terça-feira, 16 de junho de 2015
A Praia da "Calamidade" (outrora da Claridade") ainda não tem nadador-salvador...
Já estamos no quarto dia da abertura oficial da época balnear
oficial e as praias da sede do
concelho ainda não têm vigilância total na área concessionada, por
falta de nadadores-salvadores.
Em declarações que hoje podem ser lidas no DIÁRIO AS BEIRAS, o comandante da Capitania da Figueira da Foz, Paulo Oliveira Inácio, recomenda “cuidados redobrados” aos banhistas, que, aliás, devem sempre respeitar as regras de segurança.
Enquanto este problema não for resolvido, a Bandeira Azul não pode ser içada na Praia do Relógio.
“Faltam nadadores-salvadores porque não houve cursos na Figueira da Foz. Já havia poucos e agora ainda há menos, porque os que iam fazer a reciclagem não foram, o mesmo acontecendo com os novos”, explicou ao DIÁRIO AS BEIRAS Tânia Pinto, do Clube de Surf e Salvamento, com sede na Figueira da Foz. Além disso, muitos dos estudantes que durante a época balnear vigiavam as praias deixaram de o fazer porque a remuneração auferida durante três meses impedia-os de se candidatarem a bolsas de estudo. Tânia Pinto garantiu, contudo, que, “se houver nadadores-salvadores disponíveis no clube, os concessionários podem contratá-los”.
“Temos nadadores-salvadores, mas alguns não querem trabalhar em determinados sítios e outros não querem ou não podem trabalhar a tempo inteiro”, salvaguardou a dirigente.
De harmonia com o jornal que temos vindo a citar, nas praias do nosso concelho os “banheiros” ganham 950 euros por mês e trabalham 40 horas por semana.
Em declarações ao mesmo jornal, o vereador Carlos Monteiro garantiu que “todas as praias com vigilância assegurada pela autarquia têm nadadores-salvadores”.
A época balnear continua até 15 de setembro. Este ano a Bandeira Azul atribuída a cinco praias do concelho. A saber: Relógio, Buarcos (nova), Quiaios, Leirosa e São Pedro.
“Temos mais uma Bandeira Azul, o que nos deixa satisfeitos”, sublinhou o autarca.
Além de ostentar a distinção máxima das praias portuguesas, Buarcos acumula a categoria de Praia Mais, atribuída às estâncias balneares equipadas com tiralô, que leva pessoas com problemas de mobilidade a banhos – este serviço funciona de 6 de julho a 5 de setembro. E, juntamente com a Leirosa, Quiaios, Relógio e São Pedro, também ostenta o símbolo de Praia Acessível, por ter passadiços de madeira que facultam o acesso à praia.
Em declarações que hoje podem ser lidas no DIÁRIO AS BEIRAS, o comandante da Capitania da Figueira da Foz, Paulo Oliveira Inácio, recomenda “cuidados redobrados” aos banhistas, que, aliás, devem sempre respeitar as regras de segurança.
Enquanto este problema não for resolvido, a Bandeira Azul não pode ser içada na Praia do Relógio.
“Faltam nadadores-salvadores porque não houve cursos na Figueira da Foz. Já havia poucos e agora ainda há menos, porque os que iam fazer a reciclagem não foram, o mesmo acontecendo com os novos”, explicou ao DIÁRIO AS BEIRAS Tânia Pinto, do Clube de Surf e Salvamento, com sede na Figueira da Foz. Além disso, muitos dos estudantes que durante a época balnear vigiavam as praias deixaram de o fazer porque a remuneração auferida durante três meses impedia-os de se candidatarem a bolsas de estudo. Tânia Pinto garantiu, contudo, que, “se houver nadadores-salvadores disponíveis no clube, os concessionários podem contratá-los”.
“Temos nadadores-salvadores, mas alguns não querem trabalhar em determinados sítios e outros não querem ou não podem trabalhar a tempo inteiro”, salvaguardou a dirigente.
De harmonia com o jornal que temos vindo a citar, nas praias do nosso concelho os “banheiros” ganham 950 euros por mês e trabalham 40 horas por semana.
Em declarações ao mesmo jornal, o vereador Carlos Monteiro garantiu que “todas as praias com vigilância assegurada pela autarquia têm nadadores-salvadores”.
A época balnear continua até 15 de setembro. Este ano a Bandeira Azul atribuída a cinco praias do concelho. A saber: Relógio, Buarcos (nova), Quiaios, Leirosa e São Pedro.
