Meu caro ex- vereador do urbanismo, ainda actual vereador e ex-vereador PS na oposição 2005/2009 e co-autor do livro, temos de ter cuidado no que falamos e escrevemos...
Pelo que se vê hoje em dia na Figueira, temos que apear os novos Luíses XVI.
Não concorda Doutor António Tavares?
segunda-feira, 10 de abril de 2017
Vamos então continuar a discutir o PDM... (24)
VILA VERDE: o que mudou, entretanto, para António Tavares, ex- vereador do urbanismo, ainda actual vereador e ex-vereador PS na oposição 2005/2009 e co-autor do livro?
Todos continuamos a saber que acessibilidades a Vila Verde deixam muito a desejar...
Portanto, não acham no mínimo estranho alterar o PDM sem que a nova variante esteja construida?
Por outro lado: onde estão os equipamentos que o autor do livro referiu no seu escrito?...
Como eu gostava de ser crente e acreditar no milagre do photoshop!..
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| foto sacada daqui |
Teotónio Cavaco
Notas.
1. "Nunca mais, nesta assembleia, ninguém terá roda livre para falar!"
José Duarte, presidente da mesa da Assembleia Municipal da Figueira da Foz.
"Estou envergonhada com o serviço que estamos a prestar à população da Figueira da Foz, porque ainda não fizemos nada nesta Assembleia".
Mafalda Azenha, secretária da mesa da Assembleia Municipal da Figueira da Foz.
2. "Intervalo?", meu caro Teotónio Cavaco, deputado municipal do PSD?
Perante isto, o que dizer de uma Assembleia Municipal que ouviu o que está transcrito acima, pela boca do Presidente do órgão e da Secretária da mesa e, tirando uma honrosa excepção, praticamente não reagiu?
Aquilo que me preocupa, como tive oportunidade de escrever no rescaldo da Assembleia Municipal Extraordinária para conhecimento e discussão do PDM - o que não aconteceu, por culpa dos "deputados" municipais e da mesa da AM da Figueira da Foz - é que "na política figueirense, nunca há Assembleia Municipal tão fraquinha que não possa piorar!.."
Ou vamos acreditar que, esta, "foi uma sessão azarada para todos os que lá estivemos, em especial para o presidente Ataíde: quando tentava sair do lugar onde se encontrava, a bancada destinada ao executivo, deu uma queda aparatosa"?..
Eu gostava de acreditar, mas, ao contrário do que presumo ser o caso do Teotónio Cavaco, não sou fã do photoshop!
3. Da Assembleia Municipal Extraordinária de 3 do corrente p.p, a tal iniciativa "Vodka com Laranja", apesar de chumbadas as propostas apresentadas pelo PSD, CDU e BE, o Senhor Presidente Albino Ataíde lá acabou, no final do decurso da sessão, por manifestar publicamente a disponibilidade para ir esclarecer a Revisão do PDM junto da população em horário pós laboral...
Dado que o tempo não pára e a discussão do PDM/Albino Ataíde tem prazo, alguém por acaso conhece o respectivo calendário?
JORNADAS PARLAMENTARES DO PCP: 10 e 11 de Abril de 2017 em Coimbra
O Grupo Parlamentar do Partido Comunista Português promove, hoje e amanhã, no Hotel Tivoli Coimbra, as suas jornadas parlamentares.
A sessão de abertura do evento decorre hoje, pelas 12H00, com a presença do secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, enquanto a sessão de encerramento se realiza amanhã, a partir das 16H00.
A sessão de abertura do evento decorre hoje, pelas 12H00, com a presença do secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, enquanto a sessão de encerramento se realiza amanhã, a partir das 16H00.
Reversão dos terrenos do Alberto Gaspar...
António Tavares: enquanto vereador há praticamente 8 anos, quantas e quais as diligências que fez sobre este assunto?..
domingo, 9 de abril de 2017
MORREU UM GRANDE LUTADOR. A FIGUEIRA E A COVA E GALA ESTÃO MAIS POBRES.
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| Manuel Luís Pata, 22 de Novembro de 1924/9 de Abril de 2017 |
Era filho, neto e bisneto de marítimos oriundos de Ílhavo, os primeiros povoadores da Cova, aí pelo ano de 1742.
Fiel às suas raízes, fez-se ao mar, em 1943, como ajudante de motorista no lugre “Ana I”.
Habilitado em 1946 com a carta de motorista, foi trabalhar para a Empresa de Navegação Limpopo, de Lourenço Marques, Moçambique, creio que em 1948.
Entre Moçambique e Portugal continental foi fazendo a sua vida, sempre ligado ao mar, tendo realizado duas campanhas à pesca do bacalhau.
Depois do 25 de Abril de 1974, veio de vez para a sua Terra natal, onde terminou a sua actividade profissional como empresário na área da restauração.
Já na reforma, contra tudo e contra todos, como sempre foi “a sua imagem de marca”, dedicou-se à escrita e publicou 4 livros. Três sobre “A Figueira da Foz e a Pesca do Bacalhau - Achegas para a sua História - Vol. I, II e III, dados à estampa em 1997, 2000 e 2003. Em 2005, publica a quarta obra : “Memórias de Moçambique”.
Recentemente, no final de agosto do ano passado, publicou "A CONSTRUÇÃO NAVAL E A INDÚSTRIA BACALHOEIRA NA FOZ DO MONDEGO…".
Apesar dos da idade e algumas maleitas físicas, não parou praticamente até aos últimos dias de vida. Conforme me confessou um dia, enquanto tomávamos um café numa esplanada da Cova, apesar das dificuldade que existiam para publicar. Como ele próprio dizia: “santos de casa não fazem milagres”.
Como escrevi, um dia , numa crónica para o extinto “linha do oeste”, para mim, Manuel Luís Pata não era, ao contrário do que muitos julgam, até talvez ele próprio, um Homem teimoso. Foi sempre, isso sim, do meu ponto de vista, um dos raros exemplos de verdadeira perseverança que conheço...
A coluna vertebral permite que caminhemos de forma erecta.
Utilizar a coluna para andarmos levantados, fazendo frente a quem não quer que a usemos para esse fim, é um dever de cidadania.
Manuel Luís Pata é um desses raros cidadãos: continuou erecto e consequente até ao fim...
As minhas sentidas condolências à Família.
Longe dos olhares, no silêncio dos gabinetes, o Cabedelo está a ser alvo de um atentado. Se nada mais conseguirmos, não podemos esquecer o julgamento e fazer cair definitivamente a máscara dos mandantes...
Como penso que toda a gente que vem até este meu canto sabe, tenho um fraquinho muito grande e especial pelo Cabedelo.
Desde que me recordo, olho para o Cabedelo de uma forma cúmplice e agradeço a força e o sorriso que traz, todos os dias, à minha vida.
Como sabemos, a vida custa a todos... Mas, a alguns em especial!
Como acontece em tudo na vida, é preciso estar-se no sítio certo no momento certo. O trabalho e o esforço são determinantes, mas um pouco de sorte ajuda muito.
E ter a sorte de poder, sempre que o queira, encontrar-me com um local como o Cabedelo, mais do que sorte, na minha vida é uma benção.
No inverno, tem aquela luz ténue e límpida, própria desta estação do ano. Em dias frios, tenho a sensação que o frio purifica a luminosidade, o que é uma benção, em especial, para os fotógrafos.
A luz de inverno, no Cabedelo, é calma e fugaz. Os dias são curtos e transmite a necessiade de não desperdiçar um momento que seja, pois os dias de inverno no Cabedelo são lindos, mas têm algo que faz lembrar o efémero.
A partir da primavera tudo é diferente. A sensação de êxtase dura mais - quase parece permanente.
Tirando o mês de Agosto, o Cabedelo rodeia-nos de uma atmosfera muito especial. Somos nós e o sol - isto, é a natureza.
Não sei se existe o paraíso. Mas, se existir, deve ser parecido com a sensação que tive ao ler o texto que publico mais abaixo sobre o Cabedelo!
Poderão dizer-me: não tem nada de especial.
