Via Diário as Beiras (para ver melhor clicar na imagem)
sexta-feira, 13 de junho de 2025
quinta-feira, 12 de junho de 2025
A rotunda Poeta Joaquim Namorado: a injustiça dura sempre até um dia...
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| Teresa Namorado: "homenagem ao meu Pai". |
"A rotunda que faz interligação entre a Avenida Dr. Mário Soares e a Rua da Várzea de Buarcos tem uma nova designação. Desde ontem à tarde que se apelida de Rotunda Poeta Joaquim Namorado, numa homenagem a um dos iniciadores e teóricos do movimento neorrealista em Portugal, cuja cerimónia de inauguração do topónimo decorreu perante a presença do executivo da Câmara da Figueira da Foz e da Junta de Freguesia de Buarcos e S. Julião, bem como representantes de diversas entidades figueirenses, família e amigos do homenageado a título póstumo."
Campeão das Províncias: Poeta Joaquim Namorado eternizado numa rotunda da Figueira da Foz

quarta-feira, 11 de junho de 2025
Rotunda Joaquim Namorado: a inauguração do topónimo é realizada hoje, pelas 18H00
"O Município da Figueira da Foz atribuiu o nome de Joaquim Namorado à rotunda junto ao Centro de Saúde de Buarcos, na avenida Mário Soares. A inauguração do topónimo é realizada hoje, pelas 18H00, cerimónia que conta com o presidente da câmara, Santana Lopes e familiares do homenageado."
Imagem via Diário as Beiras
segunda-feira, 9 de junho de 2025
Mais um episódio da série actualmente em exbição na Figueira, "Santana, a caminho da maioria absoluta"
Via Diário as Beiras:
«O presidente da Junta de Maiorca, Rui Ferreira, recandidata-se pela coligação da recandidatura independente de Santana Lopes, adiantou o autarca maiorquense ao DIÁRIO AS BEIRAS, acrescentando que se desfiliará em breve do PS. Rui Ferreira afirmou que decidiu mudar de força política por causa do “relacionamento nulo com a Concelhia do PS” e porque “grande parte das pessoas da secção de Maiorca do PS não teriam interesse que fosse o candidato do partido”.»
sábado, 7 de junho de 2025
sexta-feira, 6 de junho de 2025
Hoje há reunião de câmara e a concessão da piscina-mar vai a votos
A proposta para a celebração do acordo de cedência de utilização e exploração do complexo piscina-mar está na ordem de trabalhos da reunião de Câmara da Figueira da Foz que se realiza esta tarde, a partir das 17 horas. Após aprovação por este órgão autárquico, a proposta passará pelo crivo da Assembleia Municipal, onde será sujeita a votação.
Como sabemos o município irá conceder a exploração do equipamento, por 40 anos, à Empresa Nacional de Turismo (Enatur), cujo presidente do conselho de administração é Paulo Pereira Coelho, antigo vice-presidente da Câmara da Figueira da Foz, ex-secretário de Estado e ex-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que anunciou fazer um investimento inicial de seis milhões de euros.
Nesta época balnear, a reabertura da Piscina-Praia está prevista para o dia 02 de julho.
quinta-feira, 5 de junho de 2025
Festa é festa
Em 2025, o mês de Junho é em grande na Figueira.
É habitual ouvir dizer: “todos os anos deveria haver eleições”. Porém, na minha já longa vida, vi anos seguidos de eleições com a Figueira e o País a ficarem sempre mais para trás.Logo a seguir ao 25 de Abril, a cada vitória do PS/Figueira, os vencedores logo diziam que os figueirenses tinham validado a sua estratégia e, com este argumento, nunca se corrigiram.
A Figueira estagnou e foi sempre caindo. As vitórias socialistas municipais no nosso concelho, só fizeram a Figueira perder importância no distrito e no País.
Depois, entre 1997 e 2009, tivemos a alternância: o PSD. Primeiro, com Santana Lopes (e, da acusação nunca se livrou, o despesismo...). Depois, com Duarte Silva (que levou o PSD/FIGUEIRA a implodir, pura e simplesmente...).