“Temos mais uma Bandeira Azul, o que nos deixa satisfeitos”, sublinhou o autarca.
Além de ostentar a distinção máxima das praias portuguesas, Buarcos acumula a categoria de Praia Mais, atribuída às estâncias balneares equipadas com tiralô, que leva pessoas com problemas de mobilidade a banhos – este serviço funciona de 6 de julho a 5 de setembro. E, juntamente com a Leirosa, Quiaios, Relógio e São Pedro, também ostenta o símbolo de Praia Acessível, por ter passadiços de madeira que facultam o acesso à praia.
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Para rir ou chorar?..
"Uma anedota nacional", que tem sido contada pelos sucessivos governos!..
Depois da leitura da anedota, a escolha é vossa: querem rir ou chorar?
“…o que hoje se passa na gestão camarária cá do burgo”
"Lançam-se uns
conceitos difusos para o ar,
assinam-se muitos e diversos protocolos, convidam-se
muitos embaixadores, promovem-se vários concursos
de ideias, mas os resultados
tardam em chegar e já lá vão
6 anos.
Continuamos com a maior
taxa de desemprego do
distrito e com uma elevada
taxa de emigração. Mas,
ainda assim o presidente da
câmara anda feliz porque
somos o concelho que
mais exporta na região. É
claro que é importante ser o
concelho mais exportador,
graças a 4 ou 5 empresas,
mas não basta. Precisamos
como “de pão para a boca”
de criação de novas empresas. Somos um concelho
pouco industrializado para o
potencial que temos, apesar
das 4 empresas que estão
no top 50 das maiores empresas da região. Temos que
ser um concelho amigo do
investimento, com medidas
concretas, e não apenas no
discurso, se não queremos
passar ao lado da história."
Acabei de citar Miguel Almeida, vereador Somos Figueira, hoje no jornal AS BEIRAS.
Em tempo.
Cá no burgo, com esta crónica que transcrevo parcialmente, voltou a calma e tudo voltou ao normal.
Depois de menos de uma semana em que chegámos a pensar que estávamos todos empregados (João Ataíde sublinhou, na semana passada, que “a Figueira da Foz é o concelho mais empreendedor da região”) , eis que surge Miguel Almeida e, com a crónica acima, nos atira com a realidade à cara e nos tira a ilusão que o diligente, esforçado e abnegado presidente da Câmara nos tinha dado como uma realidade.
Eu sabia que cá no burgo há muita falta de emprego (desemprego é uma palavra pesada e na linguagem dos liberais já devia ter sido riscada do dicionário. Lembra a ideia de emprego. Para os liberais, recorda a desprezível ressonância de “emprego para toda a vida”. A ideia de constância e não de temporalidade. A ideia de permanência e não de ocasião. O presságio de uma realidade que se afasta da ideia de trabalho temporário. O fantasma da rigidez dos custos e da não flexibilidade. A imagem da instalação fabril, associada a um espaço físico e comunitário, a não-deslocalização. Esta política - a que hoje vigora em Portugal - foi iniciada no Portugal pós 25 de Abril pelo PS de Mário Soares, continuada por Cavaco e por Sócrates e levada aos limites por Passos e Portas... E há-de ser, se os votantes e Deus quiserem, continuada em breve por António Costa...) e também sei que a culpa não é, no essencial, deste executivo camarário.
E pronto, durante menos de uma semana João Ataíde vendeu-nos a ilusão de que fomos “o concelho mais empreendedor da região”.
Obrigado presidente pelo esforço em tentar elevar auto estima dos figueirenses - mas já deixámos de a ter há muito.
Acabei de citar Miguel Almeida, vereador Somos Figueira, hoje no jornal AS BEIRAS.
Em tempo.
Cá no burgo, com esta crónica que transcrevo parcialmente, voltou a calma e tudo voltou ao normal.
Depois de menos de uma semana em que chegámos a pensar que estávamos todos empregados (João Ataíde sublinhou, na semana passada, que “a Figueira da Foz é o concelho mais empreendedor da região”) , eis que surge Miguel Almeida e, com a crónica acima, nos atira com a realidade à cara e nos tira a ilusão que o diligente, esforçado e abnegado presidente da Câmara nos tinha dado como uma realidade.
