em 1993.
A Cova e a Gala, têm origem na fixação de pescadores, oriundos de Ílhavo, nas dunas da praia da Cova, por volta 1750/1770. De acordo com alguns documentos, estudados pelo único Homem que realizou verdadeira pesquisa histórica sobre as origens da Cova e Gala, o Capitão João Pereira Mano, tempos houve em que pescadores naturais de Ílhavo, desceram a costa portuguesa à procura de peixe e água potável que lhes permitisse a sobrevivência. Sediaram-se na cova de uma duna, um local a que passaram a chamar de Cova. A Gala, é uma povoação mais recente, nasceu cerca de 40 anos depois, quando alguns dos pescadores se deslocaram para nascente e ergueram pequenas barracas ribeirinhas, para recolha de redes e apetrechos de pesca. Apesar do passado de cerca de 250 anos destas duas povoações, a Freguesia de S. Pedro é recente, foi criada em 1985.
A Aldeia, não pode ser uma Terra onde não se saiba de nada, a não ser o que é filtrado pelo poder.
Os covagalenses têm o direito a saber mais do que o que mais convém aos políticos.
Nem tudo pode ser eliminado. É também para isso que mantemos este espaço há quase 10 anos, onde a luta pela reposição da verdade histórica vai, naturalmente, continuar.
Cova e Gala vão continuar a ter corpo e alma.
Um Povo que não consiga preservar o seu passado e as suas raízes não tem futuro. E a Cova e a Gala são detentoras de um passado de que todos nos devemos orgulhar e que temos de saber preservar, com rigor e com verdade, e não ao sabor conjuntural dos interesses politiqueiros, seja de quem for.
A Cova e Gala de hoje está diferente - e nem tudo foi para melhor. Lembrar o passado sem nostalgias é a melhor forma de preservar as raízes.
A preservação da memória da Cova Gala está em risco.
A incultura, sempre que potenciada pela arrogância, leva a resultados desastrosos. Os danos já estão à vista.
A história mostra que políticos sem ideias constituem um verdadeiro perigo...
Que mal é que a Cova e Gala fizeram aos políticos?..
Viver na Figueira, é isto: a realidade que nos querem fazer acreditar é tão inverossímil, como as redes sociais no 1º. de abril... (3)
A verdadeira questão que, a meu ver, deveria ser abordada nesta peça do Diário AS BEIRAS, passaria por aqui...
O que é que se passa com a captação da água do rio, processo onde foram envolvidos larguíssimos milhares de euros na Estação de Tratamento de Águas de Vila Verde?
Ah, pois é: para que saiba a água do furo não é paga!
Só que estamos a esgotar os aquíferos!
Da água captada do rio a APA não cobra x por metro cúbico?
E sabem porque é que foi tomada a medida de tirar a água do rio Mondego?
Como estava previsto na concepção da disponibilidade de fundos comunitários que vieram para o obra da captação do canal, o objectivo não era para abandonar os furos e preservar os recursos aquíferos?
O que é que se passa com a captação da água do rio, processo onde foram envolvidos larguíssimos milhares de euros na Estação de Tratamento de Águas de Vila Verde?
Ah, pois é: para que saiba a água do furo não é paga!
Só que estamos a esgotar os aquíferos!
Da água captada do rio a APA não cobra x por metro cúbico?
E sabem porque é que foi tomada a medida de tirar a água do rio Mondego?
Como estava previsto na concepção da disponibilidade de fundos comunitários que vieram para o obra da captação do canal, o objectivo não era para abandonar os furos e preservar os recursos aquíferos?
Viver na Figueira, é isto: a realidade que nos querem fazer acreditar é tão inverossímil, como as redes sociais no 1º. de abril... (2)
A concessionária Águas da Figueira vai construir um furo de grande profundidade na Lagoa das Braças, podendo atingir os 250 metros, onde “a qualidade da água é muito melhor”, adiantou ao Diário As Beiras o director-geral da empresa, João Damasceno.
“É uma atitude estratégica de futuro, para a eventualidade de haver secas que atinjam o concelho”, esclareceu. A empreitada, de cerca de 100 mil euros, vai ser adjudicada em breve.
O anúncio é feito numa altura em que a seca extrema atinge 80 por cento de Portugal continental e a maioria das barragens regista os níveis de armazenamento mais baixos dos últimos 30 anos.
Na Figueira da Foz, tal como noutras zonas turísticas do país, no verão, a população multiplica-se várias vezes. João Damasceno, porém, garantiu que não vai faltar água no concelho.
“Os nossos níveis de captação estarão um pouco mais baixos, mas estão estáveis. Por outro lado, temos uma grande redundância – a estação elevatória que vai buscar água doce ao Rio Mondego, que dá para abastecer a totalidade do concelho”, garantiu.
No entanto, atendendo às alterações climáticas, a Águas da Figueira está a fazer um “trabalho importante para reduzir a utilização dos recursos”.
Viver na Figueira, é isto: a realidade que nos querem fazer acreditar é tão inverossímil, como as redes sociais no 1º. de abril...
As imagens foram obtidas a partir das edições dos jornais Diário de Coimbra e Beiras da passada sexta-feira, dia 7 de julho.
