domingo, 29 de junho de 2025

ÁUREA e Banda de Música da Força Aérea na Figueira da Foz

Via Município da Figueira da Foz (para ver melhor clicar na imagem)

A Força Aérea Portuguesa (FAP) está a celebrar o 73.º aniversário na cidade da Figueira da Foz. O programa oficial começou no fim de semana, com diversas actividades agendadas e destaque para o dia 5 de julho. A cerimónia oficial das celebrações contou com a participação do Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general João Guilherme Rosado Cartaxo Alves, e do presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Santana Lopes. O programa inclui exposições artísticas patentes ao público no Museu Municipal Santos Rocha e no CAE. E outra na praça da Europa, esta com material aeronáutico. No âmbito da celebração do aniversário, a Força Aérea promove hoje, no CAE, as jornadas aeroespaciais e um concerto da banda da FAP, na praça João Ataíde, com a cantora Aurea.

Tradição: São Pedro da Cova e Gala - cerimónia do cruzamento das bandeiras, frente ao Clube Mocidade Covemse

A tradição leva-nos a acontecimentos que nos foram transmitidos de geração em geração, sem mais prova autêntica da sua veracidade. Esta cerimónia, realizada na manhã de hoje, registada em 4 videos, fica como um símbolo, uma memória, uma recordação, se quiserem, um costume, que nos foi legada.

Depois correram os tempos e as gerações. Uns ficaram do lado das águas do canal; outros foram povoar a Cova, do lado do mar.
Pela Gala, passou tudo o que abalou, perturbou ou redimiu este País: as conspirações, as revoluções, as Juntas; os liberais, os vintistas, os cartistas; os abrilistas, os caceteiros, os insurrectos. Mais tarde, os cabralistas e o início da ditadura, com o apuro do primeiro caciquismo. Depois, a Maria da Fonte, o degredo dos prisioneiros, a «lei da rolha», a luta dos regeneradores e dos progressistas.
Entretanto, aquela nesga de terra que parecia sobrar da corrente do canal, que puxava para o Sul, apenas tinha gente de trabalho: pescadores de companha e salgadeiras de pescado.
Depois da Carta e da política educacional que a acompanhou, a Gala conseguiu uma Escola. A catraiada aprendeu a ler, a escrever e contar.
Tanto daquela aldeia, como do lugar da Cova, muita gente foi para a vida do mar: pesca ou longo curso. Alguns emigraram, para a América e foram pescadores em Nova York ou calafates em S. Diego.
Pela Gala, passou a República, ainda no tempo em que se atravessava o rio numa barca de passagem. Só mais tarde veio a ponte, entretanto já substituida.
E tudo isto – lutas e tristezas, trabalhos e alegrias – só foi possível por uma simples coisa: o facto do poço do Tzé Maia pertencer, por ordem do que o abriu e murou, a toda a gente da região, levasse ela a água em bilha, talha, balde ou púcaro, e precisasse dela para beber ou cozinhar.

A Festa de São Pedro, foi trazida por aqueles que, segundo o Comandante João Pereira Mano, em meados do século XVII, por volta de 1750/70, vieram de Ílhavo à procura de peixe e água potávelos e que tiveram de arriscar todos os dias a vida para continuar a viver. Foram esses que fundaram a Cova e, mais ou menos 40 anos depois, a Gala.
Abaixo fica um registo desta manhã, em vídeo. Para ver os outros 3, cliquem aqui.

O Bairro dos Pescadores da Cova e Gala

 A construção dos denominados  Bairros de Pescadores, de carácter económico, foi uma das  realizações que mais impacto teve no contexto da “obra social das pescas”, de Salazar e Tenreiro, sob o lema “para cada família um lar”.

As primeiras dezasseis moradias desse bairro, foram inauguradas  oficialmente
 pelo  Sub Secretário das Corporações e Previdência Social, a 1 de maio de 1941.