Eu sabia que cá no burgo há muita falta de emprego (desemprego é uma palavra pesada e na linguagem dos liberais já devia ter sido riscada do dicionário. Lembra a ideia de emprego. Para os liberais, recorda a desprezível ressonância de “emprego para toda a vida”. A ideia de constância e não de temporalidade. A ideia de permanência e não de ocasião. O presságio de uma realidade que se afasta da ideia de trabalho temporário. O fantasma da rigidez dos custos e da não flexibilidade. A imagem da instalação fabril, associada a um espaço físico e comunitário, a não-deslocalização. Esta política - a que hoje vigora em Portugal - foi iniciada no Portugal pós 25 de Abril pelo PS de Mário Soares, continuada por Cavaco e por Sócrates e levada aos limites por Passos e Portas... E há-de ser, se os votantes e Deus quiserem, continuada em breve por António Costa...) e também sei que a culpa não é, no essencial, deste executivo camarário.
E pronto, durante menos de uma semana João Ataíde vendeu-nos a ilusão de que fomos “o concelho mais empreendedor da região”.
Obrigado presidente pelo esforço em tentar elevar auto estima dos figueirenses - mas já deixámos de a ter há muito.
Santana
Santana, em tempos, chamou incompetente ao então candidato do PS à Câmara de Lisboa, António
Costa.
Santana, em tempos,
chamou tendencioso ao ex-Presidente da República, Jorge Sampaio.
Santana, em tempos, elogiou
Cavaco Silva.
Santana, ontem, no jornal A BOLA elogiou Bruno Carvalho.
Santana, sempre o mesmo Santana, o tal que já fez mais pelo
PS do que a esmagadora maioria dos socialistas - jotinhas incluídos - em 41 de democracia…
Santana, sempre o mesmo Santana, o amigo dos jornais - quando há falta de notícias, lá está ele para
ajudar a vender papel.
domingo, 14 de junho de 2015
Junho na Figueira já não é o que foi….
Já gostei muito do mês de Junho na Figueira.
Isso aconteceu no
tempo em que o mês de Junho, na Figueira, tinha noites quentes e os cheiros das
flores do Jardim Municipal.
Na Figueira, era no mês de Junho que se começava a sentir no ar a animação da cidade e a aproximação da “época alta”, que se prolongava por Julho, Agosto e iria terminar em
Setembro com o Festival de Cinema.
Isso era no tempo em que o mês de Junho, na Figueira, tinha
noites quentes e os cheiros das flores do Jardim Municipal.
Na Figueira, no mês de Junho
começava a sentir-se a animação e todos queríamos ser felizes e sentíamos que podíamos conseguir
ir perto disso.
Hoje, na Figueira, Junho
já não tem noites quentes e até os cheiros das flores do Jardim Municipal - que no
mês de Junho se começavam a sentir no
ar, como pequenos vestígios da beleza à
nossa passagem por um espaço bonito e nobre como era então o Jardim da
Figueira - já não são os mesmos.
Hoje, na Figueira, no Jardim já nem um dos mais
bonitos coretos que conheci existe!
Hoje, na Figueira, sobrou Junho, o primeiro mês da desilusão e da nostalgia do tempo em que
o mês de Junho, na Figueira, tinha noites quentes e os cheiros das flores do
Jardim Municipal.
Na Figueira, Junho era então o mês em que se começava a sentir no ar a animação da cidade e a chegada da “época alta”, que se prolongava por Julho, Agosto e iria terminar
em Setembro com o Festival de Cinema…
Agora, na Figueira, apesar do que nos querem vender, vivemos uma farsa e não sobrará mais que as memórias, vividas e compreendidas por alguns, mas ao alcance de poucos.
Estamos em Junho de 2015, as noites frias tropeçam nos dias e enchem a cidade de petulância, vaidade, presunção e ignorância.
Estamos em Junho de 2015, as noites frias tropeçam nos dias e enchem a cidade de petulância, vaidade, presunção e ignorância.
10 de Junho, Dia de Camões e das Comunidades (VI)
No fundo, a Figueira é um local violento
A Figueira, é um lugar onde a triste realidade pode ser o outro nome do poder.
Em lugares como este, valores como seriedade, independência e dignidade constituem uma afronta e, sobretudo, uma ameaça para as chamadas elites políticas.
Ai de quem ousa mijar fora do penico e divergir do status quo… Sujeita-se ao boato, à maledicência e à calúnia de gente medíocre ligada ao poder - os chamados capachos - que nem sabem, sequer, o que é um vestígio de nobreza de carácter ou de independência intelectual.
Quem hoje tenta esmagar quem é livre, não se libertará amanhã. Permanecerá lacaio para sempre.