Faz sentido reflectirmos, todos os dias, sobre onde fica a verdade, quando em vez de factos, o que temos são interpretações...
Faz sentido reflectirmos, todos os dias, sobre onde fica a verdade, quando em vez de factos, o que temos são interpretações...
terça-feira, 11 de julho de 2017
Isto é o resumo da política nacional: dois partidos alternam no poder, sem que se veja qualquer alternativa política. "Mudam as moscas, mas..."
O deputado social democrata Carlos Abreu Amorim veio, em nome do partido, numa conferência de imprensa no Porto, expressar uma “enorme estranheza pelo momento político em que as demissões destes secretários de Estado são conhecidas”.
A JSD de Braga não entende o facto de Hugo Soares, de Luís Montenegro e de Luís Campos Ferreira – todos deputados do PSD – terem viajado para ver o campeonato europeu de futebol a convite de Joaquim Oliveira, quando o PSD critica o pagamento de viagens do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Rocha Andrade, pela Galp.
Somos os maiores!.. No ridículo...
"O RFM SOMNII - O Maior Sunset de Sempre! atingiu as 100 mil entradas, nos três dias do festival, de sexta-feira a domingo. A informação foi confirmada ontem, através de nota de imprensa, pela promotora Genius Y Meios."
"O 43.º festival internacional de folclore da Casa do Povo de Maiorca mantém a matriz intercontinental. A edição deste ano, de 15 a 20 deste mês, conta com grupos de Portugal, Chile, Geórgia, México, Quénia, Sérvia e Tailândia. As atuações do FestiMaiorca, diárias, a partir das 22H00, repartem-se pelo Terreiro do Paço, Casa do Povo (Maiorca) e espelho d’água, junto ao Forte de Santa Catarina (Figueira da Foz). Todos os dias actua um grupo diferente."
Lamentavelmente, a humanidade tem vindo a perder os seus maiores gênios…
Aristóteles faleceu. Newton bateu as botas. Einstein morreu...
Na Figueira, Ataíde prepara-se para o seu último mandato como presidente da câmara...
E, eu próprio, não estou lá muito bem, hoje!..
"O 43.º festival internacional de folclore da Casa do Povo de Maiorca mantém a matriz intercontinental. A edição deste ano, de 15 a 20 deste mês, conta com grupos de Portugal, Chile, Geórgia, México, Quénia, Sérvia e Tailândia. As atuações do FestiMaiorca, diárias, a partir das 22H00, repartem-se pelo Terreiro do Paço, Casa do Povo (Maiorca) e espelho d’água, junto ao Forte de Santa Catarina (Figueira da Foz). Todos os dias actua um grupo diferente."
Lamentavelmente, a humanidade tem vindo a perder os seus maiores gênios…
Aristóteles faleceu. Newton bateu as botas. Einstein morreu...
Na Figueira, Ataíde prepara-se para o seu último mandato como presidente da câmara...
E, eu próprio, não estou lá muito bem, hoje!..
Passadiços das praias do concelho...
Estes passadiços são fundamentais para preservar as dunas primárias do nosso litoral e a sua flora, ao mesmo que possibilitam o gozo daquelas áreas por todos nós.
É um novo prazer poder gozar daquelas zonas em qualquer altura do ano.
Mas assim?..
Ir a Quiaios (ou a S. Pedro) e não ver este desleixo, é impossível!..
É um novo prazer poder gozar daquelas zonas em qualquer altura do ano.
Mas assim?..
Ir a Quiaios (ou a S. Pedro) e não ver este desleixo, é impossível!..
segunda-feira, 10 de julho de 2017
Uma ideia para decidir as autárquicas 2017 na Figueira da Foz...
Cito Teotónio Cavaco, deputado municipal pelo PSD.
“– a participação de cada um não é opção, é um dever;
– a educação das partes torna mais fácil a solução do problema;
– a conduta pedagógica aperfeiçoa e estimula a capacidade das pessoas;
– a possibilidade de sucesso aumenta grandemente quando se segue objetivos definidos;
– a predisposição para a melhoria dá esperança;
– a inércia deve ser condenada.
A menos de 3 meses de escolhermos quem nos vai governar nos próximos 4 anos, penso que vale a pena escrutinar o que nos garantem/têm feito os vários candidatos (à Câmara, às Assembleias Municipal e de Freguesia) em relação a este Manual de procedimentos…”
Nota de rodapé.
É pena que não aconteça o habitual na Figueira: ser quem está no poder a perder as eleições.
Oxalá esteja enganado, mas não estou a ver, até ao momento, uma Oposição credível e alternativa a ganhá-las! Ainda por cima, na Figueira, vota-se no clube. A política é outra coisa...
Para ultrapassar o impasse em que estamos metidos, creio que seria interessante a próxima campanha eleitoral ser inspirada nos espectáculos de pancadaria do velho Coliseu Romano. Metiam-se os cerca de 50 mil figueirenses na praça de touros do Coliseu com os polegares em riste. Depois era ver como é que se safavam!
Os candidatos degladiar-se-iam na arena, à boa maneira da antiga Roma, até que restasse apenas um.
