Recuando a 2008....
Segundo o Instituto da Água, os terrenos do Cabedelo “deverão manter-se livres de qualquer construção”.
E o PDM de Albino Ataíde das Neves, em 2017, o que diz?..
Convém não esquecer, que em Portugal as frentes marítimas continuam a ser apetecíveis para os tubarões da construção civil. São Pedro, não é excepção.
Daí, que não surpreenda ninguém minimamente atento, a gula por dois terrenos no Cabedelo: um, com a área de 14 500 m2; o outro, com 13 930 m2. Até porque estes dois terrenos têm uma particularidade importantíssima: os dois, podem transformar-se num só, eliminada que seja a estrada pública que os divide. E, isso, já esteve previsto...
segunda-feira, 27 de março de 2017
"Portugal tem mais 850 mil eleitores que população em idade de votar"!..
"Diferença é muito maior no Interior e aumenta, por exemplo, despesas do Estado com autarcas e campanhas eleitorais"...
Nota de rodapé.
Mudaram os tempos, mudaram-se os meios.
A televisão foi a maior maravilha da ciência ao serviço da infertilidade humana!
Quando não havia televisão, era na calada da noite que a população portuguesa se multiplicava...
Razão tem quem pensa que a vida não imita a arte.
A vida imita a televisão...
A televisão tende a tornar as pessoas preguiçosas.
E, não só, mentalmente...
A televisão provaca a exaustão.
E, não só, a emocional...
Nota de rodapé.
Mudaram os tempos, mudaram-se os meios.
A televisão foi a maior maravilha da ciência ao serviço da infertilidade humana!
Quando não havia televisão, era na calada da noite que a população portuguesa se multiplicava...
Razão tem quem pensa que a vida não imita a arte.
A vida imita a televisão...
A televisão tende a tornar as pessoas preguiçosas.
E, não só, mentalmente...
A televisão provaca a exaustão.
E, não só, a emocional...
A palavra de um triste...
Défice português ficou nos 2,1% em 2016.
E agora Pedro?
Nota de rodapé.
OUTRA MARGEM, tal como as crianças, é puro e incrível.
Em geral, as crianças repetem palavra por palavra aquilo que você não deveria ter dito.
Foi o que aconteceu com a publicação deste video...
domingo, 26 de março de 2017
Cae, cai o Cae...
O Centro de Artes e Espectáculos (CAE) da Figueira da Foz, foi inaugurado em 2002. Estrutura cultural de grande dimensão (2 auditórios com 200 e 800 lugares – anfiteatro exterior, foyer, salas de apoio, estúdios, 4 salas de exposições), foi pensado numa perspectiva de centralidade regional, com fundos comunitários e a sua programação tende a passar por grandes espectáculos de índole nacional e internacional, encontrando-se esta estrutura também ligada a outros centros de programação e eventos, numa lógica de âncora que se dispersa sem perder continuidade.
Na tarde de hoje passei mais de 2 horas nesta estrutura cultural, cuja manutenção e limpeza é da responsabilidade da câmara municipal da Figueira.
Vi de tudo. Coisas simples de evitar, como pó e plantas secas... Vi desleixo na manutenção do espaço e falta de limpeza. Sobretudo, chamou-me a atenção o estado de degradação geral. Para não falar no estado degradado dos sanitários...
Numa cidade e num ano, onde se estão a gastar milhões de euros em novos equipamentos e obras do regime, não se consegue conservar e manter com um de limpeza e brio, o melhor equipamento regional no que à cultura diz respeito!
Penso que não é necessário acrescentar mais nada. Há fotos que falam por si.
Na tarde de hoje passei mais de 2 horas nesta estrutura cultural, cuja manutenção e limpeza é da responsabilidade da câmara municipal da Figueira.
Vi de tudo. Coisas simples de evitar, como pó e plantas secas... Vi desleixo na manutenção do espaço e falta de limpeza. Sobretudo, chamou-me a atenção o estado de degradação geral. Para não falar no estado degradado dos sanitários...
Numa cidade e num ano, onde se estão a gastar milhões de euros em novos equipamentos e obras do regime, não se consegue conservar e manter com um de limpeza e brio, o melhor equipamento regional no que à cultura diz respeito!
Penso que não é necessário acrescentar mais nada. Há fotos que falam por si.
Para ver melhor as fotos clicar na imagem
A Figueira é uma cidade muito pequenina, onde se acaba por saber tudo...
Os políticos, na Figueira, em Lisboa, no Porto, em Coimbra, na Vila de S. Pedro ou na Conchichina, gostam de órgãos de informação amestrados.
Por isso mesmo, não gostam de blogues.
Recentemente, um político do chamado "arco do poder", actualmente na oposição, que agora diz que já não é político, mas empresário, ficou (assim, como dizer?..) um pouco amofinado com o "caralhete"...
E com razão, diga-se muito de passagem...
O que os políticos não gostam nos blogues, não são os disparates que às vezes publicamos…
O que eles receiam, mesmo, é a opinião livre, no fundo, aquilo a que eles não estão nada habituados…
Aos anos, e tenho de recuar aos idos princípios dos anos 80, do século passado – vejam lá o cota que eu sou, ainda nem havia blogues!... – que eu sei muito bem o que a casa gasta, no que toca à Liberdade de informação, aqui pela Figueira...
Para os políticos, liberdade é: “os outros pensarem como eles..”
Claro que os blogues vieram atrapalhar um pouco a vida de certa gente... Dos políticos. Mas não só: a vida dos jornalistas, também já teve melhores dias.
