sexta-feira, 13 de março de 2020
Carta da Comissão Concelhia do PCP ao Diário as Beiras
Senhor Diretor,
"Ao abrigo do Direito de Resposta, consagrado na Lei 2/99, artigo 24º, ponto 1, vem a Comissão Concelhia do PCP, na Figueira da Foz requerer a reposição da verdade dos factos, torpedeada de forma grosseira, na crónica do vosso colaborador Teotónio Cavaco, na edição de terça-feira, 10 de março de 2020, na sua coluna na página da Figueira da Foz e que atinge e ofende o PCP e a CDU concelhios e a nível nacional.
Assim: Mentira! Má fé
A reorganização administrativa do território e o desaparecimento de um milhar de freguesias aconteceu durante a governação do PSD/CDS e no concelho teve actores activos por parte do PSD, ao mesmo tempo que foram “compr adas” cumplicidades no seio do PS local e entre “independentes”, o que levou à perda de território por parte da freguesia de Vila Verde, para além da morte de quatro freguesias. Na altura, o PCP local bateu-se contra as propostas apresentadas, tendo manifestado a sua oposição publicamente, nomeadamente através dos seus eleitos autárquicos. Relembramos o que foi dito pelo eleito na Assembleia Municipal, em 08 de outubro de 2012, ao citar o secretário de Estado Paulo Júlio, mão direita do ministro Relvas: “...sem nenhuma dúvida (acontecerá) a redução de 1000 freguesias”, num total desrespeito pelas opiniões e as “pronúncias” das Assembleias Municipais, convocadas para o efeito. Acrescentava o eleito do PCP fi gueirense: “Proponho que a Assembleia Municipal repudie com veemência a intenção de extinguir as freguesias do nosso concelho, prevista na Lei 22/2012 (30 de Maio). Não entramos na discussão de 12 freguesias! Queremos 18 e ponto!”. A nível nacional, o PCP apresentou vários Projectos de Lei, advogando a reposição das freguesias desaparecidas, iniciativas que foram rejeitadas pelos votos do CDS, do PSD e também do PS. Referimo-nos aos Projectos 231/XIII/1.º e 611/XIII/3.º, este de 14 de Setembro de 2017. O PCP apresentou em 11 de Dezembro de 2019 novo Projecto de Lei, 151/ XIV/1.º, proposta esta ainda não discutida. Mentiu pois o sr. cronista Cavaco, atingindo a honorabilidade do PCP e da CDU, de modo gratuito, absolutamente maldoso e propositado. Exige-se verdade, honestidade, seriedade."
Comissão Concelhia do Partido Comunista Português na Figueira da Foz
"Ao abrigo do Direito de Resposta, consagrado na Lei 2/99, artigo 24º, ponto 1, vem a Comissão Concelhia do PCP, na Figueira da Foz requerer a reposição da verdade dos factos, torpedeada de forma grosseira, na crónica do vosso colaborador Teotónio Cavaco, na edição de terça-feira, 10 de março de 2020, na sua coluna na página da Figueira da Foz e que atinge e ofende o PCP e a CDU concelhios e a nível nacional.
Assim: Mentira! Má fé
A reorganização administrativa do território e o desaparecimento de um milhar de freguesias aconteceu durante a governação do PSD/CDS e no concelho teve actores activos por parte do PSD, ao mesmo tempo que foram “compr adas” cumplicidades no seio do PS local e entre “independentes”, o que levou à perda de território por parte da freguesia de Vila Verde, para além da morte de quatro freguesias. Na altura, o PCP local bateu-se contra as propostas apresentadas, tendo manifestado a sua oposição publicamente, nomeadamente através dos seus eleitos autárquicos. Relembramos o que foi dito pelo eleito na Assembleia Municipal, em 08 de outubro de 2012, ao citar o secretário de Estado Paulo Júlio, mão direita do ministro Relvas: “...sem nenhuma dúvida (acontecerá) a redução de 1000 freguesias”, num total desrespeito pelas opiniões e as “pronúncias” das Assembleias Municipais, convocadas para o efeito. Acrescentava o eleito do PCP fi gueirense: “Proponho que a Assembleia Municipal repudie com veemência a intenção de extinguir as freguesias do nosso concelho, prevista na Lei 22/2012 (30 de Maio). Não entramos na discussão de 12 freguesias! Queremos 18 e ponto!”. A nível nacional, o PCP apresentou vários Projectos de Lei, advogando a reposição das freguesias desaparecidas, iniciativas que foram rejeitadas pelos votos do CDS, do PSD e também do PS. Referimo-nos aos Projectos 231/XIII/1.º e 611/XIII/3.º, este de 14 de Setembro de 2017. O PCP apresentou em 11 de Dezembro de 2019 novo Projecto de Lei, 151/ XIV/1.º, proposta esta ainda não discutida. Mentiu pois o sr. cronista Cavaco, atingindo a honorabilidade do PCP e da CDU, de modo gratuito, absolutamente maldoso e propositado. Exige-se verdade, honestidade, seriedade."