Em 2009, voltámos à desgraça que desembocou entre 2019 e 2021 na gestão trágica por sucessão de Carlos Monteiro.
Em Setembro de 2021, Santana Lopes, em circunstâncias muito difíceis, conseguiu uma maioria relativa, que passou a absoluta, com a cooptação de Ricardo Silva, único vereador eleito pelo PSD em 2021.
Foi um sinal para o que viria a seguir.
Mas a Figueira não podia ser mais?
Podia...
Mas vamos ao que interessa ao Povo.
Via Diário As Beiras: "a cantora Daniela Mercury é cabeça de cartaz das Festas da Cidade da Figueira da Foz, que celebram o S. João. A brasileira tem o palco reservado para o dia 23 deste mês. O espetáculo começa após o desfile das marchas populares. Além de Daniela Mercury, uma das maiores referências da música popular brasileira, o cartaz das Festas da Cidade inclui outros nomes sonantes, mas da música feita no lado de cá do Atlântico lusófono. Pedro Abrunhosa actua no dia 21, Paulo Gonzo no dia 22, os Anjos no dia 24, os Sons do Minho no dia 20, Romana no dia 14 e Némanus no dia 13. Estes artistas portugueses completam um cartaz de espetáculos que privilegia a diversidade de público.
O programa conta, também, com actuação diária de djs.
Os espetáculos, com entrada livre, realizam-se na praça João Ataíde. É neste espaço ribeirinho onde também decorrerão a Festa da Sardinha, de 8 a 10, e a Feira das Freguesias, de 13 a 24."
A abordagem política à gestão de uma Câmara Municipal, pode ser feita de diversos ângulos.
Desde logo.
Se não houver Festas da Cidade com vedetas nacionais e internacionais contratadas ao preço do mercado o que ficam a pensar os figueirenses?
Estarão disponíveis para compreender e aceitar estas poupanças em festas e fogo de artificio?
Sinceramente, duvido. E além do mais, não daria votos.
Como justificação, diz-se que estas festanças atraem milhares de turistas à cidade.
Não duvido.
Contudo, qual o seu efeito reprodutivo na economia figueirense?
É significativo, ou estamos perante um turismo de massas onde poucos consomem e muito poucos pernoitam na cidade?
Não tenho, como penso ninguém ter, resposta concreta e objectiva para estas perguntas.
Que eu saiba, apesar dos milhões já gastos pela autarquia figueirense nos últimos 50 anos neste tipo de eventos (S. João, passagem de ano e Carnaval) está por realizar o estudo que fundamente, ou não, esta dispendiosa opção política de turismo de massas.
Em Junho de 2025, mais uma vez, vamos ter dias felizes aqui pela Figueira!
Na nossa cidade, a vida só é dura para os fracos e moles.
Alguém se interessa por saber quanto é que isto vai custar?
Festa é festa. Siga a Festa.
Depois, para mim, que já estou naquela idade (é preciso explicar?..), em que bom, muito bom mesmo, é comemorar o que acontece sem datas.
Dançar, apenas pelo prazer de movimentar o corpo, beber e comer com bons amigos, apenas pelo prazer e pela extravagância de viver.
Dia a dia. Cada dia.
Na foto, obtida via Diário As Beiras Daniela Mercury que actua na noite de S. João na Figueira.
sexta-feira, 30 de maio de 2025
E tudo o vento levou.: a pegada socialista está a ser dizimada também na Figueira da Foz
Para quem não consiguiu perceber a importância de um executivo, de maioria absoluta socialista, que esteve 12 anos no poder na Figueira da Foz (2009/2021), aqui está um bom exemplo da criação e manutenção de espaços públicos ao serviço das populações.
Foto da minha saudosa Amiga Clara Gil
Quando tirei esta foto (em 23 de Maio de 2017) não fui preparado, mas um tempo depois, deliciei-me com uma bela bucha: uma sandes de leitão regada com coca cola.
Nunca levei foi um garrafão de 5 litros para fazer um piquenique com todos os matadores.