A esses direi apenas: atrai! E se assim foi comigo, então é porque tem tudo de especial. Tem a delicadeza de uma visão sensível e arguta. Tem o verde da vida... E foi escrito por uma pessoa que tem um sorriso único!
Como vêm tem tudo. Ressalta do texto e a gente nota.
Por outro lado, ando na vida para aprender. E nunca tive problemas em pedir ajuda aos outros para compreender o sentido das coisas.
Sempre pensei que isso nos ajuda a crescer. A meu ver, longe de ser um sinal de fraqueza, demonstra inteligência.
A autora, Isabel Maria Coimbra, disse no texto aquilo que, neste momento, gostaria de ter sido eu a sussurrar ao Cabedelo.
Para quem ainda não saiba, o "meu" Cabdedelo, tal como o conheço há quase 60 anos, está numa encruzilhada por vontade dos "quens" de direito.
Um dos caminhos leva à catástrofe e ao mais terrível desespero para quem ama e sente o Cabdedelo. Mais do que um muro, é uma divisória e é a constatação da separação do mar. Claro que é necessária ali - e em toda a orla costeira de S. Pedro, espero que não se tenham esquecido da zona a sul do quinto molhe... - uma protecção contra o avanço do mar.
Cito o arquitecto Miguel Figueira: "o problema não é se se protege, mas como se protege. O projecto que não querem mostrar não é o mesmo da consulta pública do POC."
Isto é preocupante. Mas existem outras soluções. Resta-nos lutar - e quem for crente, rezar... - para que não cometam um atentando paisagístico e transformem o Cabedelo em mais um mártir ambiental no nosso concelho.
Senhores "quens" de direito, será pedir muito, enquanto estão a tempo, que façam a escolha da solução certa para o Cabedelo?
Será que vamos permitir, passivamente, que nos acabem com a alegria que nos proporciona aquele bem estar saudável que nos permite sonhar e sorrir à vida!
Para muita boa gente, eu incluído, é disto que se trata, quando falamos do Cabedelo.
Vamos então a este "MOMENTO ATÉ O SOL SE PÔR".
Ver o pôr-do-sol, no "meu" Cabedelo, é continuar com a capacidade de viver com paixão todos os dias.
É impossível alguém alhear-se de tanta beleza. Apetece declarar-lhe o nosso amor e dizer-lhe como é raro, único, superior... E agradecer pelo tanto que nos dá a cada dia em que nos proporciona esta visão....
"Está uma tarde serena. Sol cálido. Temperatura de Verão. Apetece estar ao pé do mar sossegado e azul.
Depois de andar de manhã cedo até ao Cabo Mondego, passeio sempre igual e repetitivo, resolvo ir até ao Cabedelo. Não, não me lembro como me apaixonei… Melhor, nem sei bem quando senti vontade de fugir da marginal vaidosa e barulhenta. Logo eu, que há muito que acho uma maçada atravessar a ponte, mesmo para ir ao Hospital. Mas há acasos interessantes e sei que ali, na esplanada do Parque de Campismo virada para a praia, me sento em boa companhia e que sou sempre bem recebida pelo Tiago e pela Ana.
……
Esplanada cheia e colorida com gente bem-disposta.
Entre copos e chávenas, alguns jovens em grupo conversam uns com os outros.
Há pessoas a olhar a praia e o mar em silêncio.
Vêem-se pardais a saltitar confiantes entre as mesas do terraço.
Sentada a um canto abrigada do sol, uma rapariga lê sem levantar os olhos do livro.
Crianças, descalças na areia, brincam alegremente com bolinhas de sabão e, aproveitam também o parque infantil.
Há gente que entra e sai do simpático café num vaivém saudável.
Entre conhecidos, trocam-se cumprimentos e desprendem-se sorrisos.
Está a maré a vazar. Do local onde me encontro avisto pessoas a banharem-se na água fria do mar. Apetece!
A conversa flui, simples e franca, diante dum fino, água e tremoços.
A tarde vai caindo e o sol enfraquecendo… Levantámos âncora e fomos caminhar até ao limite do molhe sul.
Pelo meio da ‘viagem’ encontramos de vigia, tranquilas, umas pequenas esculturas de pedra que olham atentas para um bando de surfistas que, pacientemente, aguarda a melhor onda para navegar.
Estamos ali no meio do mar. A luz milagrosa e o ar fresco, doce e afectuoso, trazem-me Paz, aquela que há tempo me fugiu.
No regresso, paramos uns instantes. Observamos o desenho da cidade erguida do outro lado. Sim, do lado de cá aprecia-se bem toda a tolice humana que interveio na paisagem. Nota-se que o burgo não teve plano e salientam-se os edifícios que desarmonizam a beira-mar da Figueira da Foz.
Recordo a ponte velha que aproximava as duas margens. As fugas para a praia das dunas do Cabedelinho. Acabamos por concluir que bom que era pensarem num barco como antigamente havia, tornando mais fácil a ligação das duas orlas do rio.
No percurso, vou registando os cheiros, as cores e os sons de fim de tarde.
O pôr-do-sol?
O pôr-do-sol é diferente, sem muro, e é de cortar a respiração…"
Desde que me recordo, olho para o Cabedelo de uma forma cúmplice e agradeço a força e o sorriso que traz, todos os dias, à minha vida.
Como sabemos, a vida custa a todos... Mas, a alguns em especial!
Como acontece em tudo na vida, é preciso estar-se no sítio certo no momento certo. O trabalho e o esforço são determinantes, mas um pouco de sorte ajuda muito.
E ter a sorte de poder, sempre que o queira, encontrar-me com um local como o Cabedelo, mais do que sorte, na minha vida é uma benção.
No inverno, tem aquela luz ténue e límpida, própria desta estação do ano. Em dias frios, tenho a sensação que o frio purifica a luminosidade, o que é uma benção, em especial, para os fotógrafos.
A luz de inverno, no Cabedelo, é calma e fugaz. Os dias são curtos e transmite a necessiade de não desperdiçar um momento que seja, pois os dias de inverno no Cabedelo são lindos, mas têm algo que faz lembrar o efémero.
A partir da primavera tudo é diferente. A sensação de êxtase dura mais - quase parece permanente.
Tirando o mês de Agosto, o Cabedelo rodeia-nos de uma atmosfera muito especial. Somos nós e o sol - isto, é a natureza.
Não sei se existe o paraíso. Mas, se existir, deve ser parecido com a sensação que tive ao ler o texto que publico mais abaixo sobre o Cabedelo!
Poderão dizer-me: não tem nada de especial.
A esses direi apenas: atrai! E se assim foi comigo, então é porque tem tudo de especial. Tem a delicadeza de uma visão sensível e arguta. Tem o verde da vida... E foi escrito por uma pessoa que tem um sorriso único!
Como vêm tem tudo. Ressalta do texto e a gente nota.
Por outro lado, ando na vida para aprender. E nunca tive problemas em pedir ajuda aos outros para compreender o sentido das coisas.
Sempre pensei que isso nos ajuda a crescer. A meu ver, longe de ser um sinal de fraqueza, demonstra inteligência.
A autora, Isabel Maria Coimbra, disse no texto aquilo que, neste momento, gostaria de ter sido eu a sussurrar ao Cabedelo.
Para quem ainda não saiba, o "meu" Cabdedelo, tal como o conheço há quase 60 anos, está numa encruzilhada por vontade dos "quens" de direito.
Um dos caminhos leva à catástrofe e ao mais terrível desespero para quem ama e sente o Cabdedelo. Mais do que um muro, é uma divisória e é a constatação da separação do mar. Claro que é necessária ali - e em toda a orla costeira de S. Pedro, espero que não se tenham esquecido da zona a sul do quinto molhe... - uma protecção contra o avanço do mar.
Cito o arquitecto Miguel Figueira: "o problema não é se se protege, mas como se protege. O projecto que não querem mostrar não é o mesmo da consulta pública do POC."
Isto é preocupante. Mas existem outras soluções. Resta-nos lutar - e quem for crente, rezar... - para que não cometam um atentando paisagístico e transformem o Cabedelo em mais um mártir ambiental no nosso concelho.