O valor do silêncio está como a bolsa: em baixa.
Vivemos numa cidade com muitas pessoas muito "pequeninas", onde quase tudo nos querem interditar ou condicionar...
Antes dos blogues, os jornalistas podiam calar-se.
E, o silêncio, tinha um preço.
Agora, na era dos blogues, o silêncio dos jornalistas já não é tão valioso...
Temos pena…
Para onde olho, quase que só vejo sentidos únicos.
Viver assim, não deve ser fácil. Nem quero imaginar o que é viver com o medo de me apetecer fazer algo que me agradaria, mas não faço porque é "proibido", ou porque parece mal, ou porque posso cair no ridículo...
Enfim, apetece-me dizer com Régio...
"Não sei por onde vou, Não sei para onde vou, Sei que não vou por aí!"!
Só há uma coisa que me intriga: a importância que os políticos na Figueira – e não só - continuam a dar aos blogues…
Fica o agradecimento do cidadão empreendedor deste espaço a todos, incluindo aos políticos da situação e da oposição, sem esquecer os políticos que viraram empresários, pelos encómios com que vão obsequiando este modesto espaço, jamais vistos, aqui, por esta outra margem virtual.
Se vocês conseguissem dar um pontapézito no politicamente correcto, por dia, ficavam a saber o bem que lhes faria!..
Por isso mesmo, não gostam de blogues.
Recentemente, um político do chamado "arco do poder", actualmente na oposição, que agora diz que já não é político, mas empresário, ficou (assim, como dizer?..) um pouco amofinado com o "caralhete"...
E com razão, diga-se muito de passagem...
O que os políticos não gostam nos blogues, não são os disparates que às vezes publicamos…
O que eles receiam, mesmo, é a opinião livre, no fundo, aquilo a que eles não estão nada habituados…
Aos anos, e tenho de recuar aos idos princípios dos anos 80, do século passado – vejam lá o cota que eu sou, ainda nem havia blogues!... – que eu sei muito bem o que a casa gasta, no que toca à Liberdade de informação, aqui pela Figueira...
Para os políticos, liberdade é: “os outros pensarem como eles..”
Claro que os blogues vieram atrapalhar um pouco a vida de certa gente... Dos políticos. Mas não só: a vida dos jornalistas, também já teve melhores dias.
O valor do silêncio está como a bolsa: em baixa.
Vivemos numa cidade com muitas pessoas muito "pequeninas", onde quase tudo nos querem interditar ou condicionar...
E, o silêncio, tinha um preço.
Agora, na era dos blogues, o silêncio dos jornalistas já não é tão valioso...
Temos pena…
Para onde olho, quase que só vejo sentidos únicos.
Viver assim, não deve ser fácil. Nem quero imaginar o que é viver com o medo de me apetecer fazer algo que me agradaria, mas não faço porque é "proibido", ou porque parece mal, ou porque posso cair no ridículo...
Enfim, apetece-me dizer com Régio...
"Não sei por onde vou, Não sei para onde vou, Sei que não vou por aí!"!
Só há uma coisa que me intriga: a importância que os políticos na Figueira – e não só - continuam a dar aos blogues…
Fica o agradecimento do cidadão empreendedor deste espaço a todos, incluindo aos políticos da situação e da oposição, sem esquecer os políticos que viraram empresários, pelos encómios com que vão obsequiando este modesto espaço, jamais vistos, aqui, por esta outra margem virtual.
Se vocês conseguissem dar um pontapézito no politicamente correcto, por dia, ficavam a saber o bem que lhes faria!..
Vamos lá então discutir o PDM... (10)
Quinta de Santa Catarina.
Tanto ano de sonho e boatos!..
Finalmente, a realidade!
A tão falada urbanização de Santa Catarina vê luz ao fundo do túnel!
Tanto ano de sonho e boatos!..
Finalmente, a realidade!
A tão falada urbanização de Santa Catarina vê luz ao fundo do túnel!
O partido do macho!..
Em Portugal, ser mulher sempre abriu muitas portas!
Bem aventurada Cristas e os pobres de espírito: deles, será o reino dos céus!
Ou li mal, ou João Vaz confessa-se desiludido com os políticos e com a politica que se faz hoje na Figueira e com a diminuta intervenção da sociedade civil na gestão da polis, pois sabe que esse seria o único caminho para libertar o poder local do peso das "grandes interesses figueirinhas"...
"O PDM é um instrumento demasiado importante para ficar só nas mãos dos técnicos e políticos.
Uns e outros tendem a pensar que o “PDM sou eu”, e querem zonas de expansão urbana (“para os filhos”) onde há espaços agrícolas.
O PDM merece um amplo debate público mesmo que seja contaminado pelas pretensões individuais de valorização fundiária.
O debate começa mal, dado que é difícil a leitura do relatório e do regulamento do PDM. Os objetivos concretos da revisão do PDM são pouco evidentes. Falta um “resumo executivo”. O relatório perde-se em muitas estatísticas, quadros e tabelas.
São 17 maçadoras páginas de “indicadores demográficos” que terminam sem uma conclusão.
Faltam conclusões do tipo: “a população estagnou, o número de casas aumentou exponencialmente, há milhares de edifícios em ruína num país endividado e sem capital próprio”.
A Câmara tem razão, na teoria: “redefinem-se os aglomerados tendo em conta o que existe já construído no território, evitando a continuação da dispersão do edifi cado”. Um objetivo claro mas para o qual não apresenta evidências.