Agora, já é tarde: as mesas e os bancos foram retirados deste local mais do que apropriado para os excursoniastas torrarem.
Pelo que julgo saber, estas mesas e bancos não estão desperdiçados: vão servir para melhorarem S. Pedro (Parque de Merendas?) e Bom Sucesso (Lagoa das Velas?).
Chama-se a isto repartir o mal pelas Aldeias....
O presidente P P Santana Lopes não dorme em serviço.
Cleo Diára: “Sou uma imigrante em Portugal no momento em que os imigrantes não são bem-vindos. Então eu quero que que fique bem assente que eu sou uma imigrante.”
"Quem ainda não conhecia o nome, é melhor tomar nota: Cleo Diára é uma atriz que vai dar que falar. Já se tinha destacado em flmes como Diamantino, de Gabriel Abrantes, ou O Vento Assobiando nas Gruas, de Jeanne Waltz.
Agora, recebe o prémio de Melhor Atriz na secção Un Certain Regard, com o flme O Riso e a Faca, de Pedro Pinho. Na cerimónia de entrega dos prémios, a atriz luso-cabo-verdiana declarou: “Sou uma imigrante em Portugal no momento em que os imigrantes não são bem-vindos. Então eu quero que que fique bem assente que eu sou uma imigrante.”
Nascida na Cidade da Praia, em 1987, Cleo Diára mudou-se para Portugal com apenas 10 anos. Tem-se afirmado no panorama artístico português, sendo uma das fundadoras do coletivo Aurora Negra, juntamente com Isabél Zuaa e Nádia Yracema, que visa dar voz a mulheres negras nas artes performativas."
Uma notícia destas obriga a reflectir sobre a socidade que estamos a construir, 50 anos depois da conquista da Liberdade, no País de Abril.
50 anos depois, no País de Abril vivemos no meio disto.
Culto da tradição – como se toda a verdade já estivesse revelada há muito tempo e o que precisamos é ser fiéis a ela. O tradicionalismo é uma espécie de cartilha na disputa de hegemonia fascista sobre corações e mentes. O pensamento do principal guru dos “donos do poder”, a pregação das igrejas pentecostais e as falas – quando dizem algo – são impregnados de uma veneração da verdade já revelada em escritos sagrados e de valores espirituais mais tradicionais do cristianismo. “Deus, pátria, família e propriedade”, com a força que estão de volta como pregação, não deixam dúvida. Fascismo e fundamentalismo sempre vêm juntos.
Repulsa ao modernismo – que leva a considerar as conquistas humanas em termos de direitos e de emancipação social como perversidades da ordem natural. Nega-se, em consequência, a racionalidade e, com ela, toda a ciência e a tecnologia. Não falta gente com tal forma de pensar no governo e seus seguidores. Para eles, direitos iguais são um absurdo. Mudança climática é uma “invenção de comunistas”. E por aí vai.
Culto da ação pela ação – fazer e agir, acima de tudo. Como diz Eco, para fascistas “pensar é uma forma de castração”. Daí a atitude de suspeita à cultura, pois é vista como algo crítico. Em consequência, todo mundo intelectual é suspeito. Ainda Eco, “O maior empenho dos intelectuais fascistas oficiais consistia em acusar a cultura moderna e a intelligentsia liberal de ter abandonado os valores tradicionais”.
Não aceitação do pensamento crítico – pensar criticamente é fazer distinções e isto é sinal de modernidade, pois o desacordo é base do avanço do conhecimento científico. O fascismo eterno considera a divergência como traição. Deve-se aceitar a verdade da ordem estabelecida. Daí, “escola sem partido”, sem iniciação ao pensamento crítico e a liberdade de expressão e ação.
O racismo na essência – segundo Eco, com medo da diferença, o fascismo a explora e potencializa em nome da busca e da imposição do consenso. Os e as diferentes não são bem vindos. Por isso, o fascismo eterno é essencialmente racista e xenofóbico. Daí a identificar os diferentes como criminosos a linha é reta.
