Os postes da foto acima, estiveram naquele local, à entrada do molhe sul, desde o dia 10 de dezembro de 2014, até ontem, dia 21 de novembro de 2016, deitados no mesmo sítio onde os deixaram...
Praticamente decorreram 2 anos.
Como não foram utilizados, foram retirados, não sei se por efeito da "cunha" que meti ao Miguel Almeida!..
Apesar da quilometragem que já traziam, os postes devem ter descansado o suficiente!..
Ontem, depois sua da retirada, o local ficou assim, como a foto abaixo dá conta...
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
terça-feira, 22 de novembro de 2016
A situação a sul do quinto molhe, na Praia da Cova, tem de ser avaliada por quem de direito...
A Agência Portuguesa do Ambiente vai investir 401 mil euros na reconstituição dos cordões dunares no Cabedelo, a norte da Praia da Leirosa e a norte da Praia da Vagueira, zonas afectadas pela erosão marítima.
O investimento será repartido pelos anos de 2016 (81.300,81 euros) e 2017 (320.325,21 euros), de acordo com a portaria do Secretário de Estado do Orçamento, João Rodrigo Reis Carvalho Leão, publicada hoje em Diário da República.
A intervenção nesta zona do litoral Centro passa também pela recuperação e reforço dos esporões da Torreira, Barra, Costa Nova e Mira, e o reforço do cordão dunar na costa da Figueira da Foz (Cova Gala e Lavos).- Via AS BEIRAS
Nota de rodapé.
Sobre este assunto, tudo, por aqui, foi dito ao longo dos anos e pode ser consultado...
O investimento será repartido pelos anos de 2016 (81.300,81 euros) e 2017 (320.325,21 euros), de acordo com a portaria do Secretário de Estado do Orçamento, João Rodrigo Reis Carvalho Leão, publicada hoje em Diário da República.
A intervenção nesta zona do litoral Centro passa também pela recuperação e reforço dos esporões da Torreira, Barra, Costa Nova e Mira, e o reforço do cordão dunar na costa da Figueira da Foz (Cova Gala e Lavos).- Via AS BEIRAS
Nota de rodapé.
Sobre este assunto, tudo, por aqui, foi dito ao longo dos anos e pode ser consultado...
Zona industrial: requalificação e buracos...
Requalificação da Zona Industrial da Figueira da Foz - Arranjo Paisagístico da Praça das Oliveiras, Construção de Pórtico e Outdoor's: 82.288,43 €...
Entretanto, os arruamentos da mesma zona industrial continuam com os buracos da praxe...
Na Figueira, a diferença entre existir e viver, é morar em Brenha?..
«Pago ao mês a juros para viver num inferno». «Investimos aqui, escolhemos viver nesta terra e fomos arrastados para esta situação. É um verdadeiro beco sem saída».
As palavras publicadas hoje no Diário de Coimbra, são de desespero de um morador no empreendimento da Quinta da Fonte Nova, em Brenha, construído pela Figueira Domus, empresa municipal da autarquia, nos primeiros anos deste milénio.
A vida, para alguns, é exasperante, aborrecida, tristonha, maçadora...
Basta, nas pequenas voltinhas que vamos dando ao longo da vida, termos o azar de comprar uma casa no sítio errado, para sermos surpreendidos por algo que, se calhar até estava à vista, mas em que nunca tínhamos reparado!
Mas, a vida terá mesmo de ser assim?..
As palavras publicadas hoje no Diário de Coimbra, são de desespero de um morador no empreendimento da Quinta da Fonte Nova, em Brenha, construído pela Figueira Domus, empresa municipal da autarquia, nos primeiros anos deste milénio.
A vida, para alguns, é exasperante, aborrecida, tristonha, maçadora...
Basta, nas pequenas voltinhas que vamos dando ao longo da vida, termos o azar de comprar uma casa no sítio errado, para sermos surpreendidos por algo que, se calhar até estava à vista, mas em que nunca tínhamos reparado!
Mas, a vida terá mesmo de ser assim?..
Escrever, é a única profissão em que ninguém é considerado ridículo, se não ganhar dinheiro. Já a política é outra coisa. Cuidado com as palavras...