A intolerância de uns acabará por justificar o ressentimento dos outros. No fundo, a violência de todos.
Em lugares como este, valores como seriedade, independência e dignidade constituem uma afronta e, sobretudo, uma ameaça para as chamadas elites políticas.
Ai de quem ousa mijar fora do penico e divergir do status quo… Sujeita-se ao boato, à maledicência e à calúnia de gente medíocre ligada ao poder - os chamados capachos - que nem sabem, sequer, o que é um vestígio de nobreza de carácter ou de independência intelectual.
Quem hoje tenta esmagar quem é livre, não se libertará amanhã. Permanecerá lacaio para sempre.
A intolerância de uns acabará por justificar o ressentimento dos outros. No fundo, a violência de todos.
sábado, 13 de junho de 2015
Nem tudo o que parece é...
“Figueirenses, o que hoje são apenas ervas, amanhã será uma floresta. E no dia a seguir um novo parque da cidade. E no outro ainda aqui receberemos Nossa Senhora.”
Felizes os que acreditam.
Temo, contudo, que esta política da naturalização se estenda a todo o concelho. Na Serra da Boa Viagem, por exemplo, já senti sérias dificuldades em descobrir os parques de merendas que se escondem por baixo da vegetação. É o que se chama avançar com confiança. Será que neste caso o objectivo é mudar o estatuto de parque florestal para parque selvagem?
Felizes os que acreditam.
Temo, contudo, que esta política da naturalização se estenda a todo o concelho. Na Serra da Boa Viagem, por exemplo, já senti sérias dificuldades em descobrir os parques de merendas que se escondem por baixo da vegetação. É o que se chama avançar com confiança. Será que neste caso o objectivo é mudar o estatuto de parque florestal para parque selvagem?
RICARDO SANTOS
Um tema interessante: a utilização dos dinheiros públicos
Foi dinheiro público que pagou jantar de apresentação dos
resultados do Proder para 300, onde estiveram presentes o vice-primeiro-ministro
e a ministra da Agricultura - a verba veio dos fundos comunitários.
Não têm emenda, mas todos têm o prato na ementa: mistura-se uma pitada de interesse público com vantagens privadas a gosto, espreme-se o Estado e o cidadão como limão, serve-se com vapores de eleição.
Eis uma receita tradicional portuguesa, que sai do forno dos
melhores ‘chefs’ sem pingo de vergonha - de Sócrates a Portas.
10 de Junho, Dia de Camões e das Comunidades (V)
Passaram dez anos
![]() |
| foto RUI OCHOA |
Passaram dez anos e Cunhal, Líder carismático, continua a ser o “cimento para a capacidade de resistência” do PCP.
Rejeitou o culto da personalidade, sempre recusou colocar uma fotografia sua em cartazes eleitorais, não gostava de montras mediáticas, não expunha as companheiras, nem a filha, nem os netos. Mantinha o seu quotidiano recatado.
E, no entanto, quem lidava com ele de perto sempre se comove ao lembrar a preocupação carinhosa com os outros, que tanto contrastava com a imagem de homem duro: desdobrava-se em atenções, indagava da saúde, do bem-estar, da família, dos filhos dos camaradas. Um véu de suposta aridez emocional que ocultava um homem cheio de afectos.
Estudava certeiro as poucas entrevistas que concedia, sempre se recusou a autobiografar-se, e até a desmentir os dados fantasiosos que, volta e meia, se insinuavam. E o que não se sabia ao certo, a comunicação social sempre fez questão de realçar, alimentar especulações, insondáveis enigmas. Onde vivia, com quem vivia, que doença o atacava nos últimos anos. Mas ele proclamava a modéstia, uma certa obscuridade, vivia na heteronímia (na política, antes do 25 de Abril, foi Duarte, Daniel, António. Na literatura Manuel Tiago), mas ainda assim ou talvez muito por causa disto se foi criando o mito que sempre rejeitou. Recusando o culto, reforçou-o. A sua presença fascinava, hipnotizava, até os guardas da prisão embatucavam quando com ele se cruzavam.
A morte de Álvaro Cunhal, já bastante debilitado, e de visão muito diminuída, embora ainda lúcido, é anunciada pelo Comité Central do PCP com "profunda mágoa e emoção", às 5 horas e 54 minutos do dia 13 de junho de 2005.
Dois dias depois, realiza-se um funeral de Estado. Eu estive lá e vi milhares de pessoas, em cortejo fúnebre, percorrerem, durante mais de duas horas, a avenida desde a Praça do Chile até ao Alto de São João.
