terça-feira, 5 de maio de 2026
Morreu um ícone do jornalismo figueirense
O "consenso", sem "marcas ideológicas" já ficámos a saber onde levam o Presidente Seguro
Por outro lado, há quem perante a fraqueza do mais fraco, se passe para o lado do mais forte, mesmo que isso implique ir contra a "sua" maioria.
O Presidente da República promulgou este domingo o decreto do parlamento que altera a Lei da Nacionalidade, aprovado por PSD, Chega, IL e CDS-PP, mas desejava que tivesse assentado "num maior consenso", sem "marcas ideológicas do momento".
Será que Seguro vai continuar a exercer o seu mandato do lado contrário à maioria que o elegeu?
O ferry de Timor Leste e a indignação de Santana...
O navio ainda não foi concluído porque o Governo timorense não desbloqueou as verbas destinadas à sociedade criada para reabilitar os estaleiros Atlanticeagle, na qual é sócio maioritário.
“É incompreensível”, afirmou Santana Lopes, exortando os governos de ambos os países a resolverem o problema. “Temos de começar a fazer disto uma causa pública”, propôs ontem o autarca.
“Também considero inaceitável”, concordou o ministro José Manuel Fernandes.
E Bruno Costa sente-se abandonado por Timor.
O assunto, para o Presidente Santana Lopes, não é uma indignação de ontem.
Registe-se: na reunião de Câmara da Figueira da Foz realizada no dia 21 de Fevereiro de 2025 (há mais de um ano), o presidente Santana Lopes disse que está a tentar resolver os problemas associados à construção do ferry “Haksolok”, encomendado por Timor-Leste aos estaleiros navais Atlanticeagle, detidos em 95% pelo Estado timorense.
“Tenho desenvolvido muitas diligências [junto do Governo de Timor e de ministros portugueses] em relação ao barco de Timor que está nos estaleiros, para resolvermos isto de uma vez”, revelou Santana Lopes.
A construção da embarcação parou em 2018 e foi retomada em 2024.
Entretanto, a mudança política em Timor afetou a transferência de verbas para os estaleiros, comprometendo a conclusão do ferry.
Quanto ao primeiro dia da safra da sardinha...
Teve início mais uma safra da sardinha.
Nuno Lé disse ao DIÁRIO AS BEIRAS, que se confirmou que “há muita sardinha” no mar.
Segundo apurou o DIÁRIO AS BEIRAS, o preço do quilo, ontem, em lota, foi de 1,85€ – mais 85% do que há um ano, também no primeiro dia da safra, quando a sardinha foi vendida a 1€/quilo.
segunda-feira, 4 de maio de 2026
Chama-se a isto "governo de proximidade"...
«O ministro da Agricultura e Pescas disse ter excelentes perspectivas para a safra da sardinha deste ano, que arrancou hoje oficialmente na Figueira da Foz, no litoral do distrito de Coimbra.
“Temos 33.400 toneladas, o que, se compararmos com 2025, é ligeiramente inferior, mas se olharmos para 2023 são mais 8.400 toneladas”, salientou hoje José Manuel Fernandes à agência Lusa.
O governante, que esteve mais de oito horas no mar numa embarcação que participou no arranque da safra, frisou que a quota ibérica de Portugal e Espanha são 50 mil toneladas para os dois países.
José Manuel Fernandes referiu que, “às vezes, não se tem a percepção de que Portugal e Espanha gerem a quota ibérica da sardinha, na qual Portugal tem 66,5%, muito mais do que Espanha”.
“Portugal tem 33.440 toneladas da quota ibérica”, sublinhou.
Além disso, o ministro a Agricultura e Pescas destacou a certificação da sustentabilidade da sardinha, “que acrescenta valor, não só para a venda do pescador, mas para as próprias indústrias conserveiras”.
“É um selo de garantia, de qualidade, que dá confiança e alarga o mercado. Portanto, temos todas as condições para triunfar, embora vá haver dias, como este primeiro, em que o pescador tem um grau de incerteza, em que traz menos ou não traz nada”, disse.
