quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Coronavírus: situação leva António Costa a convocar uma reunião do gabinete de crise com carácter de urgência

António Costa


«O primeiro-ministro, António Costa, convocou com carácter de urgência, para sexta-feira, em São Bento, uma reunião do gabinete de crise para o acompanhamento da evolução da covid-19 em Portugal, disse esta quinta-feira fonte do Governo. 
A mesma fonte adiantou à Lusa que a reunião, que se inicia às 11.30 horas, surge na sequência do "contínuo aumento" de novos casos diários de infecção com o novo coronavírus e pela necessidade de "reforçar a sensibilização dos cidadãos para a adopção de medidas de prevenção e de segurança contra a covid-19"
Do gabinete de crise, que se reuniu pela última vez em 29 de junho, em São Bento, fazem parte os ministros de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, de Estado e da Presidência, Marina Vieira da Silva, de Estado e das Finanças, João Leão, da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, da Administração Interna, Eduardo Cabrita, do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, da Saúde, Marta Temido e das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos. Integram ainda este gabinete de crise os secretários de Estado dos Assuntos Parlamentares, Adjunto do Primeiro Ministro, Adjunto e da Defesa, da Juventude e Desporto e da Mobilidade.
Portugal contabiliza hoje mais 10 mortes relacionadas com a covid-19 e 770 novos casos de infecção com o novo coronavírus, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS).»

Cartazes do PSD

Em Lisboa

Vieira, mostra vermelho a Costa, Medina e a todos os titulares de cargos politicos. Já foi tarde...


"Luís Filipe Vieira decidiu retirar António Costa, Fernando Medina e todos os os titulares de cargos públicos da comissão de honra da recandidatura à presidência do Benfica."
 

Desassorear a Ria de Aveiro promovendo os habitats presentes


"A Polis Litoral Ria de Aveiro informa que os trabalhos de dragagem na Ria de Aveiro continuam a decorrer com recurso a 6 dragas e 3 batelões, que se encontram nos vários canais da ria, no canal de Ovar a sul da Praia do Areinho, no canal de acesso ao cais da Ribeira, no rio Boco, a norte e a sul da ponte da Água Fria, e no Canal de Mira, a sul da ponte da Barra."

SMS


«Daniel Bessa é um economista que está na crista da onda há muitos anos. Tem assento nas principais mesas de influência e nas páginas de jornais. Hoje no Público dá uma entrevista onde, com extrema convicção, diz que o aumento do salário mínimo não irá resolver problema nenhum às pessoas. Só se aumentasse para 1000 euros acrescenta, mas como isso é impossível, agora acrescento eu, é melhor deixar assim. Há gente que não faz ideia da falta que fazem 20 euros para muitas pessoas. Há gente que não tem noção do que é passar dificuldades. Começo a perder paciência para alguns destes personagens e para o respaldo que têm.»

Via Luís Osório

Jornal O DEVER: o futuro a Deus pertence...


O Paço de Maiorca e a memória

Uma delegação do PSD visitou o Paço de Maiorca. Considera que "está muito pior do que estava antes da obra de recuperação, agora está abandonado, vandalizado, onde foi alvo de subtração de alguns materiais valiosos!"

O PSD considera que tal fica a dever-se a "pura incompetência e irresponsabilidade da forma como PS e o seu Executivo, geriram o dossier Paço Maiorca desde 2009 ... Deixando o Património Municipal ao Abandono Total!!"

O PS, por sua vez, "sobre esta temática, esperava, no mínimo, algum recato por parte dos dirigentes locais do PSD."

Do seu ponto de vista "o PSD errou! E o erário público, o concelho e os Figueirenses saíram gravemente prejudicados com os elevados custos desse erro."

Temos aqui, entre outros, também um problema de memória. No fundo, o que divide os figueirenses, incluindo os dirigentes partidários do PS e do PSD, é a memória.

Vamos recuar a 16 de de novembro 2009 e recordar uma postagem do blog Quinto Poder, que pode ser interessante e proporcionar algum esclarecimento.

Passo a citar, o entretanto falecido autor do blog, M.Saraiva Santos.

JÁ ESTAVA À ESPERA ...

«Pela minha parte, já estava à espera disto. Segundo leio no diário As Beiras de hoje, o novo Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz (CMFF) já foi dizendo ou deixando dizer "fonte próxima" que, face à situação financeira deixada pelo anterior executivo camarário, poderá não ter meios financeiros para dar seguimento (deve ler-se cumprimento...) a todos os projectos aprovados e anunciados.

É o truque do costume. É a velha história da “pesada herança”. Na campanha eleitoral promete-se este mundo e o outro, a lua se for preciso, o bacalhau a pataco. Depois de alcançado o poleiro, é a desculpa habitual. Assim do género: “...é uma chatice, eu bem queria, mas afinal a situação financeira é muito pior do que aquilo que estava à espera...”. Ou então: “...eu bem queria, fazia muito empenho nisso, mas o governo não dá dinheiro...” . “Logo, vejo-me forçado , com muita mágoa minha, a mandar para as urtigas as promessas que fiz”. Desta vez, nem demorou um mês, depois das eleições autárquicas, para que o balão se começasse a esvaziar, veremos até que ponto.