Agitaram-se cravos, muitas bandeiras vermelhas e palavras de ordem, jorraram muitas lágrimas e a consternação era visível. Foi a maior manifestação de massas que vi ao vivo.
Antes de a urna entrar no forno crematório, entoou-se a Internacional e o Hino Nacional.
As árvores da Figueira: será que a culpa é só do jardineiro-biscateiro?..
Cito o eng. João Vaz:
“As pobres das árvores, depois da violenta rolagem a que
foram sujeitas pelos jardineiros da Câmara Municipal, estão agora enfraquecidas
- o estilo pom-pom - apresentando umas
folhitas no topo de troncos enormes. Estamos a meio de Maio, aquilo que deveria
ser o esplendor vegetativo é uma parca mostra de sobrevivência das árvores.
Enfim, enquanto os jardineiros não tiverem formação
adequada, vão perpetuar-se este tipo de erros na gestão do património arborícola.”
“Há árvores bem tratadas, com uma copa natural e
equilibrada, e há árvores mal tratadas: a copa completamente destruída por
podas camarárias mal dirigidas e executadas. Os "biscateiros" pegam
na moto-serra, sobem ao escadote e destroem a copa (rolamento). Para quê? É
tradição, sempre assim se fez e continuará a fazer. Quem perde? Todos nós. As
árvores ficam fragilizadas, aumenta o risco de caírem, envelhecem precocemente
sujeitas a feridas que demoram anos a sarar. Quando a ferida sarar, lá vem
outro corte (poda)!
Mas, no dia da árvore lá estaremos a comemorar!”
Em tempo.
Na Figueira, desde há muitos anos, temos a cultura desta coisa extraordinária: na
câmara, desde os chefes de gabinete, passando pelos assessores e pelos
motoristas, as escolhas são normalmente feitas
pelos presidentes e vereadores eleitos,
com respeito pela máquina partidária vencedora das eleições.
Que se esteja insatisfeito
com um jardineiro e nada aconteça no decorrer de vários anos, leva-me a crer que a
excepção, que confirma a regra da admissão por confiança política na câmara da
Figueira – os tais que podem ser
demitidos a qualquer momento – deve ser mesmo o jardineiro- biscateiro!..
Claro que é sempre mais difícil - e não é isso que estou a
propor - demitir o vereador do Ambiente, em último caso o verdadeiro
responsável político por uma câmara que
trata as árvores com um desprezo olímpico.
Carlos Monteiro – o Cabedelo é disso um exemplo - não é nem melhor nem pior do que a desgraça
que têm sido os sucessivos vereadores do
Ambiente de anteriores executivos camarários figueirenses.
Valha-nos a tradição: normalmente, a culpa costuma ser do porteiro …
Desta vez, é do
jardineiro-biscateiro…
E, por exemplo, no Cabedelo, na praia da Figueira, ou na Serra da Boa Viagem, de quem é a culpa?
Chiril Gaburici, PM da Moldávia, demitiu-se depois de começar a ser investigado por falsificação do diploma do ensino secundário...
Será que o primeiro-ministro da Moldávia, por falta de diplomas verdadeiros... "MOLDAVA-OS"?..
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Venderam o “lego” tão mal que nem teve poder de encaixe!..
"Domingo de Futebol na Cova/Gala é dia de festa para as mulheres"
Uma saborosa crónica publicada em 20 de Junho de 1980, quase há 35 anos, que dá conta da importância do futebol na Aldeia e do papel importante que as mulheres então tinham na festa, foi hoje recordada aqui.
10 de Junho, Dia de Camões e das Comunidades (IV)
| para ler melhor, clicar na imagem |
No fundo, eu sei o que o autor quis dizer nesta crónica publicada
no jornal barca nova, edição nº. 201, datada de 11 de Junho de 1982.
"Camões foi um marginal, boémio, conhecedor do lado oculto da realidade, crítico dos podres sociais - viveu à margem do esquema social do seu tempo.
Morreu à míngua - as portas do Poder e da cultura portuguesa da época fecharam-se-lhe na cara...
Nos tempos que correm, a obra e a vida de Luís de Camões valem pela sua real dimensão cultural e pela coerência de ter sabido ser marginal e continua a resistir aos oportunismos".
Há os que continuam marginais. Nem todos conseguem ser Camões…
Ainda bem que agora existe o RSI!..
Ainda bem que agora existe o RSI!..
As condecorações do 10 de junho
Em tempo.