O apelo aos precarizados e frustrados – todos os fascismos históricos fizeram apelo aos grupos sociais que sofrem frustração e se sentem desleixados pela política. As mudanças no mundo do trabalho, promovidas pela globalização econômica e financeira, são terreno fértil para o fascismo.
O nacionalismo como identidade social – nação como lugar de origem, com os seus símbolos. Os e as que não se identificam com isso são inimigos da nação. Portanto, devem ser excluídos. Podem ser os nascidos fora da nação, como os imigrantes, ou por se articularem com forças externas – o tal “comunismo internacional” – ou, ainda, por não se enquadrarem no padrão “normal” de nacionalidade. O nacionalismo vulgar é o cimento agregador de qualquer fascismo.
A vida como guerra permanente – no fascismo, a gente não luta pela vida, liberdade, bem viver, mas vive para lutar. A violência é aceita como regra e a busca de paz uma balela. Vencem os mais fortes, armados. Há um culto pela morte na luta.
O heroísmo como norma – o herói, um ser excepcional, sem medo da morte, está em todas as mitologias.
O machismo como espécie de virtude – em sendo difícil a guerra permanente e a demonstração de heroísmo, o fascismo potencializa as relações de poder na questão sexual, segundo Umberto Eco. Aqui também não faltam manifestações de patriarcalismo e machismo, com intolerância com o que é considerado divergente da norma em questões sexuais. Não há lugar para a liberdade de opção sexual e de gênero.
O líder apresentado como intérprete único da vontade comum – o povo é o seu povo, o seu entendimento do que seja o povo e sua vontade comum. Como diz Eco, estamos diante de um populismo de ficção.
Mais um...
"O Oliveira do Hospital não evitou a descida de divisão mas a derrocada dos oliveirenses pode não ter ficado por aqui. Segundo o DIÁRIO AS BEIRAS apurou, o clube poderá mesmo não ocupar a vaga no Campeonato de Portugal se não encontrar um parceiro para a SAD.
O O. Hospital, recorde-se, assumiu o controlo da SAD em fevereiro, depois de o investidor brasileiro Edvaldo Lúcio ter abandonado o projeto e procurou um novo investidor. Na reta final da temporada chegou a ser público o acordo para a transferência de 90% das ações para as mãos de Hidalgo Colletto mas o investidor nunca cumpriu o que estava acordado e o negócio gorou-se."
73º aniversário da Força Aérea vai decorrer na Figueira
Via Diário as Beiras
«Palestras, exposições, demonstrações aéreas, um circuito de obstáculos na praia, concertos ou batismos de voo para crianças incluem-se nas dezenas de atividades do programa do 73º aniversário da Força Aérea (FA), hoje apresentado na Figueira da Foz.
Agendadas para decorrerem ao longo de dez dias, entre 28 de junho e 06 de julho, naquele município litoral do distrito de Coimbra, as celebrações integram ainda uma cerimónia militar, na avenida do Brasil, adjacente à Praia de Buarcos, com desfile aéreo, no sábado, 05 de julho, pelas 10:30.
Outros destaques vão para uma exposição sobre as capacidades da Força Aérea, na praça da Europa, em frente à Câmara Municipal (abertura a 28 de junho), a exemplo de uma outra, no mesmo local, sobre os 20 anos do helicóptero EH-101 Merlin, aeronave “capaz de salvar pessoas que estejam a 700 km dos Açores, a única que o faz”, assinalou a FA.
Uma caminhada solidária está agendada para dia 29 de junho na marginal da cidade e, a 30 de junho, o Centro de Artes e Espetáculos recebe as IX Jornadas Aerospaciais. No mesmo dia, na praça João Ataíde, na zona ribeirinha do Mondego, há um concerto popular com a Banda de Música da Força Aérea (22:30), seguido de um espetáculo visual com dispositivos aéreos não tripulados (drones), a partir das 23:55.
A atuação da Banda de Música da Força Aérea não se cinge à cidade da Figueira da Foz, estando previstas três atuações em freguesias rurais – nas localidades de Alhadas, a 02 de julho, Carvalhais de Lavos no dia 03 e Alqueidão, a 04 de julho, sempre às 21:30.