A assistência ululante exerceria o seu poder democrático e decidiria, pelo método do polegar, se queria ser governada pelo candidato sobrevivente.
Depois, felizes e contentes, abandonariam o recinto do velho Coliseu Figueirense com a reconfortante sensação do dever cumprido.
Decididamente, a coisa seria razoavelmente mais divertida...
Contudo, estupidamente mais rápida!
"E mais do que isto, como escreveu Fernando Pessoa, é Jesus Cristo, que não sabia nada de finanças, nem consta que tivesse biblioteca..."
“– a participação de cada um não é opção, é um dever;
– a educação das partes torna mais fácil a solução do problema;
– a conduta pedagógica aperfeiçoa e estimula a capacidade das pessoas;
– a possibilidade de sucesso aumenta grandemente quando se segue objetivos definidos;
– a predisposição para a melhoria dá esperança;
– a inércia deve ser condenada.
A menos de 3 meses de escolhermos quem nos vai governar nos próximos 4 anos, penso que vale a pena escrutinar o que nos garantem/têm feito os vários candidatos (à Câmara, às Assembleias Municipal e de Freguesia) em relação a este Manual de procedimentos…”
Nota de rodapé.
É pena que não aconteça o habitual na Figueira: ser quem está no poder a perder as eleições.
Oxalá esteja enganado, mas não estou a ver, até ao momento, uma Oposição credível e alternativa a ganhá-las! Ainda por cima, na Figueira, vota-se no clube. A política é outra coisa...
Para ultrapassar o impasse em que estamos metidos, creio que seria interessante a próxima campanha eleitoral ser inspirada nos espectáculos de pancadaria do velho Coliseu Romano. Metiam-se os cerca de 50 mil figueirenses na praça de touros do Coliseu com os polegares em riste. Depois era ver como é que se safavam!
Os candidatos degladiar-se-iam na arena, à boa maneira da antiga Roma, até que restasse apenas um.
A assistência ululante exerceria o seu poder democrático e decidiria, pelo método do polegar, se queria ser governada pelo candidato sobrevivente.
Depois, felizes e contentes, abandonariam o recinto do velho Coliseu Figueirense com a reconfortante sensação do dever cumprido.
Decididamente, a coisa seria razoavelmente mais divertida...
Contudo, estupidamente mais rápida!
"E mais do que isto, como escreveu Fernando Pessoa, é Jesus Cristo, que não sabia nada de finanças, nem consta que tivesse biblioteca..."
A especulação não é o meu forte, nem matéria que me interesse, apenas gostaria de perceber certas coisas que nunca deveriam acontecer...
"Apesar da invasão massiva de jovens, muitos deles adolescentes, não foram registados desacatos e outras ocorrências relevantes pela polícia. Os festivaleiros elogiaram a cidade, a segurança, a organização e o cartaz do festival. No sentido contrário, criticaram os preços praticados no alojamento local, com apartamentos tipo T3 a atingirem os mil euros, arrendados a grupos de 20, ou mais. A oferta do arrendamento chegou às redes sociais. Num dos anúncios, divulgava-se uma vivenda T3+2, com capacidade até 15 pessoas, por 700 euros por dia, com água e luz incluídas. Fazia, no entanto, uma ressalva: “Sem roupa de cama”.
Luís Correia, de Leiria, Joel Almeida, de Aveiro, e os amigos dormiram no carro.
“Há gente a pedir mil euros por três dias num apartamento, com 15, 20 ou 30 pessoas!”, reclamavam, espantados, os jovens leirienses. Aliás, vários forasteiros queixaram-se do mesmo. De um modo geral, contudo, hotelaria, estabelecimentos comerciais, restauração e similares praticaram preços comedidos, cumprindo as recomendações da autarquia.
Com as unidades hoteleiras e os parques de campismo sem vagas e sem dinheiro para arrendar casa, muitos jovens dormiram no carro ou acamparam onde havia espaço. De resto, o grosso das queixas participadas à polícia estava relacionado com o ruído e partiu de moradores onde se arrendaram apartamentos ou os festivaleiros montaram a tenda."
Via AS BEIRAS
Luís Correia, de Leiria, Joel Almeida, de Aveiro, e os amigos dormiram no carro.
“Há gente a pedir mil euros por três dias num apartamento, com 15, 20 ou 30 pessoas!”, reclamavam, espantados, os jovens leirienses. Aliás, vários forasteiros queixaram-se do mesmo. De um modo geral, contudo, hotelaria, estabelecimentos comerciais, restauração e similares praticaram preços comedidos, cumprindo as recomendações da autarquia.
Com as unidades hoteleiras e os parques de campismo sem vagas e sem dinheiro para arrendar casa, muitos jovens dormiram no carro ou acamparam onde havia espaço. De resto, o grosso das queixas participadas à polícia estava relacionado com o ruído e partiu de moradores onde se arrendaram apartamentos ou os festivaleiros montaram a tenda."
Via AS BEIRAS
Autárquicas 2017: vai ser assim a caminhada desta campanha eleitoral...
| Imagem o sítio dos desenhos |
A surpresa e o inesperado vão surgir, numa harmonia, desarmonia, diversificação, pluralismo e evolução na continuidade, que não nos vai permitir momentos de enfado...