Há muitas questões sem resposta no PDM.
Quantos edifícios novos permite a revisão do PDM e em que freguesias?
O que vai acontecer a espaços verdes como a Qta. Santa Catarina? Vai ser urbanizado?
Falta à revisão do PDM uma visão factual e apurada do que queremos para o concelho.
Pessoalmente, sinto alguma frustração, pouco se aprendeu com os erros do passado."
"O PDM sou eu e… os meus filhos", uma crónica de João Vaz, consultor de sustentabilidade, no jornal AS BEIRAS.
Uns e outros tendem a pensar que o “PDM sou eu”, e querem zonas de expansão urbana (“para os filhos”) onde há espaços agrícolas.
O PDM merece um amplo debate público mesmo que seja contaminado pelas pretensões individuais de valorização fundiária.
O debate começa mal, dado que é difícil a leitura do relatório e do regulamento do PDM. Os objetivos concretos da revisão do PDM são pouco evidentes. Falta um “resumo executivo”. O relatório perde-se em muitas estatísticas, quadros e tabelas.
São 17 maçadoras páginas de “indicadores demográficos” que terminam sem uma conclusão.
Faltam conclusões do tipo: “a população estagnou, o número de casas aumentou exponencialmente, há milhares de edifícios em ruína num país endividado e sem capital próprio”.
A Câmara tem razão, na teoria: “redefinem-se os aglomerados tendo em conta o que existe já construído no território, evitando a continuação da dispersão do edifi cado”. Um objetivo claro mas para o qual não apresenta evidências.
Há muitas questões sem resposta no PDM.
Quantos edifícios novos permite a revisão do PDM e em que freguesias?
O que vai acontecer a espaços verdes como a Qta. Santa Catarina? Vai ser urbanizado?
Falta à revisão do PDM uma visão factual e apurada do que queremos para o concelho.
Pessoalmente, sinto alguma frustração, pouco se aprendeu com os erros do passado."
"O PDM sou eu e… os meus filhos", uma crónica de João Vaz, consultor de sustentabilidade, no jornal AS BEIRAS.
sábado, 25 de março de 2017
Bypass
Os deputados Maurício Marques e Ana Oliveira do PSD, eleitos por Coimbra, estiveram esta manhã na Praia do Cabedelo para se inteirarem sobre a questão da erosão costeira e da possivel implementação do "bypass" defendida pelo arquitecto Miguel Figueira e Eurico Gonçalves, do SOS Cabedelo.
Daqui
Daqui
Vamos lá então discutir o PDM... (9)
Imóveis da Câmara Municipal.
Será a Câmara só valoriza imóveis dos privados?..
Mesmo que não venda, o solo vale o que é possível lá construir...
“Deus, Pátria, Família: a Trilogia da Educação Nacional” *
"Quero agradecer à Irmã Pilar da Casa da Nossa Senhora do Rosário e sua equipa, pelo trabalho que desenvolvem e pela forma carinhosa como me receberam. A minha estima pelas Irmãs Doroteias já vem de longa data e através da minha mãe, que pertenceu e apoiou a instituição desde muito nova. Tive oportunidade, em conjunto com o Sr. Padre Verissimo, de trocar algumas ideias, com toda a equipa e conhecer todos os projectos que desenvolvem de cariz social. No fim fui agraciado com uma resenha histórica dos Diários do Lar de Coimbra, entre os anos de 1945 e 1947, elaborada pelas Irmãs onde é referida a minha mãe e meu tio. Por toda esta atenção agradeço".
Via página no facebook de João Ataíde.
* Título sacado daqui.
A propaganda, ou seja, a publicidade política, teve uma enorme importância para os políticos adeptos da Autoridade e da Ordem.
O seu objectivo era claro: influenciar a sociedade em geral, e os mais novos em particular, incutindo-lhes as ideias que lhes interessam.
O Secretariado da Propaganda Nacional, no tempo da Ditadura, foi um instrumento de grande relevância para a consolidação desta doutrina, em Portugal, desenvolvendo várias estratégias propagandistas.
A publicidade é uma forma paga de comunicação através da qual se transmitem mensagens orais ou visuais destinadas a informar e influenciar os alvos, utilizando o espaço e tempo dos disversos meios de comunicação disponíveis.
Muitas vezes, os conceitos de publicidade e propaganda confundem-se, pois ambas procuram criar e transformar opiniões. Contudo, a propaganda distingue-se da publicidade por não visar objectos comerciais, mas sim ideais políticos. A propaganda impõe crenças e atitudes que, a longo prazo, modificam o comportamento, a mentalidade e mesmo as convicções religiosas ou filosóficas.
A propaganda política, de forma organizada, surgiu somente no século XX.
A propaganda, é uma coisa muito séria, pois tem a ver com a transmissão dos ideais dos políticos.
A publicidade é outra coisa: tem a ver com a promoção, por exemplo, de perfumes, automóveis, roupa, telemóveis, moda, ou «políticos descartaveis».
Toda a gente sabe, é uma verdade básica da condição humana, que todo mundo mente.
Mas, nem todos se conseguem aperceber, que há políticos que exageram...
Via página no facebook de João Ataíde.
* Título sacado daqui.
A propaganda, ou seja, a publicidade política, teve uma enorme importância para os políticos adeptos da Autoridade e da Ordem.
O seu objectivo era claro: influenciar a sociedade em geral, e os mais novos em particular, incutindo-lhes as ideias que lhes interessam.
