terça-feira, 17 de junho de 2014

Esta, ia passar incógnita...

Hoje na Figueira, à falta de melhor, o assunto do dia foi o Verão Total.
Lamentavelmente, passou despercebida a crónica que era o texto adaptado pelo intelectual de renome nacional e vereador PS, António Tavares, “Dez anos de Cinema em Festival”, de Lauro António, publicada no jornal AS BEIRAS.
O texto, confesso, interessou-me pouco ou nada.
Interessa-me, isso sim, é que um intelectual, seja ele de direita ou de esquerda, pense.
Quem se limita a publicar um texto articulado e assente num monte de chavões e frases já feitas, articulação essa efectuada de modo incompetente, duvido que seja um intelectual...
E por falar em pensar...
Eu penso que o que falta a muita boa gente é vergar a mola.
Talvez, depois, passassem a pensar e a agir melhor.

Desperdício...

VerãoTotal -  ainda estamos mais ou menos a meio, mas já deu para perceber que foi um  programa que poderia ser interessante que se perdeu nas habituais compulsivas obsessões... 
Triste!
Não bastou à Figueira ter tido Santana, o político português com mais experts de comunicação propaganda ao seu serviço?..
Tudo à pala do contribuinte...

Com vento é que se iça a vela… (II)



Em tempo…
Se a inauguração do "babilónico edifício da Ponte Galante"desta vez, acontecer, confesso  que continuo  curioso para saber quem vai estar presente...

Medalhas e diplomas do 24 de junho e a homenagem que falta fazer ao Capitão João Pereira Mano

De harmonia com uma notícia do jornal AS Beiras, a Câmara Municipal da Figueira da Foz vai distinguir, no Dia da Cidade,  os casos de sucesso empresarial (PME Excelência e PME Líder) no ano 2013, atribuindo um total de 57 diplomas de reconhecimento. A autarquia irá atribuir, ainda, medalhas a personalidades e aos funcionários municipais aposentados. Desta forma, Luís Pinto, Heitor Chichorro e Conceição Ruivo receberão a medalha de mérito cultural.
A cerimónia de entrega das distinções honoríficas realiza-se, pelas 11H30, no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz. 
A título póstumo, serão também distinguidos com a medalha de mérito cultural Alfredo Paredes e João Pereira Mano.
João Pereira Mano, nasceu  na  Gala, então freguesia de Lavos, concelho da Figueira da Foz, em 2 de Setembro de 1914.  Faleceu em Lisboa. Os restos mortais do Capitão João Pereira Mano, repousam desde a tarde do dia 10 de agosto de 2012, uma sexta feira, no cemitério de Lavos.
Os velhos morrem. Os novos (ainda) não sabem de nada.
Essa ignorância é sabiamente organizada, e semeada, nas entidades oficiais para isso próprias: "as escolas", as "instituições de cultura" e "a comunidade científica".
Os livros do Capitão João Pereira Mano (1914-2012) — "Terras do Mar Salgado: São Julião da Figueira da Foz - São Pedro da Cova-Gala - Buarcos - Costa de Lavos e Leirosa..." (1997) e "Lavos: Nove Séculos de História" (2000) — são as melhores obras que, desde sempre, foram escritas e publicadas sobre a História Marítima e Local da Figueira da Foz (Portugal).
Por isso, a mais digna, a mais útil e mais adequada de todas as Homenagens que poderiam ser prestadas a este autor falecido em 07.08.2012 — um autor que nos dias da sua vida foi não somente o maior e o mais prestigiado de todos os capitães da Marinha Mercante da Figueira da Foz (condecorado em 1973 com a Medalha Naval de Vasco da Gama da Marinha Portuguesa) mas também o maior e o mais importante de todos os especialistas da História Marítima Figueirense (sem que, para isso, tenha precisado de ter sido licenciado ou doutorado em qualquer espécie de universidade) — é a rápida reedição facsimilada dos seus livros, os quais, desde há muitos anos, estão totalmente esgotados, e por isso há muito deixaram de ser acessíveis ao grande público.
Essa reedição será agora muito fácil e muito barata, pois, pela parte do editor, sem fins lucrativos, CEMAR-Centro de Estudos do Mar, tal como sempre, não pretende receber nem um só cêntimo de dinheiro público.
Pela parte da impressora original, a Tipografia Cruz & Cardoso, casa de tão grandes tradições na História Cultural da cidade da Figueira da Foz, tanto quanto sabemos, existem ainda hoje em dia lá conservados os materiais originais da impressão, e portanto poderá ser feita uma reimpressão a qualquer momento, com toda a facilidade, para que, assim, possam voltar aos olhos do público os melhores, os mais importantes e rigorosos, os mais bem fundamentados e documentados, e os mais bem escritos, de todos os textos alguma vez publicados sobre a História Marítima e Local da Figueira da Foz e das regiões vizinhas do sul da Foz do Mondego. 

Também gostava de ter tido mais...

É por isso que vamos desanimar? 
Por ter acontecido o que já se esperava? Claro que não. 
O jogo com a Alemanha era uma merda que tínhamos sempre de despachar. 
Pronto, está despachada. Ainda bem. 
Estamos prontos. Não estamos feitos.