COLÓQUIO “INFORMAÇÃO NA ERA DA PÓS VERDADE – O ADMIRÁVEL MUNDO DAS NOTÍCIAS FALSAS"
A autarquia figueirense promove, amanhã, pelas 21H30, no auditório municipal, o colóquio Informação na Era da Pós-verdade – O Admirável Mundo das Notícias Falsas.
Os jornalistas Sandra Felgueiras e José Manuel Portugal, o investigador Bruno Paixão e o vereador António Tavares são os oradores.
Os jornalistas Sandra Felgueiras e José Manuel Portugal, o investigador Bruno Paixão e o vereador António Tavares são os oradores.
A erosão, na orla costeira da Figueira da Foz, não é um tema prioritário?..
![]() |
| Imagem sacada daqui |
"Um dos principais assuntos que deveria afligir os que receberam o mandato popular para cuidar da polis figueirense continua, inexplicável e indefinidamente, adiado, quem sabe à espera de uma catástrofe ou da clemência divina. Falo da erosão costeira, o movimento de avanço do mar sobre terra, o qual se mede em termos de taxa de recuo médio desta ao longo de um período suficientemente longo."
Enquanto não se tomam medidas de fundo, resta-nos ir avivando a memória de quem de direito sobre o tema mais estruturante do concelho da Figueira da Foz, a nível da gestão territorial: a erosão costeira.
Andamos nesta luta, neste espaço, praticamente desde que o fundámos, já lá vão mais de 11 anos.
Para comprovar o facto, basta escreverem no canto superior esquerdo a palavra erosão costeira e clicarem...
Recordo o que escrevi, no OUTRA MARGEM, numa segunda-feira, dia 11 de dezembro de 2006.!..
A protecção da Orla Costeira Portuguesa é uma necessidade de primeira ordem...
O processo de erosão costeira assume aspectos preocupantes numa percentagem significativa do litoral continental.
Atente-se, no estado em que se encontra a duna logo a seguir ao chamado “Quinto Molhe”, a sul da Praia da Cova.
Por vezes, ao centrar-se a atenção sobre o acessório, perde-se a oportunidade de resolver o essencial...
domingo, 9 de julho de 2017
RFM SOMNII - O MAIOR SUNSET DE SEMPRE 2017!..
O responsável pela edição deste domingo do Diário de Coimbra, tem de ser internado para desintoxicação urgente do excesso de destaque dado na 1ª. página ao RFM SOMNII - O MAIOR SUNSET DE SEMPRE 2017!..
Neil Diamond - Song sung blue...
Como podem constatar pelo vídeo, o Neil não está careca, os cabelos que restam não estão brancos e o ar de simpático avôzinho é mentira.
Hoje, domingo, o céu vai estar azul.
Tal como na canção, os passarinhos cantam nas árvores e cada um de nós vai passear com a namorada...
sábado, 8 de julho de 2017
Ter tempo...
Tentem fazer qualquer coisa, aprendam a andar, treinem uma dança, aprendam a andar de bicicleta, a caminhar pela praia, algo que vos justifique a vossa existência, que vos dê o direito de vestir a vossa pele.
Aprendam a rir.
Aprendam a votar!
Um dia, no fim - todos temos um fim - será completamente estúpido que tantos tenham sido mortos!
Um dia, no nosso fim - todos temos o nosso fim - será completamente estúpido e injusto, que tenhamos de morrer, enquanto que muitos de vós, sem nada para fazer da vossa vida, continuam a viver!..
Há gajos que só querem é ter tempo para entender a natureza...
Aprendam a rir.
Aprendam a votar!
Um dia, no fim - todos temos um fim - será completamente estúpido que tantos tenham sido mortos!
Um dia, no nosso fim - todos temos o nosso fim - será completamente estúpido e injusto, que tenhamos de morrer, enquanto que muitos de vós, sem nada para fazer da vossa vida, continuam a viver!..
Há gajos que só querem é ter tempo para entender a natureza...
Rotundas = circo para o povo...
"Há uns anos atrás construiu-se uma das primeiras rotundas da freguesia de Alhadas. Serve, e bem, a distribuição de tráfego, uma necessidade estrutural que surgiu com a construção da A17. No início plantaram-se umas oliveiras na rotunda. Muito bem. Paisagem, sentido ecológico, não havia relvados, consumo excessivo de água nem sistemas de rega. “Passou” a crise financeira e em 2017 a Junta de Freguesia (ou a Câmara?) decide investir na rotunda. O objetivo é somente embelezar, um “projeto municipal” de mais de 20 000 euros para “requalificar a rotunda”. Vamos ter direito certamente a uma inauguração com alguma pompa e circunstância. O atual presidente da Junta terá assim “obra para mostrar nas próximas eleições”, se se candidatar. O entusiasmo da Junta de Freguesia pela rotunda contrasta com a falta de investimento no ambiente e na sustentabilidade. As piscinas da freguesia continuam a não ser eficientes. Muita energia gasta, e dinheiro dos contribuintes, por falta de iniciativa local. A colocação de painéis solares térmicos, algo que muitos de nós temos em nossas casas, iria poupar dezenas de milhares de euros à Junta. Mas, nada foi feito. As piscinas, e muitos equipamentos camarários, continuam a zero em termos de investimento na eficiência energética. Conclui-se que a “consciência ecológica” local é algo que ainda não existe. No mesmo plano observa-se que a eficácia dos investimentos retrocede aos anos 90, quando “as obras” (rotundas…) é que prevaleciam."