As demonstrações de meios da FA serão uma constante ao longo dos dez dias das comemorações – a Força Aérea frisou que haverá aeronaves “todos os dias” a sobrevoar a Figueira da Foz – com destaque para os helicópteros Black Hawk (29 de julho) e EH-101 Merlin (no dia 02 de julho) e dos aviões F16 sediados na base área nº 5 de Monte Real (03 de julho).
A partir da base aérea, localizada a sensivelmente 35 km em linha reta a sul da Figueira da Foz, decorrerão os batismos de voo de cerca de 500 crianças, nos aviões KC-290 e C-295.
O primeiro destes aviões estará ainda envolvido numa atividade de interação da FA com o festival de música eletrónica RFM Somnii (que decorre entre 04 e 06 de julho na praia do Relógio), estando prevista a presença em palco de pilotos da Força Aérea a explicarem, ao vivo, as manobras da aeronave.
Já no dia 01 de julho, Dia da Força Aérea, para além de um treino aberto na Praia de Buarcos, será inaugurado, na praça da Europa, junto ao relógio de sol, um monumento alusivo ao 73º aniversário da instituição, que representa uma aeronave da Força Aérea “projetada para o futuro”.
Presente na cerimónia, o Chefe de Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), general Cartaxo Alves, destacou a missão de interesse público da instituição que dirige, lembrando a “responsabilidade enorme” da FA pela “gigantesca” área que cobre e que vai desde 300 milhas (cerca de 480 km) a oeste da ilha das Flores (Açores) até à fronteira com Espanha, ou seja, “a mesma distância que de Lisboa a Kiev”, capital da Ucrânia, observou.
“Uma única força aérea, com os meios que tem, garante diariamente, com muita abnegação, a busca e salvamento, a soberania e integridade do nosso espaço aéreo nacional, transportes urgentes médicos e transporte de órgãos para transplante”, argumentou Cartaxo Alves.
Sobre o aniversário da Força Aérea, vincou a necessidade que a FA sente “ela mesma, de se celebrar, reviver os seus momentos, mas, principalmente, estar junto da população”.
Pedro Santana Lopes, presidente do município anfitrião, lembrou que daqui a pouco mais de seis meses haverá eleições presidenciais, “e também aí estará presente o debate sobre a importância, o papel, a missão das forças armadas, independentemente de quem venha a vencer as eleições nacionais que terão lugar no princípio de 2026”.»
quinta-feira, 29 de maio de 2025
Parque das Gaiovtas tem 634 lugares de estacionamento concessionados, aos quais se acrescentam os 68 em terra batida grátis
Abrigo no cais: "O Município da Figueira da Foz vai instalar um abrigo no passeio marítimo da cidade, junto ao cais da embarcação elétrica municipal de transporte de passageiros entre as duas margens. Abordado pelo DIÁRIO AS BEIRAS sobre o assunto, o vereador Manuel Domingues adiantou que a estrutura, “tipo paragem de autocarro”, será instalada em breve."
Inteligência artificial, um tema difícil para as Coletividades
«A Figueira da Foz tem várias dezenas de coletividades de recreio, cultura e desporto – mais de uma centena, se forem contabilizadas também as associações -, a maioria filiadas na ACCFF. O presidente da direção, António Rafael, indagado pelo DIÁRIO AS BEIRAS, afirmou que a maioria dos dirigentes não está recetiva àquela temática. “A maior parte das coletividades não está preparada. Algumas nem sequer têm computadores, funcionam com os computadores e os emails pessoais de dirigentes”, afirmou o presidente da ACCFF.»
quarta-feira, 28 de maio de 2025
... nesse passado
Que melhor e mais apropriado dia para assinalar a vitória do Chega na emigração podia existir?..
Não muda nada, mas é importante no "domínio do simbólico". Os festejos de hoje, no hotel, 15 dias depois, são isso mesmo: "simbólicos".


















