"A bancada destinada aos Vereadores do PS na última Assembleia Municipal - 30/04/2019 - conta agora com novas caras, em contraponto com a bancada do PSD (situada do lado oposto)." Carlos Tenreiro
Nota de rodapé.
Carlos Tenreiro, pela amostra, falta-lhe muito para ser político. Pelo que julgo conhecer dele, tem uma fé inusitada na natureza humana, vulgo inocência. Aceitou ser candidato à presidência da câmara municipal da Figueira da Foz, sem condições objectivas de autoridade, de autonomia, de controlo e margem de manobra. Aceitou dar a cara e acabou humilhado nas urnas de voto.
Enveredou, ao que parece, agora por outro caminho. É assim que funciona a intriga. Mas, não tem coragem para dizer o que pretende: que Ricardo Silva está no lugar natural dele, desde 2009, quando promoveu e apoiou a candidatura de João Ataíde.
Todavia, Monteiro não precisa disso para nada, porque afinal "os figueirenses conhecem-no".
Carlos Monteiro, neste momento, é o único político na Figueira que não precisa de fazer compromissos com ninguém. E, muito menos, precisa do apoio de Carlos Tenreiro.
Carlos Tenreiro tem de perceber o óbvio. E o óbvio é: o que fez, foi caminhar pelo populismo mais rasteiro...
O caminho não é por aí... Como deve saber, as teorias da conspiração são um eloquente exemplo de populismo.
