Vão assim ao ar a Aldeia do Mar, o corredor verde, a nova frente frente urbana sul, a devolução do brilho que outrora a Figueira tinha, sabe-se lá mesmo o coreto do jardim, essa obra verdadeiramente estruturante para o progresso da terra, e outras fantasiosas promessas espalhadas para impressionar o eleitorado e caçar os seus votos.

O novo Presidente da Câmara não pode agora vir a alegar desconhecimento. Se o tinha, tal não abona nada em favor da sua sensibilidade económica e da sua capacidade política. E se o não tinha, muito pior.

Já antes todos tínhamos visto, ouvido e lido que havia compromissos mais ou menos firmemente assumidos para o chamado programa “Mais Centro”, no âmbito do Programa Operacional Regional do Centro, com execução prevista entre o início de 2010 e meados de 2012.

Só nos eixos (ou vectores, ou lá como isso se chama...) em que o parceiro executor é o Município da Figueira da Foz está prevista a despesa de investimento total de 9,7 milhões de Euros (ME). Da qual 42% teria de ser suportado por recursos financeiros próprios do Município. Coisa aí de uns 4,1 ME.

A acrescentar a isto, mais uns 2 milhões de compromissos assumidos para os centros escolares, e 4 a 5 milhões para a empresa que vai (iria..) investir e explorar o tal novo hotel de charme no Paço de Maiorca. Tudo isto somado, dá uns 10 a 11 milhões de euros, ou seja à roda de 5 ME por ano durante o biénio de 2010 a 2011.

Como é que tal verba global poderia ser encaixada num Orçamento de despesa anual em que a receita total, a avaliar pela execução orçamental de 2008, andará no máximo por 34 ME ( repito, no máximo...- Nota 1 ) em que a despesa corrente rondará os 25 a 26 ME, e em que da diferença entre 34 e 25 ( ap. 9 ME) uma parte terá ainda de ser destinada a pagar amortizações dos empréstimos bancários ? Talvez contraindo novos empréstimos bancários, a juntar aos 70 a 80 ME da dívida total, se tal fosse possível. Será continuar a viver do fiado, enquanto houver quem fie. Não falta muito para deixar quem o faça. E como é que, se acaso encaixasse, se poderia realizar ainda mais tudo aquilo que foi acenado e prometido na campanha eleitoral do actual Presidente da Câmara?

Nota 1

O volume total de receitas em 2008 foi de 35,4 ME , mas das quais 1,8 ME foi de um novo empréstimo bancário contraído. Acresce que tudo levará a crer que o montante total de receita cobrada em 2009 será inferior ao 2008, como consequência da crise económica e financeira que todos conhecemos e vivemos.»

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

As reacções a Fátima provam que o objetivo era calar o PCP

«Não se trata de justificar a Festa do Avante com Fátima. Mas, com a actual ausência de indignação, fica claro que a motivação contra o PCP nada teve a ver com saúde pública. Há quem use a pandemia para tentar limitar a liberdade política dos seus opositores. E isso é um ataque à democracia.»

Jacintos-de-água: "praga veio para ficar..."

Imagem via Diário as Beiras

PSD visitou o Paço de Maiorca: "está muito pior do que estava antes da obra de recuperação, agora está abandonado, vandalizado, onde foi alvo de subtração de alguns materiais valiosos!"

 Comunicado do PSD Figueira, após a visita.

(a mostra fotográfica publicada no site do PSD Figueira, sobre este assunto é impressionante)

Notícia publicada na edição de hoje do Diário as Beiras

Notícia publicada na edição de hoje do Diário de Coimbra.



Paço de Maiorca: neste momento o que está em causa?

A meu ver, salvo melhor e mais abalizada opinião, o apuramento da Verdade. 

Depois de consumidos seis milhões de euros o edifício está “ao abandono”.

O Paço de Maiorca, é um assunto incómodo. Para o PSD e para o PS. Mas, sobretudo, para os contribuintes figueirenses.

Porque não se faz a auditoria para apurar a Verdade, de preferência realizada por uma empresa sólida e reputada e à prova de qualquer influência? 


Há quase 2000 anos Pilatos questionava-se sobre o que era a Verdade.

Hoje, nesta Figueira à beira mar plantada, o apuramento da Verdade é, na prática, o que menos interessa. A mentira banalizou-se. Será que os figueirenses gostam de ser enganados?  

Vindo de políticos e dirigentes de futebol já nada me surpreende. Não apresentam resultados, mas ganham eleições. Contudo, ninguém acredita, nem espera, que nos digam Verdade.

Falar Verdade é a excepção, não a regra, porque os fins justificam os meios. 

E o meio é ganhar a todo o custo.

Nós próprios, enquanto conjunto que podia decidir, há muito que não nos interessamos pelo apuramento da Verdade. 

Esse, é o maior problema.