"O drama das condecorações póstumas é que o condecorado não
se pode defender.
Nem defender a sua obra."
«Prémio INOVA Município 2015» e os méritos próprios...
“O Município da Figueira da Foz foi distinguido, na passada
6ª feira, 5 de Junho, com o «Prémio INOVA Município», uma iniciativa promovida
pela Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, Banco de
Inovação Social, Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Direcção-Geral da
Educação, Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, Instituto de Apoio às
Pequenas e Médias Empresas e à Inovação, Agência para a Competitividade e
Inovação, e Instituto Português do Desporto e Juventude.”
Foi assim que o Município da Figueira iniciou o texto do comunicado oficial, dimanado a partir dos Paços do Concelho, no passado dia 8 de Junho de
2015.
O Agrupamento de Escolas da Zona Urbana da Figueira da Foz
não gostou que a autarquia tivesse reivindicado o Prémio INOVA Município como
sendo seu, não esclarecendo que o recebeu porque foi esta estrutura escolar que o
conquistou.
Em nota de imprensa,
o agrupamento explica que sentiu “necessidade de esclarecer” a sua comunidade
educativa de “alguns (grandes) mal-entendidos que estão a ser propagados por
quem tem a obrigação de conhecer e transmitir informações verosímeis”. Depois
desta consideração, defende que “a Câmara da Figueira da Foz apenas recebeu
este prémio pela evidência do agrupamento pertencer ao município em questão”.
A nota de imprensa do agrupamento realça, também, que, “até
ao momento, não houve, por parte da autarquia, qualquer felicitação
institucional dirigida aos alunos e professores que, representando o município,
alcançaram mais um resultado de destaque”.
Contactado pelo DIÁRIO AS BEIRAS, o presidente do
agrupamento, Adelino Matos, rejeita, porém, que tivesse havido oportunismo por
parte do gabinete da presidência camarária.
“O nosso comunicado
foi só para clarificar”, disse Adelino de Matos, mantendo, contudo, que a
autarquia ainda não felicitou o agrupamento. O dirigente sublinhou, que “teria sido mais pertinente felicitar o
agrupamento” quando este conquistou um prémio de empreendedorismo na sede do
concelho e em Coimbra, nesta cidade como representante do município.
Em declarações ao
mesmo jornal, o presidente da câmara esclareceu que por se encontrar em
Lisboa participou na cerimónia da entrega do citado prémio, na qual felicitou
os vencedores.
“Não tinha a noção
clara que o prémio estava relacionado única e exclusivamente com a escola que o
conquistou”, garante João Ataíde.
Apesar disso, “considera o comunicado do agrupamento
descontextualizado e, de alguma forma, até injusto. Não houve preocupação, da
nossa parte, em assumir protagonismo”, conclui o autarca.
A distinção, recorde-se, foi atribuída a um projecto sobre
segurança rodoviária, no âmbito de um concurso nacional de empreendedorismo.
A propósito, João Ataíde sublinhou que “a Figueira da Foz é
o concelho mais empreendedor da região”.
Em tempo.
Sem ousar colocar minimamente em causa as últimas palavras
do presidente Ataíde, gostaria apenas de poder compreender o porquê de “a
Figueira da Foz ser o concelho mais empreendedor da região”.
Gostaria, realmente, que o presidente Ataíde esclarecesse o que
nos torna especiais no campo do empreendedorismo, o que nos leva a conseguir fazer
coisas que mais ninguém faz! O que nos faz sermos melhores do que os
outros!
Se essa explicação fosse dada, ficaríamos a saber o que é
que nos poderia tornar ainda muito melhores!
Fica o desafio: presidente Ataíde, quais são as pequenas
arestas a limar para ficarmos perfeitos?
É nos pormenores que nos podemos distinguir ainda mais dos outros. Não
é com tiradas políticas ou "mal entendidos".
O infinito e mais além deveria ser o nosso objectivo. Depois de sermos "o concelho mais empreendedor da região", ainda temos o País, a Europa e Mundo como desafios no campo de empreendedorismo...
Vamos a isso, Presidente?
quinta-feira, 11 de junho de 2015
Sabem quem é Carlos Gil?
![]() |
| imagem sacada daqui |
Em tempo.
O acto de vestir qualquer coisa extremamente cool à drª. Maria Cavaco merece a comenda e muito mais...
Já é possível obter uma cópia do 'Alerta Costeiro 14/15' através da internet...
Basta enviar um mail ou uma mensagem pelo Facebook que a Editora Palmier Books trata do vosso pedido e em breve ele estará em vossas casas.
