quarta-feira, 21 de setembro de 2022

Carlos Monteiro, Ana Carvalho, Mafalda Azenha, Nuno Gonçalves: são rosas FIGUEIRENSES, Senhor!..

Via Figueira Tv

"Segundo fonte próxima da autarquia, o vereador socialista Nuno Gonçalves terá pedido a suspensão do seu mandato por 364 dias, o limite máximo para o efeito. Alega «razões de índole profissional que, pela sua natureza, provoca um afastamento da área da autarquia e, consequentemente, impede o cabal exercício do mandato». Esta informação surge 1 dia depois do pedido de suspensão do ex-presidente do Município e alegadamente recandidato à presidência da concelhia do Partido Socialista, Carlos Monteiro. Face à aprovação deste pedido de suspensão segue-se na lista do Partido Socialista o jovem Daniel José Conceição Azenha, o 7º elemento."

A vereadora socialista Mafalda Azenha, contactada pela FigueiraTV, confirma o pedido de  suspensão do seu mandato por 364 dias, o limite máximo para o efeito. Acrescenta que a decisão está pensada desde que assumiu as suas novas funções como Técnica Superior no Município de Montemor-o-Velho. Neste momento considera que não é possível compatibilizar ambas as actividades, «cumprindo com a exigência que o exercício do cargo público exige e merece»..."

Nota de rodapé.

Que fique claro que não me tenho como especialista em análise política...

Carlos Monteiro, "a nova esperança"...

Santana Lopes com “muitas esperanças” na nova administração do Porto da Figueira da Foz

«A nova administração integra o ex-presidente da autarquia, Carlos Monteiro, que suspendeu o mandato de vereador pelo período de um ano e recebeu hoje um voto de congratulações, proposto por Santana Lopes, que lhe sucedeu nas eleições autárquicas de 2021.

“Considero da maior importância ter na administração do porto uma pessoa nascida e criada na Figueira da Foz, que conhece bem os seus problemas e desafios”, sublinhou o presidente da Câmara, na sessão realizada hoje.


Salientando que Carlos Monteiro “não vai fazer milagres”, Santana Lopes mostrou-se esperançado num novo ciclo de relacionamento entre as duas entidades: Câmara e administração do Porto da Figueira da Foz. “Espero diálogo e cooperação com a Câmara”, sublinhou o autarca, frisando que está, “muito sinceramente, esperançado em que vários projetos possam agora andar para a frente”
 Entre os projetos mais prementes, o presidente do município da Figueira elencou questões de jurisdição “próxima ou dupla” do porto ligado à área do surf, à ilha da Morraceira e à ampliação da marina, que está em território de jurisdição do porto, “e que gostava muito de ver andar por diante”
 “Vivendo nós num período de recursos limitados, há muitas matérias que, se houver cooperação, podem ser resolvidas”, disse Santana Lopes, referindo que a administração tem agora um elemento com “a responsabilidade e o dever de estar permanentemente em cima e de conhecer os assuntos que a Figueira precisa que sejam resolvidos”
 A nova administração dos portos da Figueira da Foz e de Aveiro é liderada por Eduardo Feio, ex-presidente do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) e antigo vereador da Câmara de Aveiro. Além de Carlos Monteiro, integra ainda aquele órgão, como administradora, Andreia Queirós, que era, desde 2014, diretora financeira e de desenvolvimento organizacional na administração do Porto de Aveiro.» 

Diz o povo: "a esperança é a última coisa a morrer". Sendo a assim, é uma grande responsabilidade para a esperança - neste caso para Carlos Monteiro.
É ela (a esperança) que tem de manter viva a chama de tudo o resto.

Marginal (3)

