sexta-feira, 13 de março de 2026

Ormuz: o estreito que está nas bocas do mundo e que Portugal dominou por um século

"É pelo Estreito de Ormuz que passam os navios que transportam um quinto do petróleo mundial. Há 500 anos, os produtos eram outros e no estreito quem mandava era Portugal.

E a sua história também liga o Oriente a Portugal, país que durante um século, entre 1515 e 1622, dominou o estreito e as trocas comerciais que por ali passavam. Ainda hoje há vestígios da presença portuguesa no Estreito de Ormuz, que volta a estar no centro das atenções mundiais. A SÁBADO falou com o historiador João Paulo Oliveira e Costa."

Imagem via Revista Visão

quinta-feira, 12 de março de 2026

Agora, sim: temos uma polémica a sério...

"António Seguro ainda não tinha metido os pés no palácio de Belém e já Margarida M. Freitas estava debaixo de fogo. E porquê? Porque comprou um vestido e usou-o num dia em que o país ia estar, inteiro, a olhar para ela.
Gente de altíssimo gabarito, como por exemplo a representante oficial do PSD na SIC Notícias (Maria João Marques), vieram a correr criticar o preco do vestido e, em alguns casos, o design do mesmo. É um daqueles casos em que, claramente, se cumpre uma regra do bom senso que se aplica a 99% das temáticas da vida pública portuguesa: se a Maria João Marques critíca, em princípio não é coisa má.
Como imaginam eu adoro este tipo de problemas e fico feliz quando, numa tomada de posse, o drama se situa na zona do vestido."

Na Figueira é sempre carnaval...( continuação)

 via Diário as Beiras
"Padre Guilherme em destaque"

Ficámos sem "um bom malandro"....

 Morreu o jornalista e escritor Mário Zambujal.

(1936/2026)

Tudo vai acabar "bem"?..

"António José Seguro vai ser António José Seguro e pressionar a UGT a assinar uma lei laboral cozinhada na sede dos patrões?

A UGT vai ser UGT, cumprir o desígnio para o qual foi criada, e assinar de cruz o que os patrões lhe metem à frente para assinar?"

A 14 reabriu

Foto via Campeão das Províncias

A
auto-estrada 14 (A14), que liga a Figueira da Foz a Coimbra, reabriu ao trânsito nos dois sentidos pelas 21h20 de ontem, quarta-feira, dia 11 de Março, depois de ter estado encerrada mais de um mês devido às cheias, informou a autarquia figueirense.

Em nota publicada pelas 20h50, o Município da Figueira da Foz  informou que a circulação no troço entre o nó da A17 e o nó de Santa Olaia, de acesso a Montemor-o-Velho, será restabelecida “dentro de meia hora” nos dois sentidos, ou seja, pelas 21h20.

“Alerta-se, no entanto, que a circulação deve ser realizada com alguma prudência, num pequeno troço da via, junto ao nó de Santa Olaia, devido a constrangimentos no piso”, avisou.

A circulação nos dois sentidos daquele troço de auto-estrada com cerca de oito quilómetros foi cortada ao trânsito na madrugada de dia 3 de Fevereiro, devido a alagamento e acabou por ficar encerrado mais de um mês devido aos danos provocados pela subida das águas nos campos agrícolas adjacentes do vale do Mondego.

quarta-feira, 11 de março de 2026

Portugal, Março de 2026

António José Seguro, no seu discurso de posse

«Portugal enfrenta desafios estruturais que se arrastam há tempo demais. Crescimento económico insuficiente, economia baseada em baixos salários, dificuldades persistentes, pobreza constante, envelhecimento demográfico, morosidade na justiça, burocracias públicas, dificuldades nos acessos à saúde e à habitação, falta de mão-de-obra, escassez de oportunidades para os mais jovens, insegurança para os mais idosos, desconfiança nas instituições e na política.»

"Porque Sou Comunista" um livro de Pedro Tadeu

«Num tempo assim, de desnorte e do “salve-se quem puder”, ainda é licito festejarmos com júbilo, com genuíno sentimento de orgulho, intuindo que “nem tudo está perdido”, um homem que vem à praça, erguendo a face e afirmando, sem tibiezas, ser Comunista e nos diz das razões dessa condição, mesmo sabendo que o país mudou, que os ventos que sopram são adversos a essa postura frontal e viril de dizer “sou comunista”, em chão minado e onde germina o ranço do mais sórdido liberalismo e a usura campeia.

Pedro Tadeu teve essa coragem»

Exposição internacional reúne 173 livros inspirados nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

 Via Diário as Beiras


Projeto comunitário de energia renovável aberto a cidadãos e empresas do concelho

 Via Diário as Beiras

A draga, "uma história interminável"...

"Município pediu parecer técnico à Universidade de Coimbra sobre a melhor solução, tendo em conta a eficácia e os custos"

Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)

terça-feira, 10 de março de 2026

O vestido que abalou a civilização ocidental


"Portugal acordou em sobressalto. Não foi um terramoto, nem uma crise financeira, nem sequer uma daquelas crises governativas que brotam como cogumelos no outono. Não. Desta vez a República foi confrontada com algo muito mais grave. O preço de um vestido.