Comissão Concelhia do Partido Comunista Português na Figueira da Foz
Da série, 18, 10 ou apenas 1 freguesias para a Figueira?... Quanto a mim, a verdadeira questão é: para que servem as freguesias?.. E como servem!.. (5)
Conferência de Berlim
"Em 1884, as principais potências europeias reuniram-se em Berlim para “dividir” África, atendendo apenas aos interesses dos colonizadores e seguindo, por conseguinte, critérios bastante dúbios. Este processo, vulgarmente, conhecido como “Dividir África com régua e esquadro”, foi replicado séculos mais tarde, em Portugal, aquando da reforma administrativa das freguesias. Aliás, a Figueira da Foz foi provavelmente, um bom exemplo de uma reforma administrativa feita à margem das populações. Por cá, aquilo que foi feito, foi uma reforma eleitoralista que verdadeiramente procurou maximizar os resultados nas urnas de quem promoveu a alteração e extinção das freguesias. Para mim, isto não passou de um malabarismo de uma determinada classe política que cada vez mais, procura afastar o povo das decisões. Os resultados destas divisões estão à vista: as recentes eleições têm vindo a provar que o “truque” não correu bem aos promotores na Figueira da Foz. Muito graças ao trabalho dos quatro executivos das juntas de freguesia, que demonstraram estar à altura de gerir as novas áreas das suas freguesias, promovendo a cooperação e a equidade necessária para gerir sensibilidades diferentes. Apesar das quatro juntas estarem a trabalhar bem, temos que avaliar como é que as populações estão a reagir à extinção das suas juntas de freguesia. Se algumas juntas tiveram condições financeiras de manter as instalações das antigas freguesias abertas, outras não tiveram essa capacidade, sendo, para mim, um custo social demasiado elevado fechar o serviço de maior proximidade que é a junta de freguesia. Assim, considero que deveríamos consultar as populações antes de decidirmos pela desagregação das freguesias, sendo a minha mais sincera opinião de que as quatro freguesias extintas deveriam voltar a servir as populações. Também considero importante que as fronteiras das freguesias sejam definidas sobre critérios que sirvam as populações e que tenham em conta as raízes culturais e históricas. Nomeadamente, a Ilha da Morraceira, que foi retirada à Freguesia de Vila Verde, sendo esta área uma das zonas com maior tradição histórica daquela freguesia."
