quarta-feira, 15 de janeiro de 2020
Um problema da democracia - na Figueira e no resto do País...
O PSD, mesmo na Figueira, é um partido com a sua importância.
Pode dizer-se, que apesar de estar na oposição, faz parte, também na Figueira, dos chamados "partidos do regime".
Tal como acontece, agora com o PS, entre 1997 e 2009, quando o PSD esteve no poder na Figueira, havia liberdade de expressão, mas para abrir a boca era melhor pensar, antes...
É assim a Figueira e o País que vem de longe.
O PSD, quando liderou a autarquia figueirense e o País, nada mudou: foi mais do mesmo.
Na Figueira, tal como no resto do Portugal dos bons e asseados costumes que temos, no tempo do Salazar e até a Abril de 1974, era preciso aderir à Legião Portuguesa para se poder exercer determinados cargos no Estado. Na Figueira, não logo, mas uns anos (não muitos...) depois de Abril de 1974, quem não era do PS (até 1997), do PSD (depois de 1997, até 2009) e novamente do PS de 2009 até aos dias que correm, todos sabemos que é um cidadão de segunda...
As suas possibilidades são reduzidas na hora de tentar arranjar um emprego público... E, porventura, até para receber apoios sociais, é aconselhável que não moleste o regime e, de preferência, que seja mesmo amável e simpático.
Todavia, o regime, na Figueira e no resto do País, começa a ser algo aberrante e pouco representativo. Algo iníquo, até. Vejam os resultados das directas do PSD, de sábado passado, para a escolha do líder.
Num concelho com um potencial de mais de 52 000 eleitores, os que votaram nestas eleições internas do PSD, podiam ter vindo num daqueles barcos de cruzeiros que, muito de vez em quando, vêm à Figueira da Foz: Rui Rio teve 62 votos; Luís Montenegro 58; e Pinto Luz 9. Apuraram-se ainda 1 nulo e 1 branco. Total de votantes: 131.
Isto, porém, infelizmente não é um exclusivo do PSD. Estejam atentos ao que se passa no PS, no BE, no PCP na Figueira e no resto do País...
Isto significa que temos a qualidade democrática que temos a nível nacional e a nível local. Isso, sublinhe-se, não retira legitimidade às escolhas feitas. Porém, é demonstrativo o quanto a democracia pode ser pervertida e ser aproveitada por poucos, o que no mínimo, pode colocar em causa a sua representatividade e credibilidade.
E, com isso, todos ficamos a saber, como é público e notório, na Figueira e no resto do País.
Pode dizer-se, que apesar de estar na oposição, faz parte, também na Figueira, dos chamados "partidos do regime".
Tal como acontece, agora com o PS, entre 1997 e 2009, quando o PSD esteve no poder na Figueira, havia liberdade de expressão, mas para abrir a boca era melhor pensar, antes...
É assim a Figueira e o País que vem de longe.
O PSD, quando liderou a autarquia figueirense e o País, nada mudou: foi mais do mesmo.
Na Figueira, tal como no resto do Portugal dos bons e asseados costumes que temos, no tempo do Salazar e até a Abril de 1974, era preciso aderir à Legião Portuguesa para se poder exercer determinados cargos no Estado. Na Figueira, não logo, mas uns anos (não muitos...) depois de Abril de 1974, quem não era do PS (até 1997), do PSD (depois de 1997, até 2009) e novamente do PS de 2009 até aos dias que correm, todos sabemos que é um cidadão de segunda...
As suas possibilidades são reduzidas na hora de tentar arranjar um emprego público... E, porventura, até para receber apoios sociais, é aconselhável que não moleste o regime e, de preferência, que seja mesmo amável e simpático.
Todavia, o regime, na Figueira e no resto do País, começa a ser algo aberrante e pouco representativo. Algo iníquo, até. Vejam os resultados das directas do PSD, de sábado passado, para a escolha do líder.
