quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
O syriza e o luto da direita
"Negação, raiva, negociação. A direita tem reagido à vitória do Syriza com o atordoamento de quem faz um luto. É o luto pela sua própria hegemonia, enfim contestada."
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Para "roubar" e assinar por baixo, é necessário um mínimo de coragem...
Quem me acompanha neste mundo da bloga
– e já lá vão quase 9 anos – sabe o que sempre pensei sobre as personagens com falta de coragem par assumir o que fazem.
Esse mundo, é um retrato do
que é o mundo, também fora do computador.
É um nojo. Ponto.
E, todavia, esse mundo onde há
nicknames, identidades inventadas, máscaras, impunidade, anonimato,
tem como protagonistas pessoas habitualmente controladas pelos
travões sociais...
Vivemos num mundo onde a covardia impera - mas
isso é sabido...
O anonimato é uma amostra - não da vida real, esta tem os seus filtros sociais - mas do que se passa na parte mais profunda da consciência humana a nível individual.
O anonimato é uma amostra - não da vida real, esta tem os seus filtros sociais - mas do que se passa na parte mais profunda da consciência humana a nível individual.
A pessoa por detrás do anónimo, quer
queiramos quer não, é muito pior do que a pessoa real.
A coberto do anonimato, é capaz de
actos que nunca faria se tivesse de dar a cara - seja por covardia,
seja por medo, seja lá do que for...
Vejamos o caso dos milionários anónimos...
"Em rigor, podem ser meras ficções, mas nomes como o da dona Sílvia, de Vila Real, do sr. Joaquim, de Castelo Branco, ou da dona Rosa, de Lisboa, passam a integrar o imaginário colectivo. Constam de uma lista de pessoas com depósitos de milhões no banco HSBC, na Suíça. A possibilidade de serem criadas fortunas desta dimensão sem que ninguém delas tome nota mostra como Portugal é um país que, nalguns aspectos, nada fica a dever aos regimes africanos mais opacos. Veremos no que resulta a caça à situação fiscal destes milionários desconhecidos. Malhas que o sigilo bancário tece."
Vejamos o caso dos milionários anónimos...
"Em rigor, podem ser meras ficções, mas nomes como o da dona Sílvia, de Vila Real, do sr. Joaquim, de Castelo Branco, ou da dona Rosa, de Lisboa, passam a integrar o imaginário colectivo. Constam de uma lista de pessoas com depósitos de milhões no banco HSBC, na Suíça. A possibilidade de serem criadas fortunas desta dimensão sem que ninguém delas tome nota mostra como Portugal é um país que, nalguns aspectos, nada fica a dever aos regimes africanos mais opacos. Veremos no que resulta a caça à situação fiscal destes milionários desconhecidos. Malhas que o sigilo bancário tece."
Estórias para crianças figueirenses: o papagaio (II)
Quem fechou
a porta
à Berta?
«O título desta crónica decorre de
um já antigo trocadilho que servia de resposta à pergunta “quanto
é que se abre a porta aberta?”
A resposta era óbvia: “Quando a Berta bate à porta!”
A brincadeira, inócua, pensava-se que não teria um segundo sentido.
A questão é que parece que pode ter!
Vejamos: nas reuniões da câmara, agora fechadas ao público, mesmo quando a Berta bate à porta, não é possível abri-la.
Logo, a resposta não é sempre verdadeira.
A situação não tem apenas a responsabilidade do autor da ideia, o presidente. Todos os vereadores executivos terão votado em sintonia. Com que argumentos é o que viremos a saber, daqui por mais ou menos dois meses, quando a respectiva ata for publicada no sítio da câmara.
Este é mais ou menos o período de atraso na publicação. Que não critico, conhecendo as dificuldades das transcrições.
As circunstâncias mudaram.
Tal, porém, não justifica que se alterem tão abruptamente as opiniões que, em defesa do interesse público, podíamos ler na “Linha do Oeste” ou ouvir nas intervenções da oposição nas nunca fechadas reuniões do mandato do anterior presidente.
Daqui por dois meses conheceremos as razões invocadas.