Rotundas vs painéis solares, uma crónica de João Vaz.
Nota de rodapé.
Poucas cidades portuguesas têm um passado tão pobre como a Figueira da Foz, uma cidade cuja vocação para o turismo de pé descalço, não remonta a A.C., apenas porque então não exisitia.
Os políticos locais, na Figueira, ao longo dos últimos 40 anos, estiveram ao nível dos políticos nacionais: apenas fizeram menos merda, por uma questão de dimensão.
Para um autarca, na Figueira, fazer merda, é uma característica de perfil que auspicia um futuro glorioso na liderança dos destinos da autarquia.
Felizmente, que um autarca local figueirense não tem a capacidade intelectual, nem financeira, para dar cabo da economia de um país, com negociatas tipo BPN, submarinos, PPP rodoviárias, Siresp, ensino privado, saúde, etc..
Um autarca local figueirense, só consegue fazer merda a um nível restrito.
Gasta o dinheiro dos contribuíntes em aleivosiazinhas, disparatezinhos, pequenos insuflares de egozinhos.
Faz parte do Portugal dos Pequeninos da política.
As rotundas são disso exemplo.
Autarca que não tenha construído umas belas rotundas, não pode ser digno dessa função. É uma espécie de mijinha do cão para a posteridade, para um dia poder gabar-se, nem que seja aos netos.
Em 2017, como as rotundas estão todas inventadas, com o altíssimo patrocínio da Nossa Senhora das Eleições Autárquicas, reparem na quantidade delas que anda em obras em Tavarede e em Buarcos/S. Julião!..
A Figueira dos figueirinhas, lembra-me Portugal à micro-escala.
Passado glorioso, presente insidioso, futuro duvidoso.
Os meus parabéns à cidade, sobretudo aos cidadãos que têm sabido escolher tão bem os governantes locais...
Fica o meu obrigado aos néscios, por me obrigarem também a pagar a fantasia em que vivem.
A factura dos carnavais, rotundas e festividades várias, fica pesada para todos os contribuintes...
E, isso, aborrece-me.
Causa-me um desconforto geral.
Todavia, a vida tem de prosseguir.
Como sempre.
ADENDA:
Neste momento, se não falha nenhuma, estão a decorrer obras na Rotunda do Foral Tavarede (aquela que foi construída com a variante de Tavarede), Buarcos, Poço da Vila (as obras estiveram 6 meses paradas), do Limonete (alcatroaram e ainda não meteram as passadeiras) e Alhadas Maiorca na nacional 111!
Valha-nos a Nossa Senhora das Eleições Autárquicas/2017!..
Rotundas vs painéis solares, uma crónica de João Vaz.
Nota de rodapé.
Poucas cidades portuguesas têm um passado tão pobre como a Figueira da Foz, uma cidade cuja vocação para o turismo de pé descalço, não remonta a A.C., apenas porque então não exisitia.
Os políticos locais, na Figueira, ao longo dos últimos 40 anos, estiveram ao nível dos políticos nacionais: apenas fizeram menos merda, por uma questão de dimensão.
Para um autarca, na Figueira, fazer merda, é uma característica de perfil que auspicia um futuro glorioso na liderança dos destinos da autarquia.
Felizmente, que um autarca local figueirense não tem a capacidade intelectual, nem financeira, para dar cabo da economia de um país, com negociatas tipo BPN, submarinos, PPP rodoviárias, Siresp, ensino privado, saúde, etc..
Um autarca local figueirense, só consegue fazer merda a um nível restrito.
Gasta o dinheiro dos contribuíntes em aleivosiazinhas, disparatezinhos, pequenos insuflares de egozinhos.
Faz parte do Portugal dos Pequeninos da política.
As rotundas são disso exemplo.
Autarca que não tenha construído umas belas rotundas, não pode ser digno dessa função. É uma espécie de mijinha do cão para a posteridade, para um dia poder gabar-se, nem que seja aos netos.
Em 2017, como as rotundas estão todas inventadas, com o altíssimo patrocínio da Nossa Senhora das Eleições Autárquicas, reparem na quantidade delas que anda em obras em Tavarede e em Buarcos/S. Julião!..
A Figueira dos figueirinhas, lembra-me Portugal à micro-escala.
Passado glorioso, presente insidioso, futuro duvidoso.
Os meus parabéns à cidade, sobretudo aos cidadãos que têm sabido escolher tão bem os governantes locais...
Fica o meu obrigado aos néscios, por me obrigarem também a pagar a fantasia em que vivem.
A factura dos carnavais, rotundas e festividades várias, fica pesada para todos os contribuintes...
E, isso, aborrece-me.
Causa-me um desconforto geral.
Todavia, a vida tem de prosseguir.
Como sempre.
