Nesta “democracia representativa”, habituámo-nos a que as relações políticas entre eleitores e eleitos, sejam relações de sobrevivência, que o mesmo é dizer de troca favores.
As coisas são como são, gente fina é outra coisa: têm de ser previamente validadas por um espírito superior....
É assim, tem sido assim, que esta “democracia tem funcionado” – mal, para a maioria, mas, bem, muito bem mesmo, para uns quantos artistas…
Ah – e tudo devidamente caucionado e legitimado por nós, a maioria dos eleitores, e pela nossa "observação representativa" da coisa.
Portanto...
As coisas são como são, gente fina é outra coisa: têm de ser previamente validadas por um espírito superior....
É assim, tem sido assim, que esta “democracia tem funcionado” – mal, para a maioria, mas, bem, muito bem mesmo, para uns quantos artistas…
Ah – e tudo devidamente caucionado e legitimado por nós, a maioria dos eleitores, e pela nossa "observação representativa" da coisa.
Portanto...
Nota breve: Se bem me lembro, no chamado caso "pinto da costa", as escutas foram nulas. Agora, neste caso, idem, idem, aspas, aspas.. PORQUE É QUE SE DÃO AO TRABALHO DE ESCUTAR?.. Não há mais nada para fazer lá pela PJ?..








A obra daqui a uns meses estará concluída. Mas, ninguém sabe o que vai acontecer, em termos de impacto ambiental, na margem sul do Mondego.