Mário Soares dizia, com toda a razão, que “só os burros não mudam de opinião”.
Churchill já antes tinha ido mais longe quando disse: “Não há mal nenhum em mudar de opinião. Contando que seja para melhor”.»
Em tempo.
O título da postagem - Estórias para crianças figueirenses: o papagaio - é da responsabilidade do autor por este blogue.
A crónica está hoje publicada no jornal AS BEIRAS e é da autoria do eng. Daniel Santos.
A imagem foi sacada ao jornal AS BEIRAS de hoje.
Ainda bem que existe AS BEIRAS para que António Tavares continue a dissertar sobre as reuniões à porta aberta.
Eu não previ, em devido tempo, que a “coisa” ainda daria muito que falar e escrever?..
A resposta era óbvia: “Quando a Berta bate à porta!”
A brincadeira, inócua, pensava-se que não teria um segundo sentido.
A questão é que parece que pode ter!
Vejamos: nas reuniões da câmara, agora fechadas ao público, mesmo quando a Berta bate à porta, não é possível abri-la.
Logo, a resposta não é sempre verdadeira.
A situação não tem apenas a responsabilidade do autor da ideia, o presidente. Todos os vereadores executivos terão votado em sintonia. Com que argumentos é o que viremos a saber, daqui por mais ou menos dois meses, quando a respectiva ata for publicada no sítio da câmara.
Este é mais ou menos o período de atraso na publicação. Que não critico, conhecendo as dificuldades das transcrições.
As circunstâncias mudaram.
Tal, porém, não justifica que se alterem tão abruptamente as opiniões que, em defesa do interesse público, podíamos ler na “Linha do Oeste” ou ouvir nas intervenções da oposição nas nunca fechadas reuniões do mandato do anterior presidente.
Daqui por dois meses conheceremos as razões invocadas.
Mário Soares dizia, com toda a razão, que “só os burros não mudam de opinião”.
Churchill já antes tinha ido mais longe quando disse: “Não há mal nenhum em mudar de opinião. Contando que seja para melhor”.»
Em tempo.
O título da postagem - Estórias para crianças figueirenses: o papagaio - é da responsabilidade do autor por este blogue.
A crónica está hoje publicada no jornal AS BEIRAS e é da autoria do eng. Daniel Santos.
A imagem foi sacada ao jornal AS BEIRAS de hoje.
Ainda bem que existe AS BEIRAS para que António Tavares continue a dissertar sobre as reuniões à porta aberta.
Eu não previ, em devido tempo, que a “coisa” ainda daria muito que falar e escrever?..
Finalmente, está a tornar-se visível o
que sabia que estava a acontecer: na Figueira tudo se cumpre.
Confesso, porém, que neste caso, mais rapidamente do que esperava.
Perante a realidade,
penso que é fácil de compreender o porquê das coisas, na Figueira e no País, serem assim...
Um gajo não chega para tudo e, por vezes, quase que deixa passar coisas realmente importantes...
“O embaixador do
Japão em Portugal anunciou, um dia destes, que vai convidar
empresas do seu país a
visitarem a Figueira da Foz,
a fim de conhecerem as suas
potencialidades e eventuais
oportunidades de negócio.
Hiroshi Azuma lembrou, por outro lado, que uma firma nipónica já tem interesses na cidade, através da Marubeni, que adquiriu a portuguesa AGS e, por esta via, ficou com 40 por cento do grupo da concessionária Águas da Figueira. Hiroshi Azuma aludiu ainda às relações históricas entre os japoneses e os portugueses. De resto, salientou, os lusos foram os primeiros europeus a contactarem com o Império do Sol Nascente.
A propósito, o historiador Alfredo Pinheiro Marques, que se encontrava entre os convidados na recepção que João Ataíde fez ao visitante no salão nobre da câmara, usou da palavra para sustentar que o primeiro navegante português a chegar ao Japão, Fernão Mendes Pinto, partiu da Figueira da Foz.”