Num concelho com um potencial de mais de 52 000 eleitores, os que votaram nestas eleições internas do PSD, podiam ter vindo num daqueles barcos de cruzeiros que, muito de vez em quando, vêm à Figueira da Foz: Rui Rio teve 62 votos; Luís Montenegro 58; e Pinto Luz 9. Apuraram-se ainda 1 nulo e 1 branco. Total de votantes: 131.
Isto, porém, infelizmente não é um exclusivo do PSD. Estejam atentos ao que se passa no PS, no BE, no PCP na Figueira e no resto do País...
Isto significa que temos a qualidade democrática que temos a nível nacional e a nível local. Isso, sublinhe-se, não retira legitimidade às escolhas feitas. Porém, é demonstrativo o quanto a democracia pode ser pervertida e ser aproveitada por poucos, o que no mínimo, pode colocar em causa a sua representatividade e credibilidade.
E, com isso, todos ficamos a saber, como é público e notório, na Figueira e no resto do País.
Da série, já que não há polícia... (3)
Ficaremos mais seguros?
"Saúdo calorosamente todos os leitores, nestes primeiros dias de um novo ano que todos ansiamos feliz. Confesso que quando recebi o tema para a coluna da semana senti um misto de perplexidade e alguma incompreensão: “A autarquia vai instalar videovigilância em ruas com maior fluxo de pessoas. Concorda com a medida?” É óbvio que nada tenho contra as tecnologias, muito especialmente quando elas se destinam a facilitar a vida dos cidadãos e dar-lhes maior “conforto”. Mas, curiosamente, veio-me à ideia o mundo algo “às avessas” da Alice de Lewis Carroll. Os responsáveis políticos do município, em termos de Câmara Municipal, muito têm insistido na tecla de que a cidade é um sítio seguro e confiável. Nesta assertividade, têm frequentemente sido corroborados pelas forças de segurança, facto que a todos deixa sossegados. Mas, voltando à medida, que será sempre bem-vinda e um acréscimo valioso na valoriza-da segurança de pessoas e bens. Pergunto-me se não seria melhor começar esta implantação nas zonas exactamente “inversas” ao proposto: nos sítios mais isolados, nomeadamente à noite, naturalmente mais vulneráveis a assaltos e outras malfeitorias. Quem não sente um friozinho na barriga se tiver de fazer, a pé, toda a Rua da República, depois da meia-noite?! Perfeitamente desconfortável e um tanto assustador! O mesmo diria das zonas mais antigas da cidade, S. João do Vale e arredores. Por aqui já vive muito menos gente do que em tempos passados, mas tal acrescenta preocupação, porquanto mais sozinhos, mais expostos a episódios indesejáveis! No Bairro Novo central, chamemos-lhe assim, há maior afluxo de pessoas, por norma, especialmente porque aí se concentram os espaços de entretenimento. Sei que a “noite” é um factor de intranquilidade em zonas assim, especialmente a entrar na madrugada. Mas não se me afigura, para já, razão suficiente para a instalação de vigilância, isto se é por aqui que se vai começar. Bom mesmo seria, seria mesmo óptimo, que houvesse um reforço de efectivos policiais circulando. Ficaríamos todos muito mais reconfortados!"