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

VOTAÇÃO DA MOÇÃO DE REPUDIO ÀS DECLARAÇÕES PÚBLICAS PROFERIDAS PELO PRESIDENTE DA JUNTA DE FREGUESIA DE SÃO PEDRO

Imagem via Carlos Tenreiro - Mudar Porque a Figueira Merece

 

A proposta foi rejeitada: o PS votou contra.

EM TEMPO: 

ACTUALIZAÇÃO, via Diário as Beiras (15.9.2020, pelas 7 horas): «a proposta de repúdio pela resposta dada pelo presidente da Junta de São Pedro, António Salgueiro, a um grupo de cidadãos da freguesia foi rejeitada pela maioria socialista. 
Carlos Monteiro lembrou que os presidentes de junta são democraticamente eleitos e, por isso, não estão sob a hierarquia das câmaras. Por outro lado, defendeu que o autarca terá oportunidade de esclarecer a sua atitude em sede de Assembleia Municipal. 
O socialista António Salgueiro respondeu, em papel timbrado da Junta de São Pedro, com uma citação atribuída ao ditador italiano Benito Mussolini – “o silêncio é a única resposta que devemos dar aos tolos, porque, onde a ignorância fala, a inteligência não dá palpites”».

Paço de Maiorca: uma gordura financeira com charme!..

Via Diário as Beiras:


«... o presidente da câmara, Carlos Monteiro, afirmou que está à procura de soluções para o Paço de Maiorca. “A nossa preocupação é dar-lhe um uso. Não podemos ter aquela estrutura e não poder ser fruída. Estamos à procura de investidores, mas a crise pode estar a afastar potenciais interessados”, defendeu o edil.» 

Em Junho de 2011, a Câmara da Figueira da Foz estava a desenvolver contactos com entidades públicas, com a Associação de Cister e com agentes privados, tendo em vista a reabilitação do mosteiro de Santa Maria de Seiça, Paião, e o mosteiro está uma ruína... 

Em Janeiro de 2017, segundo a vereadora Ana Carvalho, não faltavam investidores interessados na piscina-mar e o processo da piscina-mar está com sabemos... 

Por onde andam esses publicitados investidores?

Falta pedra...

Via Diário as Beiras: «Ricardo Silva (PSD) afiança que o atraso deve-se à exigência do pagamento de parte da encomenda no momento em que ela é feita, por parte do empreiteiro. 
Carlos Monteiro mantém que o motivo do atraso naquela obra inserida no Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano da Baixa da cidade, em curso, é a falta de pedra no mercado, baseando-se na informação do empreiteiro. 
“Aquilo que o empreiteiro me diz é que há falta de pedra no mercado”, afirmou. E rematou: “Ricardo Silva já devia saber que eu não minto”

Se Ricardo Silva diz a verdade, se Carlos Monteiro não mente e continua a faltar a pedra para acabar uma obra que já ultrapassou todos os prazos há muito, será que o problema é a falta de dinheiro?

domingo, 13 de setembro de 2020

Amanhã há reunião de Câmara

Ponto 1.1.3 da ordem de trabalhos - PROPOSTA DOS VEREADORES ELEITOS PELO PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA, CARLOS TENREIRO E MIGUEL BABO – MOÇÃO DE REPUDIO ÀS DECLARAÇÕES PÚBLICAS PROFERIDAS PELO PRESIDENTE DA JUNTA DE FREGUESIA DE SÃO PEDRO – APROVAR EM MINUTA.

Milhares de fiéis na penúltima peregrinação do ano...

Multidão invade Santuário de Fátima para a celebração do 13 de setembro. 

Promoção: óculos especiais (3)

Via jornal Público: 

O Boa Viagem está de volta ao Tejo e há passeios em Setembro

«De 15 a 30 de Setembro, este centenário varino da Moita navega pelo rio entre vários pontos. Os bilhetes já podem ser reservados.

A história deste barco tradicional perde-se no tempo, mas o que se sabe é que por volta de 1900 se chamava Marechal Saldanha e assim estava registado na Capitania de Lisboa. A câmara da Moita recuperou-o nos anos de 1980 e baptizou-o de Boa Viagem, relembrando a devoção local à Nossa Senhora da Boa Viagem, cujas festas se celebram também por estes dias, de 13 a 17 de Setembro. Foi assim que este varino renasceu e passou a dedicar-se a realizar passeios fluviais entre pontos do concelho e do Tejo a cada Verão.»

Sou do tempo em que o Batel do Sal navegava no Mondego


Pouco, mas navegava... 

É uma tristeza ver o último batel do Mondego, parado sem navegar.

Se assim continuar, vai-se extinguir o derradeiro marco de uma época e de uma cultura, a memória de tempos difíceis, mas, ao mesmo tempo, formidáveis, do trabalho e das canseiras de vidas vividas penosamente para se ganhar o pão quotidiano.
É uma realidade que, nos dias de hoje, os batéis deixaram de ter utilidade prática, mas, quem com eles conviveu, vai sentir o vazio. 

“Todos os rios portugueses têm barcos tradicionais a navegar, com excepção do Mondego e da Figueira da Foz”.