O Secretariado da Propaganda Nacional, no tempo da Ditadura, foi um instrumento de grande relevância para a consolidação desta doutrina, em Portugal, desenvolvendo várias estratégias propagandistas.
A publicidade é uma forma paga de comunicação através da qual se transmitem mensagens orais ou visuais destinadas a informar e influenciar os alvos, utilizando o espaço e tempo dos disversos meios de comunicação disponíveis.
Muitas vezes, os conceitos de publicidade e propaganda confundem-se, pois ambas procuram criar e transformar opiniões. Contudo, a propaganda distingue-se da publicidade por não visar objectos comerciais, mas sim ideais políticos. A propaganda impõe crenças e atitudes que, a longo prazo, modificam o comportamento, a mentalidade e mesmo as convicções religiosas ou filosóficas.
A propaganda política, de forma organizada, surgiu somente no século XX.
A propaganda, é uma coisa muito séria, pois tem a ver com a transmissão dos ideais dos políticos.
A publicidade é outra coisa: tem a ver com a promoção, por exemplo, de perfumes, automóveis, roupa, telemóveis, moda, ou «políticos descartaveis».
Toda a gente sabe, é uma verdade básica da condição humana, que todo mundo mente.
Mas, nem todos se conseguem aperceber, que há políticos que exageram...
Sala cheia para debater a cidadania e a Figueira...
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| foto António Agostinho |
O debate passou a valer a pena, a partir do momento em que o eng. Saraiva Santos, com uma intervenção oportuna, chamou a atenção, dizendo "que o debate estava a ser interessante, mas o que estava a acontecer, até aí, era que a Figueira não estava a ser debatida. Até aí o que estava a acontecer, era alguns figueirenses estarem a debater a cidadania".
Quando o eng. Saraiava Santos lembrou à mesa este pormenor, já tinha usado da palavra todo o painel convidado: os drs. Joaquim Afonso e Pedrosa Russo e o professor José Bernardes.
A partir daí a sesssão ganhou dinâmica, registando-se intervenções muito interessantes, sobretudo vindas do público.
Para quem gosta de exercer a cidadania - o que numa cidade como a Figueira da Foz, não é uma tarefa fácil, como foi comprovado por algumas intervenções do público - e gosta de continuar a ter coluna vertebral e caminhar de forma erecta, as mais de duas horas que durou a sessão foi tempo bem empregue.
Os eleitos políticos têm de entender, uma vez por todas, que estão lá porque os elegemos para servir e não para fazerem o que entendem, ou para se servirem...
Uma palavra final, para a impecável moderação do debate a cargo do Paulo Gonçalves.
OUTRA MARGEM é omnipresente...
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| Imagem obtida, via Canal Parlamento |
Na Figueira os críticos são imensos!
Os senadores são inúmeros!
Agora venham lá dizer que é assim, porque dominamos a comunicação social!..
sexta-feira, 24 de março de 2017
Para chegar, aqui foram necessários um sem número de detalhes, que devem ser tidos em conta, observados e valorizados...
Nota de rodapé.
É pena que empresários tão dinâmicos e competentes, não apostem na Figueira.
Resta-me uma interrogação: quando políticos como o Miguel Almeida, pessoa de quem sou amigo e respeito, incentivam outros empresários a apostar na nossa cidade e no nosso concelho, fazem-no por convicção ou por oportunismo político?..
É pena que empresários tão dinâmicos e competentes, não apostem na Figueira.
Resta-me uma interrogação: quando políticos como o Miguel Almeida, pessoa de quem sou amigo e respeito, incentivam outros empresários a apostar na nossa cidade e no nosso concelho, fazem-no por convicção ou por oportunismo político?..
Serralharia de madeira?.. Só se for em Cuba...
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| Para ver melhor clicar na imagem |
O pormenor faz a diferença. Por isso, precisa ser esclarecido para estar harmonizado com o todo, caso contrário é caricato.
O ridículo não pode aspirar a mais que a efeméride.
E um gestor de um grupo empresarial que tem 5 688 milhões para investir em Cuba, tem de ter atenção a todos os pormenores, para não cair no ridículo.
Como diria o outro, tem, pelo menos, de "saber a diferença da estrada da Beira, da beira da estrada"...
Será que PS e PSD só actuam pelo temor (... na Figueira, desnecessário) que têm da morte...
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| Na Figueira há-de continuar a ser sempre Carnaval... |
MANUEL COSTA CINTRÃO
Obviamente que também é o que penso, sendo também uma opinião pessoal.
"Durante anos, na verdade, o Partido Socialista e o Partido Social Democrata, no concelho de Figueira da Foz, foram e são responsáveis por pouca actividade política regular ao nível do concelho, dado que as suas estruturas concelhias têm sido, fundamentalmente, uma “plataforma” de lançamento para cargos políticos de âmbito concelhio e raramente de âmbito regional ou nacional."
MANUEL COSTA CINTRÃO
Obviamente que também é o que penso, sendo também uma opinião pessoal.
"Qualquer observador atento à vida política concelhia, está consciente que, regra geral, não se verifica, na realidade, acção política permanente por parte destes partidos.
Surgem, na realidade, nas eleições autárquicas que, de facto, (re) surgem para “lutar” pela conquista de lugares na vereação e Assembleia Municipal, Nos Executivos de Junta e nas Assembleias de Freguesia. Depois, terminados estes eventos, ficam mergulhados no deserto do seu espaço político, num vazio imenso até às eleições seguintes."