 Via Diário as Beiras

Figueira da Foz: 140 anos de uma cidade com futuro

Passaram ontem 140 sobre a elevação da vila da Figueira da Foz a cidade. 
A efeméride foi assinalada com diversas cerimónias.
Foto via Município da Figueira da Foz
Pelas  9 horas e 30 minutos, com a presença de várias entidades civis, paramilitares e convidados, houve o hastear da bandeira nos Paços do Concelho pelo Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes,  a que se seguiu a deposição de uma coroa de flores na Estátua do Centenário, no Parque das Abadias.
Foram dois momentos de elevado simbolismo, no âmbito do programa comemorativo do 140º aniversário da Elevação da Figueira da Foz a Cidade.
Na oportunidade, em declarações aos jornalistas, Santana Lopes falou sobre a cidade que encontrou e aquela que espera deixar aos figueirenses. 
Citando o Diário as Beiras“Encontrei a Figueira de sempre”“Agora, temos de fazer aqui uma ligeira mudança. Estamos a tentar que a Figueira seja marcada pela instalação de um campus universitário [da Universidade de Coimbra] que permita pôr a Figueira no grupo das cidades com instituições científicas de relevo”.
Para Santana Lopes, depois de praticamente ter cumprido o primeiro ano do mandato, a instalação do campus universitário é de “uma importância extrema para o concelho”
“Quando sair, um dia, [quero] que a Figueira esteja num ranking mais alto, em matéria de investigação e de inovação, para quem queira investigar, não só nos domínios ligados ao mar, mas também à floresta e outros”.
Resumindo, Santana Lopes pretende “que a Figueira seja uma cidade de conhecimento e que receba o ano todo pessoas que a procuram por isso mesmo”. Contudo, deixou um alerta: “É um trabalho persistente, não é um trabalho de efeitos fáceis ou curtos, é um trabalho mais de fundo. Mas é neste trabalho em que estamos empenhados”.
A terminar as declarações que temos estado a citar via Diário as Beiras, Santana Lopes sublinhou que as próximas semanas serão de “decisões importantes” ligadas ao “relacionamento com o Governo e com a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra.
Pelas 10h30, teve lugar a inauguração das obras de Requalificação da Escola Básica das Abadias, assinalada por três momentos: Descerramento da Placa de Inauguração e Placa de Financiamento; Intervenções da Directora do Agrupamento de Escolas da Zona Urbana, Prof. Bela Matos; da Delegada Regional de Educação do Centro, Cristina Oliveira; da Presidente de Junta de Freguesia de Buarcos e São Julião, Rosa Batista; da Presidente da CCDRC, Isabel Damasceno e do Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes.
A terminar esta cerimónia teve lugar uma visita à Escola.
Imagem via Diário as Beiras

Foto: António Agostinho
Às 18h00, na Biblioteca Municipal Santos Rocha, foi inaugurada a Exposição Figueira Cidade 140 anos seguida de um recital com a cravista Joana Bagulho.
Miguel de Carvalho, Coordenador da Comissão de Cultura, responsável pelas Comemorações da Elevação da Figueira da Foz a Vila e a Cidade, na sua intervenção aludiu às características adjacentes a esta exposição enquanto sinónima da indispensável "preservação do património histórico-cultural", numa evocação de tempos idos, de paisagens, de ruas, de gentes, de vivências e de cultura.
A terminar o Dia do Município da Figueira da Foz, integrado no programa dos 140 Anos de Elevação da Figueira da Foz a Cidade, realizou-se no Grande Auditório do CAE, pelas 21h30, o espectáculo “Orquestra Filarmonia das Beiras" com a presença de Carlos Guilherme e Isabel Alcobia, e com a participação especial de Luís Pinto.
Com o CAE perto da lotação esgotada, a "Orquestra Filarmonia das Beiras" apresentou uma Gala Lírica com um programa com música de raiz espanhola e da tradição italiana. 
Dirigidos pelo Maestro António Vassalo Lourenço, o tenor Carlos Guilherme e a soprano Isabel Alcobia, mostraram o encanto das canções napolitanas e da tradicional Zarzuela.
Menção para a participação especial e sentida do tenor Luís Pinto, que interpretou "Para ti Figueira, com amor", melhor do que nunca.
Do programa fizeram parte obras de George Bizet, Ernesto de Curtis, G. Verdi, Francisco A. Barbieri, Agustin Lara, entre outros. 

Escritora Julieta Monginho nas 5ªs. de Leitura

 Via Diário as Beiras

segunda-feira, 19 de setembro de 2022

TIRAR UMA SELFIE DE PERNAS PARA O AR

"Se há tema que merece um debate sério e com o envolvimento dos portugueses, para que os partidos sintam que o que propõem e votam tem em consideração a opiniões dos seus eleitores, é o regime de pensões. 

Não entendo, pois, por que motivo o primeiro-ministro decidiu dispensar-nos de pensar sobre o nosso futuro, transformando aquilo que parece ser uma reforma encapotado do regime de pensões num falso pacote de caridade institucional, para compensar o aumento brutal do custo de vida, transformando uma pequena parte do aumento das receitas fiscais em gorjeta social.

Este é um bom exemplo de como neste país a política desapareceu, dando lugar a selfies e a golpes de comunicação. Só que desta vez as coisas correram mal ao “rei das selfies” e ao primeiro-ministro.