AS BEIRAS
Hiroshi Azuma lembrou, por outro lado, que uma firma nipónica já tem interesses na cidade, através da Marubeni, que adquiriu a portuguesa AGS e, por esta via, ficou com 40 por cento do grupo da concessionária Águas da Figueira. Hiroshi Azuma aludiu ainda às relações históricas entre os japoneses e os portugueses. De resto, salientou, os lusos foram os primeiros europeus a contactarem com o Império do Sol Nascente.
A propósito, o historiador Alfredo Pinheiro Marques, que se encontrava entre os convidados na recepção que João Ataíde fez ao visitante no salão nobre da câmara, usou da palavra para sustentar que o primeiro navegante português a chegar ao Japão, Fernão Mendes Pinto, partiu da Figueira da Foz.”
AS BEIRAS
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
«Today», AS BEIRAS, uma publicação que se apresenta como a mais bem informada sobre a realidade figueirense, exibe no seu interior uma intrigante notícia...
A Câmara da Figueira
da Foz e a Associação de
Desenvolvimento Local da
Bairrada e Mondego (ADELO)
aprovaram a Estratégia
de Desenvolvimento
Local, no âmbito do quadro
comunitário de apoio Portugal
2020. Nota de imprensa
da autarquia figueirense informa que
foi colocado o enfoque nas
iniciativas a desenvolver nas
freguesias urbanas de Buarcos,
Tavarede, Vila Verde e
São Pedro.
Segundo a nota de imprensa,
a aprovação contou com
um “vasto leque de entidades
representativas dos sectores
social, cultural e económico
do concelho”.
Estórias para crianças figueirenses: o papagaio
Ao contrário do início das habituais
estórias para crianças, esta não começa por era uma vez, na
Figueira...
Esta, começa assim: desta vez, na
Figueira, há um papagaio que é especial.
Toda a gente lhe reconhece
inteligência. Nos últimos cerca de 10 anos adquiriu a habilidade
de passar entre as pingas da chuva, praticamente sem se molhar.
Quando convém, está sempre
estrategicamente ausente, faz de conta que discorda, para, depois, de
forma hipócrita e sagaz, através de palavrinhas mansas,
manipuladas e ensaiadas, aparecer a salvar a face do poder que assume
e exerce com unhas e dentes.
Está a tornar-se ridículo, apesar de
estar quase sempre sorridente, com o ar simpático e ternurento de
menino mais espertinho que os outros.
Quando vem à colação, diz que o que toda a
gente vê, afinal não é o que é...
Aparenta falar sempre com segurança de
todos os assuntos – mesmo daqueles que o deveriam envergonhar.
Há quem continue a achar-lhe graça,
pois diz coisas cultas e com espírito e consegue mesmo ser
simpático.
Tem outro importante trunfo: mostra um
ar cosmopolita e acredita ser mais culto que os outros.
Mas, no fundamental, é tão culpado
pelo estado das coisas como o boss, ou como os outros colegas
papagaios.
Continua a pensar que é o mais
importante. Todavia, para quem estiver minimamente atento -
especialmente com o que aconteceu nos últimos meses - percebe que
não passa dum simples e vulgar papagaio.
Como diria o outro: é a vida.
Temos pena.
E, no entanto – o que pode ser o mais
grave - no meio da gargalhada que se vai espalhando pelo concelho,
continua sem perceber que não passa de um papagaio.
Espera e deseja que o mar figueirense "continue a ser de rosas" para, com isso, se continuar a sentir recompensado.
Espero que, também, realizado e a viver feliz para sempre...
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Música...
Marcelo,
segundo li no DN, censurou a ministra da Justiça por falar "muito,
muito, muito"...
Deixa cá incendiar isto um bocadinho, poderá eventualmente ter pensado a querida ministra na imagem à direita...
E, pelos vistos, ainda há alguém que acha que ela ainda pode incendiar alguma coisa!...
"Não é matéria que esteja no
programa do Governo, não é uma discussão que tenha sido travada no
seio do Governo, não estou inteirado das circunstâncias em que a
ministra Paula Teixeira da Cruz terá feito essas afirmações, mas
concluo que ela as fez muito a título pessoal", afirmou o primeiro ministro à margem da inauguração do quartel de bombeiros de Vale
de Cambra.