Via Diário as Beiras
"Saúdo calorosamente todos os leitores, nestes primeiros dias de um novo ano que todos ansiamos feliz. Confesso que quando recebi o tema para a coluna da semana senti um misto de perplexidade e alguma incompreensão: “A autarquia vai instalar videovigilância em ruas com maior fluxo de pessoas. Concorda com a medida?” É óbvio que nada tenho contra as tecnologias, muito especialmente quando elas se destinam a facilitar a vida dos cidadãos e dar-lhes maior “conforto”. Mas, curiosamente, veio-me à ideia o mundo algo “às avessas” da Alice de Lewis Carroll. Os responsáveis políticos do município, em termos de Câmara Municipal, muito têm insistido na tecla de que a cidade é um sítio seguro e confiável. Nesta assertividade, têm frequentemente sido corroborados pelas forças de segurança, facto que a todos deixa sossegados. Mas, voltando à medida, que será sempre bem-vinda e um acréscimo valioso na valoriza-da segurança de pessoas e bens. Pergunto-me se não seria melhor começar esta implantação nas zonas exactamente “inversas” ao proposto: nos sítios mais isolados, nomeadamente à noite, naturalmente mais vulneráveis a assaltos e outras malfeitorias. Quem não sente um friozinho na barriga se tiver de fazer, a pé, toda a Rua da República, depois da meia-noite?! Perfeitamente desconfortável e um tanto assustador! O mesmo diria das zonas mais antigas da cidade, S. João do Vale e arredores. Por aqui já vive muito menos gente do que em tempos passados, mas tal acrescenta preocupação, porquanto mais sozinhos, mais expostos a episódios indesejáveis! No Bairro Novo central, chamemos-lhe assim, há maior afluxo de pessoas, por norma, especialmente porque aí se concentram os espaços de entretenimento. Sei que a “noite” é um factor de intranquilidade em zonas assim, especialmente a entrar na madrugada. Mas não se me afigura, para já, razão suficiente para a instalação de vigilância, isto se é por aqui que se vai começar. Bom mesmo seria, seria mesmo óptimo, que houvesse um reforço de efectivos policiais circulando. Ficaríamos todos muito mais reconfortados!"
Via Diário as Beiras
Dado que a "CIM prepara resposta à praga", antes que seja tarde, ficam as belíssimas imagens do verde para mais tarde recordar...
O plano inclui a compra de uma ceifeira anfíbia, que pode operar em cursos de água e em terra “para ir retirando a maior parte dos jacintos do rio, em trabalho contínuo” e, nessa sequência, passarem a existir equipas no terreno “para manter o controlo e ir limpando de cada vez que eles estão a propagar-se”.»
terça-feira, 14 de janeiro de 2020
Implacável. Livre. João César Monteiro nasceu a 2 de Fevereiro de 1939, morreu a 3 de Fevereiro de 2003...
Foi hoje anunciado, via jornal Diário as Beiras: "o cineasta João César Monteiro vai ser homenageado pelo município da Figueira da Foz, cidade de onde era natural, com a atribuição do seu nome a um auditório do Centro de Artes e Espectáculos (CAE).
A homenagem está agendada para dias 31 – com a exibição do último filme de César Monteiro, “Vai e Vem” (2003) – e 01 de fevereiro, data em que decorrerá a atribuição do nome de João César Monteiro ao Pequeno Auditório do CAE (espaço onde uma vez por semana são exibidos filmes do chamado cinema alternativo e de autor), seguida de um colóquio sobre a vida e obra do cineasta.
O programa fecha com a exibição de “As Bodas de Deus”, longa-metragem de 1999, ano anterior àquele em que César Monteiro protagonizou uma das maiores polémicas do cinema português ao estrear “Branca de Neve”, um filme inspirado na obra de Robert Walser, em que aos diálogos se sobrepunha um longo plano em “vários tens de cinzento”, como afirmava, entrecortado por curtas sequências de luz e de céu azul, com nuvens."
A homenagem está agendada para dias 31 – com a exibição do último filme de César Monteiro, “Vai e Vem” (2003) – e 01 de fevereiro, data em que decorrerá a atribuição do nome de João César Monteiro ao Pequeno Auditório do CAE (espaço onde uma vez por semana são exibidos filmes do chamado cinema alternativo e de autor), seguida de um colóquio sobre a vida e obra do cineasta.
O programa fecha com a exibição de “As Bodas de Deus”, longa-metragem de 1999, ano anterior àquele em que César Monteiro protagonizou uma das maiores polémicas do cinema português ao estrear “Branca de Neve”, um filme inspirado na obra de Robert Walser, em que aos diálogos se sobrepunha um longo plano em “vários tens de cinzento”, como afirmava, entrecortado por curtas sequências de luz e de céu azul, com nuvens."