Teotónio Cavaco, ontem no jornal AS BEIRAS.
"De facto, as palavras nem sempre significam o mesmo ao longo do tempo, nem sempre denominam a mesma coisa em geografias e contextos culturais diversos, e, por isso mesmo, temos de as saber usar. Certamente muitos dos que hoje se têm pronunciado contra o populismo corarão ao saber que os populistas russos das décadas de 1860 e 1870 foram inspiradores do Comunismo (o termo deriva aliás da expressão “ir para o povo”), ou que estes movimentos se opõem aos partidos políticos tradicionais, mostrando-se, na praxis ou na retórica, muito combativos perante as elites dominantes e opressoras.
De facto, ser populista é apelar à simpatia do povo (os sem acesso aos privilégios sociais, culturais, económicos ou políticos), para construir o seu poder, denunciando constantemente os males que encarnam as classes privilegiadas, na tentativa de dar voz e de redimir os humildes. E se por populismo entendermos então as propostas de construir o poder a partir da participação popular e da inclusão social?! Não quereremos ser todos populistas?!"
Nota de rodapé.
Colunista prevenido, vale por dois: ao escrever com palavras leves e doces, o novo colunista das segundas-feiras do jornal AS BEIRAS, mostra ser um Homem com capacidade de prevenir alguma surpresa desagradável no futuro.
Mais vale prevenir que remediar: na política nunca se sabe que "botas se pode ter de calçar", em breve.
Por isso, entretanto, as palavras querem-se leves e doces, pois nunca sabemos quando temos de as engolir, como aconteceu recentemente com outros que, depois da escrita nos jornais, passaram para a política executiva, pura e dura...
"De facto, as palavras nem sempre significam o mesmo ao longo do tempo, nem sempre denominam a mesma coisa em geografias e contextos culturais diversos, e, por isso mesmo, temos de as saber usar. Certamente muitos dos que hoje se têm pronunciado contra o populismo corarão ao saber que os populistas russos das décadas de 1860 e 1870 foram inspiradores do Comunismo (o termo deriva aliás da expressão “ir para o povo”), ou que estes movimentos se opõem aos partidos políticos tradicionais, mostrando-se, na praxis ou na retórica, muito combativos perante as elites dominantes e opressoras.
De facto, ser populista é apelar à simpatia do povo (os sem acesso aos privilégios sociais, culturais, económicos ou políticos), para construir o seu poder, denunciando constantemente os males que encarnam as classes privilegiadas, na tentativa de dar voz e de redimir os humildes. E se por populismo entendermos então as propostas de construir o poder a partir da participação popular e da inclusão social?! Não quereremos ser todos populistas?!"
Nota de rodapé.
Colunista prevenido, vale por dois: ao escrever com palavras leves e doces, o novo colunista das segundas-feiras do jornal AS BEIRAS, mostra ser um Homem com capacidade de prevenir alguma surpresa desagradável no futuro.
Mais vale prevenir que remediar: na política nunca se sabe que "botas se pode ter de calçar", em breve.
Por isso, entretanto, as palavras querem-se leves e doces, pois nunca sabemos quando temos de as engolir, como aconteceu recentemente com outros que, depois da escrita nos jornais, passaram para a política executiva, pura e dura...
O transparente mural de Buarcos...
O Mural de homenagem às gentes do mar, em Buarcos, da autoria do mestre Luís Soares, intitulado «Homenagem às Gentes do Mar», no âmbito da celebração do Dia Nacional do Mar, que ocorreu no dia 16 de novembro, foi inaugurado no passado sábado.
O mural encontra-se aplicado no muro do Cemitério de Buarcos, lado sul. Tem uma extensão de cerca de 99 metros, ocupa uma área de 282,5 m2 e é composto por 1427 azulejos de 33x60.
Como sabemos em outubro, o painel do mural já estava colocado no sítio.
Todavia, a data da celebração do contrato tem data de 11 do corrente mês de novembro!
Por sua vez, o relatório, que fundamentou o procedimento que deu origem ao ajuste directo à firma Pascoal & Veneza, ldª., no valor de 832,22 euros tem data de 8 do corrente mês de novembro.