MANUEL COSTA CINTRÃO
Obviamente que também é o que penso, sendo também uma opinião pessoal.
Nota de rodapé.
E pronto: está desvendado o segredo da existência do OUTRA MARGEM.
E não foi preciso ninguém pegar nesta existência, enchê-la de porrada e fazê-la confessar!..
Como já houve "abordagens", antes que fosse tarde, ficou desvendado o "segredo"...
Fico-me por aqui...
Um aviso final: tenho guarda-costas. E com provas dadas ao longo de muitos anos...
Vamos lá então discutir o PDM... (8)
Corredor verde Jardim Municipal/Parque Municipal de Campismo!..
A seta assinala a cortina de prédios prevista para o topo norte...
quinta-feira, 23 de março de 2017
Vamos ter uma Assembleia Municipal Extraordinária para discutir o PDM. Para cumprir a Lei e o Regimento da AM, esta sessão terá de realizar-se entre 29 de Março e 7 de Abril
Os Deputados Municipais do PSD, PCP e BE juntaram-se para requerer a realização de uma Assembleia Municipal Extraordinária, com um único ponto na ordem de trabalhos:
- conhecimento e discussão da revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) proposto pela Câmara Municipal.
Este pedido deu entrada nos serviços da Assembleia Municipal, hoje, 23/03/2017, cerca das 10 e trinta minutos.
De harmonia com o Regimento da Assembleia Municipal, Artigo 10.º, alínea b, o presidente da assembleia municipal, no prazo de cinco dias, a partir de hoje, tem de convocar esta sessão extraordinária da
assembleia municipal.
Sendo assim, esta sessão extraordinária terá de realizar-se entre o próximo dia 29 do corrente mês e 7 de Abril.
Tudo aponta para que esta AM se venha a realizar no próximo dia 3 de Abril.
- conhecimento e discussão da revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) proposto pela Câmara Municipal.
Este pedido deu entrada nos serviços da Assembleia Municipal, hoje, 23/03/2017, cerca das 10 e trinta minutos.
De harmonia com o Regimento da Assembleia Municipal, Artigo 10.º, alínea b, o presidente da assembleia municipal, no prazo de cinco dias, a partir de hoje, tem de convocar esta sessão extraordinária da
assembleia municipal.
Sendo assim, esta sessão extraordinária terá de realizar-se entre o próximo dia 29 do corrente mês e 7 de Abril.
Tudo aponta para que esta AM se venha a realizar no próximo dia 3 de Abril.
"Democracia participativa" na Figueira?..
| imagem sacada daqui |
Passo a citar.
"Aquilo a que neste concelho se achou por bem apelidar de democracia participativa, não é nem mais nem menos que um concurso de ideias de projetos aberto aos cidadãos.
É positivo?
É. Mas não é democracia participativa.
A democracia participativa é outra coisa, é um processo em que os cidadãos de um bairro, de uma freguesia ou de um concelho são consultados sobre um projeto relevante com impacto nas suas vidas, votando por ou contra, supervisionando a sua implementação e, à posteriori, avaliando se os objetivos do projeto foram atingidos.
Consideremos um exemplo concreto.
Recentemente foi inaugurada uma nova grande superfície no chamado Bairro da Celbi, num contexto em que o comércio local tem vindo a sofrer com o excesso de oferta das grandes superfícies. Se tivéssemos recorrido a um processo de consulta da população sobre a sua implementação e impacto local, provavelmente teríamos um saudável debate em que seriam esgrimidos argumentos por e contra este tipo de comércio. Ainda que a população se exprimisse a favor da sua implementação, como contrapartida, a população poderia exigir a divulgação pública de estatísticas entre empregos criados e perdidos depois da sua implementação, bem como sobre as obrigações fiscais destas empresas, se pagam ou não os seus impostos no país.
Seria um processo muito interessante, mas não é com este executivo que vamos lá."
Vamos lá então discutir o PDM... (7)
PLANO DIRETOR MUNICIPAL
1ª REVISÃO
PROGRAMA DE EXECUÇÃO E PLANO DE FINANCIAMENTO
Depois de ler, fiquei sem saber onde vai ficar o Parque Urbano!..
Alguém me ajuda?..
1ª REVISÃO
PROGRAMA DE EXECUÇÃO E PLANO DE FINANCIAMENTO
Depois de ler, fiquei sem saber onde vai ficar o Parque Urbano!..
Alguém me ajuda?..
Planear à vista..
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| Imagem obtida via jornal AS BEIRAS |
A vida encarrega-se disso: dá-nos a volta - a nós e aos planos!
Eu, que detesto desilusões, nem para amanhã tenho a certeza do que consigo fazer, quanto mais planear a longo prazo!
Sou cada vez mais adepto da navegação à vista, que tem uma enorme vantagem: é que assim não me desiludo!
Mas eu não sou presidente de câmara...
"IMAGEM DE MARCA": SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL... (II)
Nota de rodapé.
Empresário Figueirense reage ao vídeo do Senhor Presidente...
Vídeo obtido via Manuel Traveira.
Este, está a ser um ano de agitação!..