Passos Coelho respondia assim às
afirmações da ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, que
afirmou concordar com a despenalização do uso de drogas leves, numa
entrevista à rádio TSF, para que "não haja criminalidade
altamente organizada e branqueamento de capitais".
"Está demonstrado, e para mim foi
muito claro com a lei seca nos Estados Unidos, que a repressão nessa
matéria, a proibição, leva a que se pratiquem aqueles crimes e
crimes associados. Nesse contexto, eu entendo que há vantagens em
fazer essa liberalização. Embora não goste da palavra. O que
estamos a falar é despenalizar", afirmou a ministra.
Para Paula Teixeira da Cruz, a
despenalização do consumo de drogas leves - disponibilizando-a, por
exemplo, em farmácias - representa não um ganho para o Estado, mas
sobretudo para os cidadãos, porque não alimenta um negócio
"profundamente rentável".
"É para que não haja
criminalidade altamente organizada e branqueamento de capitais nessa
matéria", afirmou ainda a ministra da Justiça.
Coragem
"Ninguém gosta de ser fraco – muito menos parecer fraco. Mas é no meio dos tropeções que nos aprendemos a levantar e a andar. A atenção ao detalhe é tão necessária como os passos que nos obrigam a avançar. Na cadência dos dias que acontecem não há lugar que não queira, um dia, visitar. Não há amores que não queira, um dia, viver. Nem sempre podemos dar razão ao coração. Às vezes é preciso coragem no meio da vertigem. A queda é garantida. O que fazemos depois, depende de nós. Não há castelo que se construa sem a primeira pedra."
(Uma citação de PedRodrigues)
(Uma citação de PedRodrigues)
domingo, 8 de fevereiro de 2015
O que têm a dizer os tais dos «contos de crianças»?..
![]() |
| foto sacada daqui |
Angola, que deve 1300 milhões de euros a Portugal, quer “renegociação da dívida”.
Sete meses depois ainda estão por divulgar os resultados da autópsia aos patos que morreram no oásis!...
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| foto sacada daqui |
A coisa – apesar de envolver patos, daqueles que nem nem sequer votam e não têm influência ou políticos na família... -
é séria e devia interessar a todos os democratas, sejam de direita,
de esquerda, do centro ou de outro “lado” qualquer.
A notícia não faz primeiras páginas do Diário de Coimbra ou das Beiras, nem me consta que tenha sido
merecedora de atenção por parte da agência Lusa.
No entanto, a meu ver, a cosia é grave, pois estão
em causas patos – animais que não se sabem defender. E a Câmara
da Figueira continua a faltar ao prometido!..
Afinal, o que vale a palavra de um político figueirense?
Os figueirenses têm o direito de saber o que realmente se passou com os patos do oásis.
Afinal, o que vale a palavra de um político figueirense?
Os figueirenses têm o direito de saber o que realmente se passou com os patos do oásis.
Este caso tem, pelo menos, o mérito de
mostrar que existem todas as razões para dar conta do abuso do
autoritarismo e da falta de respeito pelos figueirenses que se
interessam pelo que se passa na sua cidade por parte de quem, neste momento, detém o o poder político e toma decisões.
Na passada terça-feira, 29 de julho de
2014, morreram os patos do Oásis.
Segundo o que fonte da autarquia disse
na altura, a causa da mortandade iria ser divulgada após conhecimento do resultado das autópsias, o que aconteceria no dia
seguinte, 30, quarta-feira.
Já passaram quase 7 meses (sete). Já passaram muitas
quintas, sextas (sábados e domingos, não contam...), segundas,
terças e quartas e que se saiba, nada!..
Coitados dos patos... E de nós!.. Como inscrever nas nossas consciências, sem uma explicação, o extermínio mecânico de patos?
A Figueira continua um lugar
triste e mal frequentado.
Coitados dos patos... E de nós!.. Como inscrever nas nossas consciências, sem uma explicação, o extermínio mecânico de patos?
sábado, 7 de fevereiro de 2015
As mulheres na política figueirense e a política das almoçaradas...
«As mulheres activas na política figueirense
são a vereadora - Ana
Carvalho (PS), e duas presidentes
de Junta, Quiaios e Ferreira.
