quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
O troço da A14, entre a A17 e o nó de Santa Eulália, no concelho da Figueira da Foz, continua sem data prevista de reabertura...
A Figueira da Foz vive, mais uma vez, uma situação que não pode ser ignorada, desvalorizada ou escamoteada.: "o troço da autoestrada 14 (A14) entre a autoestrada 17 (A17) e o nó de Santa Eulália, no município da Figueira da Foz, não tem previsão de reabertura".
Esta situação, dado que a A 14 é uma via estruturante nos acessos ao concelho da Figueira da Foz, mais do que uma questão partidária — é uma causa coletiva. Órgãos autárquicos, entidades regionais, entidades empresariais e população, já deviam ter aglutinado esforços numa posição clara e firme.
A Figueira não pode continuar com este importante meio de ligação a Coimbra encerrado por muito mais tempo.
Porquê tanta apatia em redor do encerramento da A 14 no concelho da Figueira da Foz?
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
Simone de Beauvoir explicou há décadas que a mulher foi construída como “o Outro”: no Baixo Mondego confirmou-se que a tradição continua fértil...
"As gajas são pessoas muito nervosas"
"O nosso ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes, deve ter deixado a máquina de sulfatar no meio do campo para ir até Coimbra explicar àquela mulher de galochas como se faz governação moderna. Primeiro fala-se para as câmaras, depois, se ainda restar tempo entre um direto e duas selfies institucionais, ouvem-se os autarcas. A agricultura contemporânea cultiva a imagem. E a colheita faz-se ao fim da tarde no telejornal.
...
Depois deste episódio resta-nos agradecer a lição agrária. As cheias passam. As obras fazem-se. Os subsídios publicam-se. Mas a velha ideia de que as gajas são pessoas muito nervosas continua perene, como erva daninha que resiste a qualquer modernização.
E talvez o verdadeiro incómodo não seja o nervosismo feminino. Talvez seja o facto de, no meio da lama, alguém ter tido a ousadia de lembrar que governar não é posar para as câmaras."
Passos, o Sebastião unificador da direita
Se tivesse corrido como era o seu desejo, o regresso de Passos Coelho à vida política activa já teria acontecido.
Assim aconteceu mais uma vez. Navegando nas águas do chega, Pedro Passos Coelho, o unificador da direita, acredita que a nomeação do até agora director nacional da Polícia Judiciária para ministro da Administração Interna abre um "precedente grave"!..
Esqueceu Laborinho Lúcio, Daniel Sanches, Fernando Negrão, António Borges?
Ou talvez não: só que nessa altura a política do D. Sebastião da direita era outra.
O problema, todavis, não é Passos insistir em dar prova de vida: o cerne da questão são as viúvas e os órfãos desta política de conversa de chacha, enrolada com voz colocada, vazia, sem substância...
Visita de deputados do PS ao Porto da Figueira da Foz mereceu críticas dos utilizadores do porto
Troço da A14 na Figueira da Foz sem previsão de reabertura
Conforme se pode ler em diversos órgãos de informação, segundo informação da concessionária, "o troço da autoestrada 14 (A14) entre a autoestrada 17 (A17) e o nó de Santa Eulália, no município da Figueira da Foz, não tem previsão de reabertura, face aos danos causados pelas cheias".
Como é do conhecimento geral, "a circulação nos dois sentidos daquele troço com cerca de oito quilómetros (km) foi cortada ao trânsito na madrugada de dia 03, cumprem-se hoje 21 dias (três semanas), devido à subida das águas nos campos agrícolas adjacentes do vale do Mondego, e não voltou a ser reaberta".
Em informação ontem prestada à agência Lusa, a Brisa Concessão Rodoviária (BCR) informou que “o corte de plena via na A14 mantém-se devido à realização de trabalhos de avaliação do estado da infraestrutura, designadamente aterros e órgãos de drenagem, na sequência da subida da cota da água e subsequente submersão da plataforma ao longo de vários dias”.