Como também sabemos, a empreitada de colocação do painel, ao contrário do que consta no detalhe do contrato ontem publicado, também não respeitou o prazo legal dos três dias.
Ora cá está uma bela demonstração daquilo que a "nossa" Câmara entende por cumprimento de prazo...
É um conceito que se aplica aos outros!..
Nunca a nós.
O mural encontra-se aplicado no muro do Cemitério de Buarcos, lado sul. Tem uma extensão de cerca de 99 metros, ocupa uma área de 282,5 m2 e é composto por 1427 azulejos de 33x60.
Como sabemos em outubro, o painel do mural já estava colocado no sítio.
Todavia, a data da celebração do contrato tem data de 11 do corrente mês de novembro!
Por sua vez, o relatório, que fundamentou o procedimento que deu origem ao ajuste directo à firma Pascoal & Veneza, ldª., no valor de 832,22 euros tem data de 8 do corrente mês de novembro.
Como também sabemos, a empreitada de colocação do painel, ao contrário do que consta no detalhe do contrato ontem publicado, também não respeitou o prazo legal dos três dias.
Ora cá está uma bela demonstração daquilo que a "nossa" Câmara entende por cumprimento de prazo...
É um conceito que se aplica aos outros!..
Nunca a nós.
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
De boas intenções está o inferno cheio!
"PS diz que até Outubro precários começam a entrar no Estado".
Vai ser um vê se te avias para os recibos verde-cunha do amiguismo e do cartão do partido que, de outra forma, nunca teriam entrada na administração pública.
Vai ser um fartar vilanagem para a clientela político-partidária, de todos os partidos sem excepção, com o maior impacto a ser sentido e absorvido pelas Câmaras Municipais e a legião de assessores, técnicos e licenciados de todas as áreas.
É a sorte grande, a lotaria do Natal, a taluda, o El Gordo, o Euromilhões em jackpot, com Joker e tudo.
Vai ser um vê se te avias para os recibos verde-cunha do amiguismo e do cartão do partido que, de outra forma, nunca teriam entrada na administração pública.
Vai ser um fartar vilanagem para a clientela político-partidária, de todos os partidos sem excepção, com o maior impacto a ser sentido e absorvido pelas Câmaras Municipais e a legião de assessores, técnicos e licenciados de todas as áreas.
É a sorte grande, a lotaria do Natal, a taluda, o El Gordo, o Euromilhões em jackpot, com Joker e tudo.
A Figueira tem mesmo um verdadeiro problema: é a chamada "economia moderna"...
De harmonia com o jornal AS BEIRAS, de hoje, "a cidade da foz do Mondego ocupa o primeiro lugar no desemprego, acima da média nacional. O grupo etário que mais sofre com a falta de trabalho é aquele que se situa entre os 35 e os 54."
A Figueira, "que é um dos concelhos mais industrializados e exportadores da Região Centro", é a prova viva de que a tecnologia moderna é capaz de realizar produção sem emprego.
O problema, é que a economia moderna não conseguiu inventar o consumo sem salário.
A Figueira, "que é um dos concelhos mais industrializados e exportadores da Região Centro", é a prova viva de que a tecnologia moderna é capaz de realizar produção sem emprego.
O problema, é que a economia moderna não conseguiu inventar o consumo sem salário.
... sem aquele de Abril de 1974, seria impensável ler no jornal que "a Figueira possui uma alta taxa de desemprego, sobretudo quando comparada com os outros concelhos do distrito", ou ter acesso à praga de um blogue como este!..
A propaganda do regime há sete anos no poder na Figueira, não consegue ofuscar a evidência da realidade.
Cá pelo OUTRA MARGEM, os fait divers com o "cais" da sardinha, não conseguem desviar a atenção do essencial.
Há muito que sabemos, que este executivo camarário tem muito de circo: aquilo que consegue anunciar, via canais de agitação, não consegue ser pouco mais do que propaganda...
Por onde têm andado os partidos políticos, na Figueira, nos últimos anos?
A realidade, é apenas aquilo de que nos dá jeito aperceber?