Senhores "quens" de direito, será pedir muito, enquanto estão a tempo, que façam a escolha da solução certa para o Cabedelo?
Será que vamos permitir, passivamente, que nos acabem com a alegria que nos proporciona aquele bem estar saudável que nos permite sonhar e sorrir à vida!
Para muita boa gente, eu incluído, é disto que se trata, quando falamos do Cabedelo.
Vamos então a este "MOMENTO ATÉ O SOL SE PÔR".
Ver o pôr-do-sol, no "meu" Cabedelo, é continuar com a capacidade de viver com paixão todos os dias.
É impossível alguém alhear-se de tanta beleza. Apetece declarar-lhe o nosso amor e dizer-lhe como é raro, único, superior... E agradecer pelo tanto que nos dá a cada dia em que nos proporciona esta visão....
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| foto Isabel Maria Coimbra. Mais fotos aqui |
"Está uma tarde serena. Sol cálido. Temperatura de Verão. Apetece estar ao pé do mar sossegado e azul.
Depois de andar de manhã cedo até ao Cabo Mondego, passeio sempre igual e repetitivo, resolvo ir até ao Cabedelo. Não, não me lembro como me apaixonei… Melhor, nem sei bem quando senti vontade de fugir da marginal vaidosa e barulhenta. Logo eu, que há muito que acho uma maçada atravessar a ponte, mesmo para ir ao Hospital. Mas há acasos interessantes e sei que ali, na esplanada do Parque de Campismo virada para a praia, me sento em boa companhia e que sou sempre bem recebida pelo Tiago e pela Ana.
……
Esplanada cheia e colorida com gente bem-disposta.
Entre copos e chávenas, alguns jovens em grupo conversam uns com os outros.
Há pessoas a olhar a praia e o mar em silêncio.
Vêem-se pardais a saltitar confiantes entre as mesas do terraço.
Sentada a um canto abrigada do sol, uma rapariga lê sem levantar os olhos do livro.
Crianças, descalças na areia, brincam alegremente com bolinhas de sabão e, aproveitam também o parque infantil.
Há gente que entra e sai do simpático café num vaivém saudável.
Entre conhecidos, trocam-se cumprimentos e desprendem-se sorrisos.
Está a maré a vazar. Do local onde me encontro avisto pessoas a banharem-se na água fria do mar. Apetece!
A conversa flui, simples e franca, diante dum fino, água e tremoços.
A tarde vai caindo e o sol enfraquecendo… Levantámos âncora e fomos caminhar até ao limite do molhe sul.
Pelo meio da ‘viagem’ encontramos de vigia, tranquilas, umas pequenas esculturas de pedra que olham atentas para um bando de surfistas que, pacientemente, aguarda a melhor onda para navegar.
Estamos ali no meio do mar. A luz milagrosa e o ar fresco, doce e afectuoso, trazem-me Paz, aquela que há tempo me fugiu.
No regresso, paramos uns instantes. Observamos o desenho da cidade erguida do outro lado. Sim, do lado de cá aprecia-se bem toda a tolice humana que interveio na paisagem. Nota-se que o burgo não teve plano e salientam-se os edifícios que desarmonizam a beira-mar da Figueira da Foz.
Recordo a ponte velha que aproximava as duas margens. As fugas para a praia das dunas do Cabedelinho. Acabamos por concluir que bom que era pensarem num barco como antigamente havia, tornando mais fácil a ligação das duas orlas do rio.
No percurso, vou registando os cheiros, as cores e os sons de fim de tarde.
O pôr-do-sol?
O pôr-do-sol é diferente, sem muro, e é de cortar a respiração…"
Vamos lá então continuar a discutir o PDM... (23)
FREGUESIA DO PAIÃO.
Paulo Pinto, presidente da junta de freguesia do Paião, na AM do passado dia 3 do corrente assumiu o papel de defensor do PDM de Albino Ataíde.
Borda do Campo, uma das freguesias extintas pela Reforma Administrativa de 2014, foi incorporada no Paião.
Vejam nas imagens o que está contemplado no novo PDM...
E vejam o que se passa mesmo ao lado, mas já no concelho de Pombal!
Será também por isto que muitos jovens da extinta freguesia de Borda do Campo, foram morar para o concelho de Pombal?
Senhor presidente da Junta do Paião: estas localidades são para desaparecer?
Mais do mesmo, isto é, mais "dinheiro mal gasto"...
"Erros do passado. Soluções para o futuro?"
Estávamos em setembro de 2009.
Lembram-se?
António Tavares e João Vaz, passados cerca de 8 anos, se deram conta que aconteceu algo de novo na Figueira, por favor digam-me...
OK?..
António Tavares, um dos autores, foi decisivo para a primeira vitória do Albino Ataíde!
Foi um dos responsáveis, se não mesmo o principal, pelo programa da sua candidatura.
Não admira, a quem está atento ao que se passa na política figueirense, que não queira ir a terceiro mandato!
João Vaz, o outro dos autores, como se pode verificar pelo texto abaixo, da sua autoria, mantém o registo.
"Vive muita gente no Alto Forno.
Contudo, as obras realizadas nesta zona “nova” (tem 30 anos) da cidade resumem-se ao asfalto, pintura das passadeiras e pouco mais.
Quem vive na zona sente um certo desprezo por parte da Câmara. Especialmente quando vemos que os milhões previstos para a regeneração urbana vão ser aplicados nos mesmos locais de sempre. A “Qualificação da Frente Marítima de Buarcos” tem previstos 2,5 milhões de euros. O “Jardim Municipal e envolvente” será benefi ciado com mais 400 mil euros.
Outra vez o Jardim Municipal?
Foi remodelado em 2005, tendo custado mais de 1 milhão de euros. Quem explica este “despesismo”?
O Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU) prevê ainda mais 3 milhões de euros em obras na enésima requalificação do Núcleo Antigo.
Outra vez?
E tanto dinheiro para quê? Para “o reforço do estar pedonal [sic] e com a consequente animação vivencial”?
“Estar pedonal”? O que é isto? Vamos ter passeios mais largos e pisos de melhor qualidade?
Não, o responsável técnico ignora palavra “passeios” no PEDU, nem uma única referência.
No PEDU existem ainda soluções tão incongruentes quanto ultrapassadas. O desenho das ciclovias depende da “futura aquisição de um logradouro” e de um “barco” para a margem sul.
Ignora-se o que o resto da Europa faz há 50 anos: vias integradas, convivência entre carros e bicicletas.
O PEDU é um passo em falso, mais do mesmo, sem discussão nem oposição visível."
João Vaz, consultor de sustentabilidade, via AS BEIRAS.
Estávamos em setembro de 2009.
Lembram-se?
António Tavares e João Vaz, passados cerca de 8 anos, se deram conta que aconteceu algo de novo na Figueira, por favor digam-me...
OK?..
António Tavares, um dos autores, foi decisivo para a primeira vitória do Albino Ataíde!
Foi um dos responsáveis, se não mesmo o principal, pelo programa da sua candidatura.
Não admira, a quem está atento ao que se passa na política figueirense, que não queira ir a terceiro mandato!
João Vaz, o outro dos autores, como se pode verificar pelo texto abaixo, da sua autoria, mantém o registo.
"Vive muita gente no Alto Forno.
Contudo, as obras realizadas nesta zona “nova” (tem 30 anos) da cidade resumem-se ao asfalto, pintura das passadeiras e pouco mais.
Quem vive na zona sente um certo desprezo por parte da Câmara. Especialmente quando vemos que os milhões previstos para a regeneração urbana vão ser aplicados nos mesmos locais de sempre. A “Qualificação da Frente Marítima de Buarcos” tem previstos 2,5 milhões de euros. O “Jardim Municipal e envolvente” será benefi ciado com mais 400 mil euros.
Outra vez o Jardim Municipal?
Foi remodelado em 2005, tendo custado mais de 1 milhão de euros. Quem explica este “despesismo”?
O Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU) prevê ainda mais 3 milhões de euros em obras na enésima requalificação do Núcleo Antigo.