A fonte oficial da Brisa disse ainda que assim que aqueles parâmetros forem avaliados internamente, “e após avaliação técnica externa, pelas entidades competentes”, estará em condições de reabrir a circulação na A14.
No entanto, “nesta fase, ainda não é possível antecipar a data de reabertura”, vincou a BCR.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
... este acordou agora? ...
E assim opina quem não foi capaz de salvar, sequer, uma árvore...
Istu xó lá foi cum quatro mixas e binte cinco padre-noxos.
Vem aí a draga?
Como encontrar o dinheiro para viabilizar esta justa aspiração dos homens do mar da Figueira?
Manuel Domingues e Ricardo Silva ficaram com mais pelouros
DIÁRIO AS BEIRAS
Santana Lopes chamou a si o Pelouro das Finanças e Orçamento, mantendo as “pastas” do Planeamento, Ordenamento do Território, Projetos e Obras Estruturantes, Proteção Civil e Bombeiros, Assuntos Jurídicos e Contencioso, Ciência, Investigação e Inovação e Património.
O vereador Manuel Domingues passou a coadjuvar o presidente nos assuntos relacionados com os bombeiros e a Proteção Civil e assumiu os pelouros de Contratos de Concessão de Estacionamento e Taxas e Licenças (este, no que se refere à ocupação do espeço público e publicidade). Manuel Domingues mantém os pelouros do Trânsito, Coletividades, Relações Correntes com as Juntas de Freguesia, Cemitérios, Serviço Veterinário Municipal, Desporto, Juventude, Serviço de Toponímia e Parque de Campismo Municipal.
Por sua vez, o vereador Ricardo Silva assumiu o Contrato de Concessão da Águas da Figueira. O autarca viu acrescentadas as novas competências aos pelouros do Ambiente, Espaços Verdes, Obras Municipais e Águas e Saneamento.
A saída de Anabela Tabaçó abriu as portas da vereação do executivo camarário da coligação FAP ao até à semana passada chefe de Divisão de Planeamento do Município da Figueira da Foz, João Martins, que ocupava o sétimo lugar da lista que concorreu à câmara. João Martins tomou posse na última reunião de câmara, realizada no passado dia 19 do corrente. O vereador recém-empossado tem a seu cargo as funções de coadjuvar Santana Lopes nas questões relacionadas com o Desenvolvimento Económico e é titular dos pelouros do Urbanismo, Taxas e Licenças, Fundos Europeus, Outros Financiamentos e Respetivas Candidaturas, Serviço Municipal de Metrologia e Taxas e Licenças (pedidos de pagamento fracionado de taxas, licenças especiais de ruído).
Para a escolha do vice-presidente ainda é cedo.
“É preciso olhar para a história do rio”, alerta bióloga Helena Freitas
Via Manuel Portugal.
"A obra mais importante no rio é o seu tratamento e desassoreamento. Ao Conta Lá Helena Freitas explica a importância de reaprendermos a viver com o rio."
ZERO considera barragem de Girabolhos uma falsa solução para as cheias do Mondego
Anúncio da Barragem de Girabolhos é inoportuno e manipulador
A ZERO lamenta que a intenção do Governo de avançar com a construção da Barragem de Girabolhos esteja a ser apresentada como solução para o problema das cheias na bacia do rio Mondego, numa altura em que a região de Coimbra enfrenta consequências imediatas de fenómenos extremos de precipitação. Esta proposta constitui uma falsa solução, tecnicamente questionável e politicamente instrumentalizada numa altura de grande fragilidade das populações afetadas.
“Insistir na barragem de Girabolhos representa um erro estratégico e desvia recursos e atenção de soluções verdadeiramente eficazes”.
O alerta foi deixado pela Zero-Associação Sistema Terrestre Sustentável, Organização Não Governamental (ONG) de ambiente sem fins lucrativos, com utilidade pública e de âmbito nacional. Numa posição pública assumida a 14 de fevereiro, a Zero considera a proposta de construção da Barragem de Girabolhos como “uma falsa solução, tecnicamente questionável e politicamente instrumentalizada numa altura de grande fragilidade das populações afetadas”.