O que disse um prémio Nobel sobre as mulheres...
"Distraem os homens, apaixonam-se e choram."
Em tempo.
"Esta historieta serve, quanto mais não seja, para demonstrar "cientificamente" que um homem pode estar durante toda a vida em contacto com o saber e a ciência, pode até, de caminho, ganhar um Prémio Nobel da Medicina… e chegar aos 72 anos de idade… sem nunca passar de um imbecilóide!!!"
Nem mais, Samuel.
Em tempo.
"Esta historieta serve, quanto mais não seja, para demonstrar "cientificamente" que um homem pode estar durante toda a vida em contacto com o saber e a ciência, pode até, de caminho, ganhar um Prémio Nobel da Medicina… e chegar aos 72 anos de idade… sem nunca passar de um imbecilóide!!!"
Nem mais, Samuel.
10 de Junho, Dia de Camões e das Comunidades (III)
A 10 de Junho de 1982, fez ontem
33 anos, a Figueira da Foz recebeu as
comemorações do Dia de Portugal de Camões e das Comunidades.
Foi a primeira cidade, sem ser capital de distrito, a
receber tal distinção.
Salvo erro ou omissão, tal só voltou a acontecer, ontem, com as comemorações realizadas em Lamego.
Deixo a recordação do que se passou na Figueira há 33 anos, com imagens do que foi publicado então nas páginas do barca nova.
Para se ler melhor, basta clicar em cima das imagens.
10 de Junho, Dia de Camões e das Comunidades (II)
"Temos de pensar em cerimónias que traduzam melhor a realidade do país. Por exemplo, no desfile, em lugar de colunas de militares, que já vamos tendo menos, devíamos apresentar filas de desempregados."
Já agora, propunha também o desfile de filas de emigrantes.
Em tempo.
Foram tantos milhares os portugueses ingratos para um governo que tem criado tanta estabilidade política, procura no mundo laboral e sustentabilidade na vida dos portugueses que contrariam Passos Coelho e, sem necessidade, voluntariamente abandonaram "a zona de conforto"!..
Passos Coelho, o Primeiro-Ministro, só aconselhou os professores a emigrar porque a nossa miudagem, cada vez é menos e tem cada menos vontade de aprender!..
Assim, muitos dos professores, mais e melhor formados, não iam poder ensinar no nosso País, porque em Portugal ninguém - muito menos os jovens - quer aprender!..
Passos limitou-se a apontar alternativas para os professores continuarem no ensino. Os professores, claro, em vez de irem para um call-center, com muita pena dos governantes portugueses, emigraram.
Depois, largos milhares de invejosos, principalmente aqueles que pertencem a uma geração extraordinariamente bem preparada, na qual Portugal investiu muito, como médicos, gestores, enfermeiros, pescadores, trolhas, motoristas, por exemplo, desafiaram a ambição e fizeram o mesmo: seguiram as pisadas dos professores e abandonaram o país que tanto neles gastou na formação!..
Mas, atenção: foram porque são aventureiros... A extraordinária "trajectória da nossa economia" - o Banco de Portugal nunca se engana!.. - permitiam a esses activos fantásticos terem em Portugal fácil acesso a soluções para o futuro das suas vidas activas - claro, se tivessem cartão das jotinhas do PSD ou CDS...
Por pouco, a emigração não era um mito urbano...
Assim, é a "realidade".
Já agora, propunha também o desfile de filas de emigrantes.
Em tempo.
Foram tantos milhares os portugueses ingratos para um governo que tem criado tanta estabilidade política, procura no mundo laboral e sustentabilidade na vida dos portugueses que contrariam Passos Coelho e, sem necessidade, voluntariamente abandonaram "a zona de conforto"!..
Passos Coelho, o Primeiro-Ministro, só aconselhou os professores a emigrar porque a nossa miudagem, cada vez é menos e tem cada menos vontade de aprender!..
Assim, muitos dos professores, mais e melhor formados, não iam poder ensinar no nosso País, porque em Portugal ninguém - muito menos os jovens - quer aprender!..
Passos limitou-se a apontar alternativas para os professores continuarem no ensino. Os professores, claro, em vez de irem para um call-center, com muita pena dos governantes portugueses, emigraram.
Depois, largos milhares de invejosos, principalmente aqueles que pertencem a uma geração extraordinariamente bem preparada, na qual Portugal investiu muito, como médicos, gestores, enfermeiros, pescadores, trolhas, motoristas, por exemplo, desafiaram a ambição e fizeram o mesmo: seguiram as pisadas dos professores e abandonaram o país que tanto neles gastou na formação!..