Via Diário as Beiras
"Em 1884, as principais potências europeias reuniram-se em Berlim para “dividir” África, atendendo apenas aos interesses dos colonizadores e seguindo, por conseguinte, critérios bastante dúbios. Este processo, vulgarmente, conhecido como “Dividir África com régua e esquadro”, foi replicado séculos mais tarde, em Portugal, aquando da reforma administrativa das freguesias. Aliás, a Figueira da Foz foi provavelmente, um bom exemplo de uma reforma administrativa feita à margem das populações. Por cá, aquilo que foi feito, foi uma reforma eleitoralista que verdadeiramente procurou maximizar os resultados nas urnas de quem promoveu a alteração e extinção das freguesias. Para mim, isto não passou de um malabarismo de uma determinada classe política que cada vez mais, procura afastar o povo das decisões. Os resultados destas divisões estão à vista: as recentes eleições têm vindo a provar que o “truque” não correu bem aos promotores na Figueira da Foz. Muito graças ao trabalho dos quatro executivos das juntas de freguesia, que demonstraram estar à altura de gerir as novas áreas das suas freguesias, promovendo a cooperação e a equidade necessária para gerir sensibilidades diferentes. Apesar das quatro juntas estarem a trabalhar bem, temos que avaliar como é que as populações estão a reagir à extinção das suas juntas de freguesia. Se algumas juntas tiveram condições financeiras de manter as instalações das antigas freguesias abertas, outras não tiveram essa capacidade, sendo, para mim, um custo social demasiado elevado fechar o serviço de maior proximidade que é a junta de freguesia. Assim, considero que deveríamos consultar as populações antes de decidirmos pela desagregação das freguesias, sendo a minha mais sincera opinião de que as quatro freguesias extintas deveriam voltar a servir as populações. Também considero importante que as fronteiras das freguesias sejam definidas sobre critérios que sirvam as populações e que tenham em conta as raízes culturais e históricas. Nomeadamente, a Ilha da Morraceira, que foi retirada à Freguesia de Vila Verde, sendo esta área uma das zonas com maior tradição histórica daquela freguesia."
Via Diário as Beiras
LOCAL, MARINHA DAS ONDAS, IC1 (ESTRADA VARIANTE À ESTRADA NACIONAL N.º 109. Mais uma vítima mortal e um ferido grave!
Imagem via Diário as Beiras
Texto Manuel Cintrão
"A ESPÉCIE DE ROTUNDA INVENTADA POR IMBECIS, PARA NÃO DIZER TÉCNICOS CRIMINOSOS, LOCAL ARMADILHADO, ONDE TANTOS ACIDENTES MORTAIS E GRAVES SE MULTIPLICAM EM CATADUPA.
Texto Manuel Cintrão
"A ESPÉCIE DE ROTUNDA INVENTADA POR IMBECIS, PARA NÃO DIZER TÉCNICOS CRIMINOSOS, LOCAL ARMADILHADO, ONDE TANTOS ACIDENTES MORTAIS E GRAVES SE MULTIPLICAM EM CATADUPA.
LOCAL, MARINHA DAS ONDAS, IC1 (ESTRADA VARIANTE À ESTRADA NACIONAL N.º 109.
Mais uma vítima mortal e um ferido grave!
Num pequeno troço entre o início da Freguesia de Marinha das Ondas, lado sul e o cruzamento da Navigator, onde já ultrapassam as cinquentas vítimas mortais sem que as entidades competentes, criminosamente, não se ralam com isso.
Criminosamente, as ESTRADAS DE PORTUGAL continuam a não fazer a reparação da IC1 com piso que é uma lástima, nem tão pouco as rotundas prometidas com vista à limitação de velocidade e à segurança de pessoas e bens.
Promessas há anos prometidas e sucessivamente adiadas. Apelamos à população e autarcas de Freguesia e Municipais a fazerem pressão sobre ESTRADAS DE PORTUGAL, num país em que há vários países. Vejam a diferença, aqui tão próximo de nós, das ESTRADAS DE PORTUGAL do distrito de Coimbra e de Leiria.
Diferença abismal, entre uma e outra, porque será? Será por incompetência ou irresponsabilidade? Há verbas para uma e não para outra, ou estamos perante países diferentes?
Perante a indiferença das entidades, especialmente das ESTRADAS DE PORTUGAL, vão-se passando os anos e a mortandade de vidas humanas e de acidentes graves vai acontecendo com frequência assustadora.
UMA VERGONHA, ATÉ QUANDO?"
SUSPENSÃO E ADIAMENTO DOS ENCONTROS DO MAR 2020 NESTA SEMANA DE 14 DE MARÇO
Tendo presentes as circunstâncias actuais e a conveniência de, responsavelmente, prever, antecipar e minorar as hipóteses de propagação de quaisquer possíveis contaminações por coronavírus em sessões públicas e espaços de trabalho e de reunião, foi decidido pelo Centro de Estudos do Mar (CEMAR) e pelo convidado que iria estar presente nesta semana, o Dr. Miguel Marques (PwC), que já não vai ter lugar o encontro no ABCD-CEMAR na Figueira da Foz-Buarcos (e transmissão no canal “Centro de Estudos do Mar CEMAR TV - YouTube”) que estava previsto para depois de amanhã, Sábado, 14 de Março de 2020.