Um, prometeu antes do verão que em setembro apresentaria um pacote de medidas sociais. O outro não perdeu tempo a elogiar as medidas.

Depois foi a cacofonia comunicacional a que assistimos, primeiro era um aumento, depois era preciso assegurar a sustentabilidade do sistema de pensões, a seguir multiplicaram-se as entrevistas para sugerir que ninguém perdia. Só ninguém explicou se com este momento de generosidade do primeiro-ministro o rendimento anual dos pensionistas ia aumentar ou diminuir ao longo dos próximos anos.

Não custaria nada ao primeiro-ministro em vez de se desdobrar em comícios encenados ou em entrevistas combinadas, apresentar as contas com um exemplo numérico. As tais contas que o o Presidente da República diz que precisa de ver. Coitado, primeiro aprovou e depois deu uma cambalhota e tirou uma selfie de pernas para o ar.

Enfim, começa a parecer-me que Passos Coelho e António Costa são mesmo muito diferentes. 

O primeiro tirava uma chouriça e prometia que um dia todos receberíamos um porco. 

O segundo dá-nos um chouriço mas esquece-se de dizer que depois teremos de lhe dar um porco."

Via O Jumento

Necessidades existem...

 Via Diário as Beiras

Marginal...

 Via Diário as Beiras

«...na sexta-feira tiveram início as actividades letivas. Durante a semana foi feita a recepção aos alunos»...

Na opinião de Carlos Beja

 Via Diário as Beiras

As contas são do Governo...

Foram enviadas ao Parlamento depois de os partidos terem exigido a apresentação dos cálculos e de o Presidente da República ter considerado “inevitável” a divulgação dos dados sobre o impacto da actualização automática das pensões no próximo ano.

 

ESTADO VERSUS MEDIA: UMA QUESTÃO DE PUBLICIDADE

Via MAIS ACTUAL BLOG

«O documento que a ERC publicou, no passado dia 15 de Setembro, – "Investimento em Publicidade Institucional do Estado aumenta 10 milhões em 2021" –, merece leitura atenta pelo muito que é dito e por ainda mais que fica por dizer, por exemplo a evolução entre 2016 e 2019 (ano de eleições).


P. S. 
Para trás ficaram as dúvidas do constitucionalista José de Melo Alexandrino sobre a legalidade dos apoios do Estado aos Media.»

domingo, 18 de setembro de 2022

MAIS UMA VEZ, ANTÓNIO GUTERRES A DIZER O ÓBVIO...

 NUM CLIMA DE HISTERIA BÉLICA, JÁ É DIZER IMENSO...

"A guerra está para durar: «Os russos e os ucranianos acreditam que podem ganhar. Não vejo qualquer possibilidade, a curto prazo, de uma negociação séria», afirmou o secretário-geral da ONU.

Em relação aos assassínios e aos sinais de tortura que as tropas ucranianas garantem ter descoberto em Izium, Guterres disse esperar que o Tribunal Penal Internacional possa conduzir investigações que apurem responsabilidades.

Uma solução para as exportações do sector alimentar continua no topo das preocupações da ONU: «Putin tem parcialmente razão».

As alterações climáticas e a guerra é outro dos temas: «No momento em que era preciso reduzir as emissões, as emissões continuam a aumentar. No momento em que era preciso livrarmo-nos dos combustíveis fósseis, assistimos ao renascimento dos combustíveis fósseis. Caminhamos para o desastre (...). Quando precisamos de uma redução de emissões de 45% até 2030, a perpectiva, face aos compromissos actuais, é de um crescimento de 14%»."

Confraria do Arroz Doce de Maiorca quer a certificação

A Confraria do Arroz Doce de Maiorca, foi criada formalmente no dia 20 de maio de 2020.

Texto via Diário de Coimbra

Imagem via Confraria do Arroz Doce de Maiorca

"A Confraria do Arroz Doce de Maiorca assinalou ontem o seu II Capítulo, com a presença de perto de duas dezenas de confrarias de todo o país, entre outros convidados. E ao fim de dois anos de existência, a chanceler mor faz «um balanço positivo», apesar dos objetivos a que se propuseram estarem «um pouco aquém, na elaboração de eventos, que é disso que irá sobreviver a confraria, devido à pandemia». Matilde Azevedo explicou que não lhes foi possível «efectuar grandes eventos, apenas a confeção do arroz doce, que é vendido localmente e que as pessoas adoram»."