Esta imagem, ainda não é realidade (...se calhar, porém, nos dias que se vão seguir, até poderá vir a ser...), mas tem o sortilégio de nos fazer viajar até ao sonho...
Por sinal, uma das poucas realidades interessantes!..
"Pelo sonho é que vamos, comovidos e mudos", escreveu um dia Sebastião da Gama.
O sonho pode levar-nos a sítios maravilhosos, locais esses, que por serem maravilhosos, nos podem fazer sonhar
O sonho, que é uma parte da realidade, é sempre uma outra realidade, tal como a história, quando é só contada uma parte, é uma outra história.
Mas, não a realidade dos factos.
Por sinal, uma das poucas realidades interessantes!..
"Pelo sonho é que vamos, comovidos e mudos", escreveu um dia Sebastião da Gama.
O sonho pode levar-nos a sítios maravilhosos, locais esses, que por serem maravilhosos, nos podem fazer sonhar
O sonho, que é uma parte da realidade, é sempre uma outra realidade, tal como a história, quando é só contada uma parte, é uma outra história.
Mas, não a realidade dos factos.
domingo, 20 de novembro de 2016
A ética, o despudor e a indignidade...
Passos Coelho, o líder do PSD, segundo o Expresso, classificou no sábado à noite, em Vila Real, como um “despudor total”, uma “indignidade” para a função do Estado e uma “total falta de ética política” a polémica em torno da Caixa Geral de Depósitos.
«Vista de fora, em nenhuma acção humana existe nada que possa ser chamado inequivocamente ético.» (Fernando Savater)
Eu, que procuro não ser parvo, constato, depois de ouvir Passos Coelho, três coisas:
1. que a ética, em Portugal, é invisível...
2. que o despudor, em Portugal, está a ser manifestamente exagerado...
3. que a indignidade de um homem, não devia estar no seu âmago...
«Vista de fora, em nenhuma acção humana existe nada que possa ser chamado inequivocamente ético.» (Fernando Savater)
Eu, que procuro não ser parvo, constato, depois de ouvir Passos Coelho, três coisas:
1. que a ética, em Portugal, é invisível...
2. que o despudor, em Portugal, está a ser manifestamente exagerado...
3. que a indignidade de um homem, não devia estar no seu âmago...
sábado, 19 de novembro de 2016
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
"MÁ SORTE", uma crónica de Carlos Tenreiro, que explica muita coisa que se passa na Figueira...
A ler, clicando aqui.
Nota de rodapé.
Este batel, de que fala a crónica de Carlos Tenreiro, que espero tenham lido, faz-me lembrar uma mulher vulgar, mas bem produzida: quando a conhecemos, acreditamos que vai mudar a nossa vida…
Depois, perguntamos para que foi, afinal, tanta excitação…
É uma tristeza ver o último batel do Mondego, parado sem navegar...
Ao que julgo saber, todos os rios portugueses têm barcos tradicionais a navegar. A excepção é o nosso rio - o Mondego.
Uma pergunta, passados todos estes anos, continua pertinente...
Que fazer com este batel?..
Nota de rodapé.
Este batel, de que fala a crónica de Carlos Tenreiro, que espero tenham lido, faz-me lembrar uma mulher vulgar, mas bem produzida: quando a conhecemos, acreditamos que vai mudar a nossa vida…
Depois, perguntamos para que foi, afinal, tanta excitação…
É uma tristeza ver o último batel do Mondego, parado sem navegar...
Ao que julgo saber, todos os rios portugueses têm barcos tradicionais a navegar. A excepção é o nosso rio - o Mondego.
Uma pergunta, passados todos estes anos, continua pertinente...
Que fazer com este batel?..
Revolta!..
| imagem sacada daqui |
Isso tem explicação fácil: alguém pode sentir revolta perante algo, ou alguém, em que deixou de acreditar que exista?..
Quando muito, poderia senti-la perante a imagem passada deste, agora, personagem que alguns continuam a tentar endeusar...
Ora, mesmo nesse caso, não sentiria nunca revolta...
Esta, agora, personagem, para outros esse ainda o tal "deus", tem uma desculpa aceitável perante tudo o que fez, de 2013 para cá: é a sua não existência!