No futuro serão anunciadas pelo CEMAR as novas indicações em relação a esta e as seguintes sessões dos Encontros.
No futuro serão anunciadas pelo CEMAR as novas indicações em relação a esta e as seguintes sessões dos Encontros.
quinta-feira, 12 de março de 2020
Costa confirma suspensão das aulas presenciais "até à Páscoa"
Costa confirma "a partir da próxima segunda-feira" dia 16 a "suspensão de todas as atividades letivas presenciais até à Páscoa", dia 9 de abril.
O primeiro-ministro anunciou ainda o "fecho de discotecas e espaços similares, a limitação a um terço, no máximo, de restaurantes, e a limitação da frequência de centros comerciais". Também as visitas a lares de idosos são limitadas. O "desembarque de passageiros de cruzeiros será limitados apenas aos portugueses que regressem a casa".
Pandemia COVID-19: prevenir ou reagir?
«Hoje temos um número de infetados semelhante ao que Espanha tinha há 11 dias.
Queremos estar na mesma situação de Espanha no final de Março?
Não estará na altura de descermos das "torres de marfim"?»
Para continuar a ler este artigo de Francisco Goiana da Silva, médico e docente na área de Liderança e Gestão de Saúde na Faculdade de Medicina da Universidade da Beira Interior, clicar aqui.
Queremos estar na mesma situação de Espanha no final de Março?
Não estará na altura de descermos das "torres de marfim"?»
Para continuar a ler este artigo de Francisco Goiana da Silva, médico e docente na área de Liderança e Gestão de Saúde na Faculdade de Medicina da Universidade da Beira Interior, clicar aqui.
Sou do tempo, que atitudes destas podiam ser explicadas pelo analfabetismo. Agora o que será? Excesso de licenciados!..
"Não há aulas nas faculdades de Coimbra. Onde andam os alunos e o que fazem nestes dias?"
Praça da República Coimbra...
Via Visão
"COVID-19: doentes testam positivo no privado depois de recusados na Linha SNS24"...
Vale a pena ler
POSTAL DO DIA, via Luís Osório
Sobre o Coronavírus e sobre nós
1.
"Manuel Luís Goucha e o marido partilharam alguns vídeos da sua viagem à Áustria e (creio) a Londres. Em dois curtos registos brincaram com o Coronavírus – num caso “gozando” com os chineses e no outro com um homem que adormecera no avião.
"Manuel Luís Goucha e o marido partilharam alguns vídeos da sua viagem à Áustria e (creio) a Londres. Em dois curtos registos brincaram com o Coronavírus – num caso “gozando” com os chineses e no outro com um homem que adormecera no avião.
A cobertura noticiosa sobre esta pandemia tem sido desigual. Nuns casos muito boa, noutros superficial e noutros sensacionalista. Para vários meios, sobretudo televisivos, o que conta é a voragem. Quantos casos, se já há mortes, quais os erros, qual a pergunta mais implacável que podemos fazer, etc.
Ontem, na praia de Carcavelos estiveram centenas de pessoas. Umas em cima das outras aproveitavam o maravilhoso tempo e relaxavam.
Já hoje, Joaquim Miranda Sarmento, homem das finanças de Rui Rio, numa entrevista ao Público afirmou qualquer coisa como isto: agora é que vamos ver se Mário Centeno é ou não o Ronaldo das Finanças.
2.
Os quatro “acontecimentos” estão mais ligados do que parecem.
Os quatro “acontecimentos” estão mais ligados do que parecem.
Manuel Luís Goucha é uma estrela de televisão. Há mais de trinta anos que apresenta diariamente programas em que as pessoas e os seus dramas e alegrias estão no centro. Fez largos milhares de entrevistas. A pessoas felizes e infelizes. A pessoas interessantes e não interessantes. A mulheres que foram batidas por maridos. A mães que perderam os filhos. A campeões, assassinos, corruptos, skinheads e santos. Os vídeos que publicou das suas férias mostram duas coisas: que é bem-disposto (o que é excelente) e que perdeu toda a ligação à realidade. Para Manuel Luís Goucha a realidade é uma abstração. As pessoas são abstrações. O seu sofrimento é apenas parte do seu décor televisivo. Ao fim de tantos anos a ouvir dramas ele já não sente nada porque se transformou na própria máscara que inventou para se proteger. Não é fácil ser uma estrela.