Segundo opinião consensual os homens da política perdem-se mais facilmente em “almoçaradas”.
As mulheres são mais objectivas na resolução de problemas e conflitos. Adicionalmente, são menos palavrosas, sabendo dosear melhor o “tempo de antena”, não aborrecendo as assembleias.
Particularmente, fiquei impressionado com a forte liderança da presidente da Junta de Ferreira. Susana Monteiro, que conquistou a Junta a um presidente, conhecido por ter um estilo macho q.b., e durante a “crise” dos caulinos soube curar bem dos interesses dos eleitores numa difícil sessão de esclarecimento sobre o assunto.
Precisamos de mulheres genuinamente interessadas na política, resistindo à tentação das “almoçaradas” como forma de resolver os problemas.»
Eng. João Vaz, no jornal AS BEIRAS.
Segundo opinião consensual os homens da política perdem-se mais facilmente em “almoçaradas”.
As mulheres são mais objectivas na resolução de problemas e conflitos. Adicionalmente, são menos palavrosas, sabendo dosear melhor o “tempo de antena”, não aborrecendo as assembleias.
Particularmente, fiquei impressionado com a forte liderança da presidente da Junta de Ferreira. Susana Monteiro, que conquistou a Junta a um presidente, conhecido por ter um estilo macho q.b., e durante a “crise” dos caulinos soube curar bem dos interesses dos eleitores numa difícil sessão de esclarecimento sobre o assunto.
Precisamos de mulheres genuinamente interessadas na política, resistindo à tentação das “almoçaradas” como forma de resolver os problemas.»
Eng. João Vaz, no jornal AS BEIRAS.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Macedo em todo o seu esplendor...
Sem dizer o preço acordado com a farmacêutica para o tratamento de doentes com Hepatite C, o ministro da Saúde disse ter alcançado "o melhor" acordo de todos.
Este Paulo Macedo parece ter a mania de morrer na praia, se calhar é uma maldição da Praia da Altura, do tempo que estava por lá a passar férias e partiu o braço quando foi tomar banho com algum cachão, mas teve sorte, se fosse agora teria ficado maneta pois quando chegasse a sua vez de ser atendido na urgência já o braço teria gangrenado.
Este Paulo Macedo é um "gabarolas" que veio defender que tinha conseguido um acordo melhor do que os outros países, não conseguindo esconder a sua estratégia sinistra de deixar morrer gente para um dia se gabar. O mesmo que há dois dias olhava com indiferença para o doente que lhe apontava o dedo e que durante meses esteve indiferente à morte de portugueses, quer aparecer a cobrar ao país pelo seu brilhantismo.
Este Paulo Macedo, no fundo, é um "cobardolas".
Via O Jumento.
Este Paulo Macedo parece ter a mania de morrer na praia, se calhar é uma maldição da Praia da Altura, do tempo que estava por lá a passar férias e partiu o braço quando foi tomar banho com algum cachão, mas teve sorte, se fosse agora teria ficado maneta pois quando chegasse a sua vez de ser atendido na urgência já o braço teria gangrenado.
Este Paulo Macedo é um "gabarolas" que veio defender que tinha conseguido um acordo melhor do que os outros países, não conseguindo esconder a sua estratégia sinistra de deixar morrer gente para um dia se gabar. O mesmo que há dois dias olhava com indiferença para o doente que lhe apontava o dedo e que durante meses esteve indiferente à morte de portugueses, quer aparecer a cobrar ao país pelo seu brilhantismo.
Este Paulo Macedo, no fundo, é um "cobardolas".
Via O Jumento.
Pior que ser um imbecil qualquer, é ser um imbecil com orgulho...
Segundo o jornal Sol, o ministro das Finanças grego, Yanis Varoufakis, respondeu esta quarta-feira, através do seu assessor, às declarações de Pedro Passos Coelho. No dia seguinte à vitória do Syriza, o primeiro-ministro português afirmou que o que consta do programa do Governo grego é “um conto de crianças”, dizendo que este terá "dificuldades em conciliar-se com as regras europeias". O assessor de Varoufakis, citado pelo Diário Económico, respondeu dizendo que "os contos de crianças trazem sempre esperança". A mesma fonte acrescentou que uma visita a Portugal por parte de membros do Governo grego deverá realizar-se “assim que for possível”, já que o ministro das Finanças atribui grande importância à relação entre os dois países, uma vez que a Grécia e Portugal estão no mesmo barco.