Outra vez?
E tanto dinheiro para quê? Para “o reforço do estar pedonal [sic] e com a consequente animação vivencial”?
“Estar pedonal”? O que é isto? Vamos ter passeios mais largos e pisos de melhor qualidade?
Não, o responsável técnico ignora palavra “passeios” no PEDU, nem uma única referência.
No PEDU existem ainda soluções tão incongruentes quanto ultrapassadas. O desenho das ciclovias depende da “futura aquisição de um logradouro” e de um “barco” para a margem sul.
Ignora-se o que o resto da Europa faz há 50 anos: vias integradas, convivência entre carros e bicicletas.
O PEDU é um passo em falso, mais do mesmo, sem discussão nem oposição visível."
João Vaz, consultor de sustentabilidade, via AS BEIRAS.
sábado, 8 de abril de 2017
Enternece-me o interessee e o bom gosto com que tratam a Aldeia!..
A perfeição, por vezes, maça-me...
Nada melhor, para o Cabedelo, portanto, do que um simples muro!..
Ainda por cima, deverá ser harmonioso e lindo?!..
É admirável pensar como a funcionalidade de um muro vai poder poder acrescentar tanta beleza àquele local emblemático da freguesia de S. Pedro!..
Espero pela Lua...
Paulo Pinto, presidente da junta de freguesia do Paião, na sua página do facebook, parece que se queixa de algo, que, certamente por falta de informação da minha parte, ainda não percebi bem:
Repito: não estou a perceber lá muito bem.
Deverá haver aqui qualquer pormenor que me está a escapar...
Mas não vou perder a esperança na Lua, que continua a ser inspiradora...
Aliás, a Lua nunca me desiludiu, pelo que vou continuar a acreditar na clarificação...
Querem chamar-me romântico?
Ok. aceito!
Mas, romântico, no sentido de apaixonado, é coisa que já não me acontece, infelizmente, há muito.
Experimentem olhar para a Lua num dia em que os vossos humores estejam em baixo e vejam lá se a Lua muda o vosso estado de espírito.
Quanto à clarificação: a Lua, também neste caso, pode ser a pedra de toque, na clarificação...
Mas, isso, daria muito, muito, mas mesmo muito trabalho...
Entretanto, pelo que julgo, ou o Manuel Domingues, ou o Paulo Pinto, estão a arranjar lenha para, pelo menos, um deles, se queimar.
Vou confiar na Lua.
Repito: não estou a perceber lá muito bem.
Deverá haver aqui qualquer pormenor que me está a escapar...
Mas não vou perder a esperança na Lua, que continua a ser inspiradora...
Aliás, a Lua nunca me desiludiu, pelo que vou continuar a acreditar na clarificação...
Querem chamar-me romântico?
Ok. aceito!
Mas, romântico, no sentido de apaixonado, é coisa que já não me acontece, infelizmente, há muito.
Experimentem olhar para a Lua num dia em que os vossos humores estejam em baixo e vejam lá se a Lua muda o vosso estado de espírito.
Quanto à clarificação: a Lua, também neste caso, pode ser a pedra de toque, na clarificação...
Mas, isso, daria muito, muito, mas mesmo muito trabalho...
Entretanto, pelo que julgo, ou o Manuel Domingues, ou o Paulo Pinto, estão a arranjar lenha para, pelo menos, um deles, se queimar.
Vou confiar na Lua.
Este gosto de reparar...
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| Foto sacada daqui |
Para ele, nada é verdade.
O que é um drama, para quem considera que só vale a pena viver a vida com verdade!
Mas, o mais grave, porém, é que nem mesmo a verdade histórica é respeitada!
Ao que chegaram os figueirenses!.. Nós. E as nossas circunstâncias...
Ana Catarina Mendes, no domingo, na Assembleia Figueirense, no decorrer da Sessão Encerramento da Reunião de Trabalho das Federações de Coimbra, Aveiro e Leiria do Partido Socialista, sobre as Autárquicas 2017, no seu discurso, teve uma pérola preciosa: "as listas de independentes, são o maior atentado à democracia e à cidadania, porque o único objectivo que os move é enfraquecer os partidos."
Parece que não será bem assim Senhora Deputada, pelo que se tem passado no PS/Coimbra, desde 2012...
Senhora Deputada Ana Catarina Mendes, basta reparar na direita, da fotografia acima...
Desculpem lá qualquer coisinha, mas há quem tenha a mania de reparar...
Vejam lá se não há, por assim dizer, um ecletismo intelectual no reparar, que ultrapassa, em muito, a visão propriamente dita?..
Vamos lá então continuar a discutir o PDM... (22)
Pegando nas declarações da Senhora Vereadora Ana Carvalho ao jornal AS BEIRAS, de 3 de Abril sobre o horto, passo a citar.
"Quanto mais se valorizarem os terrenos, melhor para a Câmara".
A Escola Primária das Regalheiras fica em REN!
Mais um lapso, dr. ALBINO ATAÍDE?
OS MORADORES AO LADO PODEM NO FUTURO FAZER OBRAS?
SERÁ POR SER PERTO DOS TERRENOS DA "FAMILIA OLIVEIRA" QUE FOI FEITO ISTO?
"Quanto mais se valorizarem os terrenos, melhor para a Câmara".
A Escola Primária das Regalheiras fica em REN!
Mais um lapso, dr. ALBINO ATAÍDE?
OS MORADORES AO LADO PODEM NO FUTURO FAZER OBRAS?
SERÁ POR SER PERTO DOS TERRENOS DA "FAMILIA OLIVEIRA" QUE FOI FEITO ISTO?
sexta-feira, 7 de abril de 2017
Vamos lá então continuar a discutir o PDM... (21)
NOTA.
ponto 1: Alargamento no PERÍMETRO URBANO, de mais área que o normal.
ponto 2: numa rua infra-estruturada, entre o curzamento do Bizorreiro e os Armazens de Lavos.
Nestes 200 metros é SOLO RÚSTICO | ESPAÇOS AGRÍCOLAS | ESPAÇOS AGRÍCOLAS DE PRODUÇÃO.
ponto 3: SOLO RÚSTICO | ESPAÇOS DE EXPLORAÇÃO DE RECURSOS GEOLÓGICOS | ÁREAS DE EXPLORAÇÃO POTENCIAL.
SERÁ UM LAPSO CIRÚRGICO?..
ESTARÁ, PORVENTURA, ENVOLVIDO EM ALGUMA DESTAS SITUAÇÕES ALGUM CAMARADA?..
BEM ALERTOU O PRESIDENTE DA JUNTA, QUE ESTE PDM, PARA LAVOS, ERA PIOR...
ELE LÁ TERÁ AS SUAS RAZÕES!
ponto 1: Alargamento no PERÍMETRO URBANO, de mais área que o normal.
ponto 2: numa rua infra-estruturada, entre o curzamento do Bizorreiro e os Armazens de Lavos.
Nestes 200 metros é SOLO RÚSTICO | ESPAÇOS AGRÍCOLAS | ESPAÇOS AGRÍCOLAS DE PRODUÇÃO.
ponto 3: SOLO RÚSTICO | ESPAÇOS DE EXPLORAÇÃO DE RECURSOS GEOLÓGICOS | ÁREAS DE EXPLORAÇÃO POTENCIAL.
SERÁ UM LAPSO CIRÚRGICO?..
ESTARÁ, PORVENTURA, ENVOLVIDO EM ALGUMA DESTAS SITUAÇÕES ALGUM CAMARADA?..
BEM ALERTOU O PRESIDENTE DA JUNTA, QUE ESTE PDM, PARA LAVOS, ERA PIOR...
ELE LÁ TERÁ AS SUAS RAZÕES!
PDM de Albino Ataíde: Ó LA RI LÓ LE LA COMO ESTE NÃO HÁ NENHUM...
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| para ler clicar na imagem |
"João Ataíde, presidente da Câmara da Figueira da Foz, afirmou ontem, na reunião de câmara, que o horto municipal daquela cidade irá ser vendido em hasta pública, depois da aprovação do novo Plano Diretor Municipal (PDM), cuja proposta de revisão se encontra em fase de discussão pública.