O jornalismo hoje é diferente do tempo em que comecei. Passaram mais de 25 anos, é normal que tenha mudado. Tem sido uma evolução que não é apenas negativa, mas a rapidez motivada pela revolução tecnológica (em múltiplas dimensões) levou a que se chegasse à paranoia angustiante de um jornalismo transformado numa série de entretenimento. Uma série que oferece à audiência o que ela quer, não o que ela precisa para estar realmente informada. Como para Goucha e o namorado, o sofrimento é uma abstração e um instrumento poderoso de conquista de audiências.
Nas praias do Sul largas centenas de jovens, filhos deste tempo, banharam-se encavalitados uns nos outros. Qual vírus, qual preocupação, qual medo? E quem os pode levar a mal? A televisão, as notícias, os vídeos nas redes sociais são parte de uma encenação, parte de alguma coisa que não é bem real, é (lá está) uma abstração. São uma geração que vive num mundo virtual em que o vírus (e toda a realidade) é a única coisa que detetam ser fake.
O homem que Rui Rio escolheu para ser seu porta voz para as Finanças poderia ter dito na entrevista ao Público. “Este é o tempo em que devemos confiar e colaborar. Estarmos vigilantes, mas disponíveis para ajudar no que for preciso, é uma emergência mundial e também nacional. No final veremos, se for caso disso, o que falhou, no final perceberemos se este governo esteve à altura e se o ministro Centeno é mesmo o Mourinho das Finanças”. Mas não, o que o senhor disse foi: “Agora é que vamos ver se Mário Centeno é ou não o Ronaldo das Finanças”. Lamenta-se, mas não me admira. O drama do Coronavírus é instrumental do seu próprio desejo de que tudo corra mal. Não que ele deseje a morte de pessoas, certamente que não. Mas porque a morte e o sofrimento são, como acontece em todos os exemplos que dei, uma abstração.
3.
O Coronavírus está para durar. Nos próximos dias, com alta probabilidade, os números dispararão. Todos estamos em risco. Não é virtual. Há milhares de pessoas que morreram e muitas mais irão morrer. Provavelmente gente das nossas famílias, amigos, conhecidos, ídolos. Não é uma coisa virtual, está a acontecer. Temos de nos preparar. Mas temos também, muitos de nós, de tirar as nossas máscaras de atores. Ser capazes de viver a vida real e não folhetins televisivos onde, em troca da nossa presença/audiência, oferecemos a nossa alma.
O Coronavírus está para durar. Nos próximos dias, com alta probabilidade, os números dispararão. Todos estamos em risco. Não é virtual. Há milhares de pessoas que morreram e muitas mais irão morrer. Provavelmente gente das nossas famílias, amigos, conhecidos, ídolos. Não é uma coisa virtual, está a acontecer. Temos de nos preparar. Mas temos também, muitos de nós, de tirar as nossas máscaras de atores. Ser capazes de viver a vida real e não folhetins televisivos onde, em troca da nossa presença/audiência, oferecemos a nossa alma.
PS
Excelente o papel de Rodrigo Guedes de Carvalho, na SIC. E incrível o protagonismo de Jorge Torgal, do Conselho Nacional de Saúde Pública. A mesma pessoa que há três semanas defendeu que o Coronavírus era igual a qualquer gripe, o que tornava ridícula a excitação das pessoas, foi o mesmo que anunciou que não há qualquer razão para o governo fechar as escolas. Haja paciência."
Excelente o papel de Rodrigo Guedes de Carvalho, na SIC. E incrível o protagonismo de Jorge Torgal, do Conselho Nacional de Saúde Pública. A mesma pessoa que há três semanas defendeu que o Coronavírus era igual a qualquer gripe, o que tornava ridícula a excitação das pessoas, foi o mesmo que anunciou que não há qualquer razão para o governo fechar as escolas. Haja paciência."
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