Os condicionalismos da pesca da lampreia, os problemas da marina, os jacintos-de-água e as lições do senhor presidente Monteiro...(2)
Via Diário as Beiras
"Os jacintos acumulados no Mondego, na zona de
Montemor-o-Velho, estão a ser libertados, para serem arrastados, pela água, até
à foz. Por sua vez, a administração portuária colocou uma manga de retenção,
para minimizar a quantidade da erva aquática na marina. A primeira invasão de
jacintos-de-água deste ano, que bloqueou o porto de recreio, era proveniente do
Foja. A operação, que está a ser realizada em articulação com a Câmara da
Figueira da Foz, Agência Portuguesa do Ambiente, pescadores de lampreia e administração
portuária, prolonga-se até amanhã. O “maior número possível de jacintos” que
está a ser retirado chegará “em grande abundância” à foz do Mondego, adiantou
ontem aos jornalistas o presidente da autarquia, Carlos Monteiro. Com aquela
operação, Carlos Monteiro espera que os pescadores “possam continuar com a
apanha da lampreia”. Os jacintos, defendeu, “em vez de estarem constantemente a
descer o rio, foram libertados, o máximo possível, para a pesca ser feita com
mais normalidade”. Ao certo, ninguém sabe a quantidade daquele tipo de erva
aquática acumulada no Mondego e seus afluentes, entre Montemor-o-Velho e a
Figueira da Foz.
CIM prepara resposta à praga
Os jacintos são uma praga que
está a afectar as actividades económicas no rio e no estuário. O autarca
figueirense, contudo, espera que “este ano seja a última situação de crise como
está a acontecer”. Isto porque, indicou, a Comunidade Intermunicipal (CIM) da
Região de Coimbra lançou um concurso para reduzir o impacto das espécies
infestantes. A candidatura a fundos europeus, no valor de cerca de 600 mil
euros, destina-se a reduzir e controlar os jacintos e as acácias, e inclui a
compra de uma ceifeira anfíbia. O processo está a ser acompanhado pela
Universidade de Coimbra. “Depois, vamos perceber o destino a dar aos jacintos”,
concluiu Carlos Monteiro."
Nota:
Da série, já que não há polícia... (2)
Parceria
"O anúncio de que a Câmara da Figueira pretende instalar um sistema de videovigilância nas zonas da cidade com mais movimento e afluência de turistas, a propósito dos tiros disparados contra a porta de uma discoteca do Bairro Novo, em dezembro último, deve motivar profunda reflexão, pelas questões éticas, técnicas, mas também económicas que coloca, como por exemplo as seguintes (telegraficamente expostas, por razões de espaço):- O sistema vai permitir o reconhecimento facial dos transeuntes? Vai captar som? Quem vai instalá-lo? Quem será responsável pelo armazenamento e tratamento dos dados? Qual o prazo de conservação das imagens/som? Caso haja uma falha, quem será considerado responsável?- Haverá informação relativa à localização das câmaras? Com que grau de especificidade?- A gravação remota será feita numa cloud na internet? As transmissões ficarão encriptadas? A sua reprodução será possível através de aplicações informáticas de uso comum?- Quanto vai custar a instalação? E a manutenção dos equipamentos?Por outro lado, questiona-se a sua necessidade: a Figueira é suficientemente violenta para que se pense no assunto? As forças policiais não têm conseguido identificar os meliantes sem o recurso a estes mecanismos? Assim, embora percebendo que a videovigilância em espaço público possa ter um eventual efeito dissuasor, prefiro o policiamento de proximidade, ou comunitário, já em prática em algumas cidades do Canadá, EUA e Japão, por exemplo, o qual se baseia na parceria bem sucedida entre as populações e as forças de segurança, através de reuniões periódicas com associações de bairro, igrejas, clubes recreativos, escolas, comerciantes, etc. Ao nível político, deve salientar-se que o assunto foi apresentado na mesma sessão em que o atual Presidente prometeu para breve o novo coreto do jardim municipal, a requalificação da rotunda do Pescador, uma reunião com o ministro sobre a EN109, a elaboração da Estratégia Municipal de Saúde, uma candidatura a anfitriões dos Jogos do Mediterrâneo de 2023 e a aquisição de uma embarcação elétrica para fazer a ligação ao Cabedelo..."
Via Diário as Beiras
Os condicionalismos da pesca da lampreia, os problemas da marina, os jacintos-de-água e as lições do senhor presidente Monteiro...