As receitas da venda, adiantou o edil, serão aplicadas numa “grande horta biológica” e num novo canil municipal, na várzea de Tavarede, para onde a autarquia vai transferir os seus armazéns e outros serviços.
O Foz Plaza, como o DIÁRIO AS BEIRAS adiantou, esta semana, recorde-se, está interessado naquele lote, contíguo ao centro comercial, que o município vai alienar.
Ainda acerca do PDM, João Ataíde reiterou a sua disponibilidade para participar em sessões públicas de esclarecimento, como vinha exigindo a oposição, na autarquia e noutros espaços a definir, em horários pós-laborais.
O presidente da câmara respondia ao vereador do PSD Miguel Almeida."
Via AS BEIRAS
"O Euro, a dívida e a banca". Ontem à noite, o Café Nau teve sala cheia para ouvir Carlos Carvalhas
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| foto António Agostinho |
Esta foi uma das opiniões expressas ontem à noite numa sessão realizada no Café Nau, com a presença de Carlos Carvalhas, Economista e membro do Comité Central do PCP.
Para o PCP, sair do euro não é uma questão ideológica mas sim económica. “O euro é uma moeda que não tem em conta a racionalidade económica, que nos cria dificuldades. É uma moeda muito simpática, é evidente, porque podemos ir aqui a Espanha e a França, e não temos de fazer câmbios. Mas é uma moeda muito cara. É uma moeda que nos obriga a ficar dependentes dos mercados, mesmo para pagamentos internos," disse ainda Carlos Carvalhas, antigo secretário-geral do PCP.
O orador, porém, deixou claro que não existe conflito com o actual governo da "Geringonça", ao frisar que “não é determinante deixar a moeda única para apoiar o actual Governo”.
Carlos Carvalhas sublinhou ainda o que faria, caso o PCP estivesse no Governo e pretendesse levar avante o plano para sair do euro: começaria por colocar a questão na União Europeia e no Banco Central Europeu, considerando que “não é tão esdrúxula assim uma vez que o BCE já fez estudos sobre as consequências da saída de um país”.
Quanto ao vínculo europeísta do PS, Carvalhas diz que “o tempo se encarregará de desvanecer as ilusões federalistas do PS”.
Carvalhas apontou a situação antes e depois do euro. Antes, "o Orçamento do Estado fazia alguma redistribuição, o que não acontece agora: no Orçamento Comunitário essa redistribuição é prticamente ineixistente.
A Alemanha tem todos os benefícios e os outros têm de pagar a factura".
A CEE, na opinião de Carlos Carvalhas, "não tem solução para isto: é uma questão de tempo". Seria necessário, "8 ou 9% do PIB da Alemanha para para que houvesse alguma redistribuição no Orçamento Comunitário". Na sua opinião, "isso nunca irá acontecer".
A propósito da situação vivida pela banca o orador referiu algo interessante e que faz pensar: "o BCE é o único banco que se encontra impedido de emprestar aos Estados, só indirectamente - e isso só aconteceu depois da crise".
Na opinião do membro do Comité Central do PCP que esteve presente ontem à noite no Café Nau, "um partido responsável tem a obrigação de avisar o seu Povo e preparar-se para o pós euro. Saindo a Itália adeus euro". Depois, "o que sai em euros de dividendos e juros da dívida pública é uma brutalidade. Já somso contribuintes líquidos".
No contexto actual, na sua opinião, o Banco de Portugal tem um papel praticamente irrelevante, assim como "uma junta de freguesia do BCE".
Na opinião de Carlos Carvalhas, "Portugal não tem futuro no euro, onde austeridade, quer dizer concentração de riqueza".
Isto é: "as regiões ricas, ficam cada vez mais ricas..."
PS figueirense ao rubro... (II)
Como já demos conta aqui, Rui Duarte fez na Assembleia Figueirense, a apresentação da sua candidatura a candidato a candidato à junta de freguesia de Buarcos/S. Julião. Os estatutos dizem que se existirem dois candidatos, que estes devem ser votados em eleições da secção ou secções, neste caso nas de Buarcos e São Julião.
Dado que José Esteves, o actual presidente, também já se assumiu candidato a candidato, a batata quente está nas mãos da Comissão Nacional.
Ao que tudo leva a crer, José Esteves, está a apostar na jogada da vitimização.
Recuando no tempo, segundo uma fonte por nós ouvida, "nas primeiras eleições disse que só iria fazer um mandato. Depois, que só fazia só mais este mandato. E, agora, quer continuar a todo o custo. Está agarrado como a lapa ao penedo."
Segundo ainda o que apurámos, Hugo Pires (secretário nacional para a Organização do PS) tentou "comprar" Rui Duarte. Ofereceu-lhe vários lugares. Contudo, Rui Duarte resistiu, dizendo "que tinha profissão e que não estava à venda."
Ao que parece, pelo menos neste momento, José Esteves não está interessado em ir a votos com Rui Duarte. Carlos Monteiro, João Portugal e João Galamba é que estão a fazer pressão sobre o actual presidente da junta de Buarcos/S. Julião, para este se manter como candidato a candidato. Em causa estão também as eleições para a Concelhia, a seguir às autárquicas. Tudo aponta para que o candidato seja Carlos Monteiro e a eleição de José Esteves é a que melhor serviria a sua candidatura.
Sabemos que Hugo Pires, ligou na passada quarta-feira, de manhã, para a Figueira a pressionar para demover Rui Duarte a candidatar-se, caso contrário a Nacional avoca o processo e o candidato é José Esteves.
E, caso o actual presidente perca, estão já encontrados os "bodes espiatórios". A culpa recairá sobre os apoaintes de Rui Duarte.
Nesse caso, a confirmar-se este cenário, assistiríamos no PS concelhio "a uma gande purga"?
Segundo os apoiantes de Rui Duarte, José Esteves sabe o que está a fazer. "Encarnou o papel de vitima, faz passar a imagem da pessoa humilde, o pescador", enfim criou um "boneco" bem construído.
Será que vai conseguir levar a água ao seu moinho, mais uma vez?
Ana Catarina Mendes, no domingo, na Assembleia Figueirense, no seu discurso teve uma pérola preciosa: "as listas de independentes, são o maior atentado à democracia e à cidadania, porque o único objectivo que os move é enfraquecer os partidos."
Pelos vistos, parece que não é bem assim. Pelo que se passa no PS figueirense, são os partidos que se enfraquecem a si próprios.
Não precisam de mais ninguém...
Dado que José Esteves, o actual presidente, também já se assumiu candidato a candidato, a batata quente está nas mãos da Comissão Nacional.
Ao que tudo leva a crer, José Esteves, está a apostar na jogada da vitimização.
Recuando no tempo, segundo uma fonte por nós ouvida, "nas primeiras eleições disse que só iria fazer um mandato. Depois, que só fazia só mais este mandato. E, agora, quer continuar a todo o custo. Está agarrado como a lapa ao penedo."
Segundo ainda o que apurámos, Hugo Pires (secretário nacional para a Organização do PS) tentou "comprar" Rui Duarte. Ofereceu-lhe vários lugares. Contudo, Rui Duarte resistiu, dizendo "que tinha profissão e que não estava à venda."
Ao que parece, pelo menos neste momento, José Esteves não está interessado em ir a votos com Rui Duarte. Carlos Monteiro, João Portugal e João Galamba é que estão a fazer pressão sobre o actual presidente da junta de Buarcos/S. Julião, para este se manter como candidato a candidato. Em causa estão também as eleições para a Concelhia, a seguir às autárquicas. Tudo aponta para que o candidato seja Carlos Monteiro e a eleição de José Esteves é a que melhor serviria a sua candidatura.
Sabemos que Hugo Pires, ligou na passada quarta-feira, de manhã, para a Figueira a pressionar para demover Rui Duarte a candidatar-se, caso contrário a Nacional avoca o processo e o candidato é José Esteves.
E, caso o actual presidente perca, estão já encontrados os "bodes espiatórios". A culpa recairá sobre os apoaintes de Rui Duarte.