ADENDA:
Neste momento, se não falha nenhuma, estão a decorrer obras na Rotunda do Foral Tavarede (aquela que foi construída com a variante de Tavarede), Buarcos, Poço da Vila (as obras estiveram 6 meses paradas), do Limonete (alcatroaram e ainda não meteram as passadeiras) e Alhadas Maiorca na nacional 111!
Valha-nos a Nossa Senhora das Eleições Autárquicas/2017!..
É PRIMOS, QUANDO RESOLVEM DESLIGAR DO TIO?..
Na Figueira, não era preciso muito para sorrirmos.
Era necessário estarmos predispostos a isso.
Podemos não conseguir mudar o mundo, mas podíamos, com facilidade, fazer algo por uma Figueira melhor...
E, a imaginação, é um caminho sedutor, fácil e bem eficaz...
Pensem.
Era necessário estarmos predispostos a isso.
Podemos não conseguir mudar o mundo, mas podíamos, com facilidade, fazer algo por uma Figueira melhor...
E, a imaginação, é um caminho sedutor, fácil e bem eficaz...
Pensem.
sexta-feira, 7 de julho de 2017
Se isto não é planeamento, expliquem-me o que é planeamento?..
![]() |
| Foto Olímpia Paixão. Mais aqui e aqui. |
No mesmo dia, está maquinaria pesada a acaltroar uma das principais avenidas da Figueira da Foz, a Avenida Gaspar de Lemos, nas Abadias, com uma via encerrada ao trânsito, a meio da tarde, do primeiro dos três dias do Sunset, com dezenas de milhar de pessoas na cidade!..
É inacreditável o que eles conseguem fazer.
Só posso estar perfeitamente seduzido com tanta competência e coordenção dos serviços camarários que superintendem na matéria!..
“Na roça com os tachos”, uma série em exibição na Figueira há 40 anos... (III)
Como não existem questões inconvenientes, numa sociedade que se quer e deseja democrática, e a democracia, muitas vezes, significa depositar o poder nas mãos de uma maioria incompetente, sobre a matéria tratada aqui e aqui, deixo, com a frontalidade habitual, 2 perguntas:
1. O que é que impediu a integração do arquitecto João Sebastião Ataíde Goulão directamente como colaborador da equipa de Paulo Trincão?
2. Assim, avençado da câmara, não poderá ficar a sensação que, no futuro, isto poderá servir para justificar uma putativa entrada para o quadro do município?
Nota de rodapé.
A meu ver, o cientista podia ter contratado o sobrinho do presidente e filho da chefe de divisão do Departamento de Urbanismo da autarquia, Maria Manuel Ataíde, e isso seria mas confortável para todos.
Ponto final. Parágrafo.
Depois, admiram-se das pessoas não confiarem nos políticos!..
Pudera: alguns, têm saído melhor que a encomenda...
1. O que é que impediu a integração do arquitecto João Sebastião Ataíde Goulão directamente como colaborador da equipa de Paulo Trincão?
2. Assim, avençado da câmara, não poderá ficar a sensação que, no futuro, isto poderá servir para justificar uma putativa entrada para o quadro do município?
Nota de rodapé.
A meu ver, o cientista podia ter contratado o sobrinho do presidente e filho da chefe de divisão do Departamento de Urbanismo da autarquia, Maria Manuel Ataíde, e isso seria mas confortável para todos.
Ponto final. Parágrafo.
Depois, admiram-se das pessoas não confiarem nos políticos!..
Pudera: alguns, têm saído melhor que a encomenda...
quinta-feira, 6 de julho de 2017
A verdade
Cito o jornal AS Beiras.
"O cientista Paulo Trincão coordena a equipa que está a elaborar a candidatura que a câmara vai apresentar à Unesco para a classificação do geoparque jurássico do Cabo Mondego como património mundial. Em declarações a este jornal, adiantou que aquele organismo das Nações Unidas já elogiou, em público, o processo da Figueira da Foz.
A representação da Unesco em Portugal só pode sugerir duas candidaturas por ano.
Neste momento, no entanto, há pelo menos três: Figueira da Foz, Região Oeste e Viana do Castelo. A primeira avaliação deverá ser feita no início de 2018. Paulo Trincão, contudo, sossegou os figueirenses: “Estamos à frente das outras candidaturas”. Por outro lado, acrescentou aquele responsável, “a autarquia assumiu a candidatura como um desígnio”. Portanto, sublinhou: “Estamos a trabalhar para fazermos um geoparque”. Ou seja, mesmo que, na remota hipótese da Unesco não aprovar a candidatura, afiançou o cientista, “a Figueira da Foz já tem um geoparque”. “Há 100 anos que o monumento natural do Cabo Mondego é um geoparque de grande referência para académicos de todo o mundo”, enfatizou Paulo Trincão.
Por seu lado, o Prego de Ouro, atribuído em 2016, é mais um importante elemento para convencer a Unesco.