Figueira da Foz quer viabilizar pesca de lampreia no Mondego «infestado» de detritos
“A Câmara da Figueira da Foz divulgou ontem um conjunto de medidas para viabilizar a actividade dos pescadores de
lampreia no Mondego, face aos detritos, como restos de plantas invasoras, que
correm rio abaixo.
Em declarações aos jornalistas, o
presidente daquela autarquia do litoral do distrito de Coimbra, Carlos
Monteiro, frisou que as medidas agora implementadas prevêem “escoar [pelo rio]
o maior número possível de jacintos-de-água entre Montemor-o-Velho e a Figueira
da Foz”.
Esta intervenção, em articulação com a
Agência Portuguesa do Ambiente (APA), irá decorrer até quarta-feira,
aproveitando as marés vazantes, e incidirá concretamente na abertura de
comportas da estação de bombagem do Foja – localizada no limite com o concelho
de Montemor-o-Velho – para canalizar as plantas que estão no chamado leito
abandonado para o rio Mondego e daí até à barra da Figueira da Foz.
Carlos Monteiro disse ter reunido no
sábado com pescadores de lampreia, que se manifestaram preocupados com os
efeitos da presença dos jacintos-de-água na sua actividade, tendo ficado
decidido que, “em vez [das plantas] estarem constantemente a correr [rio
abaixo], era necessário libertar o mais possível [de jacintos a montante,
presos no leito abandonado junto à povoação da Ereira] para depois a pesca ser
feita com mais normalidade”.
“Temos marés de lua e eles vão chegar em
grande abundância ao concelho da Figueira da Foz”, enfatizou o autarca.
Já João Matias, da Protecção Civil
municipal da Figueira da Foz, precisou que os jacintos-de-água que estão no
leito abandonado do Mondego – e que na semana passada se estendiam por vários
quilómetros, deixando ver apenas um tapete em tons de castanho e verde – vão
passar para o canal principal do rio “por gravidade e com auxilio de uma
máquina, em todas as marés baixas até quarta-feira”.
Carlos Monteiro revelou, por outro lado,
que os pescadores de lampreia “têm vários condicionalismos”, desde logo porque
para terem as licenças renovadas “têm de vender por ano no mínimo cerca de
7.500 euros de peixe em lota”.
“E é muito importante para a gastronomia
da Figueira da Foz e da região a apanha de lampreia”, lembrou.
Questionado porque é que aquelas plantas
invasoras não são retiradas da água para terra e se opta por as canalizar para
o Mondego, o autarca frisou que esse trabalho “não era exequível em tempo
útil”.
“As pessoas têm dificuldade em perceber a
quantidade de jacintos que lá estão [no leito abandonado], era preciso uma
imensidão de recursos. E o tempo entre retirar, carregar e transportar não
tinha exequibilidade no curto período de tempo que nós temos”, observou Carlos
Monteiro.
“Assim, estamos a tentar resolver em três
dias [para permitir a pesca da lampreia]”, acrescentou.
Já sobre as criticas de utilizadores da
marina à falta de medidas preventivas da administração portuária – face à
acumulação, nas últimas semanas, de milhares de plantas e dezenas de troncos de árvores que descem o rio, uma situação que se repete há vários anos, mas que
tem maiores proporções em anos de cheias – Carlos Monteiro disse que a
administração do Porto da Figueira da Foz está “a tentar colocar uma manga
[flutuante]” para impedir a entrada dos detritos na zona das embarcações de
recreio.
“Não quer dizer que seja a solução óptima,
vamos tentar perceber se funciona ou não, porque se pretende manter a possibilidade
de entrada e saída da marina a qualquer hora. Vamos tentar perceber se com a
manga se consegue atenuar o problema”, argumentou.
O presidente da Câmara disse ainda
esperar que este ano “seja a última situação de crise” por acção dos
jacintos-de-água, lembrando o investimento de mais de meio milhão de euros
anunciado recentemente pela comunidade intermunicipal (CIM) da Região de
Coimbra precisamente para combater estas e outras espécies invasoras.