Nesse caso, a confirmar-se este cenário, assistiríamos no PS concelhio "a uma gande purga"?
Segundo os apoiantes de Rui Duarte, José Esteves sabe o que está a fazer. "Encarnou o papel de vitima, faz passar a imagem da pessoa humilde, o pescador", enfim criou um "boneco" bem construído.
Será que vai conseguir levar a água ao seu moinho, mais uma vez?
Ana Catarina Mendes, no domingo, na Assembleia Figueirense, no seu discurso teve uma pérola preciosa: "as listas de independentes, são o maior atentado à democracia e à cidadania, porque o único objectivo que os move é enfraquecer os partidos."
Pelos vistos, parece que não é bem assim. Pelo que se passa no PS figueirense, são os partidos que se enfraquecem a si próprios.
Não precisam de mais ninguém...
Camarins do CAE!..
Enquanto o dinheiro é gasto nas chamadas obras do regime – caso da da praia da calaimidade, que custaram o mesmo valor que
custou o CAE, equipamento de referência a nível regional - as
necessárias obras de manutenção deste equipamento, que hoje podem significar
tostões, amanhã poderão custar milhões!..
O CAE, como todos sabemos, tem
conseguido captar espectadores de toda a região centro, e é um
marco importante na cultura figueirense.
As prioridades do presidente Albino
Ataíde têm sido as obras do regime, por outras palavras, as obras
de fachada ....
Será pedir muito que, pelo menos,
mantenha o CAE em condições mínimas!..
Albino Ataíde, está de saída.
A
dúvida é: em outubro ou 4 anos depois...
Esta é a imagem de marca da gestão
Albino Ataíde: trabalhar para a fotografia!
Quem vier a seguir que feche a porta...
No fim, quem paga a factura, será sempre o
bom e cordato povo figueirense!..
Quem vier a seguir que feche a porta...
quinta-feira, 6 de abril de 2017
Um apontamento da sessão camarária de hoje de manhã...
Na
sessão desta manhã da Câmara Municipal, a dada altura, questionado
por Miguel Almeida, vereador “Somos Figueira”, sobre a
intervenção nos debates PDM, Albino Ataide afirmou:
“Vou
estudar isto com a equipa. Também estou disposto, diante das
pessoas, obviamente, depende da disponibilidade delas. A minha é
total: das 9h á 1h da manhã, é quando quiserem em função da
minha disponibilidade, mas por uma questão de principio esta é a
nossa casa, é aqui que devo fazer as minhas apresentações, vamos
ver porventura, agora não, é semana da Páscoa, não!
A
partir de quinta-feira estamos em período de Páscoa! Para a semana
a seguir fixar a partir das oito, seis da tarde, para quem quiser
estaremos aqui disponíveis, olhe eu estou desejoso é de começar a
falar sobre o assunto... é o meu verdadeiro desejo falar sobre o
assunto, não é falar sobre opacidade do assunto, pelo contrário
torná-lo verdadeiramente mais transparente possível...”
Após
Miguel Almeida voltar à carga – “veja, eu quero acreditar que o
senhor nem se ouviu: disse que esta é a minha casa e quem quiser que
venha cá falar comigo...” - Albino Ataíde disse que ia as
freguesias...
Entretanto,
caiu a transmissão via net...
O
futuro irá falar: lá para Setembro, não será perfeitamente natural visível a presença
de Albino Ataíde nas freguesias?..
Como
sabem, as autárquicas 2017 ocorrerão no dia 1 de Outubro...
Nota.
Tenho
isto gravado... Aliás, certamente irá ser vertido em acta...
PS figueirense ao rubro...
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| foto sacada daqui |
Rui
Duarte fez ontem na Assembleia Figueirense, a apresentação da sua
candidatura a candidato a candidato à junta de freguesia de
Buarcos/S. Julião.
Não
estive presente – a casamentos e baptizados só vai quem é
convidado..., mas sei que esteve muita gente: mais de 160 pessoas, segundo
me informaram...
Ao
que OUTRA MARGEM apurou, no passado fim-de-semana estiveram na
Figueira, Hugo Pires e Ana Catarina Mendes, da Comissão Nacional do
PS.
Reuniram
com Rui Duarte e com José Esteves, no sentido de tentar
demover Rui Duarte da candidatura que pretende apresentar à junta
de freguesia de Buarcos/S. Julião, o que pelos vistos não foi conseguido.
De
harmonia com os desenvolvimentos entretanto ocorridos, Rui Duarte
não se vergou e está na disposição de levar a sua candidatura até
ao fim, assumindo todas as responsabilidades inerentes ao seu acto.
Sublinhe-se,
que os estatutos do PS dizem que se existirem dois candidatos, que
estes devem ser votados em eleições da secção ou secções, neste
caso nas de Buarcos e São Julião.
A
batata quente está nas mãos da Comissão Nacional.
Resta saber a posição da concelhia do PS figueirense sobre esta situação...
Resta saber a posição da concelhia do PS figueirense sobre esta situação...
Teotónio Cavaco, deputado municipal do PSD, na apresentação do candidato a candidato do PS à junta de Buarcos/S.Julão, Rui Duarte, PS...
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| Foto sacada daqui |
Na Figueira, pelos vistos, não é assim!..
Carlos Carvalhas vai estar hoje na Figueira para falar do euro...
Esta noite, pelas 21 horas, no Café Nau, Carlos Carvalhas do Comité Central do Partido Comunista Português, vai estar presente numa sessão pública, cujo tema será: "O EURO, DÍVIDA BANCA".
Pois é Rui: ...e esta rapaziada continua à frente das sondagens. Que povo é este, que faz por merecer esta gente 40 anos seguidos e não aprende!..
"A assembleia municipal extraordinária dedicada ao novo PDM voltou a revelar a difculdade quer deste executivo, quer da força maioritária na assembleia, em lidar com processos de amplo debate democrático. Há um receio em dar a cara e ouvir o povo em debates públicos potencialmente polémicos. Obviamente que não é fácil encarar uma plateia para discutir o PDM, sobretudo quando já sabemos que a única motivação de alguns presentes será o interesse próprio, como construir uma “maison” em terreno agrícola, ou outras atrocidades semelhantes. Ninguém disse que era fácil, mas também ninguém obrigou os eleitos a se apresentarem a eleições. Foram eleitos para os momentos simpáticos, inaugurações com grande pompa e porco no espeto, mas também foram eleitos para lidar com debates difíceis como é este do PDM. Não serão momentos agradáveis, mas é também para isso que foram eleitos e são pagos pelo erário público. Por exemplo, entre as questões muito concretas a que este executivo terá que responder está a dentada que o PDM vai permitir ao que resta do corredor verde que segue o curso de água que vai da serra e atravessa as Abadias, permitindo construção sobre os terrenos do horto municipal. Em vez de valorizar e desenvolver aquela linha natural que poderia contribuir para aumentar o bem-estar coletivo, constatamos que o interesse de uma grande superfície se sobrepõe ao interesse público."
OUVIR O POVO, uma crónica de Rui Curado da Silva.
Nota de rodapé.
Longe vão os tempos, mas eu tenho alguma memória, em que as palavras de Abraham Lincoln "A democracia é o governo do povo, pelo povo, para o povo...", tiveram algum significado na Figueira!
Hoje, não passa de uma frase bonita...
OUVIR O POVO, uma crónica de Rui Curado da Silva.
Nota de rodapé.
Longe vão os tempos, mas eu tenho alguma memória, em que as palavras de Abraham Lincoln "A democracia é o governo do povo, pelo povo, para o povo...", tiveram algum significado na Figueira!
Hoje, não passa de uma frase bonita...
Trabalhadores da Navigator na Figueira da Foz avançam com greve de 30 horas. A paragem está marcada para os dias 12 e 13 do corrente mês
Os trabalhadores da unidade da Figueira da Foz da Navigator Company decidiram ontem, em plenário, avançar com uma greve de 30 horas entre os dias 12 e 13, reclamando aumentos salariais, informou fonte sindical.