Destinados a acolher os  pescadores e as suas famílias, mediante o pagamento de rendas baixas, muitos destes bairros, senão mesmo a totalidade, foram construídos longe dos centros das localidades e longe dos próprios portos de pesca, possivelmente pela dificuldade em conseguir um terreno próximo dos locais de pesca, mas principalmente pela tentativa de “guetização” dos pescadores e suas famílias, fechando-os nas suas comunidades, evitando ao máximo o contacto com os “de terra” e a sua possível  dispersão.
Foi o caso do já desaparecido Bairro dos Pescadores da Cova Gala, cujas primeiras 16 casas foram inauguradas em 1 de Maio de 1941. Na altura, os terrenos situados a seguir ao actual campo de futebol de S. Pedro, seguindo pela antiga estrada – que, em 1941, não existia –, que ficou soterrada pelas obras do Cabedelo  para quem se dirija em direcção à praia do Cabedelo, ficavam, como convinha ao estado novo, fora de portas.

sábado, 28 de junho de 2025

sexta-feira, 27 de junho de 2025

Mercado Municipal da Fugueira comemorou 133 anos de existência

 Foto: Município da Figueira da Foz

Vitorino fiel a si próprio, mas o mito não acaba aqui...

 "Não me apresentarei a candidato. Eu sempre disse, fui sempre coerente, de que devia haver apenas um candidato nesta área politica (...) e manifestamente há um dado objetivo: a minha candidatura não conseguiu reunir o consenso para poder ser uma candidatura única desta área e portanto eu não me apresentarei", disse António Vitorino na SIC Notícias.


Festa do Limonete: tempo de reflexão?

"Tavarede, a Terra do Limonete, a Capital do Teatro Amador, tem todas as condições e características para ser um marco relevante nas políticas culturais e patrimoniais da região, com projetos onde a cidadania cultural plena e a construção social através da Arte se assumam como catalizadores do desenvolvimento territorial sustentável!
Temos os recursos-humanos, temos materialidade e imaterialidade, temos infraestrutura, temos peso histórico, temos memória, temos tradições e temos uma Marca muito própria e distinta!
Que este momento, até porque se aproximam as eleições autárquicas, não seja palco de acusações, mas sim de pensamento e reflexão! "

Imagem via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)


A ansiada obra do “Big Shot” vai arrancar em breve

 Via Diário as Beiras

Novidade da próxima edição da BT: Município convidado em 2026 será a Figueira da Foz

 Via Turismo Centro de Portugal

quinta-feira, 26 de junho de 2025

Uma coisa não podem dizer de Santana Lopes: a de no decorrer dos seus mandatos não se mexer, nem mexer com a Figueira

Via Município da Foz 

P𝗹𝗮𝗻𝗼 𝗱𝗲 𝗣𝗼𝗿𝗺𝗲𝗻𝗼𝗿

𝗖𝗼𝗺𝘂𝗻𝗶𝗰𝗮𝗱𝗼 𝗱𝗼 𝗣𝗿𝗲𝘀𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗱𝗮 𝗖𝗮̂𝗺𝗮𝗿𝗮
"Esta é a melhor prova de que não paramos. Este projeto já estava iniciado há 20 anos, retomámo-lo e neste momento após 3 anos de mandato, já está mais avançado, como ilustram as imagens. Este projeto é fundamental para o desenvolvimento destas terras, desta região, definindo um território mais qualificado, valorizando a relação com a paisagem e o património natural da Lagoa da Vela.
Partilho algumas imagens da versão de trabalho em curso, que ilustram a proposta urbanística para o Plano de Pormenor do Empreendimento Turístico da Lagoa da Vela.

O cenário atualmente em desenvolvimento prevê 6.000 camas distribuídas por diferentes segmentos de alojamento - moradias, apartamentos e unidade hoteleira, espaços verdes, equipamentos de desporto e lazer, incluindo um campo de golfe de 18 buracos, com uma gestão eficiente da água, que recorre a fontes de energia renováveis e preservando a vegetação autóctone, integrando-se de forma harmoniosa na paisagem envolvente."

Festa de S. Pedro

Imagem via Festas de São Pedro da Cova Gala 2025

Texto via Diário de Coimbra: "é na Cova-Gala que as festividades em honra de São Pedro ganham maior dimensão entre a comunidade, sobretudo, a piscatória.