Mas, atenção: foram porque são aventureiros... A extraordinária "trajectória da nossa economia" - o Banco de Portugal nunca se engana!.. - permitiam a esses activos fantásticos terem em Portugal fácil acesso a soluções para o futuro das suas vidas activas - claro, se tivessem cartão das jotinhas do PSD ou CDS...
Por pouco, a emigração não era um mito urbano...
Assim, é a "realidade".
SABER
"O que impede de saber não são nem o tempo nem a inteligência, mas somente a falta de curiosidade."
Agostinho da Silva
Agostinho da Silva
quarta-feira, 10 de junho de 2015
10 de Junho, Dia de Camões e das Comunidades
Vamos lá dizer isto em verso, que estamos aqui é para servir.
Ó Passos, que passas tantos dias a mentir,
Não sejas piegas e deixa a tua zona de conforto.
Arranja trabalho para onde te possas sumir,
Mas evita o tacho onde ex-político faz de morto.
Em tempo.
Ó Passos, que passas tantos dias a mentir,
Não sejas piegas e deixa a tua zona de conforto.
Arranja trabalho para onde te possas sumir,
Mas evita o tacho onde ex-político faz de morto.
Em tempo.
Passos: “Precisamos de poesia”.
A ganância ainda vai acabar por dar cabo disto tudo!.. (III)
Em tempo.
Os "alertas do engenheiro Redondo, em 1962, a propósito do projecto dos molhes", a que se refere o eng. Daniel Santos, na sua crónica de hoje no jornal AS BEIRAS, podem ser recordados clicando aqui.
Os "alertas do engenheiro Redondo, em 1962, a propósito do projecto dos molhes", a que se refere o eng. Daniel Santos, na sua crónica de hoje no jornal AS BEIRAS, podem ser recordados clicando aqui.
Peter Pereira, um covagalense na diáspora
Peter Pereira, fotojornalista natural da Cova Gala emigrado desde criança nos Estados Unidos, em New Bedford, está entre as cerca de 30 personalidades das comunidades portuguesas da diáspora que vão ser condecoradas pelo Presidente da República no âmbito do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
Nos últimos 17 anos, além dos prémios da National Press
Photographers Association, recebeu a distinção de fotógrafo do ano da New
England Newspaper & Press Association, por sete vezes, e um prémio de
excelência dos prémios China International Press Photo.
No campo da fotografia, diz que o fotojornalismo foi sempre
a única opção para si.
“Ao contrário de outros tipos de fotografia, tem um impacto
directo na forma como olhamos o mundo. É uma linguagem universal, capaz de
atravessar fronteiras. Não tenho dúvidas de que o fotojornalismo consegue mudar
o mundo”.
Representado pela agência portuguesa “4SEE”, Peter diz que
continua ligado ao país que deixou há quase 40 anos.
“Vivi nos Estados Unidos a maior parte da minha vida, mas
gosto da ligação que esta agência me dá ao meu país.
Tenho orgulho de ser português, de promover o país o quanto
posso e vou sempre considerar-me português”.
Peter Pereira tem família na Cova-Gala.PEQUENITOS PEQUENINOS
Vem aí mais um "10 de Junho", um dia particularmente dado às maiores inaninades pátrias. Sobretudo num ano eleitoral em que parece ter aberto a caça ao dito mais cretino e irrelevante.
Via PORTUGAL DOS PEQUENINOS
Via PORTUGAL DOS PEQUENINOS
Mensagem com futuro para o mensageiro*?..
| foto sacada daqui |
“Confesso que não nutro grandes esperanças pelos movimentos políticos de nova geração, do Podemos ao Ciudadanos até ao Syriza.”
António Tavares*, vereador PS, ontem no jornal AS BEIRAS.
Em tempo.
Percebo-o muito bem…
Uma pessoa amiga, porém, aconselhava-o a ser mais discreto, mais cauteloso, mais prudente.
Quando tentamos fugir à nossa natureza, acabamos por perder a identidade...
Em tempo.
Percebo-o muito bem…
Uma pessoa amiga, porém, aconselhava-o a ser mais discreto, mais cauteloso, mais prudente.
Quando tentamos fugir à nossa natureza, acabamos por perder a identidade...
Subscrever:
Mensagens (Atom)

