DISCUSSÃO PÚBLICA DA ALTERAÇÃO DA DELIMITAÇÃO E DENOMINAÇÃO DA ARU – ZONA ANTIGA DA CIDADE DA FIGUEIRA DA FOZ INCLUINDO BAIRRO NOVO E RESPETIVA OPERAÇÃO DE REABILITAÇÃO URBANA – ORU SISTEMÁTICA ORIENTADA POR UM PROGRAMA ESTRATÉGICO DE REABILITAÇÃO URBANA – PERU
Encontra-se em Discussão Pública de 1 de março a 4 de abril de 2017 a alteração da delimitação e denominação da ARU – Zona antiga da cidade da Figueira da Foz incluindo Bairro Novo e respetiva Operação de Reabilitação Urbana – ORU Sistemática orientada por um Programa Estratégico de Reabilitação Urbana – PERU.
Durante este período, os interessados poderão apresentar as suas reclamações,observações ou sugestões por escrito devidamente identificadas e dirigidas ao Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz.
Encontra-se em Discussão Pública de 1 de março a 4 de abril de 2017 a alteração da delimitação e denominação da ARU – Zona antiga da cidade da Figueira da Foz incluindo Bairro Novo e respetiva Operação de Reabilitação Urbana – ORU Sistemática orientada por um Programa Estratégico de Reabilitação Urbana – PERU.
Durante este período, os interessados poderão apresentar as suas reclamações,observações ou sugestões por escrito devidamente identificadas e dirigidas ao Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz.
PSD vai reunir com SOS Cabedelo
No próximo sábado, dia 25 de março de 2017, a CPS/PSD da Figueira da Foz vai realizar uma visita à Associação SOS Cabedelo.
Estarão também presentes os Deputados do PSD pelo Distrito de Coimbra.
A visita terá inicio às 10h30m no Cabedelo.
quarta-feira, 22 de março de 2017
Cintrão, a lucidez de combater, sabendo a quem se deve combater e porquê!..
"INCOMODO? POIS, TEM QUE SER!.. É UM DEVER DE CIDADANIA!..
Não sou eu que crio os berbicachos, são os políticos que temos à frente dos destinos da nossa Câmara Municipal da Figueira da Foz.
Andam besuntados com eventos de menor importância mas que servem para a fotografia.
Assim afastam os erros de gestão e iludem o pagode com vista às próximas eleições autárquicas. Há que ter o povo adormecido, com coisas menores: foguetórios, sambas, bródios, regalórios, plantação de árvores que depois desaparecem porque não são acompanhadas de devido tratamento - esquecidas a seguir ao evento de fachada, Anselmo Ralph, música pimba, carnavais e outras coisas mais numa produção em cadeia da “venda” da banha-da-cobra e assim iludir os papalvos.
As ruas, algumas, são alcatroadas à pressa, porque se aproximam a eleições autárquicas, com repavimentação de qualidade duvidosa ao que parece, dizem (faço ressalva por não ser perito no assunto). Continua o regabofe do costume!...
Vem isto a propósito das ruas de Gigante, Marinha das Ondas, que ficaram por alcatroar.
Ouso perguntar, porque patêgo não sou, aos ilustres responsáveis pela Câmara Municipal da Figueira da Foz para quando o alcatroamento das ditas ruas evitando que habitantes de Gigante sejam considerados, uns cidadãos de primeira e outros de segunda.
Cá vos espero durante as próximas eleições autárquicas para vos desancar, com palavras, e para tentar vislumbrar alguma vergonha nas vossas caras que, parece, é coisa que não existe!...
Entretanto, irei zurzindo contra este estado de coisas e outras mais que muito irritam as nossas gentes…"
Não sou eu que crio os berbicachos, são os políticos que temos à frente dos destinos da nossa Câmara Municipal da Figueira da Foz.
Andam besuntados com eventos de menor importância mas que servem para a fotografia.
Assim afastam os erros de gestão e iludem o pagode com vista às próximas eleições autárquicas. Há que ter o povo adormecido, com coisas menores: foguetórios, sambas, bródios, regalórios, plantação de árvores que depois desaparecem porque não são acompanhadas de devido tratamento - esquecidas a seguir ao evento de fachada, Anselmo Ralph, música pimba, carnavais e outras coisas mais numa produção em cadeia da “venda” da banha-da-cobra e assim iludir os papalvos.
As ruas, algumas, são alcatroadas à pressa, porque se aproximam a eleições autárquicas, com repavimentação de qualidade duvidosa ao que parece, dizem (faço ressalva por não ser perito no assunto). Continua o regabofe do costume!...
Vem isto a propósito das ruas de Gigante, Marinha das Ondas, que ficaram por alcatroar.
Ouso perguntar, porque patêgo não sou, aos ilustres responsáveis pela Câmara Municipal da Figueira da Foz para quando o alcatroamento das ditas ruas evitando que habitantes de Gigante sejam considerados, uns cidadãos de primeira e outros de segunda.
Cá vos espero durante as próximas eleições autárquicas para vos desancar, com palavras, e para tentar vislumbrar alguma vergonha nas vossas caras que, parece, é coisa que não existe!...
Entretanto, irei zurzindo contra este estado de coisas e outras mais que muito irritam as nossas gentes…"
A Figueira volta a ter uma deputada na Assembleia da República
Estão a acontecer mexidas no Grupo Parlamentar do PSD.
Manuel Rodrigues, número 2 Coimbra, renunciou ao mandato.
Nuno Encarnação, que foi em número 6, não assumiu o lugar no hemiciclo.
Entra Ana Oliveira, que estava a seguir na lista PSD por Coimbra, um retorno. Assim, o nosso concelho passou a ter uma figueirense em S. Bento.
