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“O que impede de saber não são nem o tempo nem a inteligência, mas somente a falta de curiosidade.”
- Agostinho da Silva

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Hospital, se nada for feito para o evitar, vai ter estacionamento pago a partir de 1 de Outubro... Dois dias depois da realização das eleições!..

“A Administração do Hospital Distrital da Figueira da Foz vai colocar parqueamento pago no parque do hospital. 
O mesmo estava previsto para 1 de Setembro de 2013, mas quiçá por motivos eleitorais, foi adiado para 1 de Outubro do corrente ano.”
Assim começa o texto de uma Petição  contra o estacionamento pago no Hospital Distrital da Figueira da Foz, que pode assinar clicando aqui.
Recorde-se que no passado dia 16 de Abril de 2013, este blogue publicou uma postagem  a alertar para o problema com o seguinte título: “Estacionamento no Hospital Distrital da Figueira da Foz,sito na Aldeia da Gala, vai passar a ser pago!..”

1 comentário:

Anónimo disse...

Se, como se pode constatar nas obras em curso, o Hospital passar a constituir um enorme parque de estacionamento explorado por entidade privada (Figueira Parques)está constituido um imbróglio que necessita de um esclarecimento cabal por parte das entidades competentes. Ainda é um direito do cidadão aceder a um espaço publico sem restrições. Ou seja ao colocar barreiras e exigir pagamento pela entrada num local publico a entidade promotora desta situação está a condicionar o direito do cidadão de aceder a este local, configurando no minimo uma dupla tributação já que se paga taxa moderadora para ser atendido nesta unidade. Por outro lado e como tem vindo a circular pelos meios respectivos também os trabalhadores vão ser submetidos ao pagamento de perqueamento condicionando também o direito de qualquer trabalhador de aceder ao seu local de trabalh. Neste caso a situação configura uma taxa extra para poder trabalhar ( já alguém tinha alertado para esta situação - que qualquer dia ter que se pagar para trabalhar). Portanto além da dita petição proponha que se tomem medidas mais efectivas para que tal situação não se verifique recorrendo ao tribunal para que este entreponha medidas cautelares até que estejam assegurados os direitos dos cidadãos.