O governante mostrou-se convicto de que 2026 será “um bom ano para os pescadores, para os portugueses que têm na sardinha um superalimento", e para a indústria conserveira nacional.
Sobre os eventuais impactos no setor da atual conjuntura internacional, que fez disparar os preços dos combustíveis, José Manuel Fernandes disse que os pescadores “não podem perder dinheiro”.
“Além disso, o pescador tem uma incerteza, pois quando vai ao mar nem sempre traz o retorno que lhe permite inclusivamente pagar as despesas de saída”, referiu.
Para o ministro da Agricultura e Pescas, “será sempre um preço justo e acessível”, já que não se pode esquecer o aumento de custos que os pescadores têm tido e o “rendimento digno e justo que precisam face ao trabalho duro que têm“.
O ministro da Agricultura e Pescas participou hoje no almoço de abertura da safra da sardinha na Figueira da Foz, organizado pela Marine Stewardship Council (MSC), organização internacional sem fins lucrativos, cuja missão é pôr fim à sobrepesca e garantir a preservação dos recursos aquáticos.
Durante o almoço foi apresentado, pela primeira vez, o documentário sobre o processo de certificação MSC da sardinha ibérica, iniciado em julho de 2025, depois da pesca da sardinha ter estado à beira do desaparecimento há cerca de uma década."
Durante a manhã, o ministro visitou, acompanhado pelo presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, os estaleiros navais Atlânticeagle, onde decorreu o “bota-abaixo” da embarcação Fernando Lé.
Um Prémio LeYa apresentou um dia destes um novo livro de ficção
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| Imagem: Câmara Municipal da Figueira da Foz |
Friederich Nietzsche, escreveu isto: “A verdade e a mentira são construções que decorrem da vida no rebanho e da linguagem que lhe corresponde. O homem do rebanho chama de verdade aquilo que o conserva no rebanho e chama de mentira aquilo que o ameaça ou exclui do rebanho. [...] Portanto, em primeiro lugar, a verdade é a verdade do rebanho.”
O António Tavares que eu conheci, era mestre numa prática que se tornou habitual na política: a gestão dos silêncios.Não dizer nada e manter uma certa pose, que se diz ser de Estado, foi meio caminho andado para chegar a vereador da Cultura.
Diga-se, sem reservas mentais nem ironia: na Figueira, seria difícil haver um vereador da Cultura tão perfeitamente identificado com o mundo cultural como António Tavares.
Escritor, o seu mundo é o da cultura literária. Ex-director de um jornal, a cultura foi, porém, desde que o conheço o seu verdadeiro sacerdócio.
Na Figueira, não existe ninguém que encarne tão perfeitamente a síntese total com que sempre sonharam os espíritos iluminados pela chama da cultura.
A sua vocação de agente cultural foi sempre um percurso de santidade, que é uma capacidade pacificadora que consiste não apenas em conviver com tudo, mas em fazer com que tudo conviva com tudo, sem exclusões nem conflitos.
Com a passagem do tempo, tornou-se num político azedo. Talvez, porque o tempo foi passando e o político ficou mais desabrigado e exposto. Um dia disse: «já dei aquilo que é exigido a um cidadão médio». E acrescentou: «trata-se da retirada de um cidadão que está na casa dos 60 e que o que quer é paz e descanso e fazer outras coisas. Já não tenho pachorra para jogos de poder e guerras de alecrim e manjerona».
António Tavares apelou aos que gostam dos jogos de poder que o esqueçam. «Deixem-me em paz. Não quero saber de nada».
Como escreveu Fernando Assis Pacheco:
"Um dia
o homem é posto à prova, interrogado
pelas areias moventes;
desaba sobre ele a tempestade
que o quer afogar.
Cautela com os animais de fogo!"
Apesar de não esquecer António Augusto Menano, a meu ver, António Tavares, foi o vereador da Cultura, na Figueira, com maior “vida e obra literária e cultural”, para além da política.
Porém, a maioria dos figueirenses sabe quem é Tavares?
Penso que não. Tem dele uma imagem: mais ou menos brilhante, mais ou menos esbatida.