A greve, que vai decorrer das 18H00 do dia 12 de abril até às 24H00 do dia 13, surgiu por “falta de resposta” por parte da empresa Navigator Company “às reivindicações dos trabalhadores”, disse à agência Lusa José Paixão, do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente (SITE) do Centro Norte. José Paixão recordou que foi desenvolvido um abaixo assinado, que recolheu 652 assinaturas de trabalhadores do complexo da Figueira entre 23 e 29 de março, no qual se solicitava uma resposta da administração “até 4 de abril” e se mostrava a disponibilidade “para continuar a negociar e encontrar soluções para as reivindicações dos trabalhadores”. A única resposta chegou ontem, “a dizer que, da parte deles, estava concluído o processo e que não havia mais vontade nenhuma em negociar”, referiu o dirigente sindical.
Segundo dados da empresa, a The Navigator Company, herdeira do património do ex-grupo Portucel Soporcel, desde 2016, é a terceira maior exportadora em Portugal e representa 1,0 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. A Navigator Company atingiu um novo máximo histórico de produção de papel em 2016 e teve um volume de negócios de cerca de 1,6 mil milhões de euros.
A greve, que vai decorrer das 18H00 do dia 12 de abril até às 24H00 do dia 13, surgiu por “falta de resposta” por parte da empresa Navigator Company “às reivindicações dos trabalhadores”, disse à agência Lusa José Paixão, do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente (SITE) do Centro Norte. José Paixão recordou que foi desenvolvido um abaixo assinado, que recolheu 652 assinaturas de trabalhadores do complexo da Figueira entre 23 e 29 de março, no qual se solicitava uma resposta da administração “até 4 de abril” e se mostrava a disponibilidade “para continuar a negociar e encontrar soluções para as reivindicações dos trabalhadores”. A única resposta chegou ontem, “a dizer que, da parte deles, estava concluído o processo e que não havia mais vontade nenhuma em negociar”, referiu o dirigente sindical.
Segundo dados da empresa, a The Navigator Company, herdeira do património do ex-grupo Portucel Soporcel, desde 2016, é a terceira maior exportadora em Portugal e representa 1,0 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. A Navigator Company atingiu um novo máximo histórico de produção de papel em 2016 e teve um volume de negócios de cerca de 1,6 mil milhões de euros.
Aquela miséria que é a Assembleia Municipal...
A política na Figueira, como se vê sempre que há sessões da Assembleia Municipal, serve cada vez menos para os políticos locais discutirem soluções para o concelho, para se transformar num palco para "jogadas" de pseudos craques políticos caseiros, onde em vez de se abordarem soluções, procura-se, como se viu, mais uma vez, na passada segunda-feira, tentar ser eficaz, mas a rasteirar o adversário político.
O melhor "deputado" municipal não é o que apresenta a melhor proposta para o seu concelho dimanada do seu partido, mas sim o que consegue passar a perna a quem também está na AM, mas é de outra cor política.
Fora da Assembleia, a política figueirinhas é feita para aparecer nos jornais, na rádio e na TV locais...
A política, na Figueira, tal como no País, está reduzida a tiradas previamente encenadas.
Devo ser dos poucos figueirenses que paga para assistir àquele espectáculo degradante que são as Assembleias Muncnipais.
Meus senhores, minhas senhoras, caros e caras "deputados" municipais: começa a ser tempo de discutir os problemas reais dos figueirenses, que não são poucos, e procurar encontrar as soluções que nem sempre são difíceis.
Felizmente, que na Figueira há mais política para além das sessões da Assembleia Municipal.
O melhor "deputado" municipal não é o que apresenta a melhor proposta para o seu concelho dimanada do seu partido, mas sim o que consegue passar a perna a quem também está na AM, mas é de outra cor política.
Fora da Assembleia, a política figueirinhas é feita para aparecer nos jornais, na rádio e na TV locais...
A política, na Figueira, tal como no País, está reduzida a tiradas previamente encenadas.
Devo ser dos poucos figueirenses que paga para assistir àquele espectáculo degradante que são as Assembleias Muncnipais.
Meus senhores, minhas senhoras, caros e caras "deputados" municipais: começa a ser tempo de discutir os problemas reais dos figueirenses, que não são poucos, e procurar encontrar as soluções que nem sempre são difíceis.
Felizmente, que na Figueira há mais política para além das sessões da Assembleia Municipal.
Vamos lá então continuar a discutir o PDM... (20)
AS FAMOSAS ZONAS INDUSTRIAIS DE ALBINO ATAÍDE!..
SERÁ QUE NAS VIAGENS DIÁRIAS PARA COIMBRA, VIA A14, AINDA NÃO TERÁ DADO CONTA QUE DO PONTO DE VISTA DA MORFOLOGIA DO TERRENO, DIFICILMENTE SERÁ VIÁVEL ECONOMICAMENTE...
ALGUÉM JÁ ESTUDOU OS CUSTOS DO NECESSÁRIO DESATERRO?
EM QUANTO ORÇAM AS NECESSÁRIAS INFRAESTRUTURAS?
A ZONA TEM LINHAS DE ÁGUA E O TERRENO É ACIDENDENTADO...
COMO SERÃO FEITOS OS ACESSOS NORTE E SUL?
OU É SÓ PARA A IMAGEM?
ALBINO ATAIDE, SÓ ESTARÁ, NA PIOR DAS HIPÓTESES, MAIS 4 ANOS!
QUEM VIER A SEGUIR QUE FECHE A PORTA.
Nota de rodapé.
Este terreno tem uma história longa.
Já esteve para ser instalada lá, nos anos 90, a "SIDEN", unidade a carvão e queima de lixo. Também, esteve prevista para lá a construção de uma Universidade.
TUDO, SEMPRE, COMO SE VIU ATÉ AGORA, PROPAGANDA SOCIALISTA!..
Depois, será caso para nos interrogarmo-nos: ZONA INDUSTRIAL NUMA ZONA MONTANHOSA?
QUANTOS MILHÕES SERÃO NECESSÁRIOS PARA TERRAPLANAR E INFRAESTRUTURAR?
Quem ouviu na passada segunda-feira na AM o presidente Albino Ataíde, percebe a que a teoria (o sonho) é uma coisa, e a prática (a realidade) é outra.
SERÁ QUE NAS VIAGENS DIÁRIAS PARA COIMBRA, VIA A14, AINDA NÃO TERÁ DADO CONTA QUE DO PONTO DE VISTA DA MORFOLOGIA DO TERRENO, DIFICILMENTE SERÁ VIÁVEL ECONOMICAMENTE...
ALGUÉM JÁ ESTUDOU OS CUSTOS DO NECESSÁRIO DESATERRO?
EM QUANTO ORÇAM AS NECESSÁRIAS INFRAESTRUTURAS?
A ZONA TEM LINHAS DE ÁGUA E O TERRENO É ACIDENDENTADO...
COMO SERÃO FEITOS OS ACESSOS NORTE E SUL?
OU É SÓ PARA A IMAGEM?
ALBINO ATAIDE, SÓ ESTARÁ, NA PIOR DAS HIPÓTESES, MAIS 4 ANOS!
QUEM VIER A SEGUIR QUE FECHE A PORTA.
Nota de rodapé.
Este terreno tem uma história longa.
Já esteve para ser instalada lá, nos anos 90, a "SIDEN", unidade a carvão e queima de lixo. Também, esteve prevista para lá a construção de uma Universidade.
TUDO, SEMPRE, COMO SE VIU ATÉ AGORA, PROPAGANDA SOCIALISTA!..
Depois, será caso para nos interrogarmo-nos: ZONA INDUSTRIAL NUMA ZONA MONTANHOSA?
QUANTOS MILHÕES SERÃO NECESSÁRIOS PARA TERRAPLANAR E INFRAESTRUTURAR?
Quem ouviu na passada segunda-feira na AM o presidente Albino Ataíde, percebe a que a teoria (o sonho) é uma coisa, e a prática (a realidade) é outra.
quarta-feira, 5 de abril de 2017
Entrada cidade - zona da estação na estrada de Coimbra...