Sim, um vestido. A peça de tecido que Margarida Maldonado Freitas, empresária, farmacêutica e mulher de um Presidente recém-empossado, teve a ousadia de vestir na cerimónia. Um acto escandaloso que obrigou a imprensa especializada em assuntos de elevada gravidade nacional, como decotes, pulseiras e destinos de férias de celebridades, a mobilizar os seus mais experientes analistas têxteis.

A investigação começou como todas as grandes investigações jornalísticas. Com um zoom numa fotografia e uma busca no Google. Pouco depois surgiu a manchete: “Descobrimos o vestido!”. Um trabalho hercúleo digno de Watergate, mas com muito mais seda e muito menos Nixon.

A partir daí abriu-se um debate profundo sobre a democracia portuguesa. Não sobre salários, habitação ou política externa. Não. Sobre se uma mulher adulta, empresária e economicamente independente pode comprar a roupa que lhe apetece com o dinheiro que é dela."

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Seguro a cumprir a palavra dada...

Às 11:00, cumprindo o horário previsto, o novo Presidente da República esteve em Mourísia, no concelho de Arganil, distrito de Coimbra, aldeia  cercada por chamas em 2025, e que visitou no verão passado – incluindo desta forma o interior no programa alargado da sua posse.

A visita à aldeia de Mourísia revelou um presidente da República qcumpridor da palavra dada e que não branqueia a propaganda de Luís Montenegro de prometer ajudas e depois não cumprir.
A determinação em honrar a  palavra revelada no primeiro dia de funções é um sinal de esperança.

Pretextos e razões para a subida dos preços dos combustíveis

Via Diário de Notícias

"Os preços dos combustíveis voltam a subir de forma escandalosa, arrastando uma previsível escalada geral dos preços, fazendo aumentar o custo de vida e ameaçando degradar ainda mais as já difíceis condições de vida do povo português.

Ouvimos dizer que o aumento dos preços dos combustíveis é o preço a pagar por uma guerra feita para levar a democracia ao Irão. Querem ainda convencer-nos de que esse aumento de preços é inevitável e resulta de uma relação supostamente científica entre a oferta e a procura que sustentaria o equilíbrio de mercados que funcionam livremente.

O problema é que não é nada assim.

A guerra não se destina a levar democracia a lado nenhum. O aumento de preços dos combustíveis não é inevitável, nem resulta directamente de quaisquer equilíbrios económicos. Muito menos os mercados são entidades abstratas que funcionam equilibrada e livremente.

Não há como construir uma democracia bombardeando o povo que se diz querer libertar para esse objectivo. E a agressão dos EUA e Israel ao Irão não tem na sua essência qualquer motivação democrática. É o controlo político do Médio Oriente e a apropriação dos seus recursos naturais que está em causa em função das ambições de domínio hegemónico dos EUA e Israel à escala regional e global.

A agressão dos EUA e Israel ao Irão implica, obviamente, graves perturbações no fornecimento internacional de petróleo e seus derivados. Essas dificuldades devem ser mais um (não o único, nem o principal, mas mais um) dos muitos argumentos que justificam a exigência do fim da guerra e da desestabilização que os EUA e Israel têm levado a praticamente todos os povos daquela região.

Mesmo neste contexto, a subida dos preços dos combustíveis não é inevitável. Ela resulta em boa parte do aproveitamento que os grandes grupos económicos do sector energético, particularmente as petrolíferas, estão a fazer desse conjunto de circunstâncias para fazer aumentar os preços e, assim, aumentarem os seus já escandalosos lucros bilionários.

Fazem-no usando o poder que têm para fixar os preços a seu bel-prazer, sem qualquer consideração pelos impactos económicos e sociais gerais dessas decisões.

Fazem-no sabendo que contam com um poder político maioritariamente submisso aos seus interesses, que não oferece resistência aos seus intentos, antes encontra forma de a eles se acomodar, transferindo até para o Estado e os cofres públicos parte dos seus impactos financeiros.

Fazem-no comprovando que os mercados não são entidades abstratas, são sim uma realidade concreta que resulta da composição de poderosos interesses económicos e financeiros que se movem exclusivamente pelos objetivos da multiplicação dos lucros e da acumulação de capital.

Fazem-no sabendo que, aproveitando hoje os pretextos para aumentar escandalosamente os preços e os seus lucros, não mais farão regressar à base aqueles preços, mesmo que desapareçam os pretextos hoje utilizados.

Regular, tabelar e fixar os preços dos combustíveis é, claramente, a solução que se impõe por dever democrático de defender os interesses do povo e o desenvolvimento nacional."

Vale do Pranto: "José Manuel Fernandes e Santana Lopes reuniram-se com representantes de agricultores e piscicultores"

Há anos que naquela região do Sul do concelho da Figueira da Foz, a água salgada junta-se à água doce, por alegada falta de manutenção dos diques, o que tem criado problemas à produção de arroz e gerado o protesto dos orizicultores do Vale do Pranto. 

Via Diário as Beiras - para ler melhor clicar na imagem

Presidente Seguro, ontem, no discurso de posse como Presidente da República

Baixo Mondego: A14 e canal de rega preocupam o Partido Comunista

 Via Diário as Beiras