Desde 2013, antes das eleições autárquicas desse ano, pura e simplesmente, desapareceu...
E não é que, entretanto, os dias na Figueira continuaram a suceder-se indiferentes ao que o rodeia!..
Apesar do tempo, bom dia...
A gente bem se quer animar, mas, hoje, o tempo parece que não está para sorrisos!..
Todavia, com o tempo assim, temos mais tempo para olhar.
E havendo mais tempo para olhar, acabamos por ter tempo para reparar.
Mas, para isso, temos de ter a disponibilidade necessária para perdermos um pouco, pouquinho que seja, de tempo para observar!
Se assim fizermos, teremos tempo para verificar que não perdemos tempo nenhum...
Atrevia-me a escrever, que ganharíamos o tempo todo!
Todavia, com o tempo assim, temos mais tempo para olhar.
E havendo mais tempo para olhar, acabamos por ter tempo para reparar.
Mas, para isso, temos de ter a disponibilidade necessária para perdermos um pouco, pouquinho que seja, de tempo para observar!
Se assim fizermos, teremos tempo para verificar que não perdemos tempo nenhum...
Atrevia-me a escrever, que ganharíamos o tempo todo!
DIÁRIO DA REPÚBLICA ELETRÓNICO TOTALMENTE DISPONÍVEL
O Conselho de Ministros aprovou o alargamento do serviço público de acesso universal e gratuito ao Diário da República, disponibilizando todo o seu conteúdo, acabando com o sistema de assinaturas.
Esta medida faz parte do programa Simplex+, estando prevista no Programa do Governo, no que respeita à disponibilização de todo o acervo legislativo do Diário da República de forma universal e gratuita.
Esta medida faz parte do programa Simplex+, estando prevista no Programa do Governo, no que respeita à disponibilização de todo o acervo legislativo do Diário da República de forma universal e gratuita.
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
Porque, quando estamos a menos de uma ano de autárquicas, a "oposição", na Figueira, ao que se diz nos "mentideros" das elites locais, não pode ficar reduzida ao OUTRA MARGEM e ao António João Paredes, vamos lá focar o primeiro "dos grandes problemas da cidade" ...
Pergunto:
Por onde têm andado os Partidos no nosso concelho, nos últimos três, anos, 3, que ninguém dá conta da sua existência?..
PS, PSD, PCP, BE e CDS: tão afinadinhos que vocês estão, na estratégia do silêncio e do deixa andar!
Fazem-me lembrar a política nacional...
Vai-se governando à vista, sem que se veja qualquer alternativa política.
O que eu não daria para que o dito popular "mudam as moscas, mas..." não se aplicasse a esta minha linda Figueira da Foz e ao seu concelho!
Por onde têm andado os Partidos no nosso concelho, nos últimos três, anos, 3, que ninguém dá conta da sua existência?..
PS, PSD, PCP, BE e CDS: tão afinadinhos que vocês estão, na estratégia do silêncio e do deixa andar!
Fazem-me lembrar a política nacional...
Vai-se governando à vista, sem que se veja qualquer alternativa política.
O que eu não daria para que o dito popular "mudam as moscas, mas..." não se aplicasse a esta minha linda Figueira da Foz e ao seu concelho!
Coisas verdadeiramente importantes: só os melhores devem ser escolhidos para nos governarem...
"Figueira da Foz devolve 600 mil euros aos munícipes no IRS de 2017"...
Nota de rodapé.
Quem conseguirá resistir a uma "benesse" destas, em ano de eleições?..
Nota de rodapé.
Quem conseguirá resistir a uma "benesse" destas, em ano de eleições?..
À força de vontade dos coitados chama-se teimosia... Até onde nos levará esta teimosia e este divertimento?.. Confesso que não sei, mas estou curioso.
![]() |
| Para ler melhor clicar na imagem |
António Tavares: "aquele espaço nunca teve uma denominação toponímica. Não se deve alterar a placa (a tal que diz "Cais da Sardinha)".