"Em 2015, Nuno Encarnação tinha substituído Margarida Mano, quando a cabeça de lista de Coimbra foi Ministra da Educação. Ana Oliveira, na oportunidade, ocupou o lugar de Manuel Rodrigues quando este foi Secretário Estado das Finanças. Ambos no governo de Passos Coelho que foi derrubado pela “geringonça”.
No dia em Nuno Encarnação abdicou ir para a Assembleia da República, seu pai, Carlos Encarnação, declarou ao jornal i que Passos Coelho “é um obstáculo a que o PSD se revitalize”.
Manuel Rodrigues, número 2 Coimbra, renunciou ao mandato.
Nuno Encarnação, que foi em número 6, não assumiu o lugar no hemiciclo.
Entra Ana Oliveira, que estava a seguir na lista PSD por Coimbra, um retorno. Assim, o nosso concelho passou a ter uma figueirense em S. Bento.
"Em 2015, Nuno Encarnação tinha substituído Margarida Mano, quando a cabeça de lista de Coimbra foi Ministra da Educação. Ana Oliveira, na oportunidade, ocupou o lugar de Manuel Rodrigues quando este foi Secretário Estado das Finanças. Ambos no governo de Passos Coelho que foi derrubado pela “geringonça”.
No dia em Nuno Encarnação abdicou ir para a Assembleia da República, seu pai, Carlos Encarnação, declarou ao jornal i que Passos Coelho “é um obstáculo a que o PSD se revitalize”.
E dizem que eu é que sou céptico demais!..
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| O único sítio onde achamos natural os carros andarem à frente dos bois é na "mercearia"!.. |
Recordar-se-ão que o PDM em vigor na Figueira data de 1994 e encontra-se incluído num sistema hierárquico de planeamento encabeçado pelo Programa Nacional das Políticas de Ordenamento do Território (PNPOT) a que aquele deve subordinar-se, só tornado eficaz em 2007 (!), isto é 13 anos depois.
E ainda “o estranho caso” do Plano Regional de Ordenamento do Território – Centro (PROT) a que reportam os PDM’s, que ainda não se encontra aprovado, apesar da resolução do conselho de ministros de 23 de março de 2006 ter concedido 18 meses para a respetiva conclusão!
Anda a carroça à frente dos bois ou o mundo anda mesmo estranho?"
Daniel Santos. Via AS BEIRAS
Nota de rodapé.
Na Figueira, a realidade é chata. Por isso, ser realista, por aqui, é não enfrentar a realidade.
A Figueira, o Mondego e o Mar
À beira do Mondego,
penso num segredo,
tomo um café
e, com fé,
deixo soltar um desejo.
Não demores Liberdade!
És uma necessidade.
À beira rio,
passa o frio,
passa o tempo quente,
passa a vida,
passa gente
sofrida,
que não passa da cepa torta,
por viver numa cidade quase morta.
Minha Figueira:
para mim,
é triste viver assim!
Ao Mondego, porém, ninguém o vai parar!
Sem descanso ruma ao mar.
Esse mar que na alvorada,
pode dar tudo, ou não dar nada.
O Mondego, rumo ao regaço do mar,
vai continuar a passar...
Resta o sonho de ele nos amar.
penso num segredo,
tomo um café
e, com fé,
deixo soltar um desejo.
Não demores Liberdade!
És uma necessidade.
À beira rio,
passa o frio,
passa o tempo quente,
passa a vida,
passa gente
sofrida,
que não passa da cepa torta,
por viver numa cidade quase morta.
Minha Figueira:
para mim,
é triste viver assim!
Ao Mondego, porém, ninguém o vai parar!
Sem descanso ruma ao mar.
Esse mar que na alvorada,
pode dar tudo, ou não dar nada.
O Mondego, rumo ao regaço do mar,
vai continuar a passar...
Resta o sonho de ele nos amar.
terça-feira, 21 de março de 2017
Requalificação e agitação e propaganda...
Esta é uma imagem real da erosão costeira a sul do quinto molhe da Praia da Cova.
Esta foto de Fevereiro de 2016, dispensa as palavras...
Daí para cá o problema agravou-se.
Tudo, por aqui, foi dito ao longo dos anos e pode ser consultado...
Quem de direito, deve saber, mas continua a atirar para canto e o dinheiro é gasto em todo o lado, menos onde é mais necessário.
Os projectos de requalificação da Baixa, Buarcos e Cabedelo, no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), foram apresentados ontem, na reunião de câmara.
CABEDELO
"Na margem sul da cidade, o Cabedelo vai ser transformado através da organização do espaço, dando prioridade ao reforço do cordão dunar e às zonas de lazer, turismo, surf e recreio.
A estrada e o estacionamento vão ser “encostados” para o interior da zona portuária.
Por seu turno, o parque de campismo vai deixar de existir.
Não foi avançada a estimativa dos custos daquela intervenção, que será a primeira fase de um projeto mais abrangente."
BAIXA
"A intervenção vai centrar-se nas duas praças (General Freire de Andrade e 8 de Maio) e ruas adjacentes (Combatentes, Santos Rocha, Restauração, Galamba Marques, Bombeiros Voluntários, Travessa da Lomba e Silva Fonseca). Na Baixa, serão, também, introduzidas alterações de trânsito e criados espaços de estacionamento para moradores e de curta duração. Os ecopontos e os contentores de lixo orgânico serão enterrados, para minimizar o impacte visual. Naquela zona da cidade, bem como nas outras duas áreas de intervenção, vai ser dado mais espaço aos peões e aos ciclistas, com construção ou alargamento de passeios e zonas cicláveis. Por sua vez, em diversas artérias, os automóveis não poderão circular a mais de 30 quilómetros
por hora. A praça General Freire de Andrade, por seu lado, prolongar-se-á até ao largo Luís de Camões e terá uma ligação direta à avenida. As obras estão orçadas em 2,8 milhões de euros e incluem substituição de infraestruturas básicas. A Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz será envolvida na análise que a autarquia vai fazer ao projeto."