Estudo único no país
Paulo Trincão pediu seis especialistas em regime de avença, mas a Câmara da Figueira da Foz só disponibilizou verbas para dois. Os restantes 12 elementos da equipa são quadros da autarquia. Um dos avençados é o arquiteto João Sebastião Ataíde Goulão, autor de uma tese de mestrado sobre o edificado do Cabo Mondego, que concluiu com 19 valores. Ao que se sabe, aquele é o único estudo sobre o tema, que o autor entretanto ofereceu ao município figueirense. Aquele avençado é sobrinho do presidente da câmara, João Ataíde, e filho da chefe de divisão do Departamento de Urbanismo da autarquia, Maria Manuel Ataíde. O contrato tem duração de um ano, auferindo 900 euros por mês. “O Sebastião Goulão foi-me sugerido pela minha colega Helena Henriques e só pus uma condição: ver
a tese e conhecê-lo. Gostei muito da tese e do seu autor. Sem a sua contratação, o processo sofreria um atraso de, pelo menos, seis meses”, declarou Paulo Trincão, garantindo que os laços familiares do contratado não influenciaram a decisão.
Contrato controverso
Quem assinou o despacho foi o vice-presidente da câmara, António Tavares, porque o avençado é familiar do presidente. A proposta partiu da vereadora Ana Carvalho. “As pessoas não podem estar impedidas por terem laços familiares. Não ficam diminuídas por causa disso, mas devia evitar-se, porque, geralmente, estas situações trazem adversidades por parte da opinião pública”, declarou António Tavares. Contactado pelo Diário As Beiras, o gabinete de João Ataíde respondeu que o presidente, “quando lhe foi colocada a questão, demonstrou o máximo de reservas”. No entanto, acrescentou: “Desde que a equipa entendesse que a sua contratação era imprescindível e indispensável, não seriam as reservas do Sr. presidente que iriam por em causa o mérito do contratado, pelo que, nesses termos, nada teria a opor”.
Nota de rodapé.
“Na roça com os tachos”, é uma série em exibição na Figueira há 40 anos...
Na Figueira, lida-se com muita dificuldade e muito mal com a verdade.
A acreditar na caixa de comentários deste blogue, só existem duas maneiras de dizer toda a verdade.
1. Anonimamente.
2. Postumamente.
Mais de 11 anos decorridos, posso afirmar que este é um blogue, que é verdadeiramente um blogue.
11 anos decorridos resiste.
Já assisti, falando apenas na Figueira, ao nascimento, à agonia e à morte de muitos blogues. Isso, pode querer dizer que os promotores desses blogues tinham poucas coisas e pouca coragem para as dizer.
Por aqui há sempre - e cada vez mais - verdades para dizer e coragem para escrever.
Quanto mais não seja, para tentar contrariar a Figueira das convenções e dos arranjinhos.
Odeio convenções. Odeio arranjinhos. Aborrecem-me.
"O cientista Paulo Trincão coordena a equipa que está a elaborar a candidatura que a câmara vai apresentar à Unesco para a classificação do geoparque jurássico do Cabo Mondego como património mundial. Em declarações a este jornal, adiantou que aquele organismo das Nações Unidas já elogiou, em público, o processo da Figueira da Foz.
A representação da Unesco em Portugal só pode sugerir duas candidaturas por ano.
Neste momento, no entanto, há pelo menos três: Figueira da Foz, Região Oeste e Viana do Castelo. A primeira avaliação deverá ser feita no início de 2018. Paulo Trincão, contudo, sossegou os figueirenses: “Estamos à frente das outras candidaturas”. Por outro lado, acrescentou aquele responsável, “a autarquia assumiu a candidatura como um desígnio”. Portanto, sublinhou: “Estamos a trabalhar para fazermos um geoparque”. Ou seja, mesmo que, na remota hipótese da Unesco não aprovar a candidatura, afiançou o cientista, “a Figueira da Foz já tem um geoparque”. “Há 100 anos que o monumento natural do Cabo Mondego é um geoparque de grande referência para académicos de todo o mundo”, enfatizou Paulo Trincão.
Por seu lado, o Prego de Ouro, atribuído em 2016, é mais um importante elemento para convencer a Unesco.
Estudo único no país
Paulo Trincão pediu seis especialistas em regime de avença, mas a Câmara da Figueira da Foz só disponibilizou verbas para dois. Os restantes 12 elementos da equipa são quadros da autarquia. Um dos avençados é o arquiteto João Sebastião Ataíde Goulão, autor de uma tese de mestrado sobre o edificado do Cabo Mondego, que concluiu com 19 valores. Ao que se sabe, aquele é o único estudo sobre o tema, que o autor entretanto ofereceu ao município figueirense. Aquele avençado é sobrinho do presidente da câmara, João Ataíde, e filho da chefe de divisão do Departamento de Urbanismo da autarquia, Maria Manuel Ataíde. O contrato tem duração de um ano, auferindo 900 euros por mês. “O Sebastião Goulão foi-me sugerido pela minha colega Helena Henriques e só pus uma condição: ver
a tese e conhecê-lo. Gostei muito da tese e do seu autor. Sem a sua contratação, o processo sofreria um atraso de, pelo menos, seis meses”, declarou Paulo Trincão, garantindo que os laços familiares do contratado não influenciaram a decisão.