Joaquim de Sousa: "aquela zona foi sempre conhecida como Praia da Sardinha. Quem chama Cais da Sardinha é ignorante. Só quem nunca cá viveu, ou não respeita a memória histórica da terra é que faz uma inauguração daquelas".
Fernando Cardoso: "foi sempre a Praia da Sardinha, nunca se chamou Cais da Sardinha".
Resumindo.
Algo está a acontecer com António Tavares...
A Figueira está assim porque queremos...
"Fomos pioneiros na afirmação da cidade como espaço de festejos", afirmou o presidente da câmara ao jornal AS Beiras.
Posto isto, acredito que a alegria, cá pela Figueira, deverá ser contagiante...
Quem não gostaria de viver permanentemente em alegria?
Muito diferente da felicidade, a alegria é atingida mais facilmente...
Tem um senão: dura menos...
Quer saber porque, no período de Natal e da passagem de ano, "nós somos o melhor destino turístico familiar"?..
Entre outras coisas, nomeadamente, porque vamos ter uma "pista de gelo ecológica" para "miúdos e graúdos"!
Cá está o segredo: promover "um conceito alargado de família"!..
Seja lá isso o que for...
Há sempre um fio condutor nisto tudo que gira em torno da gestão da Figueira: as escolhas dos figueirenses...
Presumo que os figueirenses, quando optam por escolher um político mau, podendo ser governados por um bom político, quando optam por ler um livro mau, podendo estar a ler um livro bom, quando optam por ver maus programas de televisão, podendo ver bons programas, quando optam por ouvir música má, podendo ouvir música boa, só fazem isso porque se devem julgar imortais...
E não venham com desculpas...
Não há boa nem má publicidade: só há publicidade.
Seria importante, a meu ver, que começássemos a ter noção do que é o desperdício.
![]() |
| (Para ler melhor, convém clicar em cima da imagem) |
No jornal A Voz da Figueira de ontem, podem ler o que está na imagem acima.
Quem não gostaria de viver permanentemente em alegria?
Muito diferente da felicidade, a alegria é atingida mais facilmente...
Tem um senão: dura menos...
Quer saber porque, no período de Natal e da passagem de ano, "nós somos o melhor destino turístico familiar"?..
Entre outras coisas, nomeadamente, porque vamos ter uma "pista de gelo ecológica" para "miúdos e graúdos"!
Cá está o segredo: promover "um conceito alargado de família"!..
Seja lá isso o que for...
Há sempre um fio condutor nisto tudo que gira em torno da gestão da Figueira: as escolhas dos figueirenses...
Presumo que os figueirenses, quando optam por escolher um político mau, podendo ser governados por um bom político, quando optam por ler um livro mau, podendo estar a ler um livro bom, quando optam por ver maus programas de televisão, podendo ver bons programas, quando optam por ouvir música má, podendo ouvir música boa, só fazem isso porque se devem julgar imortais...
E não venham com desculpas...
Não há boa nem má publicidade: só há publicidade.
Seria importante, a meu ver, que começássemos a ter noção do que é o desperdício.
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Imaginem-se...
É com muita revolta que a viúva de Joaquim Comboio, reage ao arquivamento do processo que respeita ao naufrágio do arrastão Olívia Ribau, a 6 de Outubro do ano passado, em que morreram cinco homens, entre os quais o seu marido.
Ilda Coelho disse ontem ao Jornal Diário de Coimbra que aguarda «que o advogado tome uma decisão», mas vai advertindo: «o caso do meu marido é diferente, porque esteve à espera de socorro à vista de toda a gente, demasiado tempo».
António Comboio, de 57 anos, pescador experiente (andava ao mar desde os 14 anos), ainda aguentou alguns minutos agarrado ao casco da embarcação, pedindo por socorro, que não chegou,
acabando por sucumbir.
«O meu marido estava ali à vista de toda a gente, soube que ia morrer e ninguém fez nada», desabafa exaltada Ilda Coelho, deixando vir ao de cima as memórias da tragédia.
E garante que o marido, contrariamente ao que foi dito, «sabia nadar e tenho testemunhas de amigos dele de infância que o podem confirmar».