Se isso acontecer, o homem entretanto rebenta...
Falando na SIC-Notícias, num debate com António Vitorino, Santana prometeu, quanto à questão presidencial: "Não falo mais até outubro."
Antes tinha dito por várias vezes que em março ou abril anunciaria definitivamente se seria ou não candidato a Belém. Depois acrescentaria que não falaria de uma sua eventual candidatura - mas reservando-se o direito de poder falar de outras...
Antes tinha dito por várias vezes que em março ou abril anunciaria definitivamente se seria ou não candidato a Belém. Depois acrescentaria que não falaria de uma sua eventual candidatura - mas reservando-se o direito de poder falar de outras...
Na Figueira há-de continuar a ser sempre Carnaval: Merche Romero e o figueirense Fernando Maltez vão reinar no Carnaval, nos dias 15 e 17, na avenida do Brasil...
![]() |
| foto de Pedro Agostinho Cruz, sacada daqui |
“A
autarquia quer devolver a organização do Carnaval Buarcos –
Figueira da Foz a uma comissão, como acontecia até finais da década
de 1990.”
Como escrevi na altura, tenho quem me faça simpáticas chamadas de
atenção por causa do meu pessimismo.
Contudo,
o meu pessimismo tem-se revelado um objecto utilitário.
Como
tal, prometo que quando falhar, vai para o lixo.
Como
não tem falhado, vai continuar ao serviço.
Além
do mais, e continuando a citar o vereador Monteiro, “o
Carnaval é um espaço de crítica”.
Não
só por isso, mas também por isso, “não faz sentido
ser a câmara a poder causar constrangimentos aos participantes”.
Recorde-se,
6 de fevereiro de 2013, quando o presidente
João Ataíde, defendia que
o carnaval deveria voltar a ser organizado por coletividades da
cidade, com a extinção, no final desse mês, da empresa municipal
de turismo: "a
solução é que as próprias coletividades tomem a iniciativa de
organizar o Carnaval, deverá ser essa a estratégia"...
No ano seguinte, em 2014, foi o vereador Monteiro a dizer mais ou menos o mesmo...
Mas
nunca é tarde.
Segundo
li aqui, a partir de 2016 uma Comissão vai passar a organizar o
Carnaval. A
autarquia pretende, já a partir do próximo ano, “devolver o
Carnaval às escolas de samba”. A futura comissão responsável
pelo evento irá ser constituída por representantes das 3 escolas de
samba locais, da Câmara Municipal da Figueira da Foz e Junta de
Freguesia de Buarcos.
Segundo adiantou o presidente da Câmara ontem à tarde, a comissão irá ter como base de trabalho um orçamento a rondar os 50 mil euros. O eventual remanescente dos apoios publicitários reverte para a própria comissão.
Segundo adiantou o presidente da Câmara ontem à tarde, a comissão irá ter como base de trabalho um orçamento a rondar os 50 mil euros. O eventual remanescente dos apoios publicitários reverte para a própria comissão.
Para o
ano, mais ou menos por esta altura, veremos...
Bom,
mas eu sou suspeito, pois tenho uma relação difícil com o
Carnaval organizado por uma Câmara Municipal.
Tolero o Carnaval do mesmo modo que tolero uma greve dos transportes públicos: não me dá jeito nenhum, mas presumo que os organizadores terão as razões deles...
Tolero o Carnaval do mesmo modo que tolero uma greve dos transportes públicos: não me dá jeito nenhum, mas presumo que os organizadores terão as razões deles...
Aceito que, possivelmente, farei parte de uma minoria que não gosta deste tipo de carnavais que nada têm de português.
Mas, a questão que verdadeiramente me interessa, não é essa. As pessoas gostam do que gostam.