Sendo uma organização da Comissão de Festas de São Pedro na Cova-Gala, as celebrações na margem sul do concelho reúnem um cartaz que alia a tradição religiosa à alegria popular. São cinco dias de festa e que começam já hoje com Noninho Navarro como cabeça de cartaz. O artista sobe ao palco instalado junto à Capela de São Pedro, a partir das 22h30. Entretanto, amanhã, pelas 23h00, a animação estará a cargo do músico figueirense Maninho, enquanto no sábado, à mesma hora, é a vez de Toy animar a noite.
Já no domingo, dia do padroeiro, é o ponto alto das festas na freguesia de S. Pedro. O dia começa às 9h00 com alvorada e encontro de bandeiras no Largo das Alminhas ao som das filarmónicas Carvalhense e Paionense. Às 15h00 realiza-se a missa em honra de São Pedro, seguida de procissão com várias miniaturas de embarcações pertencentes à população local. É nesta celebração religiosa que a comunidade se une para a bênção do mar e o sermão ao padroeiro, mobilizando largas centenas de pessoas numa romaria em direção à praia.
À noite a festa faz-se com o concerto de Augusto Canário e Amigos pelas 22h30 e à meia-noite o céu ilumina-se com o espetáculo “Águas Dançantes”. Entretanto, o último dia é na segunda-feira, 30, com a atuação de Queen’s Gambit."

Estratégia de valorização e promoção do Vale do Pranto

 Via Diário as Beiras

Exposição de fotografias "Dia de faina: Olhares sobre a Pesca do Cerco”

inauguração da exposição de fotografias "Dia de faina: Olhares sobre a Pesca do Cerco”, que será um momento especial para compartilhar olhares, histórias e emoções através das fotografia,  decorrerá às 15h, no dia 27 de Junho, no átrio da Docapesca da Figueira da Foz.

quarta-feira, 25 de junho de 2025

Pequeno Auditório do Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE), a partir das 16h00


Integrado no Ciclo Cidade Aberta, dinamizado pelo Grupo Habitar - Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional, realiza-se na próxima sexta-feira, na Figueira da Foz, um debate sobre o «Papel da Sociedade Civil na Construção do Habitar Colectivo» e na dinamização de políticas urbanas e territoriais. A sessão será moderada por Carlos Figueiredo, juntamente com Rui Fernandes (arquitecto), Nuno SerraTeresa Pedrosa e Pedro Bingre do Amaral (engenheiro). O debate/conversa tem lugar no Pequeno Auditório do Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE), a partir das 16h00. Estão todos convidados.


Via Ladrões de Bicicletas

Com tudo a acontecer ao mesmo tempo, a hora é de manter a calma

 Via jornal Público
"Habituem-se às bolinhas de sabão
O Governo tem-se esforçado por reduzir mediaticamente um programa inteiro de 184 páginas ao tema dos imigrantes. É uma estratégia anti-Chega? Talvez. Resultará? Difícil."
Para ler melhor clicar na imagem.

Nos tempos que correm no Mundo esta declaração não pode passar desapercebida, nem cair no esquecimento


Santana Lopes quer declarar o concelho da Figueira da Foz “terra de paz”
Nesse sentido, vai propor à reunião de câmara e à Assembleia Municipal que o concelho passe a ser “terra de paz”. O anúncio foi feito ontem, quando intervinha na sessão solene do Dia da Cidade.
No tempo que o mundo vive, mal fica aos autarcas e aos cidadãos que amem a vida não declararem os seus territórios terras de paz. Temos a obrigação de homenagear a paz”, disse Santana Lopes. E acrescentou: “neste dia de feriado municipal da Figueira da Foz, terra de enorme tradição de liberdade e de luta contra todas as formas de opressão, sabemos bem que a guerra e o sofrimento de crianças e de desprotegidos é algo horrível com que temos de lidar e muitas vezes nos sentimos impotentes”. O silêncio pode ser cúmplice e o esquecimento pode estar perto de ser “criminoso”. “O esquecimento, nessa matéria, é quase criminoso, ou seja, a omissão por aqueles que fazem o mal com as decisões que tomam”, sustentou o presidente da autarquia da Figueira da Foz.