O plano inclui a compra de uma ceifeira
anfíbia, que pode operar em cursos de água e em terra “para ir retirando a
maior parte dos jacintos do rio, em trabalho contínuo” e, nessa sequência,
passarem a existir equipas no terreno “para manter o controlo e ir limpando de
cada vez que eles estão a propagar-se”, explicou.
E pronto.
Via Notícias de Coimbra, ficou para a posteridade a promessa que esta pode ter sido, assim o espera o
presidente Monteiro, “a última situação
de crise por acção dos jacintos-de-água”. segunda-feira, 13 de janeiro de 2020
Carvalhais Proteger e Viver, para defender a qualidade ambiental...
Via Diário as Beiras: "Carvalhais cria comissão de defesa do ambiente"
“Que se cumpra a lei”"No programa da Foz do Mondego Rádio “Câmara oculta”, João Cardoso e António Pereira, da direcção daquela estrutura cívica, defenderam o “cumprimento da lei”.
Os populares queixam-se, sobretudo, de um Centro Integrado de Valorização de Resíduos (CIVR) e de uma exploração de suinicultura instalados na localidade"...
Piscina Oceânica de José Esteves: novidades há?..
Lisboa vai ter uma “praia” no Tejo...
Por isso, "o presidente da Junta de Buarcos e São Julião, José Esteves, em Abril do ano passado, dizia não desistir da piscina oceânica que pretende ver construída em Buarcos.
A piscina, caso venha a tomar forma, será instalada na zona rochosa que acompanha o perfil da costa entre a Tamargueira e o Teimoso.
Contactado pelo Diário as Beiras, na semana em que ficou a saber Ataíde havia renunciado ao cargo, Carlos Monteiro disse que ainda não tinha tomado conhecimento do documento, mas prometeu que irá analisá-lo.
José Esteves, na altura, estávamos em finais de Abril de 2019, previa reunir-se com o novo líder do executivo camarário, Carlos Monteiro."
Passados cerca de 9 meses, não há nada de novo a comunicar?..
O presidente Carlos Monteiro, mais ou menos por essa altura, resolvia tudo "em breve"!..
José Esteves há muito que anda a ensinar quem tem diplomas e doutoramentos de merda como se faz política na Figueira...

Por isso, "o presidente da Junta de Buarcos e São Julião, José Esteves, em Abril do ano passado, dizia não desistir da piscina oceânica que pretende ver construída em Buarcos.
A piscina, caso venha a tomar forma, será instalada na zona rochosa que acompanha o perfil da costa entre a Tamargueira e o Teimoso.
Contactado pelo Diário as Beiras, na semana em que ficou a saber Ataíde havia renunciado ao cargo, Carlos Monteiro disse que ainda não tinha tomado conhecimento do documento, mas prometeu que irá analisá-lo.
José Esteves, na altura, estávamos em finais de Abril de 2019, previa reunir-se com o novo líder do executivo camarário, Carlos Monteiro."
Passados cerca de 9 meses, não há nada de novo a comunicar?..
O presidente Carlos Monteiro, mais ou menos por essa altura, resolvia tudo "em breve"!..
domingo, 12 de janeiro de 2020
Figueira, que enorme exemplo...
Poder Local ou tarefeiros locais?
"O Poder Local, uma das maiores, senão a maior, conquistas de Abril, padece dos mesmos riscos que hoje percorrem as democracias ocidentais: a dificuldade, ou impotência, em resolver os problemas reais das pessoas."O que está em causa?
"No final do corrente mês de Janeiro, irá fazer um ano que a Rua do Combatentes está encerrada!..
A intervenção urbanística que o executivo camarário socialista TEM EM CURSO NO CASCO VELHO DA FIGUEIRA, está a prejudicar o comércio tradicional e criar constrangimentos no trânsito?"
Imagem via Diário de Coimbra
A intervenção urbanística que o executivo camarário socialista TEM EM CURSO NO CASCO VELHO DA FIGUEIRA, está a prejudicar o comércio tradicional e criar constrangimentos no trânsito?"
Imagem via Diário de Coimbra
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