Contrato controverso
Quem assinou o despacho foi o vice-presidente da câmara, António Tavares, porque o avençado é familiar do presidente. A proposta partiu da vereadora Ana Carvalho. “As pessoas não podem estar impedidas por terem laços familiares. Não ficam diminuídas por causa disso, mas devia evitar-se, porque, geralmente, estas situações trazem adversidades por parte da opinião pública”, declarou António Tavares. Contactado pelo Diário As Beiras, o gabinete de João Ataíde respondeu que o presidente, “quando lhe foi colocada a questão, demonstrou o máximo de reservas”. No entanto, acrescentou: “Desde que a equipa entendesse que a sua contratação era imprescindível e indispensável, não seriam as reservas do Sr. presidente que iriam por em causa o mérito do contratado, pelo que, nesses termos, nada teria a opor”.
Nota de rodapé.
“Na roça com os tachos”, é uma série em exibição na Figueira há 40 anos...
Na Figueira, lida-se com muita dificuldade e muito mal com a verdade.
A acreditar na caixa de comentários deste blogue, só existem duas maneiras de dizer toda a verdade.
1. Anonimamente.
2. Postumamente.
Mais de 11 anos decorridos, posso afirmar que este é um blogue, que é verdadeiramente um blogue.
11 anos decorridos resiste.
Já assisti, falando apenas na Figueira, ao nascimento, à agonia e à morte de muitos blogues. Isso, pode querer dizer que os promotores desses blogues tinham poucas coisas e pouca coragem para as dizer.
Por aqui há sempre - e cada vez mais - verdades para dizer e coragem para escrever.
Quanto mais não seja, para tentar contrariar a Figueira das convenções e dos arranjinhos.
Odeio convenções. Odeio arranjinhos. Aborrecem-me.
quarta-feira, 5 de julho de 2017
O futuro, para a salvação de algumas almas, continua assegurado...
"Parece que o regime que acabou em abril de setenta e quatro… não se finou totalmente. Pressente-se que, caso os militares de abril não tivessem um problema corporativo para resolver, muito provavelmente os protagonistas, a coberto de outra orientação, seriam os mesmos que ora conhecemos. O que ocorre é que o modo como se vivia antes da democracia era imposto de cima para baixo à força pelos protegidos do regime. Hoje, com os tais mesmos “espertos”, os métodos são porém bastante mais sofisticados e exigem-lhes a sagacidade para se constituírem, eles próprios, como “o regime”. À força da argumentação elaborada e sedutora juntam as promessas que arrastam as multidões que aliás só se dão contam quando o céu lhes cai em cima e ainda assim difi cilmente gritam que o rei vai nu. O incêndio que devastou Pedrogão, arrastando consigo dezenas de mortos e de feridos, criando a falência de inúmeras famílias, já teve tantas versões quantos os comentadores, técnicos e políticos que sobre ele botaram palavra, arremessando responsabilidades entre si (e não só). O inclassificável roubo de material de guerra de uma unidade militar parece não ter responsáveis à vista e, segundo “eles”, não é assim tão grave como isso (!). Os atrasos na Justiça e na resposta da Administração ou das concessionárias de serviços públicos são, apesar do Simplex, uma constante da nossa vida. O rei vai mesmo nu. Ninguém vê?"
Os espertos, uma cónica publicada no jornal AS BEIRAS, com assinatura de Daniel Santos.
Nota de rodapé.
Se um cigarro encurta a vida em 2 minutos.
Se uma garrafa de álcool encurta a vida em 4 minutos.
Se um dia de trabalho encurta a vida em 8 horas.
Se a vida está cara como sabemos que está.
Quem é que lhe pode fazer face com as reformas que temos?
Daí, como diria Oscar Wilde, que "a fidelidade seja para a vida afectiva o que a coerência é para a vida intelectual - a simples constatação de um logro!"
Os momentos de descontração, como por exemplo o proporiconado pela leitura desta crónica, são-nos imprescindíveis. O lazer é essencial para o nosso equilíbrio interior. Aproveitêmo-los e disfrutemos da nossa melhor saúde!
E não tenham receio de confessar uma certa preguiça!
Faz-nos bem...
E, sobretudo, irrita os que se governam à nossa custa!
Os espertos, uma cónica publicada no jornal AS BEIRAS, com assinatura de Daniel Santos.
Nota de rodapé.
Se um cigarro encurta a vida em 2 minutos.
Se uma garrafa de álcool encurta a vida em 4 minutos.
Se um dia de trabalho encurta a vida em 8 horas.
Se a vida está cara como sabemos que está.
Quem é que lhe pode fazer face com as reformas que temos?
Daí, como diria Oscar Wilde, que "a fidelidade seja para a vida afectiva o que a coerência é para a vida intelectual - a simples constatação de um logro!"
Os momentos de descontração, como por exemplo o proporiconado pela leitura desta crónica, são-nos imprescindíveis. O lazer é essencial para o nosso equilíbrio interior. Aproveitêmo-los e disfrutemos da nossa melhor saúde!
E não tenham receio de confessar uma certa preguiça!
Faz-nos bem...
E, sobretudo, irrita os que se governam à nossa custa!
Subscrever:
Mensagens (Atom)






