Os trabalhos eram para ter ficado concluídos a 31 dezembro 2016...
Certo?
Será que a câmara de maioria absoluta do presidente Albino Ataíde vai fazer um ajuste directo para acabar os passeios nesta zona recentemente intervencionada?
Certo?
Será que a câmara de maioria absoluta do presidente Albino Ataíde vai fazer um ajuste directo para acabar os passeios nesta zona recentemente intervencionada?
Vamos lá então continuar a discutir o PDM... (19)
Mesmo em frente ao Pavilhão do Ginásio Clube Figueirense, mais cedo do que tarde, brotará uma cortina de prédios...
Dado que aquele espaço está inserido no corredor verde das Abadias, que deveria ir até ao Parque de Campismo, não seria mais razoável aproveitar aquele espaço, inserindo na zona verde estacionamento e equipamentos desportivos?
Dado que aquele espaço está inserido no corredor verde das Abadias, que deveria ir até ao Parque de Campismo, não seria mais razoável aproveitar aquele espaço, inserindo na zona verde estacionamento e equipamentos desportivos?
Algumas frases da Assembleia Municipal realizada na passada segunda-feira...
Política figueirense: a silly season fora da época... (X)
Via AS BEIRAS, de hoje:
"O autarca socialista Rui Duarte (número dois do executivo da Junta de Buarcos e São Julião, presidido pelo recandidato José Esteves) mantém a determinação de se apresentar, hoje, à noite, na assembleia de militantes das secções de Buarcos e da Figueira da Foz como candidato a candidato do partido à presidência daquela freguesia urbana. A sessão realiza-se na Assembleia Figueirense. Isto não obstante a conversa que teve, ao final da tarde de domingo, com dirigentes nacionais do PS, que se deslocaram à Figueira da Foz para uma ação de formação para candidatos às eleições autárquicas. Ao que o Diário As Beiras apurou, foi transmitido a Rui Duarte que o candidato à Junta de Buarcos e São Julião é José Esteves, como ficara, aliás, determinado no congresso nacional do partido. Portanto, o PS determinou que os autarcas que manifestem disponibilidade para se recandidatarem serão os candidatos naturais, e José Esteves já disse ao PS que é recandidato. No entanto, o jovem político não desarma, e até já foram criadas, no Facebook, duas páginas de apoio, sob o lema “Uma cidade para o futuro”.
Os estatutos do PS permitem que qualquer militante que reúna as condições para o efeito possa apresentar-se como candidato nos respetivos órgãos, numa espécie de eleições primárias internas. O resultado da votação, contudo, não é vinculativo, uma vez que as instâncias superiores do partido (as direções distrital e nacional) podem avocar a escolha do candidato indicado pelas estruturas locais. Por sua vez, a Concelhia pode validar ou rejeitar o resultado da votação nas secções. Contactado pelo Diário As Beiras, Rui Duarte não quis prestar declarações. J.A."
Via OUTRA MARGEM, de 23 de fevereiro de 2017
O segundo round entre José Esteves, o presidente da junta de freguesia de Buarcos/S. Julião, que pretende recandidatar-se, e Rui Duarte, que lhe quer ocupar o lugar, vai realizar-se em breve...
João Portugal e João Galamba são os elementos que mais pressão fazem em Lisboa para reconduzir José Esteves a um terceiro mandato à frente da maior freguesia do concelho da Figueira da Foz.
Tudo isto ainda está no segredo dos deuses do PS local, para evitar fugas de informação e alarme nas hostes do PS local.
NOTA.
Não se admirem com a minha intuição.
Não pensem, porém, que tenho mais um sentido que o comum dos normais - seria o sexto!
Tudo isto é simples de explicar: a minha intuição resume-se apenas à expressão de um cálculo de probabilidades que a experiência, e alguma informação privilegiada a que temos acesso por fontes credíveis, nos fornece.
O segredo, é que, alguns, apuram o resultado da equação mais rápido que outros.
Esta, é a minha intuição!
O futuro disse de sua justiça. Não há nada como aguardar serenamente.
Mais cedo do que tarde, a verdade, tal como o azeite, vem acima.
Mais uma vez: dever cumprido e consciência tranquila.
A terminar: compreendi, como compreendo sempre, a estratégia política dos actores políticos, como foi neste caso, a intervenção do Luís Ribeiro.
O jogo também fez parte da minha aprendizagem. É ele que nos permite um avaliar das situações para idealizarmos a estratégia adequada para o que pretendemos que se concretize.
É aí que também reside o campo de testes, que permitirão adquirir o lastro para voos maiores. Como é caso, espero, do Luís Ribeiro, pois a Figueira não tem assim tantos valores que possa dispensar o seu contributo.
"O autarca socialista Rui Duarte (número dois do executivo da Junta de Buarcos e São Julião, presidido pelo recandidato José Esteves) mantém a determinação de se apresentar, hoje, à noite, na assembleia de militantes das secções de Buarcos e da Figueira da Foz como candidato a candidato do partido à presidência daquela freguesia urbana. A sessão realiza-se na Assembleia Figueirense. Isto não obstante a conversa que teve, ao final da tarde de domingo, com dirigentes nacionais do PS, que se deslocaram à Figueira da Foz para uma ação de formação para candidatos às eleições autárquicas. Ao que o Diário As Beiras apurou, foi transmitido a Rui Duarte que o candidato à Junta de Buarcos e São Julião é José Esteves, como ficara, aliás, determinado no congresso nacional do partido. Portanto, o PS determinou que os autarcas que manifestem disponibilidade para se recandidatarem serão os candidatos naturais, e José Esteves já disse ao PS que é recandidato. No entanto, o jovem político não desarma, e até já foram criadas, no Facebook, duas páginas de apoio, sob o lema “Uma cidade para o futuro”.
Os estatutos do PS permitem que qualquer militante que reúna as condições para o efeito possa apresentar-se como candidato nos respetivos órgãos, numa espécie de eleições primárias internas. O resultado da votação, contudo, não é vinculativo, uma vez que as instâncias superiores do partido (as direções distrital e nacional) podem avocar a escolha do candidato indicado pelas estruturas locais. Por sua vez, a Concelhia pode validar ou rejeitar o resultado da votação nas secções. Contactado pelo Diário As Beiras, Rui Duarte não quis prestar declarações. J.A."
Via OUTRA MARGEM, de 23 de fevereiro de 2017
O segundo round entre José Esteves, o presidente da junta de freguesia de Buarcos/S. Julião, que pretende recandidatar-se, e Rui Duarte, que lhe quer ocupar o lugar, vai realizar-se em breve...
João Portugal e João Galamba são os elementos que mais pressão fazem em Lisboa para reconduzir José Esteves a um terceiro mandato à frente da maior freguesia do concelho da Figueira da Foz.
Tudo isto ainda está no segredo dos deuses do PS local, para evitar fugas de informação e alarme nas hostes do PS local.
NOTA.
Não se admirem com a minha intuição.
Não pensem, porém, que tenho mais um sentido que o comum dos normais - seria o sexto!
Tudo isto é simples de explicar: a minha intuição resume-se apenas à expressão de um cálculo de probabilidades que a experiência, e alguma informação privilegiada a que temos acesso por fontes credíveis, nos fornece.
O segredo, é que, alguns, apuram o resultado da equação mais rápido que outros.
Esta, é a minha intuição!
O futuro disse de sua justiça. Não há nada como aguardar serenamente.
Mais cedo do que tarde, a verdade, tal como o azeite, vem acima.
Mais uma vez: dever cumprido e consciência tranquila.
A terminar: compreendi, como compreendo sempre, a estratégia política dos actores políticos, como foi neste caso, a intervenção do Luís Ribeiro.
O jogo também fez parte da minha aprendizagem. É ele que nos permite um avaliar das situações para idealizarmos a estratégia adequada para o que pretendemos que se concretize.
É aí que também reside o campo de testes, que permitirão adquirir o lastro para voos maiores. Como é caso, espero, do Luís Ribeiro, pois a Figueira não tem assim tantos valores que possa dispensar o seu contributo.
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