Porventura, amanhã uma sombra.
Porém, nada mais do que uma imagem.
Por isso, compreendi a preocupação tão grande (quase obsessiva...) com a gestão da sua imagem.
Para a esmagadora dos figueirenses Tavares é só isso: imagem. E ele sabe.
O seu “percurso” político (só, por ironia, motivo de orgulho...) foi, para António Tavares, apenas um apêndice, algo meramente instrumental para o que realmente lhe importava: uma carreira literária.
E não o contrário...
Seja, portanto, feita justiça à competência de António Tavares.
Sem reservas mentais nem ironia: quem conseguiu aceder a vereador da Cultura na Figueira, tem obrigação de saber, das argúcias culturais e políticas, tudo o que há a saber.
Presidente da APA garante que "obras nas comportas da Maria da Mata no vale do Mondego avançam este ano"
| Imagem de fevereiro de 2021 (Diário de Coimbra), sacada daqui |
"O colapso das comportas de Maria da Mata e do Alvo, perto da estação de bombagem das celuloses, no Alqueidão, representa um problema grave." "A obra é da APA. O problema foi causada pela tempestade Elsa". A depressão Elsa aconteceu em meados de Dezembro de 2019!
domingo, 3 de maio de 2026
O chega é isto
sábado, 2 de maio de 2026
João Vaz, ex-vereador hoje no Diário as Beiras: "Aeródromo de 18 milhões na Figueira da Foz sem contas certas"
Ministro José Manuel Fernandes na Figueira
A Cooperativa de Produtores de Peixe Centro Litoral, com sede na Figueira da Foz, presidida por Nuno Lé, organiza há vários anos a abertura nacional da safra da sardinha. Na oportunidade, junta representantes do Governo e de diversas entidades e instituições nacionais, regionais e locais.
O Ministro da Agricultura e Pescas participa no primeiro dia da nova safra da sardinha a bordo de uma embarcação do cerco, com partida, pelas 00H00 de segunda-feira, no porto de pesca da Figueira da Foz.
No mesmo dia, pelas 11H30, José Manuel Fernandes participa no “bota-abaixo” da embarcação de pesca do cerco “Fernando Lé”, do armador figueirense António Miguel Lé, nos estaleiros navais da Figueira da Foz Atlânticeagle.
Aquele membro do Governo participa ainda no almoço que assinala o primeiro dia da safra da sardinha, no Hotel Malibu, onde será exibido um vídeo sobre a certificação da sardinha ibérica.
Nos dois últimos eventos da agenda, o ministro da Agricultura e Pescas tem como anfitrião o presidente da Câmara da Figueira da Foz, Santana Lopes.
Na Figueira, também é sempre carnaval... (continuação)
Via Diário as Beiras
O prejuízo deverá ser assumido pelo Município da Figueira da Foz, de acordo com o “compromisso verbal” assumido pelo presidente da câmara, Santana Lopes, aquando da decisão do adiamento. A organização faturou 26,1 mil euros. No dia 11, foram pagas 1500 entradas. No dia 12, foram pagas 3600. O evento tinha um orçamento de 130 mil euros. O município assegurou 85 mil euros e apoio logístico. A receita contou com patrocinadores e bilheteira.»
Ontem, milhares celebraram o 1º de Maio por todo o País contra proposta de pacote laboral
Comunicado dos vereadores do PS na Câmara Municipal sobre relatórios de contas e de gestão de 2025
A OUTRA FACE DA MOEDA
«Os vereadores do Partido Socialista (PS), na Câmara Municipal da Figueira da Foz (CMFF), abstiveram-se nos relatórios de contas e de gestão de 2025.
Todavia, consideram que os referidos relatórios apresentam aspetos preocupantes da gestão camarária que têm de ser corrigidos durante o ano de 2026. Se o rumo que vem sendo seguido não for corrigido, os Vereadores do PS na CMFF, não terão outra alternativa que não seja votar contra os relatórios de 2026.
Assim, em relação a 2025:
