Ilda Coelho disse ontem ao Jornal Diário de Coimbra que aguarda «que o advogado tome uma decisão», mas vai advertindo: «o caso do meu marido é diferente, porque esteve à espera de socorro à vista de toda a gente, demasiado tempo».
António Comboio, de 57 anos, pescador experiente (andava ao mar desde os 14 anos), ainda aguentou alguns minutos agarrado ao casco da embarcação, pedindo por socorro, que não chegou,
acabando por sucumbir.
«O meu marido estava ali à vista de toda a gente, soube que ia morrer e ninguém fez nada», desabafa exaltada Ilda Coelho, deixando vir ao de cima as memórias da tragédia.
E garante que o marido, contrariamente ao que foi dito, «sabia nadar e tenho testemunhas de amigos dele de infância que o podem confirmar».
Vem aí 2017, ano de festas...
"Fomos pioneiros na afirmação da cidade como espaço de festejos", afirmou o presidente ao jornal AS Beiras.
Calma presidente... Não é precisa essa festa toda!..
A Figueira é uma festa. Como costumo escrever, na Figueira é sempre carnaval.
O pessoal que vota gosta de festa. E o presidente sabe, que com umas festas e duas ou três obras nas freguesias urbanas, tem novo mandato no papo.
A vida é uma festa...
Mesmo para aqueles, para quem a vida mete choro e amargura pelo meio, também tem momentos de festa.
Eu por mim falo: poucos momentos amargos recordo em comparação com os alegres.
Contudo, os primeiros superam em muito os últimos.
A vida é uma festa e o presidente sabe.
Com muita calma, vamos então continuar a viver essa festa bonita.
Mas, calma presidente... Não é precisa essa festa toda!..
Vem aí 2017, ano de muitas festas...
Em tempo em que as vacas já estiveram mais magras!
Mas, mesmo em tempo de vacas magras, não foi por isso que a festa não se fez.
Eu divirto-me à brava e sem gastar dois tostões. O divertimento é a apetência pela festa... E, essa, por aqui não nos faltará!
A Figueira vai continuar em festa. Pelo menos, em grande parte de 2017, ano de eleições...
Vão ser meses, os que aí vêm, de festa em que os sorrisos dos políticos fluem e nos vão querer fazer crer que são outros, apesar de sabermos que continuam a ser os mesmos.
20017, o ano que aí vem, será de tempo de festa, tempo de passarmos para segundo plano as preocupações, as chatices e as impertinências.
Vivamos então esse pouco tempo tempo de festa.
Eu, vou ver se consigo sentir-me factuamente a borboletear!
Calma presidente...
Isto está no papo: não é precisa essa festa toda!..
Calma presidente... Não é precisa essa festa toda!..
A Figueira é uma festa. Como costumo escrever, na Figueira é sempre carnaval.
O pessoal que vota gosta de festa. E o presidente sabe, que com umas festas e duas ou três obras nas freguesias urbanas, tem novo mandato no papo.
A vida é uma festa...
Mesmo para aqueles, para quem a vida mete choro e amargura pelo meio, também tem momentos de festa.
Eu por mim falo: poucos momentos amargos recordo em comparação com os alegres.
Contudo, os primeiros superam em muito os últimos.
A vida é uma festa e o presidente sabe.
Com muita calma, vamos então continuar a viver essa festa bonita.
Mas, calma presidente... Não é precisa essa festa toda!..
Vem aí 2017, ano de muitas festas...
Em tempo em que as vacas já estiveram mais magras!
Mas, mesmo em tempo de vacas magras, não foi por isso que a festa não se fez.
Eu divirto-me à brava e sem gastar dois tostões. O divertimento é a apetência pela festa... E, essa, por aqui não nos faltará!
A Figueira vai continuar em festa. Pelo menos, em grande parte de 2017, ano de eleições...
Vão ser meses, os que aí vêm, de festa em que os sorrisos dos políticos fluem e nos vão querer fazer crer que são outros, apesar de sabermos que continuam a ser os mesmos.
20017, o ano que aí vem, será de tempo de festa, tempo de passarmos para segundo plano as preocupações, as chatices e as impertinências.
Vivamos então esse pouco tempo tempo de festa.