A questão verdadeiramente relevante é a dos dinheiros públicos: as câmaras não têm qualquer dever ou obrigação de organizar e pagar carnavais.
Um espectáculo como este é um produto comercial.
Assim, do meu ponto de vista, a organização deve fazer o investimento, realiza o evento e, quem quiser ver, paga.
Quem não quiser, nada devia ter a pagar.
A
carga fiscal, que 40 anos de democracia consolidou - e este governo agravou e esta Câmara agravou -, esmaga-me. A mim, e certamente aos infelizes como eu, que não têm
forma de contornar o fisco ou passar os proveitos para off-shores. E
como o governo ou as autarquias, não fazem dinheiro, a solução é
repetida. Quando este falta, lança-se um novo imposto, taxa ou
coima. Ano após ano, imposto após imposto, chegámos onde estamos.
Por
exemplo, para não falar na taxa de IMI aplicada aos figueirenses, como escrevi aqui em 24 de janeiro de 2013, numa conta de consumo de água, cerca de
70% do seu valor, são impostos e taxas...
Cessação dos protocolos vigentes entre o Centro de Estudos do Mar (o verdadeiro… o que existe legalmente desde há vinte [20] anos…) e a entidade da administração pública autárquica do Estado português chamada Câmara Municipal de Mira....
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| para ler melhor clicar na imagem |
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Na minha terra a isto chama-se uma besta
"Extra esforço dos pais e das famílias, os contribuintes, por interposta pessoa o Estado, gastam uma pipa de massa todos os anos com a formação de médicos, dos melhores da Europa e do mundo, a maioria para trabalhar naquele que já foi um dos melhores serviços nacionais de saúde da Europa.
Depois. os partidos que administram temporariamente o Estado – os partidos do Governo, o PSD e o CDS, resolvem "tirar o peso do Estado da economia" e pagar 30€ por dia a uma empresa de trabalho temporário que coloca os médicos nos hospitais a 15€ por dia, embolsando os outros 15€, dinheiro do contribuinte, sem que tivesse mexido uma palha em medicina.
Os médicos, formados na universidade pública, com o esforço dos pais e das famílias e com o dinheiro dos contribuintes, acham, e acham muito bem, que para ganhar o mesmo que qualquer empregada da limpeza ganha a lavar escadas e a limpar escritórios e estabelecimentos comerciais, depois de um porradão de anos a estudar medicina, mais vale ficar pelo consultório ou pela clínica privada ou então emigrar, para Inglaterra, para França, para a Alemanha, onde vão ganhar muito mais que os 15€ + 15€ que ganhariam em Portugal.
Perante a falta de médicos nos centros de saúde e nos hospitais públicos o pantomineiro que chefia o Governo da maioria PSD/ CDS que administra temporariamente o Estado – Pedro Passos Coelho, conclui que o problema reside na falta de resposta das universidades públicas e que a solução passa por abrir a formação de médicos a entidades privadas.
Ou estamos perante a anedota viva da pulga que sem patas não salta ou na minha terra a isto chama-se uma besta."
Uma frase a reter
Varoufakis, sem gravata, ministro grego, em Berlim, durante uma conferência de imprensa que arrancou com uma hora de atraso...
"Nem chegamos a acordo sobre a possibilidade de desacordo".
"Nem chegamos a acordo sobre a possibilidade de desacordo".
Em Portugal temos de viver com o fado...
"É um gosto viver num país que jamais se submeterá ao jugo alemão. Não é possível falar com um inglês sobre Merkel sem que venha à tona um profundo desprezo. Ainda sequelas da II Guerra Mundial, sem dúvida, mas também uma recusa categórica da possibilidade de viver vergado. Bem hajam."
daqui
daqui
ACONSELHO-VOS O AMOR
Aconselho-vos o amor:
o equilíbrio dos contrários.
Aconselho-vos o amor
cheio de força; os moinhos
girando ao vento desbridado.
Aconselho-vos a liberdade
do amor (que logo passa
— vão dizer-vos que não —
para os gestos diários).
cheio de força; os moinhos
girando ao vento desbridado.
Aconselho-vos a liberdade
do amor (que logo passa
— vão dizer-vos que não —
para os gestos diários).