BUARCOS
" Vai receber obras entre o terrapleno e as muralhas, tendo como objetivo clarifi cara a estrutura urbana e a valorização dos espaços pedonais. Naquele sentido, o projetista propõe reduzir nas rotundas e aumentar nos espaços para peões, dos atuais 47 por cento para 75 por cento. Os restantes 25 por cento serão distribuídos em duas partes: 23 por cento para automóveis e dois por cento para zonas mistas. A área do jardim também será alargada e arborizada. O projeto prevê obras no valor de 2,5 milhões de euros."
Via AS BEIRAS
Nota de rodapé.
Chateia-me ver gente a meter os pés pelas mão.
Chateia-me quando vejo alguém misturar alhos com bugalhos.
E, na Figueira, os ciclos da estupidez dos "quens de direito" sucedem-se...
Há gente, como eu, que desejava isto ou aquilo!
Eu contentava-me com pouco: conseguir domar a estupidez.
Sei que não peço pouco, mas a formular um desejo era esse o meu escolhido. Se calhar depois aborrecia-me...
Penso que era Claude Chabrol que dizia: "a estupidez é infinitamente mais fascinante que a inteligência, pois a inteligência tem os seus limites. Mas a estupidez não!"
E este executivo camarário aí está para o provar.
"Figueira com rumo!..
Nem em ano eleitoral...
Mas, isto não são horas para se pensar em problemas deste jaez.
Há que ter juízo, pegar na bicicleta, e ir beber um café ao Cabedelo.
Esta foto de Fevereiro de 2016, dispensa as palavras...
Daí para cá o problema agravou-se.
Tudo, por aqui, foi dito ao longo dos anos e pode ser consultado...
Quem de direito, deve saber, mas continua a atirar para canto e o dinheiro é gasto em todo o lado, menos onde é mais necessário.
Os projectos de requalificação da Baixa, Buarcos e Cabedelo, no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), foram apresentados ontem, na reunião de câmara.
CABEDELO
"Na margem sul da cidade, o Cabedelo vai ser transformado através da organização do espaço, dando prioridade ao reforço do cordão dunar e às zonas de lazer, turismo, surf e recreio.
A estrada e o estacionamento vão ser “encostados” para o interior da zona portuária.
Por seu turno, o parque de campismo vai deixar de existir.
Não foi avançada a estimativa dos custos daquela intervenção, que será a primeira fase de um projeto mais abrangente."
BAIXA
"A intervenção vai centrar-se nas duas praças (General Freire de Andrade e 8 de Maio) e ruas adjacentes (Combatentes, Santos Rocha, Restauração, Galamba Marques, Bombeiros Voluntários, Travessa da Lomba e Silva Fonseca). Na Baixa, serão, também, introduzidas alterações de trânsito e criados espaços de estacionamento para moradores e de curta duração. Os ecopontos e os contentores de lixo orgânico serão enterrados, para minimizar o impacte visual. Naquela zona da cidade, bem como nas outras duas áreas de intervenção, vai ser dado mais espaço aos peões e aos ciclistas, com construção ou alargamento de passeios e zonas cicláveis. Por sua vez, em diversas artérias, os automóveis não poderão circular a mais de 30 quilómetros
por hora. A praça General Freire de Andrade, por seu lado, prolongar-se-á até ao largo Luís de Camões e terá uma ligação direta à avenida. As obras estão orçadas em 2,8 milhões de euros e incluem substituição de infraestruturas básicas. A Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz será envolvida na análise que a autarquia vai fazer ao projeto."
BUARCOS
" Vai receber obras entre o terrapleno e as muralhas, tendo como objetivo clarifi cara a estrutura urbana e a valorização dos espaços pedonais. Naquele sentido, o projetista propõe reduzir nas rotundas e aumentar nos espaços para peões, dos atuais 47 por cento para 75 por cento. Os restantes 25 por cento serão distribuídos em duas partes: 23 por cento para automóveis e dois por cento para zonas mistas. A área do jardim também será alargada e arborizada. O projeto prevê obras no valor de 2,5 milhões de euros."
Via AS BEIRAS
Nota de rodapé.
Chateia-me ver gente a meter os pés pelas mão.
Chateia-me quando vejo alguém misturar alhos com bugalhos.
E, na Figueira, os ciclos da estupidez dos "quens de direito" sucedem-se...
Há gente, como eu, que desejava isto ou aquilo!
Eu contentava-me com pouco: conseguir domar a estupidez.
Sei que não peço pouco, mas a formular um desejo era esse o meu escolhido. Se calhar depois aborrecia-me...
Penso que era Claude Chabrol que dizia: "a estupidez é infinitamente mais fascinante que a inteligência, pois a inteligência tem os seus limites. Mas a estupidez não!"
E este executivo camarário aí está para o provar.
"Figueira com rumo!..
Nem em ano eleitoral...
Mas, isto não são horas para se pensar em problemas deste jaez.
Há que ter juízo, pegar na bicicleta, e ir beber um café ao Cabedelo.
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