Eu, vou ver se consigo sentir-me factuamente a borboletear!
Calma presidente...
Isto está no papo: não é precisa essa festa toda!..
Um desafio inofensivo: que nome dar a este quiosque?..
Todos nós conhecemos as chamadas de valor acrescentado, a provar que quem manda nisto tudo são as televisões.
Desde que foram inventadas as chamadas "chamadas telefónicas de valor acrescentado", passaram a ser uma mina de ouro para burlões e outros vigaristas.
É a chamada banhada, através das "banhadas via televisões e seus passatempos".
É óbvio que um blogue sério, nunca se poderia meter num negócio como o das "chamadas de valor acrescentado das televisões", torpe, sujo e baixo, por ter como público alvo analfabetos funcionais, ou não, mas, sobretudo, gente que nem se apercebe do risco e despesa onde se está a meter.
É óbvio que num blogue civilizado se protegem esses consumidores desprotegidos e incautos, por estarem convencidos que interactivo é ser à borla ou custar pouco dinheiro.
Aqui não, é mesmo tudo à borla: basta participarem a indicar qual destas 4 hipóteses escolheriam para dar nome a este quiosque.
1. Quiosque "praia fusing".
2. Quiosque "praia do forte".
3. Quiosque "praia do cagalhão".
4. Quiosque "praia dos tesos".
Desde que foram inventadas as chamadas "chamadas telefónicas de valor acrescentado", passaram a ser uma mina de ouro para burlões e outros vigaristas.
É a chamada banhada, através das "banhadas via televisões e seus passatempos".
É óbvio que um blogue sério, nunca se poderia meter num negócio como o das "chamadas de valor acrescentado das televisões", torpe, sujo e baixo, por ter como público alvo analfabetos funcionais, ou não, mas, sobretudo, gente que nem se apercebe do risco e despesa onde se está a meter.
É óbvio que num blogue civilizado se protegem esses consumidores desprotegidos e incautos, por estarem convencidos que interactivo é ser à borla ou custar pouco dinheiro.
Aqui não, é mesmo tudo à borla: basta participarem a indicar qual destas 4 hipóteses escolheriam para dar nome a este quiosque.
1. Quiosque "praia fusing".
2. Quiosque "praia do forte".
3. Quiosque "praia do cagalhão".
4. Quiosque "praia dos tesos".
O assunto do momento!..
"Economia surpreende e acelera para melhor resultado dos últimos três anos"...
Entretanto, esta noite, nos canais especialistas em informação, na ordem do dia e "a marcar a actualidade" esteve as imagens e os debates repetitivos sobre o caso das agressões no túnel de Alvalade!..
Não vi o Camilo Lourenço, não vi José Gomes Ferreira, não vi o César das Neves...
O tema da noite , foi a "Polémica sobre os incidentes no tunel do Sporting"...
Na SICN, temos o Rui Santos. Na TVI24, temos Mais Bastidores. N CMTV, temos A LIGA DOURO...
Tudo isto. para discutir se o que saiu da boca de Bruno de Carvalho foi "cuspo" ou "vapor"...
Neste momento, "a marcar a actualidade", "O Governo Da Geringonça", não dá jeito discutir com os dados económicos conhecidos...
Entretanto, esta noite, nos canais especialistas em informação, na ordem do dia e "a marcar a actualidade" esteve as imagens e os debates repetitivos sobre o caso das agressões no túnel de Alvalade!..
Não vi o Camilo Lourenço, não vi José Gomes Ferreira, não vi o César das Neves...
O tema da noite , foi a "Polémica sobre os incidentes no tunel do Sporting"...
Na SICN, temos o Rui Santos. Na TVI24, temos Mais Bastidores. N CMTV, temos A LIGA DOURO...
Tudo isto. para discutir se o que saiu da boca de Bruno de Carvalho foi "cuspo" ou "vapor"...
Neste momento, "a marcar a actualidade", "O Governo Da Geringonça", não dá jeito discutir com os dados económicos conhecidos...
Subscrever:
Mensagens (Atom)

