ACONSELHO-VOS A LUTA."
De "Cuidar dos Vivos" (1963), incluído em "A Musa Irregular" (1991), de Fernando Assis Pacheco.
O PS respondeu à oposição?..
A meu ver falta um ponto de interrogação no título da notícia publicada hoje no jornal AS BEIRAS.
Pergunto: onde está a argumentação ao
chumbo “da proposta que os vereadores do PSD eleitos pela coligação Somos Figueira fizeram no sentido de reabrir todas as reuniões de Câmara à presença do público e da comunicação social", que foi chumbada pela maioria socialista?..
Como sabemos, aconteceu o que era esperado e previsível: o “executivo socialista voltou a chumbar abertura de todas as reuniões de Câmara ao público e comunicação social”...
Espero,agora, que o PS seja coerente até ao fim deste mandato autárquico e no futuro - os cerca de 3 anos que faltam - mantenha as reuniões à porta fechada.
Espero, também, que durante os cerca dos 3 anos próximos anos a oposição «e outras
forças políticas, independentes e parte da opinião pública e
publicada», nunca se conformaram com a decisão e continuem a protestar contra as reuniões à porta fechada. Depois, passados 3 anos, o executivo
camarário suspende as reuniões à porta fechada.
Continuamos com “o mesmo ar
bafiento”...
Um dia, porém, os figueirenses, tal
como os portugueses, vão acordar. Quando tal acontecer, não
vão aceitar mais a multiplicação de discursos e proclamações de
belos e grandes princípios democráticos que redundam, sempre, num
profundo imobilismo político.
Os figueirenses e os portugueses, um
dia, vão perceber que basta fazer o óbvio –pensar antes de votar.
Tenho VERGONHA de ter um ENERGÚMENO como Primeiro-Ministro
"O senhor dr. Pedro Passos Coelho afirmou, REITERADAMENTE, em 2011, 2012, 2013 e 2014:
- Custe o que custar, temos de pagar a dívida;
- Custe o que custar, temos de honrar os nossos compromissos;
- Custe o que custar, temos de cumprir o programa de austeridade.
- Custe o que custar, temos de pagar a dívida;
- Custe o que custar, temos de honrar os nossos compromissos;
- Custe o que custar, temos de cumprir o programa de austeridade.
O mesmo senhor dr. Pedro Passos Coelho afirmou hoje (4 de Fevereiro de 2015):
- O Serviço Nacional de Saúde tem de salvar vidas, mas não pode ser a qualquer preço, porque há limites para a capacidade financeira.
Ou seja:
- Para a austeridade vale o CUSTE O QUE CUSTAR (desemprego, pobreza, fome, definhamento da economia, etc…);
- Para salvar vidas, temos de OLHAR OS CUSTOS (verificar se não é mais barato deixar morrer as pessoas)!
- Para salvar vidas, temos de OLHAR OS CUSTOS (verificar se não é mais barato deixar morrer as pessoas)!
Tenho VERGONHA, muita vergonha, de ter um ENERGÚMENO como Primeiro-Ministro!"
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
«Não quero morrer».
A frase, proferida por um doente com hepatite C, hoje, cara a cara com o ministro da Saúde, no Parlamento, é um murro no estômago. O homem, de 50 anos, espera pelo medicamento desde 2013. Entretanto guerras entre Estado e farmacêuticas são colocadas em plano superior. O valor da vida parece não existir para quem tem na mão a capacidade de fazer a diferença. Há cinco dias, uma doente, nas mesmas circunstâncias, morreu no hospital de Santa Maria, em Lisboa. Aguardava igualmente o medicamento que lhe permitia manter-se viva. Em Portugal há 13 mil doentes. O medicamento custa entre 24 e 48 mil euros. O ponto a que chegamos neste país devia envergonhar todos aqueles que deviam proteger ao máximo os portugueses. Mas os que recorrem ao Serviço Nacional de Saúde, aqueles cuja vida depende de um simples fármaco que dita a luta entre a vida e a morte, esses agarram-se ao impossível, numa batalha sem fim e que corrói tremendamente.
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