domingo, 22 de junho de 2008

Sem ironia

Foto sacada daqui
Fiquei triste com a eliminação de Portugal do euro 2008.
Não tanto por mim, mas, por tantos e tantos, que perderam a oportunidade de, ao menos por mais 90 minutos, esquecerem que são cidadãos de um país falhado há mais de 800 anos!...
Mais uma vez, ficou adiada a hora de Portugal ser grande!...

4 comentários:

Anónimo disse...

Sr Agostinho Portugal é um País com uma GRANDE HISTÓRIA.
Pense bem naquilo que escreve.
Corrija aquilo que escreveu,cito:"Um país falhado há mais de 800 anos"
Provavelmente estava-se a referir a tempos mais recentes,que não têm nada a ver com 800 anos.
Saudações de um PORTUGËS da Cova Gala.

António Agostinho disse...

Meu caro:
depois da Paz de Tuy, D.Afonso Henriques temporariamente voltou a sua atenção para os Mulçumanos no Sul. Em 1139, penetrou bem fundo no Al Andaluz e derrotou o exército Muçulmano em Ourique, no Alentejo. Depois desta batalha, D. Afonso Henriques começou a ser referenciado em documentos como Rei. Em 1140 invadiu o sul da Galiza. Como reacção a esta invasão Afonso VII marchou com o seu exército sob Portugal. Os dois exércitos encontraram-se em Arcos de Valdevez e a derrota foi infligida pelos cavaleiros portugueses. D. Afonso Henriques auto-proclamou-se Rei e foi finalmente reconhecido como tal em 1143 na Conferência de Zamora quando Afonso VII o reconheceu como tal, pois ele continuava a ser um imperador e considerava D.Afonso Henriques seu vassalo.
Em 1143, declarou-se o príncipe tributáire da Santa Sé, com o censo anual de quatro onças de ouro, e reclamou, em troca, a protecção pontifícia. O papa acedeu. Apesar disso, Alfonso VII, ao assinar depois, em Zamora, a paz com seu primo, não lhe reconheceu a realeza ; não protestou, porém, contra o título de rei. O cardeal Guido de Vico, provavelmente como representante do pontífice, foi chamado a assistir à conferência dos dois príncipes, que, segundo parece, resolveram amigavelmente as controvérsias que os tinham obrigado a demorar a conclusão da paz.
Nasce assim em 1143 um novo reino cristão na Península Ibérica–o Reino de Portugal.
Agora, em 2008, 865 anos depois, se considera que Portugal não é um País falhado, é a sua opinião, que respeito, como espero que respeite a minha.
Neste País falha quase tudo. O trabalho, a saúde, a educação – enfim, não construímos as estruturas para podermos ser um País onde as pessoas se sintam felizes.
Alguns, porém, ainda conseguem ter a Liberdade de ter opinião própria e exprimi-la sem medo.
Há quem concorde e há quem discorde. Mas, isso é normal. O importante, quanto a mim, é haver cada vez mais portugueses a pensar e a ter opinião sobre as coisas. E assumi-la com nome. Pois todos temos um nome que nos identifica. eu sou o António Agostinho e também sou velha guarda 60/70. Já agora quem é o amigo. Devemos conhecer-nos muito bem. qual o problema? Portugal é um País com uma grande história? Ou foi assim que a contarm às criancinhas do nosso tempo?...

Anónimo disse...

O relato histórico que fez,no que diz respeito ao nascismento do reino de Portugal,e todos os acontecimentos da época,plenamente de acordo meu caro.
Respeitar a sua opinião?
Ponha-se há vontade,não é isso que está em causa.
Acha Portugal um país falhado há mais de 800 anos,só porque nas últimas décadas os nossos governantes,nunca estiveram á altura das aspirações do povo português?
Meu amigo sabe que Portugal na já sua longa história,teve momentos relevantes a nível mundial,em que chegou a ser dos países mais respeitados.
A grande época dos descobrimentos marítimos fala por si,e o senhor sabe muito bem disso.
Fomos sempre um país pequeno geográficamente falando,mas conseguimos ombrear com os maiores,essa foi a grande era de ouro de Portugal,que deu a conhecer novos ao mundo.
Haveria mais para contar mas não é essa a intenção.
Por isso não considero um país falhado em toda a sua existência.
Quantos países falhados não haveria haveria meu amigo.
Sabe o maior falho é a nossa actualidade,os políticos que temos e o nosso passado recente.
Mas que temos um passado em que também nos podemos orgulhar,não haja dúvidas!
Para concluir e ser brebe,sobre as questões que me colocou na parte final do seu comentário.
1-Conheço o Agostinho desde sempre,poucas vezes dialoguei consigo e a última vez,foi durante um jogo de futebol,já lá vão uns 26/27 anos.
2-Poderia me identificar,mas em certas situações é irrelevante,desde que não haja qualquer ofensa á inteireza moral,da pessoa a que nos referimos.
Caro não concordo consigo em parte, mas respeito a sua(s)opinião.

Saudações de um CovaGalense de gema.

Anónimo disse...

Isso das velhas guardas o que é?
É bombeiros?
Ou tem alguma coisa haber com as vrlhotas de guarda?